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domingo, 29 de novembro de 2015

QUEDA IMINENTE

      Seguindo o raciocínio lógico a caótica situação política com drásticas consequências na economia e no social não deverá perdurar por mais tempo. É óbvio que com esta configuração o sistema vai travar, por mais irado que fique o comunista Orlando Silva.
O império cleptomaníaco instaurado na eleição de 2014 começou a ruir desde então e agora, não tem mais jeito, a casa vai cair.
            O melhor para todos seria uma passagem tranquila, porém, ao que tudo indica, o carismático Lula não vai facilitar, preferindo salvar a sua própria pele em detrimento da nação. Sim, teremos turbulências com resistência aqui dentro e de fora como da Bolívia e da Venezuela. O nosso glorioso Exército deve estar preparado para pacificar os rebeldes resguardando os direitos humanos.
            Uma vez passado o terremoto, começaremos a viver dias melhores. Novas eleições elegerão alguém probo e honesto, corajoso e sem qualquer vínculo com o até então sistema dominante. Teremos que renovar nas mesmas eleições as duas casas de leis e acabar de uma vez por todas as nomeações no Poder Judiciário. Os Três Poderes devem e precisam ser independentes. Ah? Mas como preencher uma vaga no STF? Por concurso, oras. Simples assim.
                 A economia começará a dar saltos com o retorno da nossa gigante Petrobras que, finalmente, retornará ao seu patamar inicial. A Vale se recuperará, a Embraer crescerá como nunca. E a PREVI voltará a ter belos resultados.
Tudo isso e muito mais só será possível com a ruptura e queda do atual regime.
VOCÊ PREFERE MAIS UMA MAÇÃ VERDE A UMA SUCULENTA LARANJA?

sábado, 28 de novembro de 2015

ISA MUSA: SIMPLES, DIRETA, CONTUNDENTE


Deputados e representantes de entidades de funcionários participaram nesta quinta-feira, 26 de novembro, de audiência na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos de Pensão na Câmara dos Deputados. A presidente da Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil (FAABB), Isa Musa de Noronha, que também é conselheira deliberativa da ANABB, foi uma das convidadas.  A equipe da assessoria jurídica da Associação acompanhou toda a reunião. Os principais pontos debatidos foram legislação previdenciária e fiscalização dos planos de previdência complementar.

Isa Musa defendeu mudanças na legislação dos fundos, tais como criação de mandato para os dirigentes da Previc para evitar a ingerência política; fim do Voto de Minerva; e alterações na Resolução CGPC nº 26. A conselheira da ANABB também criticou a ingerência do Banco do Brasil (BB) na administração da Previ, a distribuição de superávit para a patrocinadora e a visão empresarial/mercadológica que está guiando as ações da diretoria da Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil. "Todos os pontos expostos foram defendidos pelos deputados e isso me deixou esperançosa".

Os deputados argumentaram que recursos, como o superávit, devem ser utilizados em benefício dos associados e não do patrocinador ou do governo. O presidente da CPI, Efraim Filho (DEM-PB), afirmou que as mudanças na legislação vão permitir que, em 2016, haja a reversão da situação de déficit dos fundos de pensão. Segundo ele, há expectativa que o reequilíbrio das contas dos fundos não pese sobre os aposentados e pensionistas. "O petrolão é pouco diante da máquina de corrupção para financiar um projeto de poder no País", criticou.

Entre os deputados que participaram da reunião estiveram: Efraim Filho (DEM/PB) - Presidente; Sergio Souza (PMDB/PR) - Relator; Paulo Teixeira (PT/SP) - 1º vice-presidente; Enio Verri (PT/PR); Marcus Pestana (PSDB/MG); Erika Kokay (PT/DF); Wherles Rocha (PSDB/AC); Pompeo de Mattos (PDT/RS); e Rubens Bueno (PPS/PR).

Os membros da CPI pretendem prorrogar o prazo de duração da comissão, que acaba no dia 22 de dezembro. O relator no colegiado, deputado Sergio Souza (PMDB-PR), afirmou que o relatório vai ter duas direções: a primeira, de encaminhar para autoridades competentes as conclusões e os indiciamentos que serão feitos, e, a segunda, de elaborar uma proposição legislativa que dê mais segurança aos beneficiados pelo fundo de pensão.

Veja os principais pontos defendidos por Isa Musa durante a CPI:

INGERÊNCIAS: Segundo Isa Musa, desde 1996 o banco realiza intervenções no fundo, quando usou o superávit obtido pela Previ para quitar os prejuízos do BB. Nesse momento, a Previ sofreu intervenção em sua diretoria para forçar essa ação.

PRIVILÉGIOS: Em 2008, o BB alterou sua política institucional interna, transformando seus diretores em estatutários e permitindo que incorporassem seus benefícios aos salários para que se aposentassem com esses valores, que não se enquadravam no teto de aposentadoria estabelecido pela Previ.

INAÇÃO DA PREVIC: A conselheira da ANABB também afirmou que chegaram a solicitar em diversos momentos uma atuação mais proeminente da Previc. O órgão encaminhou recomendações para a Previ, mas nada foi feito e a Previc também não tomou nenhuma medida para forçar as mudanças necessárias.

SUPERÁVIT: Os problemas na distribuição dos superávits foram criticados, além do pagamento de bônus aos diretores da Previ, que é visto como mais uma forma de desviar recursos dos aposentados.

FALTA DE TRANSPARÊNCIA DOS FUNDOS: A presidente da FAABB também afirmou que os fundos de pensão são uma caixa preta. Isso prejudica a ação dos beneficiários que normalmente só tomam conhecimento dos problemas quando estes já estão lhes causando outros problemas.

