BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

OUTRO ANO TERMINA...

     Hora de refletirmos sobre o passamento de mais um ano civil, com mais descidas que subidas, marcado por revelações de malversação do dinheiro público, comparado na prática com o desastre do rompimento da barragem da Samarco (Vale), deixando rastros de destruição que jamais serão esquecidos.
     O foco pode ser igualmente uma retrospectiva sobre cada um de nós, naquilo que poderíamos ter feito e deixamos de fazer ou naquilo que fizemos bem intencionados e erramos; nossas omissões por comodismo e nossa falta de ânimo para a luta. Mas hora também de agradecer a Deus pelos acertos e pelas boas atitudes.
       O ano que nasce não surge alvissareiro. Pelo contrário, apresenta-se muito sombrio, sem perspectivas de uma reviravolta que nos habilitasse a viver com uma nova classe política, sem vícios ou ranços, para contradizer o que disse a Revista britânica "The Economist" em sua recente edição latino-americana intitulada "Brazil's fall" (A queda do Brasil).
              DILMA ROUSSEFF E O DESASTROSO ANO PELA FRENTE.    

       Oremos por nós e pelo nosso país. Que Deus tenha compaixão e piedade de nós. Apesar dos pesares, desejamos um abençoado 2016 a todos e todas!

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

SAÚDE PORQUE TE QUERO

      Assistimos contristados ao sofrimento dos nossos irmãos cariocas, como sempre aqueles que mais necessitam de atendimento médico hospitalar. Nessa madrugada a Rede Record deu especial vazão ao caos, utilizando o famoso programa das madrugadas "Fala que eu te escuto". Os fatores mais comentados foram a má gestão de recursos públicos, corrupção e o desdém com a saúde pública. Falaram que inauguraram um "museu do amanhã" em contrapartida a uma saúde de ontem.
       O ano de 2015 está terminando muito complicado numa área mais vital para o ser humano: a saúde, que não tem preço mas tem um custo elevadíssimo. O esporte é salutar, o Rio é a sede das Olimpíadas 2016, porém, os serviços essenciais não podem ser paralisados por falta de verba que nesta hora precisam ser canalizadas para esse fim.
         Oremos para que haja uma solução imediata em torno do problema, que se unam os governos federais, estaduais e municipais para, de imediato resolver as questões básicas. Que Deus Pai ilumine os nossos governantes para que não falte ao povo brasileiro o mínimo necessário. Ajude-nos ó Pai de Misericórdia! Alivie o sofrimento de nosso povo. É hora de unir esforços de todas as partes para ao menos minimizar tanta penúria e dor...

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

DIDÁTICA PERFEITA

21/12/2015

Olha o trem

Uma viagem nos trilhos para explicar sobre as reservas da PREVI.

Recentemente, falamos sobre reservas da PREVI e sobre as novas regras de solvência definidas pela Previc, que é o órgão regulador dos fundos de pensão. Explicar alguns termos técnicos como duration, por exemplo, não é tarefa das mais fáceis. Mas vamos tentar novamente deixar tudo mais claro, desta vez usando uma metáfora bem simples: uma viagem de trem.

Imagine que todos nós, associados da PREVI, vamos fazer uma viagem longa de trem. Durante o trajeto, vamos atravessar desertos, terrenos acidentados, campos férteis, florestas. Enfim, paisagens bem diferentes entre si. Algumas belas e tranquilas; outras mais inóspitas.
A estação de partida dessa viagem é o balanço anual da PREVI e o destino final é o natural fim do Plano 1 lá na frente. Nós temos um mapa aproximado do percurso, que são nossas projeções contidas na politica de investimentos atualmente aprovada para 2016/2023, e também sabemos que há diversos pontos de controle e de reabastecimento.
Ou seja, não precisamos viajar com excesso de bagagem, carregando peso demais, e muito menos recarregar o trem desnecessariamente, só porque estamos passando por um deserto no momento, por exemplo. Para que a viagem corra bem, temos que seguir com os suprimentos necessários e alguma margem de segurança para encararmos os imprevistos - até a próxima estação, onde reabastecemos o trem com os recursos que precisamos.
Agora, vamos trazer este trem para o mundo da previdência complementar:

Qual o diário de bordo do trem? É o balanço anual, onde estão refletidos o quanto temos de suprimentos naquele momento (ATIVOS) e o quanto seria necessário para viagem (PASSIVO).
Qual é a quantidade de suprimentos necessária para o trem cumprir a jornada completa? É a Reserva Matemática, contida no passivo, ou seja, os recursos necessários para pagar os benefícios ao longo de todo o caminho.
Qual a distância a ser percorrida e o tempo estimado? É o período em que estimamos que o Plano 1 irá se extinguir, por volta de 2080, quando todos os associados e pensionistas já terão falecido.
Qual é a velocidade do trem? É a Duration, ou seja, uma métrica que calcula a Duração Média do Passivo. A duração do passivo é uma métrica que corresponde à média dos prazos dos fluxos futuros de pagamentos de benefícios de determinado plano, líquidos de contribuições incidentes sobre esses benefícios, ponderada pelos valores presentes desses fluxos No caso da PREVI, o resultado dessa fórmula complexa é de 12,4 anos.
Qual a provisão de suprimentos para a viagem? Os recursos que temos para a viagem estão no nosso Balanço Anual. São nossos Ativos em renda variável, renda fixa, imóveis etc.

