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domingo, 15 de novembro de 2015

PREVIC É UMA MINA

      A Revista IstoÉ Independente aborda um fato superinteressante a respeito de apurações parciais efetuadas na CPI dos fundos de pensão. No final, vou colocar o LINK para conhecimento de inteiro teor, a única forma de preservar os direitos autorais.
      Como esclarecimentos adicionais, faço menção que o sr. Carlos Gabas, mencionado como "Os esquemas do ministro motoqueiro", esteve presente no 36º Congresso da ABRAPP, realizado em Brasília de 06 a 08 de outubro de 2015, como palestrante, fazendo referências a meu ver desrespeitosas à presidenta Dilma, mais ou menos nestes termos:
"Hoje aqui estou na condição de secretário do Ministério da Previdência, até há pouco era ministro que aquela "moça" da foto nas paredes troca amiúde, penso até em deixar uma carta-renúncia padrão para todas as ocasiões..."
       Outro ponto em que a reportagem equivocou-se foi quanto ao segundo nome do ex-diretor de Seguridade da PREVI e atual Vice-presidente da ANAPAR que todos sabemos tratar-se do sr. José Ricardo Sasseron (que aparece como JOSÉ HENRIQUE SOSSERON). Vale ressaltar que nada é dito a respeito da nossa PREVI, graças a Deus e que continue assim.

       O órgão atacado veementemente é a PREVIC, aquela que todos conhecemos a finalidade pela qual foi criada pelo ex-presidente Luiz Silva e pelo núcleo podre do PMDB: Ser um gigantesco cabide de empregos, pagos pelos próprios fundos, para ser manipulada a serviço dos partidos políticos, conforme constatou a CPI.

DIZEM QUE CARLOS GABAS LEVOU NA GARUPA DE SUA MOTO A PRÓPRIA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF.

        Agora vamos colocar o LINK para você ter acesso à rede de ligações perigosas.

24 comentários:

joao trindade disse...

Infelizmente a quadrilha no poder tudo pode,por meios diretos e indiretos e povo não pode reclamar de direitos que acham que têm.Estamos por nossa própria conta e risco,sem ninguém por nós,que não seja Deus.A saída é abandonar o país e quem puder que o faça,o quanto antes.O apocalipse está em andamento.

Anônimo disse...

Resolução 26 é Previ e Previ é Resolução 26


Quanto cada um de nós deixou de receber?


E os Sem Teto?


E o e-mail que nos enviaram assinados pelos 2 últimos diretores de seguridade?

O buraco é bem mais fundo

Rubens disse...

Comenta-se que o valor que a Previ paga para a Previc, um valor muito alto, a meu ver, para a Previc FISCALISAR, a prória Previ. O valor que soube, é mais ou menos, uns R$.3.000.000,00 (treis milhões de reais), por trimestre, pagos em dia, e isso não mais se comenta. Foi criado mesmo no governo do ex-presid. Lulla e os funcionários que compõe o quadro funcional é de aposentados da Receita Federal, Auditores aposentados da Receita Federal, por isso, gente é um pessoal que não granha dois sal. mínim os, não gente, é muita grana, e os Fundos é que pagam... é mole????????

Anônimo disse...


Dois impressionantes acontecimentos no Brasil:

a - No Brasil Colônia levaram nosso ouro, diamante, borracha e outras riquesas;

b - No Brasil República criaram a Previc para levar o dinheiro dos fundos de pensão através de pagamentos trimestrais.


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- Por que criaram a PREVIC?

- O que faz a Previc?

- A Previc já teve alguma iniciativa louvável que justificasse sua criação?

- Por que os Fundos de Pensão tem que pagar grande fortuna para a Previc fiscalizar a si próprios?

Anônimo disse...

Justificam as vultosas contribuições dos fundos de pensão das estatais à PREVIC, a título de TAFIC? Só a PREVI, dizem que contribui com “algo” em torno de 9 milhões ao ano. Por que uma instituição, dito fiscalizadora dos fundos de pensão, demanda tanto recurso para tal mister? Que mostrem as despesas pertinentes e compatíveis com tamanha arrecadação, bem como os respectivos relatórios das onerosas atividades "fiscalizadoras". Nada obstante, a questão dos sem teto vem se arrastando desde 2008, parou na expectativa do Termo de Ajustamento de Conduta - TAC e nada aconteceu até hoje. Questionam legitimidade desse órgão FISCALIZADOR? Seria tão inerte, não agindo tempestivamente junto à POSTALIS, PETROS, FUNCEF e outros fundos, em face dos sucessivos balanços deficitários e sob suspeição de malversação de seus patrimônios, ficando as investigações por conta de uma CPI, cujas diligências apuraram fatos que lhe renderam essa matéria na ISTOÉ?