VOTO DE MINERVA: Isa também questionou o uso do voto de qualidade (ou voto de minerva) pelo patrocinador, uma vez que sempre tende a desequilibrar o poder de negociação entre os participantes e a patrocinadora. Essa questão também foi comentada pela dep. Erika Kokay (PT/DF) que afirmou já estar com uma proposta de PL para apresentar na Câmara para retirar essa possibilidade nos fundos.


MANDATO NA PREVIC: A questão de mandato na Previc também foi apoiada pelo dep. Pompeo de Matos (PDT/RS), que enalteceu a participação de Isa na comissão e afirmou que vai utilizar a experiência dela na formulação de um PL que regule as lacunas no setor de previdência complementar.


PRESIDENTE DA FAABB ILUSTRÍSSIMA SRA. ISA MUSA DE NORONHA

Nota do Blog:

A senhora Isa Musa foi convidada pela CPI como presidente da FAABB. O blog aproveitou o texto elaborado pela ANABB pela sua precisão e clareza, tendo apenas realçado alguns trechos sem qualquer prejuízo do conteúdo, em outras palavras, sem fazer edição. Fica, portanto, citada a fonte para consulta.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

TUDO MUITO ESQUISITO...

       Os últimos acontecimentos nos deixam intrigados, perplexos por serem ímpares, inéditos, ou como diz um desafeto meu "nunca dantes na história desse país" tivemos um senador preso no pleno gozo do mandato, sem poder sequer recorrer à suprema Corte posto ter sido ela quem lhe imputou a pena.
       Outro fato inédito: a megassena acumulada de mais de 200 milhões. Assistia na quarta à noite ao Jornal da Record, lá pelas 22 horas, sendo a notícia saideira dada por Celso Freitas a de que ninguém havia acertado as seis dezenas, o prêmio estava acumulado. Estranhamente, horas depois a Caixa veio com a divulgação de um ganhador de Brasília. Estranho, não? O fato merece uma investigação imediata por parte das autoridades competentes. A Caixa não iria divulgar à imprensa que não houve ganhador e depois voltar atrás. "Very strange...Suspicious?"
      No globo terráqueo o assunto é a derrubada do caça soviético pela Turquia, país muçulmano que apoia o Estado Islâmico e que infelizmente é membro da OTAN. O episódio vai ter consequências. Eu não tenho dúvidas de que já estamos em guerra mundial e em períodos apocalípticos. Já está em curso a eterna luta do Cristo X Anticristo, este último deverá se mostrar em breve e terá sua base na religião de Maomé. Quem viver, verá...
                Voltando à seara doméstica, imaginem Delcídio Amaral, amigo de Bumlai, aceitando a delação premiada...Seria, sem sombras de dúvidas, o tiro de misericórdia em Lula e por extensão no PT.
   

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

APROVADA NOVA REGRA PARA SOLVÊNCIA DAS EFPCS

A medida, proposta pela Previc, evita injustiças ao tratar de forma diferente planos de benefícios que são diferentes
CNPC se reuniu nesta quarta-feira(25), em Brasília. Foto: Erasmo Salomão/MTPS
CNPC se reuniu nesta quarta-feira(25), em Brasília. Foto: Erasmo Salomão/MTPS. Mais fotos
Da Redação (Brasília) – A partir de 2016, as entidades fechadas de previdência complementar seguirão novas regras no que diz respeito à solvência dos planos de benefícios – que é a capacidade de honrar os pagamentos aos participantes, no futuro. Com a mudança, aprovada pelo Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC), nesta quarta-feira (25), o equacionamento dos déficits dos fundos de pensão passará a ser feito de acordo com a duration dos planos – termo utilizado para indicar o tempo médio de pagamento de benefícios aos participantes.
A proposta foi apresentada ao CNPC pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), autarquia que fiscaliza e supervisiona os fundos de pensão, vinculada ao Ministério do Trabalho e Previdência Social (MTPS). De acordo com o diretor-superintendente, Carlos de Paula, a alteração é necessária para levar justiça ao sistema. “O novo critério permite tratar planos diferentes de forma diferente, em vez de obrigar que se tratem os desiguais de uma única forma, gerando injustiça”. Ele observou que a regra segue práticas internacionais, respeita as particularidades de cada plano e, além disso, exige garantias reais para os participantes.
Atualmente, os planos precisam saldar os déficits independentemente da necessidade de pagar benefícios. Ou seja, planos maduros (que já pagam benefícios a milhares de participantes há muito tempo) e planos jovens com duration maior (que ainda pagarão benefícios por muito tempo futuro) obedecem às mesmas regras.
“Muitas vezes, esses déficits, ou parte deles, são apenas conjunturais. Não vão interferir na capacidade do plano honrar seus compromissos no futuro, caso a conjuntura econômica mude. O que estamos fazendo é permitir que aqueles planos com duration maior – planos menos maduros e que vão pagar benefícios por um longo tempo ainda – possam equacionar esse déficit num prazo maior, sem precisar cobrar taxas extras dos participantes agora, talvez desnecessariamente”, explicou o secretário de Políticas de Previdência Complementar do MTPS, Jaime Mariz.
O secretário acrescentou que sem a alteração na regra os planos jovens são penalizados porque precisam cobrar taxas extras e fazer aplicações de curto prazo, quando o déficit poderá ser solucionado mais adiante com o resultado das aplicações feitas a longo prazo, segundo a conjuntura econômica.