Qual a quantidade mínima de suprimentos que eu preciso carregar em cada trecho da viagem? É a Duration menos 4. Ou seja, no caso da PREVI, com base no balanço de 2014 seria, 8,4% de todos os nossos compromissos (Reserva Matemática). Esse seria o "déficit" admitido sem a necessidade de que os passageiros façam compras de suprimentos (aporte). Somente se por acaso, durante o percurso do trem, o déficit superar esse limite (suprimentos mínimos necessários), é que os passageiros teriam que fazer aporte para equilibrar novamente a quantidade mínima de suprimentos.
Qual o volume máximo permitida de carga? O trem pode carregar a Duration mais 10%. No caso, da PREVI algo em torno de 23% dos nossos compromissos. Esse seria o "superávit acumulado" admitido sem a necessidade de descarregar o trem e dividir os suprimentos com os associados (distribuição do superávit)

Muito bem, sabemos que as condições da viagem neste momento não estão as melhores. Atravessamos um terreno árido agora. Mais adiante o nosso mapa aponta que há pontos de reabastecimento de suprimentos e melhores condições de viagem. Estamos monitorando e conduzindo o trem nos trilhos, sem riscos de descarrilamento. A PREVI segue em frente. Aproveite a viagem.
O trem de ferro partia cedo, acordando Ilhéus, os trilhos na terra esbranquiçada do mar. Rompia léguas, a máquina fervendo, as vilas e arruados ficando atrás. Internava-se pouco a pouco na mata, fumaça e pó nos vagões, seu apito gritando nos campos. Os cacaueiros escuros, casas em solidão, bolsões de capim alto. (...)   O TERRITÓRIO  (Texto de Adonias Filho)
Ilustração do autor do blog.

PS: Utilizamos a imagem da Maria Fumaça (em desuso) por representar melhor a metáfora do texto, haja vista, os trens não urbanos de hoje serem utilizados exclusivos para cargas, não para passageiros.
Se colocasse um moderno trem bala japonês não haveria necessidade de alguns ajustes sugeridos no texto, concordam?


sábado, 26 de dezembro de 2015

ALIADOS NO MINIFAZ E NO MINIPLAN

     Entramos na última semana de um ano que muitos consideram perdido. Se eu pudesse fazer um pedido para o próximo ano, pediria a troca de nossa política governamental. Queria um presidente firme e resoluto que cobrasse do Banco do Brasil e - por extensão - do Ministério da Fazenda, a verdadeira função social de um banco estatal que não pode simplesmente servir de apoio às pedaladas fiscais (ilegal sim, sob a vigência da LRF) e de busca de lucro desenfreado para atender o mercado acionário e seus acionistas. Ora, o maior acionista é o governo e este não visa ao lucro, senão ao bem-estar dos seus cidadãos. Nesse sentido, deveria existir ordem de cima para que o BB não brincasse com coisa séria: a saúde de seus funcionários e dos pós-laborais. Os aportes necessários devem ser feitos, até como forma de aliviar o SUS de uma situação ainda mais caótica. Porém, o principal são as cláusulas pétreas que não podem ser jogadas fora com desculpas esfarrapadas. A politicagem barata está destruindo um dos maiores patrimônios do país.
      Já que o novo ministro Valdir Simão recebe o teto salarial, seria de bom alvitre que como Ministro do Planejamento fizesse implantar o teto aos "sem tetos" do Banco do Brasil e, por consequência,  da PREVI.
      Afinal, tanto o novo Ministro da Fazenda, Nelson Barbosa (já foi Conselheiro da PREVI na Vale) quanto o novo Ministro do Planejamento Valdir Simão é Conselheiro em duas subsidiárias do BB, devem saber perfeitamente que um fundo de pensão não sobrevive com distorções regulatórias e estatutárias.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

FELIZ NATAL PARA OS QUE CREEM EM JESUS CRISTO

     Antes a Igreja Católica dizia: "Fora da Igreja não há salvação". A afirmação deve ser reformulada para: "Sem Jesus Cristo não há salvação". Comemoramos o nascimento entre nós, em carne e osso, do Filho de Deus, que veio para pagar por nós todos os nossos pecados. Todo o pecado da humanidade, desde a desobediência de Adão e Eva, passando pelo primeiro homicídio praticado por Caim, até aqueles cometidos em nossos dias que precedem a segunda e majestosa vinda de Cristo, com grande poder e glória, foi quitado na cruz de madeira, consumada na Páscoa da ressurreição. Com ela, Cristo venceu a morte e por isso nos resgatou por um preço elevadíssimo. Obrigado, Senhor!
      Com esta firme crença, sabemos que os que não aceitam Jesus Cristo e não seguem os caminhos da cruz, não amam o semelhante como a si mesmos, jamais chegarão ao paraíso celeste. Portanto, amados irmãos e irmãs, alegramo-nos e exultemo-nos, perseverando na fé, na esperança e na caridade, porque próxima, muito próxima mesmo, está a nossa salvação.
      Que o Sagrado Coração de Jesus, com o Pai Eterno e o Espírito Santo Consolador possa hoje e sempre habitar o coração de cada um de nós.


CASSI SEM SOLUÇÃO (AINDA)

Em reunião realizada nesta segunda-feira (21), a Comissão de Negociação das Entidades de Representação dos Funcionários e aposentados deram continuidade às negociações com o Banco do Brasil acerca da Cassi. Os representantes dos funcionários cobraram do banco respostas quanto à finalização dos projetos que compõem as ações estruturantes e também sobre o banco fazer os investimentos necessários para concretização desses projetos de sustentabilidade, apresentados pelos representantes dos funcionários durantes as negociações.

Na reunião anterior foi apresentada ao banco proposta de antecipação de contribuições para que se tenha um reforço de caixa emergencial na Cassi, de forma a garantir o bom funcionamento da Caixa de Assistência e as negociações se concentrem nas soluções de longo prazo. O Banco informou que não fará aporte de recursos na Cassi por ter impacto muito significativo nas demonstrações contábeis e que o financiamento dos projetos na forma apresentada pelo banco anteriormente, com a proposta que previa a constituição de um fundo, havia boa condição para fazer os investimentos.

