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sábado, 7 de novembro de 2015

CONSEQUÊNCIAS DAS ALTERAÇÕES NO ES ( SÍTIO DA PREVI )

Notícias

06/11/2015

O Empréstimo Simples e a missão da PREVI

Entenda a função do empréstimo e as consequências que alterações de valores e prazos podem trazer à operação

O Empréstimo Simples representa um importante segmento de investimento que a PREVI utiliza para diversificar a alocação dos recursos. O fato de ser uma operação realizada com associados pode levar ao entendimento equivocado de que se trata de um benefício e que se possa alterar determinadas condições indiscriminadamente em favor do participante. O aumento do valor concedido e do prazo para pagamento, bem como a redução do custo dos encargos cobrados e a rentabilidade da carteira de ES, são questões importantes que merecem análise e alguns esclarecimentos.

Antes de entrarmos nesses pontos específicos, é preciso que lembremos o que é o Empréstimo e qual sua função como um dos ativos de investimentos da PREVI. Voltemos, assim, um pouco mais e lembremos como é formado o patrimônio de um fundo de previdência como a PREVI:

emprestimosimples.png
Pelo esquema acima, percebemos que os recursos que irão servir para o pagamento dos benefícios são formados por contribuições patronais, pessoais e pela rentabilidade desses próprios recursos. A rentabilidade é alcançada quando se investe os recursos recebidos e é fundamental para que os benefícios sejam pagos adequadamente, pois em sua projeção já se pressupõe que os recursos serão rentabilizados no decorrer dos anos.
Assim, temos dois ingredientes que merecem destaque: recursos e benefícios. A PREVI é uma entidade de previdência que administra recursos e tem a missão de pagar benefícios de aposentadoria e pensão.
Mas onde entra o Empréstimo Simples nessa história? O ES e o Financiamento Imobiliário compõem as chamadas Operações com Participantes, que são um dos segmentos de investimento de que a PREVI dispõe para alcançar a rentabilidade dos recursos necessários ao pagamento dos benefícios. Outros segmentos disponíveis são Renda Variável (ações), Renda Fixa, Imóveis, Investimentos Estruturados e no Exterior. Portanto, a PREVI não empresta para o associado como um banco ou uma cooperativa. A PREVI investe com a necessidade de retorno que garanta o pagamento de benefícios aos próprios associados. Tudo isso é normatizado pela Resolução Bacen/CMN 3.792, de 24/09/2009.
Desta forma, percebemos a importância do ES na formação dos recursos. O ES não é um benefício, e sim uma forma de investimento para que a PREVI possa pagar adequadamente os benefícios no futuro. Sendo assim, a PREVI tem buscado melhorar as condições do ES para auxiliar os participantes, mas não se pode esquecer de dois pontos fundamentais: a função do ES no pagamento dos benefícios e a importância de não se penalizar os demais participantes que não contraíram o empréstimo, uma vez que os investimentos são de todos os associados.
Feitas essas considerações gerais, analisemos os principais pontos a respeito do Empréstimo Simples.

Aumento do valor concedido e do prazo para pagamento

A PREVI pratica um dos maiores valores de teto e de prazo para pagamento dentre os fundos de previdência que oferecem empréstimos. Aumentar ainda mais o prazo significaria trazer risco de insolvência para o Fundo de Quitação por Morte ou, para que isso não ocorra, seria preciso incrementar a taxa a tal ponto que tornaria a operação inviável. Além disso, como não existe limitação de idade, aumentar demasiadamente o prazo seria considerar, desde já, que diversos participantes não iriam pagar as prestações até o fim e que estas deverão ser quitadas obrigatoriamente pelo Fundo de Quitação por Morte.

Encargos cobrados sobre o Empréstimo Simples

Na cobrança dos encargos, a PREVI pratica o valor mínimo estabelecido pela Resolução Bacen/CMN 3.792, de 24/09/2009. De acordo com o Art. 34 desta Resolução, “os encargos financeiros das operações com participantes devem ser superiores à taxa mínima atuarial...”, acrescidos de taxa referente à administração das operações. Deve-se salientar que os encargos cobrados seguem os mesmos índices utilizados para correção dos benefícios pagos. Ou seja, representam uma proteção para o próprio participante, uma vez que a rentabilidade da operação influencia no volume de recursos utilizados para pagamento dos benefícios. Vale ressaltar também que diversos fundos de previdência, ao contrário da PREVI, cobram valores acima do mínimo legal.