terça-feira, 24 de novembro de 2015

CHEGAMOS AO LIMITE

        Não há mais como esconder a dura realidade, tamanhas são  as pontas dos "icebergs" que escondiam as fontes de recursos usados para suprir políticos e partidos políticos durante os últimos governos da república federativa do Brasil.
               Ontem, a Lava Jato obteve provas comprometedoras sobre a compra da refinaria enferrujada. Diz o Gabeira: "Passa, passa, Pasadena! Não passou. A refinaria no Texas que deu prejuízo de 700 milhões de dólares reaparece agora com o nome de Ruivinha. Ninguém faria um negócio desses, tão prejudicial ao lado brasileiro, se não gastasse alguns milhões de dólares com propina..."
Hoje, os holofotes se voltam à prisão do pecuarista José Carlos Bumlai e seus financiamentos milionários com o BNDES. O cerco se fecha contra Dilma e Lula e o PT. Temos já presos José Dirceu (ligado a Lula), João Vaccari Neto (ex-tesoureiro do PT), Marcelo Odebrecht, dono da construtora Odebrecht e muito ligado a Lula e Dilma, e agora Bumlai, muito amigo de Lula.
       Sem sombras de dúvidas, deveria haver uma intervenção judicial em cima do BNDES. Afastar o presidente Luciano Coutinho, amigo pessoal de Lula, portanto, um dificultador nas investigações. O BNDES é uma "caixa preta" e precisa urgentemente abrir as suas contas a todos, afinal é um banco público de fomento.
           Enquanto o país se afunda na crise, os filhos do ex-presidente deitam e rolam nas empresas em que prestam "consultoria", já que seus nomes não aparecem na constituição das empresas, pelo menos a JBS. Sua última expansão foi a aquisição das sandálias havaianas.
             Por ora, Lula está livre porque não foram encontradas provas cabais contra ele. Há evidências, todavia, não é o óbvio que compromete alguém. A não ser que faça a investigação no BNDES. Dali sim podem surgir as provas. Não desanimem Lava Jato e Juiz Sérgio Moro. Já chegamos aos elétrons. Os prótons estão bem no meio, junto com os nêutrons.

MELHOR PAPEL HIGIÊNICO

     Aposentado, fazendo umas comprinhas no Supermercado Giassi (o novo, pertinho de minha casa em Joinville), detive-me defronte à gôndola de papéis higiênicos. Como analisava preço e qualidade, fui indagado por uma jovem se precisava de ajuda. Perguntei-lhe qual em sua opinião era bom, bonito e barato.
__ Para mim até o Bob é muito bom.
Agradeci-lhe e dirigi-me ao caixa. Sempre procuro caixa do sexo feminino, embora nada tenha contra caixas masculinos. Ali, de novo, o assunto veio à tona (eu estava comprando diversos produtos) quando a caixa lembrou-me que na semana passada o supermercado vendia pacotes com 25 rolos, da marca "Neve" seda, por apenas 19,50.
        Quando me dirigia a casa, fiquei pensando sobre uma consulta a um gastroenterologista, há cerca de um ano, dizia-me na ocasião que quando seu sistema fisiológico está cem por cento, o papel que você usa para a higiene deve sair "limpinho", isto é, sem resíduos fecais nele. Pois se isto ocorrer, você está se alimentando de modo errado, "comendo porcaria" segundo ele.
         Perdoem-me se não redigi algo relevante. Para dar credibilidade à postagem informo que hoje o Viagra comprou o Botox por 596 bilhões de reais. E mais: A J&F do Grupo JBS, maior produtor de carne do mundo (onde dizem o Lulinha é sócio) comprou a Alpargatas que fabrica as sandálias Havaianas por 2,667 bilhões de reais.
HAVAIANAS NAS MÃOS DO FILHO DE LULA - PAREI DE COMPRAR, MUDEI DE MARCA.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

CASSI E OS DEBATES COM O BB GULOSO

      Na quinta-feira, 19, estive em Florianópolis para um encontro na sede do Sindicato dos Bancários ao qual compareceram mais de cem pessoas de todas as partes do estado. Lá estiveram representantes regionais do BB, associações de aposentados (ANAPLAB por mim representada), apoio institucional da ANABB, com o palestrante principal, o Diretor de Saúde e Rede de Atendimento da CASSI, William Mendes de Oliveira, que ressaltou que a CASSI é um Plano de Saúde diferenciado com várias décadas de aperfeiçoamento. William deixou claro que o BB está decidido a repassar as reservas de 6,3 bilhões de reais (posição em 30.06.2015) para livrar-se dos compromissos com os pós-laborais do PB1. O PAF - Programa de Assistência Farmacêutica está na mira para ser extinguido. Depois que as comissões de negociações firmarem eventuais acordos, eles irão à votação do corpo social, que somos nós onde podemos aprovar ou não.
Transcrevo a seguir texto recebido da ANABB no qual constam as negociações do mesmo dia 19 havida com o Banco do Brasil.
DIRETOR DE SAÚDE WILLIAM MENDES DE OLIVEIRA ESTEVE NA QUINTA EM FLORIANÓPOLIS E NA SEXTA EM CURITIBA, PARANÁ.

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Aconteceu nesta quinta-feira dia 19, a retomada da Mesa de Negociações sobre a CASSI, entre entidades representativas do funcionalismo e o Banco do Brasil.