A Comissão de Negociação cobrou do banco que fizesse a conclusão dos projetos conforme havia promessa da empresa, para se chegar a um acordo quanto à precificação e projeção de ganhos com os projetos, algo que o BB havia questionado em rodadas anteriores.

O banco explicou que os projetos foram realmente apresentados no âmbito da Cassi e houve impasse sobre precificação, que é um passo importante na elaboração. O banco insistiu que para a conclusão dos projetos somente poderia ser feita no âmbito de uma proposta estruturante, sem de fato explicar que proposta seria essa.

Para Wagner Nascimento, coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, ficou clara na negociação a estratégia do banco em querer fugir da responsabilidade pela gestão da Cassi, quando retrocedeu quanto à validação dos projetos apresentados pelos representantes dos funcionários há mais de um ano na Cassi e na mesa de negociação desde maio. "Se os projetos não fossem sérios e importantes para a Cassi, o banco não teria incluído os mesmos na sua proposta junto com o fundo para pós-laboral. Não vale agora usar da 'má vontade' habitual para postergar soluções. Esperamos que em janeiro as negociações aconteçam de forma mais efetiva. O banco não pode deixar que falte atendimento para nenhum funcionário da ativa e aposentado. É sua responsabilidade como patrocinador da Cassi", destacou Wagner.

Embora destacando que está preocupado com a situação do caixa da Cassi, o banco registrou que a questão está sendo debatida na governança da Caixa de Assistência. Portanto, a nosso ver, houve um retrocesso da rodada anterior, quando havíamos entendido que o banco teria sinalizado com a possibilidade de investimento pela empresa para implantação das medidas estruturantes.

Os representantes das entidades cobraram do banco sua responsabilidade com a Cassi já que há quase um ano os projetos foram apresentados e o banco posterga a validação dos cálculos, de responsabilidade da área financeira, de indicação do BB.

O banco informou que não fará antecipação de contribuições sem uma proposta estruturante e deixou claro que não pretende, em nenhuma hipótese, elevar contribuição referente aos aposentados.
A reunião foi marcada por momento de tensão, onde foi inclusive pedido um intervalo pelas entidades, uma vez que a diretoria do banco estabeleceu o rito do retrocesso para conduzir a negociação, principalmente quanto a participação nos projetos de ações estruturantes.

O banco afirmou que não havia consenso na Comissão de Negociação quanto a proposta de custeio, mas o banco não apresentou nenhuma proposta nova. Na proposta anteriormente apresentada pelo banco, a Comissão de Negociação, por consenso, já afirmou ao BB que não concorda com rateio de déficit que quebre a solidariedade e que a proposta do fundo não (há) acordo da forma como apresentada pelo BB.

Após o intervalo e cobrada a manifestação do banco a respeito da sua avaliação dos projetos denominados de medidas estruturantes, o BB concordou em se reunir, nos próximos dias, com os diretores eleitos para uma apresentação mais detalhada e ajuste de procedimentos para avaliação.

As entidades farão debates internos com os funcionários e aposentados sobre a continuidade das negociações e nova rodada está prevista para o dia 19 de janeiro.


Diante do impasse criado e estando no final do ano de 2015 sem apontamento de proposta de solução para a sustentabilidade da CASSI, ANABB, FAABB e AAFBB, divulgarão até o dia de hoje (23/12/2015) texto comum de proposta para a CASSI, proposta esta que ainda está sendo analisada por CONTRAF e CONTEC.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

ONDE CHEGAREMOS? E O POVO NÃO REAGE?

    Cenário de fim de ano deprimente. Os fatores negativos não nos dão quaisquer razões para acreditar em mudanças no curto prazo. Vejamos as manchetes que predominam os noticiários:
-Troca de ministro desagrada o mercado.
-Terceira Agência (Moody's) vai rebaixar o Brasil.
-Barbosa conta com aprovação da CPMF.
-Corrupção no Brasil é sistêmica e não termina.
-Corte na Previdência é inevitável, afirma Barbosa.
-Não há motivos para a inflação ceder, pelo contrário.
-Situação política cada vez mais delicada.
-Situação do desemprego é muito preocupante.
-O dólar ultrapassa a casa dos 4 reais e a Bolsa atinge 43 mil pontos após troca na Fazenda.
-O mercado crê que o Brasil perdeu a capacidade de crescer com o atual quadro político.
     Pior do que está pode ficar. A dupla da foto é adepta da Venezuela, de Nicolas Maduro, que havia mandado prender os dirigentes da Pepsi na Venezuela porque estavam boicotando a produção devido ao controle de preços imposto pelo governo. Hoje os libertou.
     Se quiserem olhar por modelos na América Latina, mirem no Paraguai que cresce quase 10% ao ano e que hoje sediou a reunião de cúpula do Mercosul, ocasião em que o novo presidente da Argentina, Maurício Macri, "chegou chegando", como se diz e mandou a Venezuela libertar de imediato seus 70 presos políticos.
     E  nós, brasileiros, continuamos cultuando esta dupla de incompetentes, por isso, logo, logo, seremos iguais à Venezuela. Parabéns a todos nós brasileiros, a pátria de chuteiras!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

IPCA-15 FICOU EM UM E DEZOITO

    Como em novembro eu praticamente fiquei dentro da margem de erro quando previ um INPC entre 0,65 e 1,05, ocasião em que bateu nos 1,11%, vou arriscar dezembro...