Considerações sobre o Fundo de Quitação por Morte (FQM)

A PREVI tem realizado estudos constantes sobre o comportamento e as projeções do FQM. A apuração das taxas em cinco faixas etárias diferentes, por exemplo, é fruto desses estudos e análises. O FQM é que garante o pagamento do empréstimo em caso de falecimento do mutuário. Sendo assim, esse fundo precisa contar com os recursos necessários e tais recursos são cobrados dos próprios mutuários, sob a forma de taxa. Qualquer alteração na forma de cobrança do FQM precisa levar em consideração as consequências das mudanças, pois, mesmo que bem-intencionadas, poderiam inviabilizar a operação para diversas pessoas.

47 comentários:

Anônimo disse...

A Diretoria de Seguridade da PREVI insiste em não querer admitir que para efetiva renegociação do ES é fundamental a dilação de prazo.

Sem isto poucos conseguirão reduzir a prestação mensal.

A opção que resta é ir pagando da forma possível e, se extrapolada a margem consignável, ingressar de imediato com a ação dos 30%.

Então será forçada a acatar a decisão judicial que resultará, queiram ou não, na dilação de prazo.

Anônimo disse...

Ao anônimo de 07/11/15 às 01:00

EM GARRAFAIS MESMO: CONCORDO EM GÊNERO, GRAU E NÚMERO.
A PREVI, DEMAIS EMPRESTADORES DO MERCADO E CORRELATOS: NUNCA, MAS NUNCA MESMO, OBEDECERAM A MARGEM DOS 30%.
DETERMINADOS FUNDOS, E SEUS "ESTÃO DE DIRETORES", COMO ESTÁ BOM PARA ELES, ENTÃO O RESTO É QUE SE DANE, MAS A LEI FOI FEITA PARA SER CUMPRIDA.
abs.

Anônimo disse...

Professor Ari,

Por que segurados da Previ, já aposentados, continuam contribuindo com o Fundo?
Esta contribuição é transitória? Tem finalidade específica? Vamos ter o retorno de dessas contribuições? Quando? Está prevista em algum regulamento? Essa cobrança é legal?

Um abraço.

Anônimo disse...

Colegas, vamos parar de enxugar gelo:
A insensibilidade é estarrecedora. Qualquer aluno do fundamental que entenda um pouco de matemática entende que não se diminui uma prestação de uma operação de crédito se não for por aditivo estendendo o prazo originalmente contratado, sendo, ainda, única alternativa uma vez que a Caixa jamais vai fazer rebate no saldo devedor ou diminuir encargos financeiros.
Deixemos para lá. Após o prazo de adesão, quando verificarem que nem 1% fizeram jus ao benefício, a vergonha não é nossa e nem de nosso raciocínio. Deixem para eles fazerem a mea-culpa e discutirem entre sí até atingir um alto estresse.Aguardemos a justiça dos 30% mesmo que demore.

Anônimo disse...

Entrei com a ação dos 30% no estado de São Paulo, pois minhas consignações chegavam a 70%. Em quarenta dias a ação foi julgada e consegui liminar com tutela antecipada. A Previ, a Cooperforte etc. recorreram mas o Tribunal manteve a liminar. Graças a Deus estou tendo um pouco de folga no orçamento.

joao trindade disse...

O que ninguém fala é que há forte pressão para fazer a Previ ficar deficitária por 3 anos consecutivos para que se torne a próxima edição do AERUS,com todos os desdobramentos conhecidos.

Anônimo disse...

É a pá de cal que faltava para encerrar as pretensões.

Unknown disse...

Amigos,
Pessoalmente sou contra a dilatação do prazo. Por que? Simplesmente porque iria ampliar o endividamento. O prazo hoje é 120 meses, depois iria para 150, depois para 180 e não haveria limite. Contudo, em caráter excepcional, concederia renegociarão com aumento de prazo para 180 meses com travamento do ES. Ou seja, quem aceitasse o aumento para 180 não poderia pleitear qualquer valor a título de ES enquanto estiver pagando o ES-180. O benefício do ES-180 seria a redução do valor da prestação, com aumento dos proventos mensais. Celio

Zé Luiz Castro disse...

Kkkkkkk. Sempre as mesmas balelas. Mas para pagar verdadeiras fortunas em PLR aos seus diretores eles sempre dão um jeitinho, mesmo com o superavit indo para o ralo. Que beleza.

Anônimo disse...

A Previ "justificou" todos os detalhes do nosso ES mas nem tocou a questão principal: o total dos débitos de emprestimos consignados não respeitar o limite de 30% determinado por lei.

tarcisio augusto bulhoes martins disse...