O representante do Banco do Brasil, o Diretor Carlos Célio, que tomou posse no lugar do antigo diretor Sr. Carlos Neri, apresentou as informações recebidas de sua equipe sobre as etapas anteriores do processo de negociações e como o Banco via a urgência do prosseguimento dos debates.

As entidades também apresentaram seus relatos sobre o processo negocial até a rodada de negociações anterior e reafirmaram ao banco os consensos produzidos durante as negociações , ressaltando o compromisso do BB em investir nos projetos-piloto para ampliação da implantação nacional do  Modelo de Atenção Integral à Saúde através da Estratégia Saúde da Família; o compromisso com a manutenção do princípio da solidariedade como modelo de rateio do plano de associados; o compromisso com a garantia de cobertura do plano para ativos, aposentados, dependentes e pensionistas; e, o compromisso com a corresponsabilidade entre Banco e participantes com os resultados da CASSI.

Foi informado ao banco que em relação a proposta apresentada pela empresa - repasse da provisão do BB como fundo pós laboral para a CASSI - que houve grande divergência nas entidades impossibilitando o avanço dos debates nessa direção, mesmo a mesa reconhecendo avanços nas discussões.

As entidades propuseram ao banco estabelecer um cronograma de negociações mais intensivo e que sejam apresentadas novas propostas para serem discutidas, tanto no âmbito da sustentabilidade de longo prazo, como também questões financeiras emergenciais de forma a garantir o atendimento a todos os associados.

O Banco concordou com um processo negocial mais intensivo, mas registrou sua impossibilidade de iniciar esse processo já na próxima semana.

Foi agendada a próxima rodada de negociações para o dia 03 de dezembro, na sede do BB, em Brasília. No dia 02 de dezembro as entidades reunir-se-ão em reunião prévia, na ANABB.

sábado, 21 de novembro de 2015

INFLAÇÃO EM ASCENSÃO

      O IPCA-15 é uma prévia da inflação oficial do mês em curso que em novembro marcou 0,85% contra 0,66% em outubro. Destarte é crível que neste mês tenhamos um índice maior que o mês anterior. Vale lembrar que não necessariamente o IPCA/INPC do mês é superior ao IPCA-15 do mesmo mês. A seguir o histórico do ano de 2015 para compararmos, deixado de lado o IPCA (inflação oficial) e comparado somente com o INPC (índice que reajusta os salários).

ANO 2015

Meses            IPCA-15         INPC       VARIAÇÃO

Janeiro............0,89............1,48............   +
Fevereiro.........1,33............1,16............   -
Março...............1,24............1,51............   +
Abril.................1,07............0,71............   -
Maio.................0,60............0,99............    +
Junho...............0,99............0,77............    -
Julho................0,59............0,58............    -
Agosto..............0,43............0,25............    -
Setembro..........0,39............0,51............    +
Outubro.............0,66............0,77............    +
Novembro..........0,85............    ? .............   ?

       Portanto, a variação, às vezes, é para mais e em outras é para menos, o que nos credencia a apostar que o INPC em novembro deverá oscilar entre 0,60 a 1,10. O acumulado do INPC neste ano de 2015 está em 9,07, o que nos leva à certeza de que as correções salariais pelo INPC com reajuste em janeiro/2016 serão acima dos 10% (dez por cento), tendo em conta que no último mês do ano o índice não deverá retrair significativamente.
       Nada a comemorar posto que esta correção será brevemente engolida pela inflação galopante que deve continuar, exceção feita se houver um fato extraordinário na economia do tipo mudança de governo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

ELOGIOS A QUEM MERECE

      José Bernado de Medeiros Neto, gaúcho de Uruguaiana, fronteira com o Uruguai, causídico de primeira linha, o senso de justiça lhe corre nas veias, de ascendência nordestina que lhe rendeu sua verve poética da arte de bem expressar seus pensamentos. Não lhe falta sabedoria para o discernimento, graças a Deus. Aprendi e sempre o terei como mestre e guru de quem jamais esquecerei. Dele obtive as boas repreensões quando me descuidava da vida. Companheiro constante nas lutas em prol de melhorias em nosso fundo de pensão.
        Recentemente, nosso grande herói prometeu dar uma estupenda notícia envolvendo a PREVI, só que o fez com um certo "delay" mas nada que ofuscasse o brilho e a boa notícia que envolve milhares de afetados com a devolução de valores da Cesta Alimentação, conforme decisão unânime do STF (verba alimentação não se devolve, se deferida de boa-fé). Por esta insignificante demora, alguns começaram a desfilar provocações irônicas totalmente descabidas. De toda sorte, foi mais um "bingo" do nosso querido Dr. Medeiros, talvez o último, uma vez que seu blog se desliga dos nossos assuntos previanos.
      Numa homenagem ao meu querido amigo, deixo abaixo a sua música predileta cuja letra é singular e belíssima. Até breve, doutor!
  