ANO 2015

Meses            IPCA-15         INPC       VARIAÇÃO

Janeiro............0,89............1,48............   +
Fevereiro.........1,33............1,16............   -
Março...............1,24............1,51............   +
Abril.................1,07............0,71............   -
Maio.................0,60............0,99............    +
Junho...............0,99............0,77............    -
Julho................0,59............0,58............    -
Agosto..............0,43............0,25............    -
Setembro..........0,39............0,51............    +
Outubro.............0,66............0,77............    +
Novembro..........0,85........... 1,11 ...........    +

    Em dezembro o IPCA-15 atingiu 1,18%, ou seja, 0,33% acima do mês de novembro. Como nos três últimos o INPC teve variação positiva em relação ao IPCA-15, minha precognição manda cravar 1,30% para o INPC do mês que fecha o ano.
     Por conclusão, o nosso reajuste em janeiro terá o índice de 11,58%, já que o acumulado em 2015 gira em 10,2836%...

quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

IMPEACHMENT DERRUBADO

   Não há como o processo de impedimento prosperar com a decisão tomada hoje pelo STF. A comissão volta a ser aquela formada no início da votação na Câmara conhecida pela predominância de membros favoráveis ao governo. Outra decisão foi a de que o Senado Federal tem autonomia para barrar o pedido de análise, podendo de pronto mandar arquivá-lo. Ora, o Senado que sempre foi submisso em sua maioria ao governo, não terá dificuldades para colocar dois terços dos senadores favoráveis ao governo. O presidente do Senado, Renan Calheiros, aparentemente foi o grande vitorioso com as decisões do STF. A presidente Dilma empenhou-se na recondução do deputado Leonardo Picciani à liderança do PMDB. Ele é um aliado do Planalto e ligado ao PMDB do Rio de Janeiro do governador Pezão. Ou seja, mais uma vitória no Congresso.
      O autor da denúncia em favor do impedimento, Hélio Bicudo, disse hoje: "O PT contaminou as instituições brasileiras de ponta a ponta". Aqueles que estavam desejosos de afastar a presidente Dilma podem esperar sentados. E antes que o ano termine Henrique Meireles, atual executivo do grupo Friboi, estará ministro da Fazenda. E ano que vem teremos Dilma,  a CPMF e Meireles na Fazenda!
MEIRELES FOI PRESIDENTE DO BC DE 2003 A 2011, JÁ FOI DO PSDB, PASSOU PELO PMDB E AGORA É DO PSD.

MANIFESTAÇÕES PATÉTICAS

     Todo mundo sabe que as nossas centrais sindicais recebem vultosas verbas públicas para fazerem manifestações públicas sempre a favor do PT. No governo Lula foi feito um acórdão com as principais centrais, Contraf-CUT a mais privilegiada com recursos. Isso clarifica as manifestações sintomáticas das ruas, basicamente com a participação de militantes do partido e outros como funcionários obrigados a participar pela prefeitura de São Paulo.
   A mídia, a principal o JN da Globo, dá generoso espaço às manifestações pró-governamentais, talvez pela troca com propagandas institucionais e de empresas ligadas aos partidos de sustentação do governo.
      A responsabilidade fiscal é essencial para a credibilidade de qualquer governo. Quando você não a tem, acontece o rebaixamento do grau de investimento por exemplo. No Brasil existe a LRF, a lei de responsabilidade fiscal que pune quem não a respeitar com a perda de mandato. O ministro Levy (já fora do governo) tenta manter o ajuste fiscal em 0,7%, 34 bilhões, que o governo quer reduzir para 0,5%, para 24 bilhões. Os dez bilhões seriam usados no pagamento do Bolsa Família. Como há certeza das agências internacionais de que o Brasil não optou por cortes de gastos, senão pela manutenção da presidente no cargo, houve o inevitável rebaixamento do país para o grau especulativo.
     Sem esperar, hoje, o ministro Fachin manteve os atos praticados pelo presidente da Câmara Eduardo Cunha na condução do processo de impedimento, validou até a votação secreta da sessão, desta decisão ainda deve ser referendada pelo pleno do STF.
         Já atingimos a crise política e econômica mas não chegamos a uma convulsão social que poderá chegar com o aumento brutal do desemprego, no início do ano que vem. A grande interrogação é quando a grave crise provocará as reformas tão necessárias e, sobretudo, quem poderá ser o grande timoneiro ou agregador das transformações.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

QUEM PODE LIVRAR O BRASIL?

     Nas redes sociais, no Twitter, pipocam as informações da hora. Acompanho amiúde o Blog do Camarotti e o Diário do Poder. Observem o que eles dizem nas últimas horas:

O Banco do Brasil dificulta a remessa de dados bancários de agências de publicidade ligadas ao PT.

A instituição retificou as informações ao menos cinco vezes, sempre com dados incompletos e imprecisos.

Sub-relator da CPI do BNDES, deputado Alexandre Baldy, descobriu que gastos com propaganda do banco chegaram a R$ 6,5 milhões em setembro.

Baldy quer a prorrogação da CPI por 60 dias.

Bumlai obteve R$12 milhões do banco Schahin para a campanha de Lula.

A Petrobras, subordinada a Lula, recebeu ordem para dar um contrato bilionário a Schahin como pagamento do empréstimo.

E Lula não é investigado?!

COLLOR ACHA QUE NÃO CABE À JUSTIÇA ALTERAR RITO DO IMPEACHMENT -

BLOG DO CAAMAROTTI no : Ordem no Palácio do Planalto é tentar manter Renan cada vez mais perto.