Ari Zanella disse...

Comentários das 22:27 e das 22:37

Estão aí dois comentários que dignificam os Anônimos. Perguntas pertinentes, sem ofender as pessoas, enfim, intervenções inteligentes.

Ari Zanella disse...

Mensagem enviada ao repórter de IstoÉ pelo sr. Chirivino que escreve na Rede-SOS. (O mesmo assunto foi focado lá)




Caro Colunista Sérgio Pardellas
sergiopardellas@istoe.com.br

Sou leitor assíduo da ISTOÉ e aposentado depois de 37 anos dedicados ao Banco do Brasil.
A série de malfeitos denunciados pela ISTOÉ perpetrados pelos últimos governos contra o patrimônio nacional e as poupanças previdenciárias – especialmente as constituídas por empregados da economia mista e amealhadas ao longo de vidas -, tem feito com que estejamos cada vez mais alertas para a questão.
Li atentamente a sua matéria de hoje “Os esquemas do Ministro motoqueiro” onde, com riqueza de detalhes – desconhecidos do povo brasileiro, por certo, mas não de nós que vivemos e sentimos na pele essa coleção de engenhosas falcatruas - o Senhor nos faz saber como age o Governo, via Sr. Gabas, para “aliviar” os Fundos de Pensão de parte de seus patrimônios.
Acontece que isso não foi inaugurado pelo Sr. Gabas.
O Senador Pimentel, então Ministro da Previdência nos governos Lulla I e II, já trabalhou à exaustão, com o mesmo fito.
Isso, sem partidarismos ou preferências ideológicas, para ficar apenas num horizonte mais próximo e facilmente pesquisável.
Chegou mesmo a dar prioridade a uma Resolução – a sétima na ordem das Leis – sobre uma Lei Complementar – a segunda na ordem das leis – para que as Patrocinadoras pudessem – como se aposentáveis fossem – receber 50% dos superávits eventualmente apresentado pelo patrimônio dos fundos.
Isso o fez com a famigerada Resolução 26 da PREVIC, que anexo para melhor entendimento.
De posse e armada com essa poderosa Resolução a Patrocinadora BB, levou em 2010, de uma só tacada, R$ 7,5 bilhões do PB1 da PREVI.
Ou a CPI dos Fundos de Pensão não apurou ainda o que está acontecendo na PREVI ou esse gravíssimo fato – que coroa uma série de outros – passou-lhe despercebido.
Fico, se de seu interesse, ao seu inteiro dispor para detalhar o que vem acontecendo na PREVI dos funcionários do BB, nesses últimos 20 anos.
Receba um forte e respeitoso abraço.

JOSÉ CHIRIVINO ÁLVARES
BRASÍLIA-DF

Blog do Ed disse...

Prezado Mestre Ari
Sei que, como aquele famoso Sócrates grego, sou ignorante e os comandantes do Governo são muito sábios. Vi quão sábios são em várias oportunidades: duas audiências públicas, duas explicações (ao Senado e à Câmara) e nessa CONTESTAÇÃO ao Procurador da República na ADI)... Mas, entendo:
- que a GARANTIA CONSTITUCIONAL da Previdência Privada Complementar é a RESERVA, e A RESERVA CONSTITUCIONAL é SOBRETUDO a RIQUEZA DO PATRÃO (empresa=produtora da riqueza, inclusive do salário do Participante);
- que o PRINCÍPIO DO INTERESSE DO PARTICIPANTE É O PRINCÍPIO LEGAL das DECISÕES ESTATAIS na Previdência Complementar.
Por que, então, leio hoje na Folha de São Paulo que a CNPC está reunindo-se para PROTEGER OS PATROCINADORES desses quatro fundos: Caixa, Petrobras, BNDES e Correios) e não se apressam a resolver, nessa questão, o SUSTENTO DO PARTICIPANTE? Só quero entender... nada mais...
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Resposta ao anônimo 15/11/2015 das 22:27

Da mesma forma que os aposentados do BB pagam a ANABB para defender o BB.

Anônimo disse...

Quem provocou mais lama? A Samarco em Mariana ou os PTralhas na Petrobrás?

Jorge Teixeira - Araruama (RJ) disse...