CORDAS DE ESPINHO AUTORIA MARCO AURÉLIO VASCONCELLOS

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

MARASMO OU LESEIRA

       Estes dois substantivos do título servem para descrever nosso atual governo e momento econômico motivados por vultosas corrupções nunca dantes vistas na história deste país.
Marasmo significa tédio, vazio, nada para fazer, enfraquecimento das forças morais, falta de coragem, desânimo, indiferença, apatia.
Leseira é sinônimo e quer dizer falta de energia, de ânimo, de disposição (especialmente para agir), moleza, preguiça, indolência.
          Quando uma nação é guiada pela incompetência e pela corrupção não há como ser revelada outra fotografia senão a descrita pelos vocábulos acima. Não conseguimos avançar em nenhum campo infraestrutural, tampouco em tecnologia de ponta e para piorar, enfrentamos o nosso primeiro grande desastre ambiental no Estado de Minas Gerais. Outras commodities não deslancharam como o petróleo que seria extraído nas camadas do pré-sal; e os minérios que afetam a nossa maior mineradora devido aos desastres ambientais que nos deixam gigantes reveses.
         As perspectivas são negativas. O país se afunda no lamaçal da corrupção que parece sem fim. A recessão avança mês após mês. A inflação já atinge dois dígitos. A crise já está instalada. O efeito "dominó" está em curso.
           A solução é um governo de coalizão já! Um governo vigoroso que não tenha dó de cortar despesas, de fazer reformas notadamente a tributária, não aumentando a carga mas a base de arrecadação, de estimular quem produz e trabalha e eliminar parasitas como as entidades sindicais. Reduzir pela metade o número de deputados e para 2/3 o número de senadores. Nomes como FHC, Lula, Dilma, Aécio, Temer e todos os envolvidos em corrupção devem estar fora. É indispensável ficha limpa para guiar o povo e a nação para uma nova era, sem corrupção e com salários justos. É impossível uma nação crescer com salários tão altos pagos nos três poderes da república.

domingo, 15 de novembro de 2015

PREVIC É UMA MINA

      A Revista IstoÉ Independente aborda um fato superinteressante a respeito de apurações parciais efetuadas na CPI dos fundos de pensão. No final, vou colocar o LINK para conhecimento de inteiro teor, a única forma de preservar os direitos autorais.
      Como esclarecimentos adicionais, faço menção que o sr. Carlos Gabas, mencionado como "Os esquemas do ministro motoqueiro", esteve presente no 36º Congresso da ABRAPP, realizado em Brasília de 06 a 08 de outubro de 2015, como palestrante, fazendo referências a meu ver desrespeitosas à presidenta Dilma, mais ou menos nestes termos:
"Hoje aqui estou na condição de secretário do Ministério da Previdência, até há pouco era ministro que aquela "moça" da foto nas paredes troca amiúde, penso até em deixar uma carta-renúncia padrão para todas as ocasiões..."
       Outro ponto em que a reportagem equivocou-se foi quanto ao segundo nome do ex-diretor de Seguridade da PREVI e atual Vice-presidente da ANAPAR que todos sabemos tratar-se do sr. José Ricardo Sasseron (que aparece como JOSÉ HENRIQUE SOSSERON). Vale ressaltar que nada é dito a respeito da nossa PREVI, graças a Deus e que continue assim.

       O órgão atacado veementemente é a PREVIC, aquela que todos conhecemos a finalidade pela qual foi criada pelo ex-presidente Luiz Silva e pelo núcleo podre do PMDB: Ser um gigantesco cabide de empregos, pagos pelos próprios fundos, para ser manipulada a serviço dos partidos políticos, conforme constatou a CPI.

DIZEM QUE CARLOS GABAS LEVOU NA GARUPA DE SUA MOTO A PRÓPRIA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF.

        Agora vamos colocar o LINK para você ter acesso à rede de ligações perigosas.

sábado, 14 de novembro de 2015

TIRANDO TODAS AS DÚVIDAS


Notícias

10/11/2015

Empréstimo Simples e Financiamento Imobiliário - Carim

Entenda o cronograma para implementação do pacote de melhorias.

A Diretoria Executiva vem adotando uma série de medidas em benefício dos participantes. Dentre elas, as novas opções de contratação do Empréstimo Simples e as alterações no Financiamento Imobiliário – Carim.

Cabe ressaltar que, para a implantação dessas medidas, são necessários ajustes nos sistemas. Ocorre que, atualmente, está em curso na PREVI a implantação de um novo Modelo Operacional de Tecnologia da Informação (TI), projeto que prevê a melhoria de processos da área de informática, e um diagnóstico da situação das soluções tecnológicas, com vistas a sua modernização. Além da atualização da plataforma tecnológica da PREVI que, de uma forma geral, foi desenvolvida há cerca de duas décadas, essa ação promoverá a adoção de nova metodologia de trabalho, alinhada às melhores práticas de mercado, por meio de iniciativas focadas em eficiência e inovação. Ao final dessas iniciativas, a área de TI terá capacidade plena de atender as demandas internas das áreas de negócios e demais gerências da PREVI, traduzindo-as em melhores serviços prestados aos associados.
Até lá, é natural que a capacidade de atendimento para desenvolvimento e ajustes nos sistemas fique reduzida. Assim, a implementação das modificações no Empréstimo Simples e no Financiamento Imobiliário vão acontecer de forma gradativa. O cronograma de execução do pacote de melhorias relativo ao Empréstimo Simples foi definido de forma a priorizar o atendimento das novidades que possam atender ao maior número de participantes (ES Renegociação e Suspensão das Prestações). Na sequência, o foco será na disponibilização do ES 13º Salário, permitindo a oportunidade de antecipação do pagamento que tradicionalmente ocorre no mês de abril. Quanto ao Financiamento Imobiliário, os novos parâmetros deverão estar vigentes a partir de 01/02/2016, para os novos contratos, e a partir de 30/06/2016, para contratos já existentes, já que os ajustes de sistema necessários para a repactuação são mais complexos.
Confira as datas previstas para a implementação das medidas.
Empréstimo Simples:
ES Renegociação: a partir de 30/11/2015
Suspensão das Prestações: entre 30/11/2015 e 18h do dia 04/12/2015
ES 13º Salário: será disponibilizado em 01/03/2016
Financiamento Imobiliário – Carim:
Novos contratos: a partir de 01/02/2016
Repactuação de contratos já existentes: a partir de 30/06/2016