domingo, 13 de dezembro de 2015

REVISTA FRANCESA DIZ QUE SAÍDA DE DILMA É NECESSÁRIA

Em editorial na sua última edição, a revista semanal francesa "Le Point", de linha editorial conservadora, descreve um cenário sombrio da situação econômica do Brasil e se coloca a favor da saída de Dilma Rousseff do governo. Para a publicação, essa seria a única via para uma possível recuperação. E ainda completa: quanto mais cedo melhor.
O texto, assinado por Nicolas Baverez, começa afirmando que os Jogos Olímpicos do Rio correm o risco de se tornar, como os de Atenas em 2004, um sinal da falência do país. Imaginados para comemorar o milagre brasileiro, "eles poderiam acelerar a queda de uma nação de proa dos Brics com Lula ao símbolo do colapso dos emergentes com Dilma Rousseff.
© Fournis par RFI
A dinâmica que havia feito do Brasil a sétima economia do mundo acabou, segundo a revista. Enquanto que o crescimento do PIB chegou a 7,5% em 2010, a economia está em recessão em 2015, pela primeira vez desde os anos 1930, com retração de 3%. A inflação atingiu 9,4%. O desemprego é de 7,5% da população economicamente ativa. A pobreza aumenta.
O texto prossegue afirmado que um déficit duplo se instalou: o déficit corrente de 4,5% do PIB, e o déficit orçamentário de 9%, que levou a uma dívida pública de 70% do PIB. A nota do Brasil foi rebaixada pelas agências de classificação de risco financeiro para a categoria de investimentos especulativos. O real perdeu mais da metade do seu valor em relação ao dólar, em menos de um ano. A companhia petrolífera nacional, a Petrobras, ilustra o desastre do país, escreve a Le Point. Depois de ter tido o maior aumento de capital da história do capitalismo, a empresa registrou mais de 12 bilhões de euros de perda em 2014, devido ao gigantesco caso de corrupção. Os desvios de dinheiro ultrapassam 2 bilhões de euros e beneficiaram principalmente o Partido dos Trabalhadores.
Motores parados
Os dois motores de crescimento do país estão parados: o consumo interno está bloqueado pelo super endividamento dos lares, ligado à progressão do crédito na última década; a venda de matérias-primas, que representam 60% das exportações, foi afetada pela crise na China e pelo contra-choque do petróleo. Além disso, o sistema previdenciário corre o risco de implodir.
Segundo a revista, o país representa todas as piores características dos emergentes: competitividade degredada, exposição à desaceleração da economia chinesa; forte dependência da renda de hidrocarburantes; dívida externa elevada; duplo déficit estrutural da balança corrente e das contas correntes.
Dilma procura atribuir a catástrofe a causas conjunturais. Mas a Le Point diz que elas são apenas reveladoras dos profundos desequilíbrios que minam o país: estagnação da produtividade do trabalho, cujo custo aumentou em 150% em dez anos; déficit crônico de investimentos (18% do PIB contra 31% na Índia); fraqueza da concorrência indissociável de um protecionismo endêmico; indigência dos serviços públicos, corte dos gastos sociais; fraqueza do Estado, que se traduz em uma corrupção sistemática e um aumento da violência (alta de 10% dos homicídios).
A revista diz que as causas da crise são internas e acrescenta que Dilma não tem nem a vontade nem a legitimidade para interromper a espiral infernal na qual a demagogia meteu o seu país. Sua saída do governo é um requisito à recuperação do Brasil. E finaliza afirmando: quanto mais cedo melhor.

sábado, 12 de dezembro de 2015

PEQUENA AMOSTRA DA VIDA DE FRANCISCO DE ASSIS CHATEAUBRIAND BANDEIRA DE MELO (PARA DESCONTRAIR)


Primeira noite de núpcias. A esposa começou a desfazer as malas e espantou-se com a desorganização de Chateaubriand. Entre as roupas amarrotadas, descobriu três camisolões e uma inusitada touca presa por um elástico, semelhante a um pequeno coador de café. "Os camisolões eu uso desde garoto, são mais confortáveis que qualquer pijama", avisou Chatô: "A queixeira é para manter a boca fechada e evitar o ronco”.
Esmiuçando mais, Maria Henriqueta encontrou dez lápis pretos e várias resmas de papel. Nem era preciso dar explicações. Sem a menor aptidão para aprender datilografia, ele usou aqueles instrumentos rudimentares para escrever, durante meio século, a coluna diária que publicava no influente império dos Diários Associados. 

Ao mesmo tempo genial e maquiavélico Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo (nascido a 4 de outubro de 1891, em Umbuzeiro, Paraíba) foi gago até os dez anos de idade. Inexplicavelmente curado, mudou-se para o Recife.

A vergonha do corpo não o permitia sequer um banho de mar. Magrela, mal passava o metro e 60 de altura. A estreia no jornalismo aconteceu aos 15 anos, na Gazeta do Norte. Não demorou a suscitar polêmicas com figurões da cidade em textos ferinos. Os artigos começaram a ecoar no Rio de Janeiro e seu nome ficou ainda mais conhecido quando venceu um concurso para lecionar Direito. 
                                                                             

                                 Ameaça paraibana 

Logo ele abandonou o projeto de dar aulas e se tornou um jovem respeitado nas redações cariocas. Mas continuou se dedicando aos tribunais durante três anos. Juntou dinheiro, acumulou contatos e, em 1924, comprou O Jornal. Substituiu artigos soníferos por reportagens instigantes e deu certo.
No ano seguinte, Chatô arrebatou o Diário da Noite, de São Paulo. A ética quase nunca constava da tática para crescer. Chantageava as empresas que não anunciassem em seus veículos e mentia descaradamente para agredir os inimigos.
Farto de ver seu nome na lista de insultos, o industrial Francisco Matarazzo Jr. ameaçou "resolver a questão à moda napolitana: pé no peito e navalha na garganta." Chateaubriand devolveu: "Responderei com métodos paraibanos, usando a peixeira para cortar mais embaixo." 
A essa altura, já tinha o jornal líder de mercado na maioria das capitais brasileiras. Em 1935, ele entrou na era do rádio, inaugurando a Tupi de São Paulo. E, em 1949, trouxe a novidade revolucionária com que se encantara no Exterior: a televisão.
Na semana da primeira transmissão, convidou os homens mais influentes do País para um bufê, mas mandou servir guaraná e pão com mortadela para todos. Quem quisesse pratos finos que desembolsasse milhares de cruzeiros. O dinheiro iria para a compra de quadros, o Museu de Arte de São Paulo, seu grande devaneio, que estava funcionando há dois anos. 
Chateaubriand cansou de negociar empréstimos – evidentemente nunca pagos – com os presidentes Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra. Elegeu-se senador duas vezes e só deixou o cargo para ocupar a Embaixada do Brasil em Londres, em 1957. Ao encontrar o ex-primeiro-ministro Winston Churchill, sacou da valise de couro um chapéu de cangaceiro e o sagrou "Cavaleiro da Ordem do Jagunço". 