Prof. Ari, bom dia, mas bom dia mesmo.... OS BILHÕES, OS POBRES SEM TETO, OS ADIANTAMENTOS, OS BONOS INDECENTES, E POR AÍ VAI...................CATAR COQUINHOS NA LADEIRA. Tarcísio.

Lucia Siza Siza disse...

Ola amigos.Nao consigo acessar o blog da rosalina.Alguem ja conseguiu?

Anônimo disse...

DA MESMA MANEIRA DIDÁTICA QUE EXPLICARAM O ES, PODERIAM EXPLICAR O PAGAMENTO DOS SALÁRIOS DOS SEM TETO?

Anônimo disse...

Prezado Ari Zanella,

A Previ divulgou em seu sítio uma nota técnica "O empréstimo simples e a missão da Previ". O termo "missão" é sempre muito bem escolhido nestas horas de aflição dos associados. Seu significado é denso, pois é uma mistura dos sentidos de encargo, função, tarefa e, de quebra, ainda traz o sentido do religioso, do sublime. De missionários.
Mas indo direto ao assunto, o texto explica que não adianta contar com re-estudos, reavaliações, mudança de postura com relação aos problemas de MC do ES. É "a vida como ela é", dura, implacável e, às vezes, uma corda bamba, sem rede embaixo.
Concordo com o comentarista de 01:00. Resta a quem estiver em situação de injustiça ou de falta de atendimento a ela, ingressar na Justiça.

Anônimo disse...

POR QUE NÃO PODE MUDAR?

Um estatuto não é eterno. Bastaria os associados/assistidos se mobilizarem, e o estatuto poderá ser modificado através de uma consulta a todos os envolvidos no Plano 1 e Plano Futuro. Seria uma espécie de plebiscito para ver se aprovam a criação de uma diretoria distinta para cada Plano.
Acontece que esse não é - e jamais será - o desejo dos mandantes do mourisco e do patrocinador. Farão de tudo para que isso não aconteça e inclusive dizem que o estatuto não permite. Ora, ora, se as regras atuais não permitem, porque não modificamos o estatuto então?
Para administrar o Plano 1 temos colegas de muita capacidade e sem vínculos sindicais (Carvalho, Isa Musa, Cecília, Prof. Ari, Dr. Medeiros, Rossi, etc., etc.).

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

ÁGUA MOLE EM PEDRA DURA, TANTO BATE ATÉ QUE FURA.

Autoridades portuguesas investigam indícios de que o ex-primeiro-ministro português José Sócrates, preso em 2014, na operação “Marquês” do DCIAP (Departamento Central de Investigação e Ação Penal) sob suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro, tenha utilizado sua influência junto ao ex-presidente Lula para beneficiar a empresa suíça Octapharma em negócios com o Ministério da Saúde brasileiro.

De 2013 até novembro de 2014, o ex-primeiro-ministro atuou como consultor para a América Latina da Octapharma.

Nesse período, em que era o contato da Octapharma com as autoridades brasileiras, conforme a investigação, Sócrates se encontrou com o ex-presidente Lula e com ex-ministros da Saúde brasileiros com o objetivo de obter vantagens para essa empresa.

Um dos encontros citados foi entre Sócrates e o ex-ministro da Saúde José Gomes Temporão (2007-2010), realizado em setembro de 2014. Nessa reunião, no Rio, teriam tratado da participação da Octapharma na parceria entre Hemobrás e Butantã.

Consta que o político português também se encontrou com o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (2011-2014), em reunião que constou da agenda oficial, tudo, obviamente, para facilitar os negócios com a Octapharma.

No mês seguinte (outubro/14), o ex-premiê teria se encontrado com Lula para influenciar o então ministro da Saúde do governo Dilma Roussef, Arthur Chioro, de acordo com os interesses da Octapharma.

Ironicamente, o ex-ministro Padilha soltou a seguinte pérola: "Parece que existe um fetiche com o ex-presidente Lula".

Cala essa boca, Padilha, o Lula é um para-raios de negócios inexplicáveis e inconfessáveis e você ainda debocha de coisa grave e séria, onde está evidente, pelo menos, a tentativa de tráfico de influência internacional.
Claro que de graça e na base da amizade ela não seria levada avante.

É prática recorrente que todos neguem os malfeitos e para que não fique no terreno das suposições, do disse-que-me-disse, caberá, de ofício, que a PF e o MPF investiguem as denúncias contra os suspeitos, pois onde há fumaça tem fogo e no pé em que as coisas estão, certamente esse episódio português será apenas mais uma ferida para um leproso.