Por entender que o assunto se relaciona com o que foi abordado no post, transcrevo abaixo matéria de hoje, 16.11.15, publicada no jornal Folha de São Paulo.
Governo quer regra flexível para fundos de pensão com deficit
VALDO CRUZ
JULIANNA SOFIA
DE BRASÍLIA
16/11/2015 - 02h00
O governo quer acabar com a regra que obriga os fundos de pensão que registram três anos consecutivos de deficit a adotar medidas para liquidar o rombo. O objetivo é criar uma norma que trate os desequilíbrios caso a caso, de acordo com o perfil de cada plano de aposentadoria.
Hoje, há mais de 40 fundos de pensão com deficit atuarial, calculado em R$ 46 bilhões. Entre essas entidades, estão fundos patrocinados por estatais federais como Caixa Econômica (Funcef), Petrobras (Petros), Correios (Postalis) e BNDES (Fapes).
A indústria dos fundos de pensão detém R$ 737,6 bilhões em investimentos. Quando um plano registra desequilíbrio atuarial significa que, se fosse obrigado a pagar hoje todos os benefícios atuais e futuros, não haveria recursos suficientes para honrar os compromissos.
Pela norma em vigor, as entidades que apresentam três anos seguidos de deficit precisam apresentar um plano para resolver o desequilíbrio.
Isso quer dizer que ou os trabalhadores terão de contribuir mais para seus planos ou terão os benefícios reduzidos. Já as empresas que patrocinam as entidades serão chamadas a injetar recursos para cobrir o rombo.
A Folha apurou que o governo vai propor na terça (17), em reunião do Conselho Nacional de Previdência Complementar, uma alteração na resolução. A ideia é criar um critério flexível para apurar a solvência, levando em conta o perfil de cada fundo.
Técnicos envolvidos nas negociações explicam que um plano novo, com população mais jovem, não pode ser tratado da mesma forma que um outro mais antigo, com beneficiários mais velhos. Enquanto para o primeiro haverá mais tempo para administrar desequilíbrios, o segundo precisará passar por ajustes mais imediatos.
Nas palavras de um negociador, não há motivo para "estrangular" uma empresa patrocinadora, exigindo injeções bilionárias, se o perfil do plano permite tratar o desajuste entre ativos e passivos de outra maneira.
Fundos de pensão
POLÊMICA
Embora a alteração na regra possa gerar polêmica, uma vez que a exigência desses aportes poderia recair já no próximo ano sobre os caixas de estatais como Caixa e Petrobras, mudanças vêm sendo estudadas desde 2013.
Entre os argumentos está a legislação de outros países, que trata os desequilíbrios atuariais de outra forma, com visão de mais longo prazo.
Boa parte da origem das perdas, argumentam técnicos, vem da deterioração da economia, em especial da queda dos preços das ações na Bolsa. Há também casos de má gestão e fraudes.
Reportagem da Folha do início deste mês mostrou que o principal fundo da Petros (de funcionários da Petrobras, o segundo maior do país) tinha deficit de R$ 10 bilhões até junho, 60% mais do que no fim de 2014, e caminha para o terceiro ano seguido de perdas.
Os fundos de pensão ligados às estatais são alvo de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) na Câmara dos Deputados.

Edmilson lopes de sousa disse...

As classes mais abastadas acumulam cada vez mais riquezas, em especial os bancos (como exemplo, o Banco do Brasil apresentou, nos primeiros seis meses deste ano, um lucro superior a R$8,82 bilhões, não tendo vergonha de informar que arrecada com receitas de serviços mais do que paga com despesas de pessoal, enquanto leva a CASSI à falência e usurpa recursos da PREVI), usufruindo “alegremente” das vantagens obtidas, enquanto as categorias menos favorecidas são obrigadas a entrar na informalidade, expandindo a economia informal e recebendo o “ bolsa esmola”. Os bancos particulares nunca ganharam tanto em sua “estória”.




A sempre sacrificada classe média, em extinção, acaba transformando-se em produtora dos novos escravos. Nascem, vivem e morrem dentro os rígidos limites impostos pelos detentores do poder, com raras exceções. O sistema tributário é uma vergonha. Quem ganha muito não paga, com o emprego do “planejamento tributário”, enquanto um cidadão que ganha pouco menos de três salários mínimos (SM) mensais é obrigado a pagar. Edmílson em Januária mg.

Anônimo disse...

Imprensa vendida! Fingem desconhecer o que já foi relatado décadas atrás.

Sabem na realidade toda a verdade e compactua com a mesma

Ari Zanella disse...