                               Pés de barro 


Quando Chatô foi internado em 1960, com trombose, o gigante começou a mostrar que estava apoiado em pés de barro. Sem o velho capitão por perto -, tetraplégico, ficara condenado a uma cadeira de rodas -, despencaram as vendas da revista O Cruzeiro, que no auge atingiram 800 mil exemplares. Os jornais atolavam-se em dívidas e trocavam as grandes reportagens por matérias pagas.
O império se esfacelava e Chatô assistia ao surgimento do reinado de Roberto Marinho. Convenceu o Congresso Nacional a abrir uma CPI sobre o que entendia ser um empréstimo fraudulento obtido por Marinho junto ao grupo americano Time-Life para viabilizar a Rede Globo.
Partiu para o ataque pessoal e xingou o rival de "cafuzo, crioulo e mameluco". Chegou a sugerir que Marinho fosse submetido a um processo sumário e enviado para a ilha de Fernando de Noronha, onde ficavam os presos políticos e os corruptos "com a cabeça raspada". Esperneou em vão. Morreu a 4 de abril de 1968, deixando seu maior patrimônio, os Diários e Emissoras Associados, para um grupo de 22 funcionários.

Um acontecimento hilário com o Chatô. Certa feita comprou um quadro do pintor italiano Jacopo Comin, conhecido por Tintoretto para incorporar o acervo do Museu de Arte de São Paulo, a menina dos seus olhos. Chamou o mestre de cerimônia e lhe entregou um bilhete, escrito a mão, como sempre, para anunciar o novo quadro do Tintoretto. O funcionário embaraçou-se com o escrito e anunciou equivocadamente: “Tiroteio no Museu de Arte”.

(Enviado por João Rossi Neto, ilustre amigo de Goiânia-GO)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

INSTABILIDADES

     Em 21 de novembro, de conhecimento do IPCA-15 de 0,85%, o blog fazia  previsão sobre o INPC de novembro, afirmando que deveria oscilar entre 0,60 e 1,10. Errei por um décimo na previsão máxima feita. Com isso, o acumulado do ano chegou a 10,28%. Em novembro de 2014 o INPC foi de 0,53%, mais que dobrou em novembro de 2015(Mamma Mia!).
        Não deve haver nenhum regozijo pelo fato de em janeiro/16 a correção dos salários atingir o maior patamar da história do real. Mesmo porque se a correção for 11,50%, o simples fato de reajuste nos salários faz toda a cadeia produtiva repassar o aumento para os produtos, em proporção sempre maior, fazendo com que em dois ou três meses o "aumento" tenha sido engolido pelo dragão inflacionário.
       Outro agravante é o fato de estarmos bem próximos de mais um rebaixamento por mais uma agência de risco, a Moody's. Isto significa que o país pode chegar ao grau de investimento especulativo, fazendo com que os investidores internacionais  elevem as taxas de juros. O COPOM vai ser obrigado a elevar ainda mais a taxa SELIC, embora este expediente seja inócuo na atual conjuntura fortemente recessiva.
       Neste quadro onde se situa a nossa PREVI? Teoricamente, somos investidores e levaríamos vantagens se as aplicações estivessem em sua maioria em segmentos não afetados pela crise. Renda fixa, títulos públicos, empresas ligadas à exportação e o contraditório ES que embora represente somente 3% dos investimentos é uma, senão a mais segura de nossas aplicações.
APESAR DAS RESTRIÇÕES NATURAIS DE MARGEM E ENDIVIDAMENTO, O ES É UM DOS INVESTIMENTOS MAIS SEGUROS DE NOSSO FUNDO DE PENSÃO.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

FACHIN ACENDE O ESTOPIM

MINISTRO FACHIN AO LADO DE DELCÍDIO AMARAL, SENADOR PETISTA PRESO NO DF.


    O ministro do STF, Luiz Edson Fachin, mandou suspender a decisão desta terça-feira na qual o governo sofreu uma acachapante derrota no Congresso Nacional. Tudo fica mantido como está, inclusive a decisão de votos em que a Chapa 2, de oposição, venceu a Chapa 1 por 273 contra 199. Com esta decisão, entramos na chamada judicialização do processo de impeachment, isto é, a interferência do Supremo Tribunal Federal onde há vários ministros nomeados pelo atual governo, sendo o último deles o ministro Edson Fachin, autor da liminar suspensiva. Agora o assunto vai para o Pleno do STF que decidirá sobre os rumos tomados nesta terça no Congresso, com data prevista para o próximo dia 16.12.2015, uma quarta-feira.
       Hoje ainda se comentava em Brasília sobre uma possível delação premiada do senador Delcídio Amaral posto que ele agregou à sua defesa um dos advogados especialistas nesta área. Não deve ter sido à toa. Enquanto o país se afunda na economia, totalmente paralisado e desacreditado, as notícias geradas no final desta terça-feira são nitroglicerina pura!
         Um possível logro no impedimento político da presidenta passa necessariamente pela maciça adesão do povo brasileiro nas manifestações de rua já programadas para o dia 13.12.2015.
      

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

PRESIDENTA DILLMA CONFESSA O CRIME


A presidenta Dillma Rousseff justificou na noite desta segunda-feira (7) as chamadas "pedaladas fiscais" como forma de manter em funcionamento programas sociais como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida.