Anônimo disse...

http://www.valor.com.br/empresas/4215380/controlada-da-oas-invepar-tem-prejuizo-sete-vezes-maior-no-trimestre
O grupo terminou junho com dívida bruta de R$ 10,53 bilhões...


http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios,fundos-de-pensao-vao-investir-em-projetos-de-infraestrutura-de-r-1-8-bi-,1792357

O CMN estabelece parâmetros para o ES, visando, obviamente, a solidez do investimento e a segurança das aposentadorias. Estranhamente, não o faz com relação a alta concentração de investimento em renda variável. Ademais, no portfólio de investimentos da PREVI, tem aqueles com retorno de longo prazo, que muitos aposentados não vão usufruir dos possíveis retornos, que o digam os micos da SETE BRASIL, da INVEPAR (aeroporto de Guarulhos) e de outros inseridos nos projetos de obras de infraestrutura do governo, que, sem caixa, lança mãos dos recursos dos fundos através do velho e conhecido expediente. A entoada continuará, pelo que podemos inferir das notícias acima. Palavras aos ventos, mas valem para compartilhar.

Anônimo disse...

É tão absurda a postura da Previ frente às necessidades urgentes dos associados que parecem obstinados impondo forças contra os associados estes função absoluta da existência do fundo de pensão Previ, como não enxergam que a capacidade administrativa deles é medida justamente na vida digna que conseguem dar aos seus associados e nós aposentados e pensionistas da Previ hoje vivemos na grande maioria na miséria, esse é o termômetro da insensibilidade da Previ para o seu objetivo maior que seria o bem estar dos seus assistidos.
Nem as migalhas que poderiam_nos liberar de um ES melhorado com um tão suplicado prazo de 180 meses para sobrevivermos com um pouco menos de miséria nos dão, isso sem contar que não causa prejuízo algum para a Previ, é dinheiro de nós mesmos para devolvermos com juros, fonte de recursos das contribuições que a Previ não fez esforço nenhum para conseguir e pagamentos até hoje parcelas muito além das 360 exigidas pelo INSS.
Só posso achar que tal atitude dos diretores da Previ é não seja sensata.
Eu desisto, só resta aos associados da Previ entrarem com a ação dos 30 por cento, a Previ prefere assim , quer impor o que é pior para todos, paciência.

Fernando Lamas disse...

Saudações cordiais a todos.

"A VERGONHA NÃO É NOSSA"(08:21h)
Estimado Professor Ari, deu gosto, por ler os comentários, especialmente: 08:21h, 10:31 e 11:11.
O comentário do meu caro irmão no Senhor, o Célio, aponta uma ótima oportunidade, para PACIFICAR essa questão, mesmo se necessária alguma adequação de idade, talvez. Seria uma Renegociação DEFINITIVA E IRREPETÍVEL, vantajosa, certamente, para todos, Previ e tomadores.
Sinto, infelizmente, mas a minha impressão sintoniza com o colega(10:31h), pois a Previ, por ora, descarta qualquer alteração, no que foi anunciado, no dia 14 de outubro.
Lamento e há vozes, entre nós, das mais equilibradas e respeitáveis, moral e tecnicamente, que discordam dessa decisão da Previ.
Grato por tudo e PAZ E BEM!

"Em quarenta dias a ação(30%-Consignados, em SP) foi julgada e consegui liminar com tutela antecipada"
(09:18H)

Anônimo disse...

07/11/15 10:35

Parece evidente que qualquer renegociação para ajustar a prestação mensal à condição financeira do participante enseje, como consequência, o impedimento de qualquer outra operação.
Isto estaria implícito no termo "renegociação".

Anônimo disse...

07/11/15 08:21

Continuando a enxugar gelo, como disse um colega, não podemos misturar os fatos:
- renegociação do sistema de amortização é assunto econômico-financeiro, cuja análise tem como base princípio de matemática financeira;
- aditivo a contrato é assunto afeto a normas de direito, através de cujo instrumento efetua-se a re-ratificação do contrato original.
Significa: se podemos contratar e renovar empréstimos via Internet, também é possível fazer opção por um novo prazo com redução de prestação.

Anônimo disse...

Fernando e o versículo bíblico?

Jorge Teixeira - Araruama (RJ) disse...

“A PREVI é uma entidade de previdência que administra recursos e tem a missão de pagar benefícios de aposentadoria e pensão”. Chamou a minha atenção a parte do texto acima transcrita. Partindo da própria definição uma pergunta naturalmente se impõe: Se a missão é exclusivamente pagar benefícios de aposentadoria e pensão, como podem repassar esses recursos ao patrocinador já que essa operação não se enquadra na missão definida pelos mesmos administradores do fundo responsáveis pela feitura do texto?