Relembre as principais alterações aprovadas pela Diretoria Executiva

Empréstimo Simples
ES Renegociação:
  • A renegociação será disponibilizada no Autoatendimento para os mutuários do Plano 1 e Plano PREVI Futuro.
  • Para mutuário com incapacidade civil deverá ser enviada solicitação formal com reconhecimento de firma acompanhada de certidão de inteiro teor (curatela ou tutela) ou alvará judicial.
  • O contrato será renegociado pelo prazo máximo para a faixa etária do mutuário no momento da renegociação. Para o participante do Plano 1, o prazo máximo varia de acordo com a idade, conforme tabela a seguir. Para o participante do Plano 2, o prazo máximo é de 96 meses. A primeira prestação será paga no mês seguinte. Excepcionalmente, para as renegociações realizadas no período de 30/11/2015 até às 18h de 04/12/2015, a primeira prestação já será cobrada em 20/12/2015.
tabelaes.png
  • O contrato adotará a taxa para composição do Fundo de Quitação por Morte de acordo com a idade do mutuário no momento da renegociação.
  • A taxa para composição do Fundo de Quitação por Morte será alterada ao longo do contrato de acordo com a idade do mutuário. A nova taxa passará a incidir sobre o saldo devedor no mês do aniversário do mutuário e será considerada para recálculo da prestação no aniversário do contrato.
  • O contrato adotará a taxa para composição do Fundo de Liquidez vigente no momento da renegociação. Para o participante do Plano 1, a taxa para composição do Fundo de Liquidez permanece suspensa.•Será necessário cumprir o prazo de carência (6 prestações pagas) após a renegociação para renegociar novamente ou para renovar a operação com a contratação de ES Rotativo, mesmo que o mutuário possua margem consignável disponível.
  • Para os contratos vigentes no momento da implantação da renegociação será liberada a carência para renegociação.
  • O mutuário fica impedido de contratar outro empréstimo de qualquer modalidade enquanto o empréstimo renegociado estiver vigente, mesmo que o mutuário possua margem consignável disponível.
  • Somente os ES Rotativos poderão ser renegociados.
  • Só será permitida a renegociação se a nova prestação for menor que a prestação atual, por isso não será levada em consideração a margem consignável do mutuário.
  • Só poderá ser renegociado o contrato em que o saldo devedor for menor ou igual ao teto da linha de crédito.
  • Amortizações extraordinárias e liquidações antecipadas poderão ser efetuadas normalmente.
  • Para o reajuste/recálculo da prestação será utilizada como data de aniversário a data da renegociação.
  • O participante que opte pela renegociação não poderá efetuar a suspensão das prestações.
Suspensão das Prestações:
  • A suspensão será disponibilizada no Autoatendimento somente para os mutuários do Plano 1.
  • Para mutuário com incapacidade civil deverá ser enviada solicitação formal com reconhecimento de firma acompanhada de certidão de inteiro teor (curatela ou tutela) ou alvará judicial. A solicitação será acatada se for recebida na PREVI até às 18h do dia 04/12/2015.
  • Será permitido o cancelamento da suspensão durante o período de 30/11/2015 a 04/12/2015, pelo Autoatendimento.
  • Para aqueles que optarem pela suspensão, a renegociação poderá ser efetuada apenas depois do fim da suspensão das prestações, isto é, a partir de março de 2016.
  • O objetivo da suspensão é desonerar o mutuário do pagamento da prestação do empréstimo simples no período de dezembro/15, janeiro/16 e fevereiro/16, período em que incide o pagamento de contas como IPVA, IPTU, matrículas, materiais escolares etc.
  • Independentemente da suspensão ou não das prestações, o recálculo da prestação será realizado na data de aniversário inicialmente pactuada para operações contratadas a partir de 23/01/2015. Caso o mutuário opte pela suspensão das prestações, o recálculo da prestação poderá ser influenciado pelo não pagamento das prestações durante o período de suspensão.
ES 13º Salário:
  • 1º período: cadastro da proposta de 01/03/2016 até 28/03/2016.
  • 2º período: cadastro da proposta de 21/04/2016 até 26/10/2016.
  • O valor mínimo será de R$100,00.
  • O valor máximo de concessão será definido por percentual do valor base de concessão, conforme a seguir:
1º período: 45% do 13º Salário
2º período: 28% do 13º Salário

  • O pagamento será realizado em parcela única em¿datas de pagamento pré-definidas. Para o 1º período de vigência o pagamento será no dia 20/4, ou dia útil subsequente, para o 2º período de vigência o pagamento será no dia 20/11, ou dia útil subsequente.
  • Não poderá ser renovado. O participante só poderá contratar outro ES 13º após liquidar o contrato "em ser". Assim, o mutuário só poderá ter um ES-13º vigente.
  • Amortizações extraordinárias e liquidações antecipadas poderão ser efetuadas normalmente. A amortização reduzirá somente saldo devedor.
  • Não será permitida a liquidação de PAS e/ou adiantamentos BB concomitante a contratação do ES 13º Salário.
  • A Taxa de Administração, IOF e taxa do FQM (Fundo de Quitação por Morte) serão cobrados no momento da concessão. A taxa do Fundo de Liquidez não será cobrada.
  • A aplicação da taxa de juros e correção monetária permanecem idênticas às linhas de crédito atuais.
  • O cancelamento da proposta do ES 13º só será permitido até 72 horas antes da data do crédito.
Financiamento Imobiliário – Carim
Repactuação dos contratos vigentes, a critério do mutuário.
Alteração do modelo de financiamento “Modelo Atual” para “SAC Suavizado”:
  • Elevação do limite de idade nas novas concessões e repactuações de 80 anos para 85 anos.
  • Dilação do prazo máximo de pagamento de 240 meses para 420 meses.
Nova metodologia de convocação por data de manifestação:

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

MAIS DESOLADOR DO QUE ANUNCIAM

"Infelizmente, o BRASIL ainda não sabe o que está acontecendo aqui em Minas Gerais. Os veículos de "desinformação" continuam omitindo fatos e números importantes para amenizar a tragédia. Sugiro que aqueles que têm amigos virtuais em outras cidades, estados e países, informem melhor e alertem o Brasil de que são centenas de milhares de pessoas afetadas. Toda a economia dos municípios está comprometida. As escolas suspenderam as aulas, a agricultura está comprometida, porque não tem chuva, o comércio já quase parou, pois não tem água, nem para os banheiros; bares e restaurantes estão adotando material descartável para servirem, mas não existem panelas descartáveis e essas precisam ser lavadas. A construção civil também foi afetada; não há água para o banho das pessoas. Hospitais e asilos, presídios e serviços essenciais estão sendo abastecidos por caminhões pipa, que precisam ir a outros municípios para se abastecerem de água,  o que está onerando os cofres públicos com o alto consumo de combustível - isso quando conseguem passar pelas estradas bloqueadas pela manifestação de caminhoneiros. 

O Rio Doce, um dos MAIORES DO BRASIL, está morto! As populações, desde Mariana-MG até Linhares-ES (e depois no Oceano Atlântico) estão sofrendo as consequências do que talvez seja  a maior tragédia ambiental, ecológica, econômica, hídrica, já ocorrida no pais. E as consequências serão sentidas por muitas décadas. Somente em Governador Valadares são 260 mil pessoas afetadas. Alguém já imaginou uma cidade de 260mil pessoas totalmente sem água? E o pior: a água está correndo no Rio Doce, mas completamente envenenada por arsênio, mercúrio e outros metais.

Todos - eu disse todos - os peixes morreram envenenados e já se pode sentir o "cheiro" a quilômetros de distância. Esse é o quadro que o BRASIL precisa saber. Divulguem para que outras tragédias possam ser evitadas. Talvez a próxima seja a dos lixões, ou das enormes pastagens que avançam derrubando as florestas, ou quem sabe, as imensas lavouras de soja??? Informem, manifestem a indignação pacífica, sem revolta ou violência. Chega de violência contra  povo brasileiro, menos ganância, é o que precisamos."



Angela Maria Ribeiro
Professora  Associada
Laboratório de Neurociências Comportamental e Molecular
Depto de Bioquímica e Imunologia
Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG
Phone: xx55-31-34092642


TRAGÉDIA EM MINAS - CRÉDITO FOTO CORREIO BRAZILIENSE       

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A MODA É MULTAR

     É justo que haja responsabilidade a exigir, afinal, o dano foi catastrófico. É igualmente inegável que os órgãos de defesa ambiental, todos vinculados ao governo, foram omissos nas fiscalizações pró-ativas e agora  a dona Dilma faz o mais simples, multa somente a companhia como se ela isoladamente fosse a única responsável pelo acidente. O prefeito de Mariana disse a uma reportagem que a receita de seu município provem em 80% dos impostos da mineradora. É como decretar a falência do município já que a mineradora foi proibida de operar no município em 09.11.2015.
MINERADORA É MULTADA EM R$ 250 MILHÕES. DILMA VISITOU ÁREA DEVASTADA PELA LAMA EM MG E ANUNCIOU A PUNIÇÃO. A SAMARCO, QUE PERTENCE À VALE E À BHP BILLITON, FOI RESPONSABILIZADA POR DANO AMBIENTAL E MATERIAL

       Comparando com os fundos de pensão é a mesma coisa que a FUNCEF, só por exemplo, tivesse negligenciado em sua governança e seu fundo tivesse tido um rombo de bilhões de reais, e a PREVIC - Superintendência Nacional de Fiscalização dos Fundos de Pensão, que recebe milhões dos próprios fundos para fiscalizar, não fosse sequer responsabilizada. A vigilância tem que ser 24 horas, 7 dias por semana, mês após mês e ano após ano.
        Assim é fácil, encontraram um nova maneira de punir na arrecadação. Funcionou assim contra os caminhoneiros e vai funcionar agora contra a Samarco, controlada pela nossa Vale do Rio Doce da qual a PREVI controla grande fatia. A Vale já nos deu muitas vitórias, sustentou o governo federal com altos impostos, ajudou o Brasil a crescer e a dar emprego e renda. Foi uma das responsáveis pelo nosso tremendo superávit de 2007, 2008, 2009 cujo acordo em 2010 feito pelo governo malígno do PT através da resolução 26   em "distribuir os lucros", estilo PLR do BB, este levando a metade, em vez de obedecer a LC 109/2001, cap. 20, e promover a melhoria de nossos benefícios. Por isso, a minha indignação contra Lula/Dilma, o PT e o PMDB. Só sabem tirar quando o cofre está cheio, e não têm escrúpulos algum em multar em milhões quando a empresa mais precisa de colaboração e ajuda. Afinal, não é empresa clandestina. Está muito legalizada, ajuda e ajudou demais no desenvolvimento do país, tanto que quando foi privatizada, Lula e seu partido cuspiram moribundos contra a privatização. E agora, pelo andar da carruagem, querem acabar com ela com pesadas multas que em nada auxiliam na recuperação. Antes, deveriam compor um plano de socorro, com o auxílio dos órgãos responsáveis governamentais, IBAMA, FATMA e ONGs afins.
      Parece que Deus tenha permitido nesses últimos tempos que discípulos do Encardido, do Filho da Perdição, da Serpente primitiva estejam reinando na querida pátria brasileira.  