"Uma parte do que me acusam é de ter pago o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida. Paguei sim. Nós pagamos com o dinheiro do povo brasileiro. Não foi empréstimo, foi o dinheiro legítimo dos tributos pagos pelo povo deste país", afirmou.

O artifício das "pedaladas fiscais" consiste em utilizar recursos dos bancos públicos para o pagamento de despesas da alçada do Tesouro Nacional. Com isso, os balanços do governo apresentaram resultados artificialmente melhores, driblando a necessidade de cortar gastos. Por esta razão, o Tribunal de Contas da União rejeitou as contas de 2014 da gestão de Dillma Rousseff à frente da Presidência da República.


CONCLUSÃO

O dinheiro depositado nos bancos públicos (BB e CEF) pertence aos seus clientes e essas instituições financeiras são fieis-depositárias deles, devedoras, os quais podem sacá-lo à medida das suas conveniências e necessidades, de modo que não estão à disposição dos Governos para utilizá-los na solvência de Programas Sociais da sua responsabilidade direta, como foi feito, em 2014 e 2015, pela Dillma, sem o aporte de recursos, pelo Tesouro Nacional, aos dois bancos estatais, o que configurou “empréstimo” e as despesas superiores às receitas, redundaram em déficit fiscal assombroso em 2015 superiores a R$ 119 bilhões, cujo “crime de responsabilidade fiscal” ficou sobejamente comprovado e confessado pela própria Presidenta.


Claro que o País pode e deve melhorar a distribuição de renda, via de programas sociais, todavia, antes de inundar e criar programas em excesso, precisa saber antecipadamente se existem reservas de recursos suficientes para pagá-los e se o Brasil suporta tanta carga tributária. 

Em sã consciência não é possível refutar, pela falta de argumentos convincentes, que os Governos Petistas ampliam “ad eternum” os valores das bolsas família com segundas intenções, numa velada compra de votos nos bolsões de pobreza para garantir o seu projeto de poder.

Acho estranho o desinteresse dos colegas pelos assuntos políticos, os quais refletem diretamente sobre a PREVI e sobre as nossas vidas. Temos a plena certeza de que a Dillma não irá debelar as crises que criou e que estraçalhou a economia do Pais, vez que a falta de credibilidade é o principal fator para esse estrondoso fracasso. O Brasil precisa de mudanças urgentes e estas não serão feitas pelo PT.


( João Rossi Neto - Aposentado BB em Goiânia-GO)

sábado, 5 de dezembro de 2015

O GOLPISMO É MAIS UMA MENTIRA DA DILLMA, DO LULLA E DO PT

A Presidente Dillma fala em golpe, mas onde está o tal golpe, dado que se de fato ocorrer o seu impedimento, é o seu vice e aliado Michel Temer-PMDB que assume a Presidência da República.
Comprovadamente cometeu ilícitos fiscais, gastou mais do podia para se reeleger, descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal, tanto que assinou de próprio punho os vários decretos sem números para burlar a lei e se safar do crime de responsabilidade com o aval do Congresso e, agora, para tirar o foco sobre as irregularidades cometidas em 2014 e continuadas em 2015, vem com essa mentira deslavada de “golpe”.
Todas as vezes que são pegos em crimes e roubos esses Governos do Lula e da Dillma vêm com a tese neurótica da perseguição das elites para enganar o povo mais humilde. Mentem descaradamente e negam as falcatruas, os esquemas montados para saquear empresas estatais importantes como a Petrobras, porém, o estranho é se falassem a verdade e confessassem os seus vergonhosos delitos.
Não é factível e aceitável que a Presidente Dillma que se diz zelosa e atenta a tudo, tenha visão seletiva somente para aquilo que deseja ver e não enxergasse o que estava acontecendo na Petrobras, sobretudo porque a compra fraudulenta e criminosa da Refinaria de Pasadena foi por ela autorizada, negócio desastroso e absurdo que gerou mais de US$ 1 bilhão de prejuízo para a nossa petroleira. Quem vai restituir ao país esse desfalque bilionário?
Portanto, a Dillma mente à Nação quando diz que não desviou recursos públicos da sua finalidade. A verdade é que se não roubou, foi omissa e deixou a organização criminosa roubar e quebrar a Petrobras durante o seu mandato.
Além do bem fundamento pedido de impeachment em curso, alicerçado nas pedaladas fiscais efetivadas em 2015, já que a Dillma não poderia ser denunciada pelas pedaladas de 2014, mas por se tratar de crime continuado e repetido, conforme atestou o TCU, pesa contra ela e o Temer, no TSE, grave ação impetrada pela oposição, sobre crime de Abuso de Poder Econômico, onde a PF está investigando o recebimento de falsas doações feitas por empreiteiros presos na operação Lava Jato, para sua campanha eleitoral de 2014, cujo dinheiro teria vindo de propinas da Petrobras e, portanto, consta que ganhou as eleições à custa de dinheiro sujo e ilegal. Penso que se escapar do processo de impeachment, não escapará do outro no TSE.
O principal instrumento jurídico que possibilitou o descobrimento desse emaranhado de crimes ultra bem arquitetado foi à lei da Delação Premiada, sem ela a maioria dos roubos na Petrobras se perpetuaria.
Hoje, depois da Lava Jato, acredito que a sensação de impunidade vai reduzir bastante e assim que tudo for revelado (segundo o Ministro Teori o pior está por vir) tenho a sensação de que a tendência é que caia mais ainda a segurança dos meliantes em relação às punições.
A prisão do senador Delcídio do Amaral no exercício do seu mandato foi uma prova inquestionável e concreta de que o STF esta funcionando a contento e cumprindo a sua missão institucional. Ao que tudo indica, o exemplo de retidão, competência e diligência do Juiz Sérgio Moro irradiou positivamente para outras esferas do Judiciário.
Por outro lado, o vestal filho do Cerveró, ao pegar como um patinho, na armadilha, naquela gravação, o senador Delcídio e outros, episódio em que o Lulla classificou o Delcídio de imbecil e burro, prestou, por vias transversas, um enorme serviço ao Brasil, eis que o senador ao citar nomes de alguns Ministros do STF, mexeu em vespeiro ao ferir o brio dos magistrados da Alta Corte e agora poderá pensar em fazer uma delação premiada, porquanto não conseguirá habeas corpus do Supremo para relaxar a sua prisão preventiva (por tempo indeterminado). Em outras palavras, podemos dizer que o Delcídio cutucou onça com vara curta.  
Parece que os delatores perderam o medo de entregar os cabeças, os autores intelectuais das negociatas espúrias e roubos. Os larápios roubam tanto que a tarefa mais difícil é dissimular, dar origem e aparência de legalidade as montanhas dinheiro sujo produto dos crimes e acabam se embaraçando nas próprias teias.
Roubos que pareciam perfeitos, indissolúveis, estão vindo à luz do dia pelas confissões dos delatores, o que gera um clima de preocupação e apreensão aos que ainda estão em liberdade, quando parceiros próximos, como o José Carlos Bumlai (amigo particular do Lulla), o Delcídio do Amaral, o Cerveró, o João Vaccari, etc., são levados à prisão, porque ao ver o sol nascer quadrado a ansiedade fala mais alto e a fidelidade se esvai e surgem as nuvens negras das delações premiadas como ameaças iminentes sobre os comparsas. Veja que a claustrofobia já está assediando o Delcídio na pequena sala onde está encarcerado e minando a sua resistência emocional.
Essa tática de usar laranjas e deixar imóveis e outros bens em seus nomes nunca é segura. Os filhos do Lulla, por exemplo, moram em apartamentos de luxo que estão em nome de amigos do pai, sem pagar nada de aluguel, o que desperta justas suspeitas. O maravilhoso sítio que o Lulla possui (“usa”) está em nome dos sócios do Lulinha.
O apartamento tríplex do Guarujá reformado graciosamente para o Lulla está em nome da OAS-Construtora e por aí vai. Certamente a pessoa que trabalha e compra honestamente o seu lar, é mais feliz ao dizer: “Tenho casa própria, adquirida com o fruto do meu trabalho”.
Sinceramente se vier à tona desdobramentos comprovando que o Lulla e a Dillma são culpados pela mafiosa e incomensurável corrupção que se instalou no Brasil, após as suas posses, confesso que não vou aplaudir a desgraça de ninguém, mas na minha ótica a Dillma terá pecado mais pela omissão do que pela ação, e tudo leva a crer que agiu dessa forma em face da gigante dívida moral que possui com o seu criador Lulla por tê-la guindado ao cargo máximo da República, aonde a Dillma nunca chegaria pelas suas próprias pernas, uma vez que não é “técnica e muito menos política”. Vamos torcer sempre pelo bem do Brasil e que se puna os culpados, doa a quem doer.
Doravante, vou grafar os nomes da Dillma e do Lulla com dois “LLs”, logicamente por analogia do Collor.