Fernando Lamas disse...

Saudações cordiais a todos.

Prezado Professor Ari e caro colega(17:45h), quis homenagear os comentaristas. De fato, a Escritura Sagrada está toda contida, o suficiente, na Bíblia, mas, com muito cuidado e sem exageros, penso que o Senhor inspira muitas letras, hoje, ainda. O Pai, acredito, pode apresentar-Se, num despretensioso comentário, concordam?

Grato por tudo e PAZ E BEM!

"Tua palavra é lâmpada, para os meus passos e luz em meu caminho."
Salmo 119(118), 105

Anônimo disse...

Em 40 dias teve aposentado que conseguiu tutela antecipada da ação 30 por cento consignado.Já faz 1ano e 2meses que entrei com a referida ação através da Anaplab e nada até hoje.Recentemente, a juiza do Tjrj alegou Rito Ordinário pela terceira vez da turma do grupo 19.A bruxa está solta.Será que o prof.Zanela vai transferir nossos processos para S.Catarina? Estamos sendo prejudicados.

Ari Zanella disse...


Que boa pergunta, meu caro amigo Jorge Teixeira! Merece os parabéns!
Sugiro que encaminhe esta mesma pergunta no sítio da PREVI - FALE CONOSCO - Mencionando que o texto está no campo "Notícias" da própria PREVI.

João Rossi Neto disse...


Caro Ari e colegas,

A Diretoria Executiva vai responder, sem pestanejar, que repassou 50% da Reserva Especial para o patrocinador BB em observância às diretrizes traçadas na Resolução-MPS-CGPC-26/2008 e por determinação da PREVIC.

Agora, o que a Diretoria Executiva está devendo para os associados são os esclarecimentos sobre os motivos, causas e deliberações que a levaram a cumprir a espúria Resolução 26/2008, em cabal desrespeito à Lei Complementar 109/2001, a qual não admite em hipótese alguma a criminosa "Reversão de Valores" introduzida através da subalterna e inferior resolução e que inovou na lei para beneficiar o patrocinador BB. A Resolução ao afrontar a LC 109/2001 irregularmente, usurpou inclusive as funções do Poder Legislativo.

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

O PT DETONOU A PETROBRAS E O PETROS.

Segundo relatório dos Conselheiros Fiscais Marcos André e Ronaldo, o Petros contabilizou, no balancete de julho/15, o déficit de R$ 10 bilhões, cujas contribuições adicionais para equacioná-lo serão iniciadas a partir de jan./2017.

Tais conselheiros dão ciência também de que a baixa confiabilidade na direção do fundo advém da percepção de que este vem sendo utilizado por grupos políticos para cumprir objetivos diversos da sua finalidade, haja vista a participação na empresa de sondas Sete Brasil, hoje, salvo o engano, com R$ 1.3 bilhão de difícil recuperação, pois se tratam de ativos em franca desvalorização por estar a Sete Brasil com a suas atividades paralisadas pela carência de recursos.

Essa empresa foi criada em dezembro de 2010, portanto, no Governo da Dilma e foram amplamente noticiadas as pressões do Planalto sobre os fundos para participarem do empreendimento. A PREVI salvou-se na bacia das almas, mas mesmo assim aplicou cerca de R$ 200 milhões nesse negócio micado, de interesse governamental e poderá levar prejuízo superior a R$100 milhões.

Depois dos resultados negativos do Petros, com déficits repetidos em três exercícios consecutivos, rentabilidade de apenas 5,8%, abaixo das metas atuariais, debita-se boa parte das perdas às desvalorizações nos valores das ações de grandes empresas, dentre elas a INVEPAR e a VALE S.A.

O momento é propício para que a luz amarela seja acesa na PREVI, por estar ela com mais de 56% do Ativo Total em Rendas Variáveis e têm as citadas empresas com quedas de faturamento no seu portfólio de investimentos.

Anônimo disse...

Colega das 9:18hs por favor informe com qual.escritório de direito voce entrou com a ação dos 30 por cento em São Paulo, que em 40 dias saiu a tutela antecipada....depois desse anúncio morfetico da Previ, preciso entrar imediatamente com a ação, estou passando por muitas difículdades e não poderei esperar por anos e anos até que a ação seja concluída.

Aristophanes disse...