COMUNICADO

Informamos com muito pesar o falecimento hoje em São Paulo de nossa associada e companheira de Novembrada

ELIANA FERNANDES MARQUES MENEGHETTI, aos 63 anos de idade.

À família enlutada as nossas sentidas condolências.

ARI ZANELLA - PRESIDENTE

GILVAN REBOUÇAS - VICE-PRESIDENTE

ANAPLAB - ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PARTICIPANTES DO PB1 DA PREVI

Anônimo disse...


http://exame.abril.com.br/revista-exame/edicoes/1100/noticias/fundos-de-pensao-de-estatais-tem-futuro-suado-a-frente

"Situações como a da Petros levaram a Abrapp­ a pedir uma mudança na regulação do setor. A associação quer que o ministério considere o prazo médio do pagamento das aposentadorias ao exigir que os fundos façam ajustes em suas contas.

Com isso, só seriam consideradas deficitárias as fundações que efetivamente não tiverem dinheiro para pagar as pensões. “Isso evita que "E M P R E S A S" e funcionários tenham de colocar mais recursos em fundos que têm condições de honrar seus pagamentos, mas estão com resultados ruins porque o mercado está complicado”diz presidente da Abrapp."

Minha opinião:
Inacreditável alquimia atuarial. Se essa ideia, digo, pedalada vingar, será o fim. Esse novo conceito de déficit é uma verdadeira panaceia. Os PATROCINADORES estão aplaudindo a brilhante ideia, eis que estarão livre de desembolsos em decorrência do provável tsunami de fundos deficitários. Agora, para participar dos superávits, a conversa é outra.



Anônimo disse...

Que triste! Tão nova. Que Deus console sua família.

Do que ela faleceu?

Anônimo disse...

Terei que rever meus conceitos com relação ao mundo previnciano. A colocação do Dr. Medeiros na eleição da Anabb é assustadora na minha visão. Será que estou do lado errado? O tico e o teco embaralharam ...

Anônimo disse...

Pra mim já deu o que tinha que dar! Depois do resultado da eleição da ANABB coloquei em xeque a minha visão de mundo.

Não me julgo mais inteligente que ninguém, mas o resultado da eleição é uma afronta ao meu senso de justiça (que deve estar equivocado).

Abandonarei os blogs, associações e tudo que faz referência a aposentados do BB.

A maioria escolheu essas figurinhas carimbadas que estão décadas e mais décadas mantendo o status quo - que assim seja.

Os meus heróis foram abatidos. Não tenho mais razão para estar nesta luta. Arranjarei outra luta, outra forma de aumentar a renda.

O resultado da eleição da ANABB resultou numa reunião de família aqui para redefinir os rumos.

Que os camilistas, noronhaszistas, petistas, enganistas, tragam a felicidade que vocês escolheram

Adeus

Anônimo disse...

alguem duvidava disso???????????????????alguem pensou algum dia q estavam querendo "defender" os fundos de pensao?????????????????desculpem, se pensou,eh um idiota.

Anônimo disse...

administram mal,roubaram, em conluio com o governo.DEVOLVAM NOSSO DINHEIRO!!!!.....esse governo de meliantes acabou com o pais.

Anônimo disse...

Falta o chicote no lombo destes quadrilheiros.

Anônimo disse...

Brasil, pais dos pixulecos.

Anônimo disse...

Questionamento do engenheiro Raul Rechden enviado a vários parlamentares da CPI dos Fundos de Pensão:

"A holding Invepar, nos últimos dois anos e meio findos em junho de 2015, gastou R$199.887.000,00 - isto mesmo, quase 200 milhões de reais - com consultoria e assessoria. No mesmo período, o desempenho da holding foi catastrófico: prejuízo acumulado de R$1.097.419.000,00.

E aos que dão apoio aos trabalhos da CPI dos fundos de pensão sugiro que examinem mais essa questão relativa à Invepar, lembrando que essa companhia é praticamente controlada pelo governo federal, pois 3/4 de sua participação acionária pertence à Previ, Petros e Funcef, o restante pertencendo à OAS, empreiteira envolvida na operação Lava Jato".

Fonte:http://www.alertatotal.net/2015/11/forca-tarefa-promete-apontar-chefe-de.html

E A DIRETORA INSISTE QUE NA PREVI ESTÁ TUDO BEM

Anônimo disse...

Repercutindo pergunta que já foi feita anteriormente:
Como está a INVEPAR ? E os investimentos de longo prazo ?
Quão longo é esse prazo ? Quanto prazo mais nós temos ?
Alguém se habilita a discutir o assunto ?