(João Rossi Neto - Goiânia-GO)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

O PAI DA MENTIRA



















      Dilma se diz inocente, diz não ter proposto qualquer acordo com Eduardo Cunha em troca da não aceitação do processo de impedimento. Estaria ela mentindo ou dizendo a verdade?
    Desde o mensalão, a principal frase de defesa do ex-presidente Lula foi "eu não sabia de nada". Você acredita nisso?
    José Dirceu sempre foi o braço direito de Lula. Ele foi condenado tanto no mensalão como no petrolão (Lava Jato). Lula não sabia de nada?
     A presidenta Dilma teve a maior contribuição de campanha em 2014, a maior parte de empresas envolvidas em propinas da Lava Jato. Ela não sabia de onde vinha este dinheiro? Não saberia ela que assinou a compra da "Ruivinha", a enferrujada refinaria de Pasadena, enquanto foi presidenta do Conselho de Administração da Petrobras? Este "negócio" não teria sido fechado se não tivesse algum favorecimento, conforme apurou a Lava Jato. Pagou-se um valor bem maior do que valia. A Petrobras teve nesta transação um prejuízo de US$800 milhões (No real de hoje R$3 bilhões).
      De quem é a culpa por essa atual crise vivida pelo Brasil? Dos Estados Unidos? Da China? Da Europa, dos países árabes, da Rússia? Ou seria do próprio povo brasileiro? Ou dos empresários da elite brasileira que estão boicotando o governo?
      A culpa pode vir de qualquer destes, menos, é claro, do próprio governo.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

UM CENÁRIO MUITO DIFÍCIL

    Mais importante para o país do que aceitação do pedido de "impeachment", nada mais que uma obrigação do presidente da Câmara segundo o autor Hélio Bicudo, será o trâmite do processo: Que seja rápido e rasteiro.
    O Brasil não pode dar-se ao luxo de continuar neste imobilismo geral e estarrecedor. Só vemos números negativos, a economia paralisada, tudo conspirando contra o governo. E não é difícil prever que doravante o Planalto vai se ocupar 24h por dia em táticas e estratégias que lhe permitam vencer o jogo no legislativo. Com isso, o calvário do povo brasileiro vai continuar por longo período.
    Hoje o governo "comemorou" a aprovação no Congresso da mudança no orçamento que antes previa superavit e agora mudado para um deficit de 119.990 (quase 120 bilhões de reais). Ora, foi um "jeitinho" de driblar a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e todos os congressistas que aprovaram este artifício estão cúmplices desta ilegalidade.
    Ninguém tem o direito, mesmo se eleito pela maioria do povo, de burlar ou descumprir as leis vigentes e neste caso da LRF ficou evidente. Se o processo não andar rápido, e parece que não vai andar, preparemo-nos para um longo sofrimento.