Prezado Prof. Zanella.
PARTE I
A didática explicação da Previ sobre o Empréstimo Simples(ES) está perfeita, desde que tenhamos a capacidade de abstrair o mundo ao nosso redor. Pessoalmente, não pretendo solicitar coisa alguma, mas, apenas, fazer uma leitura serena, sem deixar de considerar outros aspectos da questão. Se assim não o fizesse, os professores da Previ poderiam julgar que eu estaria em Marte, alheio ao que se passa aqui na Terra.
Realmente, o ES não é um benefício absoluto e, muito menos, uma benesse. Funciona sob regulamentos rígidos, constituindo um tipo de aplicação da Previ “rentável, seguro e socialmente justo”. O participante da Previ o adquire, espontaneamente, pelo preço, bancário e atuarialmente, correto. O sentimento subjetivo de que ele(ES) supre uma necessidade premente, ou completa lacunas do orçamento familiar, pode, eventualmente, parecer, ao seu tomador, que se assemelha a “um benefício”. Mas, sabemos que não é.
O que causa espécie, na “lição” da Previ, é a sua atitude subliminar de considerar os postulantes e tomadores do ES, como ingratos, aproveitadores, eternos insatisfeitos e, até, ignorantes. Daí – avaliaram – a necessidade de proferir a transparente “aula” sobre o ES.
Parece-me, entretanto, oportuno e necessário lembrar à Previ que a sua manipulação emocional e pretensamente técnica do ES é descabida, ofensiva à nossa inteligência e incorreta, pela distorção dos fatos e pela omissão de análises comparativas de outros comportamentos dela, Previ. Recordemos e vejamos:(CONTINUA NA PARTE II)

Aristophanes disse...

PARTE II

1. As APLICAÇÕES DA PREVI COM PARTICIPANTES correspondem a 3,52% do TOTAL DE SUAS APLICAÇÕES! Totalizam, no 2º trimestre de 2015, em números arredondados, R$5,8 bilhões, dos quais R$4,5 bi são do ES(2,73%) e R$1,3 bi(0,79%) são da CARIM. Esses números, quando deflacionados, permaneceram praticamente estáveis, nos últimos 10 anos(2005-2015), a despeito das “grandes melhorias” introduzidas no produto.
2. Na outra ponta das APLICAÇÕES, situa-se a campeã de sempre, RENDA VARIÁVEL(AÇÕES), com um saldo de exuberantes R$90,112 bi, no 2º trimestre de 2015, correspondendo a 54,63%. O que merece comparação, neste item, é o fato de que a SEGURA APLICAÇÃO NO ES CORRESPONDE, APENAS, A 5,06% DOS INVESTIMENTOS EM RENDA VARIÁVEL, sabidamente arriscados e passíveis de pressões políticas...
3. Apesar de seu elogiável cuidado com o nosso patrimônio previdenciário, em todos esses anos, a VITIMADA PREVI jamais denunciou e questionou, ou sequer explicou, as BILIONÁRIAS PERDAS QUE NOS FORAM IMPOSTAS PELA ILEGAL RESOLUÇÃO 26, que tem transferido bilhões ao patrocinador BANCO DO BRASIL.
4. Onde o zelo da Previ, em “não penalizar os demais participantes”, quando os seus dirigentes, legislam em causa própria, a favor de uns poucos privilegiados com “abonos” generosos, e acatam aposentadorias de “sem teto”, arrumando padrões de remuneração diferenciados e amorais?!
5. Como professar ensinamentos de controles financeiros e comedimento nos gastos a seus participantes, ao tempo que lhes retira, abruptamente, significativa parcela do BET, retoma a cobrança de expressiva contribuição e sabe existir uma sensível diferença entre os preços reais e os índices oficiais de inflação, notadamente para o segmento mais idoso, em que se situam os seus participantes?!
6. Onde o respeito à Lei, quando discrimina, descaradamente, os idosos, na razão direta do seu envelhecimento, assediando-os moralmente e privando-os, na prática, do acesso ao ES e à CARIM e, ainda, impondo-lhes um FQM que desmoraliza o princípio da solidariedade?! Omitem, nesse caso, o fato contábil de que um participante/mutuário morto, mesmo deixando dependentes, alivia o correspondente encargo previdenciário da Previ.
7. Onde a sinceridade e a transparência da Previ, em seu processo de governança, quando mantem com o Patrocinador(BB) uma relação contábil promíscua e uma subserviência administrativa antidemocrática, viciada pelo Voto de Minerva?!
Paro por aqui, para não me tornar cansativo e impertinente, mas não posso deixar de proclamar minha indignação, ao interagir com esse comportamento, um tanto cínico e hipócrita, de nosso fundo de pensão, ao manipular o ES de maneira cavilosa, criando confusão, com enunciados reticentes, e suspense, com informações intermitentes.
Cordialmente, Aristophanes Pereira

Anônimo disse...

Vixe rapaz, assuntei aqui também e sou do grupo 19.
Como vai ficar esse processo dos 30 % sábio Mestre!!? O juízo do RJ não quer nada com os velhinhos do 19. A cooperforte, o bancão gulosão e a previ andam torrando o nosso juízo com telefonemas, e-mails e pega homem! Só o cuidadoso teacher e a Anaplab para solucionar esse probleminha que está matando os veinhos do grupo dezenove.

Toninho Bleinroth disse...

Ari,
Além do explicitado pelo colega Jorge Teixeira, eu ainda pergunto porque pagamos a contribuição da Previ, após 360 meses?

Anônimo disse...

FUNCEF x PREVI

Tenho parentes e amigos aposentados da CEF e ele me disseram que não estão precisando contribuir para a FUNCEF e que de lambuja todos os aposentados ganham auxílio alimentação e seus reajustes estão vinculados aos reajustes da ativa. E nós implorando pela dilatação de prazo no ES para sobreviver.

Anônimo disse...


Como está o andamento da CPI dos fundos de pensão, principalmente da PREVI?

Anônimo disse...

o problema todo estah no PODER JUDICIARIO conivente com o governo!!!!recorrer a quem? todos os investimentos q a PREVI fez em obras governamentais,sao micos.soh os projetos enriquecem a bandidada,o andamento da obra eh detalhe.qdo o pt sair, se DEUS quiser,vao estourar os rombos.e quem vai pagar a conta??????

Anônimo disse...

para Lucia Siza Siza,,,,para acessar o blog basta olhar do lado esquerdo quando abrir o blog do Ari e clicar no blog da Rosalina

Fernando disse...

Prof ARi, o empréstimo simples, estão tentando nos convencer que é isso mesmo aí. Engraçado, o FQM, desde que tenho empréstimo simples, há décadas, sempre foi pago, justamente para cobrir eventuais mortes. Das altas taxas de administração cobradas,anteriormente, ninguém fala. Então empréstimo simples ,é isso. E os SEM TETO DE SALÁRIOS, que um empurra pro outro e a diretoria ou conselho não tomam uma decisão. E para quem contribuiu mais de 360 meses, matéria líquida e certa tanto que gerou há anos verdadeiras fortunas em devoluções para alguns beneficiários. Por quê não fazer isonomia, justiça, para quem chegou a esse patamar de 360 parcelas? Vantagem para os beneficiários , nada, nada.

Anônimo disse...

Sr Aristophanes Pereira, obrigado por dizer tudo que causa indignação aos participantes da Previ, compactuamos com tudo que voce aqui expôs.

Fernando Lamas disse...

Saudações cordiais a todos.

AGRADÁVEL E PERTINENTE!
Prezado Professor Ari e demais colegas, o honorável colega Aristophanes emociona, por mais um elevadíssimo comentário. Mostra a sua lucidez e autoridade, técnica e moral que deveria inspirar a todos os investidos, hoje, em autoridade, para colherem, no futuro, semelhante mérito do digno longevo. O senhor foi agradável e pertinente, digníssimo Aristophanes.
Caro Professor Ari, penso que o assunto Empréstimo Simples/2015 da Previ deva entrar num silêncio, passageiro, até 30 de novembro, porque, certamente, é um fato consumado e inegociável, na visão da Diretoria da Previ.
Esse assunto, ES, agora, assim vejo, não merece mais dividir espaço e ocupar-nos, ante participações da altura de um João Rossi Neto, Aristophanes, Jorge, uma Rosalina, entre outros.

Grato por tudo e PAZ E BEM!

"Senhor, a quem iremos? Tu tens palavras de vida eterna e acreditamos e sabemos que és o Santo de Deus."
Jo 6,68s

Anônimo disse...




POR QUE IDOSO CUSTA ENTENDER AS COUSAS, MESMO AS SIMPLES ?

Mestre , mestre, o mndo tá ficando diferente em uns pon-
tos e doido noutros; expllco: 0 homem quando vai depor sobre
questões importantes de interesse publico ou até pessoal, ela
reune todos os comprovantes alusivos ao caso para esclarecer
o mnbróglio.Correto ?P ara pucos, é .O Preidente da camara
federal, arguido pelo reporter da tv globo se ele lembra se
fez contrato para comprovar situação da sociedade; disse
que não tinha,mesmo num negócio de 9 milhões de dolares !!!!!
0utra cosa que a idade embaralha: o filho do ex-presidente
era do Palmeiras-SP até pouco tempo atrás e tinha obriga-
ão de tirar cones de um lugar para outro, tocar os urubus pra
não fazer côco nas roupas, dar descarga pois jogador não usa
fazer, e um ano depois já mora na av.Paulista e bebe wuisk c/
magnatas e Pizolato que nao gostam de pobres. Colegas não fiz
80 anos e ja não entendo nada . HElP,good gOD 1 divany-Slagos

Anônimo disse...


Para os amigos do rei, tudo (PLR gorda para quem gera prejuízos) e para os inimigos a lei (fim do Bet, volta contribuição). Se não fosse trágico, seria cômico

Zé Luiz Castro

Anônimo disse...

Parabéns ao colega Divany pelos *80 anos de existência.


*Deve ser bem mais, mas vamos deixar por 80

Anônimo disse...

Caros colegas aposentados e pensionistas.

O texto do colega Aristophanes é uma verdadeira lição de moral para alertar os diretores da Previ e do Banco do Brasil no sentido de dedicarem mais atenção aos aposentados, hoje tão sacrificados em face da atual situação financeira que estão sendo submetidos. O comentário do Aristophanes dever ser enviado, urgentemente para a diretoria da Previ, judiciário e até para a presidenta do Brasil. Precisamos de uma melhoria substancial nos parâmetros do EMPRÉSTIMO SIMPLES. É uma questão de justiça social àqueles que dedicaram uma vida inteira ao BB.

Anônimo disse...

Professor Ari,

Quando a Cassi autoriza uma cirurgia existe alguma despesa adicional? Autorizando o procedimento e a internação fica tudo ok?

Grato

Wander

Anônimo disse...

Ao anônimo de 07.11, 22:46.

Sua comparação FUNCEF X PREVI foi muito simplista, e merece algumas considerações:

A FUNCEF possui um portfolio diferente ao da PREVI. Enquanto nós temos 2 tipos de plano, o PB1 e o PREVI Futuro, A FUNCEF possui 3 planos: REG/REPLAN, REB e NOVO PLANO. O primeiro destina-se ao funcionários mais antigos(semelhante ao nosso PB1), e possui 2 modalidades: a de contribuições saldadas e outro não saldadas. Somente a modalidade saldada não contribui mais para o plano, mas não recebe reajuste iguais ao da ativa. Já a modalidade não saldada contribui para o plano e essa sim, recebe os mesmos reajustes dos pessoal da ativa.
Veja o que diz a descrição dos planos, no site da FUNCEF:

"O benefício programado do participante será, para a modalidade saldada, o valor previsto no artigo 85 do regulamento e atualizado pelo índice do plano e, para a modalidade não saldada, será calculado com base na média dos 12 (doze) últimos salários de participação deduzido o valor pago pelo INSS.

Os reajustes do benefício, para a modalidade saldada, serão de acordo com o índice do plano aplicado aos benefícios em janeiro de cada ano e, para a modalidade não saldada, será conforme os acordos coletivos da CAIXA nos mesmos índices e data base aplicados aos empregados em atividade.

Os assistidos vinculados à modalidade saldada não pagam mais contribuições, do valor do benefício saldado é deduzido, para fins de custeio administrativo, 1% (um por cento) referente à taxa administrativa. Para os assistidos vinculados à modalidade não saldada a contribuição será calculada atuarialmente e deduzida do valor recebido de suplementação."

Como se vê, a modalidade saldada da FUNCEF equivale aos auto-patrocinados na PREVI.

Os outros 2 planos mantidos pela FUNCEF são bem semelhantes ao nosso PREVI Futuro, onde o participante escolhe o valor de sua contribuição e, consequentemente, o valor da seu benefício ao se aposentar.

A propósito, este plano REG/REPLAN está deficitário há 3 anos consecutivos, e pela legislação vigente, terá que passar por um equacionamento do déficit, como consta do balanço final de 2014.


Ari Zanella disse...

Caro Wander,

Penso que sim, pelo menos comigo sempre que a Cassi autorizou qualquer procedimento jamais precisei desembolsar um centavo a mais sequer.
Há, porém, a questão da ANESTESIA que em alguns lugares não existe credenciamento de anestésicos, mas mesmo assim a CASSI reembolsa DESDE QUE PREVIAMENTE AUTORIZADO por ela.