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

RECLAMEM CONTRA A CENTO E OITO

       A exemplo do Medeiros, os anônimos insensatos deveriam ser defenestrados, pena que os bons ou aqueles que colocam o nome verdadeiro (exemplo, o amigo Célio) sejam por isso prejudicados. Mas há a alternativa de excluir os primeiros e manter os anônimos leais e sinceros. Escrevo isso em virtude de críticas que recebi simplesmente pelo fato de haver enaltecido o colega que foi nomeado para diretor de investimentos. Ora, o fato independe de nós, é prerrogativa legal do patrocinador. Também é evidente que todo nomeado irá defender os interesses de quem o nomeou. É óbvio e ululante. Porém, no caso específico do ES em que o patrocinador é indiferente, por que não tentar a simpatia de diretores nomeados à nossa causa? É uma questão de convencimento.
      Do mesmo modo é notório que as decisões sobre o ES têm grande influência da diretoria que lhe é mais afeta, a Seguridade. Pouco mais de seis meses nos separam de nova eleição na qual a cadeira da Seguridade será a única a ser mudada. Esta é a nossa última e derradeira chance de alinhar os três diretores eleitos. Daí a suprema importância desta nova eleição. Ou acertamos na "contratação do artilheiro" ou vamos cair de divisão, comparando ao futebol.
        A LC 108/2001 estabelece a norma organizacional dos fundos, porém no caso da PREVI as diretorias de Investimentos e a de Participações foram dadas  ao patrocinador, além da presidência do fundo, devido ao Artigo 32 do Estatuto. Para os eleitos restam o Planejamento, Administração e Seguridade. Desta forma, sigamos as leis, demos exemplo, indignação só contra a Resolução CGPC 26 que atropelou a LC 109/2001. Se cair o partido responsável por esta resolução, devemos exigir do próximo governo, seja quem for, a extinção desta aberração jurídica arranjada para volver recursos ao patrocinador.
EM 2016, PODEREMOS AMPLIAR A LUZ E DEIXAR TUDO ILUMINADO!

terça-feira, 10 de novembro de 2015

NOVO DIRETOR DE INVESTIMENTOS

     Só tenho elogios pela escolha de Marcus Moreira de Almeida para novo diretor de Investimentos da PREVI. Marcos foi meu par no Conselho Consultivo do PB1, indicado pelo Banco, o que nos prestigia sobremaneira, de forma que todos do CCPB1 estamos radiantes por tão merecida ascensão. Apesar do pouco tempo de convivência em reuniões, já foi o bastante para sentir sua extrema competência, cordialidade, sinceridade e tantas outras qualidades. Aliás, o Banco prima pela escolha de pessoas extremamente capazes em todos os conselhos e diretoria da PREVI. Além do Marcus, no PB1 temos o colega Tarcísio Hubner, diretor do BB para as regiões sul e sudeste. Tem ainda o Benílton Cunha que preside o fundo da NossaCaixa, do conglomerado BB.
      Daqui deste modesto blog do qual sei que o Marcus é leitor assíduo, desejo enviar-lhe minhas sinceras congratulações, com extrema alegria e satisfação por galgar proeminente merecido posto, de enorme responsabilidade, de cuja área depende fundamentalmente o sucesso de nossas aplicações.
      Enfim, caro colega Marcus, desejo-lhe todo o sucesso na nova empreitada pois de seu sucesso dependemos todos nós associados do fundo. Deste novo e competente diretor podemos esperar profícuo trabalho. São os votos de todos nós!
        Desculpe-me a demora em lhe dirigir algumas linhas. É que demorei ligar o nome à pessoa. "Informação é poder".

MARCUS MOREIRA DE ALMEIDA - DIRETOR DE INVESTIMENTOS DA PREVI

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

AS PROPOSITAIS CONTRADIÇÕES NO EMPRÉSTIMO SIMPLES

     Perdi a conta das vezes em que a Diretoria Executiva da PREVI veio a público para tentar nos dar satisfações sobre os motivos que a levaram a não autorizar prazo maior (180 meses) para pagamento dos empréstimos simples e de segurar ferrenhamente o aumento dos limites (teto atual de R$ 145 mil) dessa linha de crédito, sem, contudo, conseguir explicar nada.
Por não possuir fatos novos para sustentar uma decisão técnico-científica, justa e razoável que venha ao encontro das necessidades dos associados, vale-se de argumentos requentados, insuficientes e coloca como obstáculo irredutível para negar a concessão dos 180 meses de prazo, a “idade avançada” dos tomadores do ES.
  De certa forma estamos sendo classificados de caloteiros e mutuários de elevados riscos pela Diretoria Executiva, todavia, essa interpretação é contraditória e improcedente, tendo em vista que o FQM é um fundo destinado à quitação da dívida vincenda em caso de falecimento do devedor, de modo que é “zero” o risco de inadimplência.
Doutra parte, consta que a PREVI tem a missão específica de melhorar a qualidade de vida dos associados, de modo que não deveria haver espaço para o menosprezo e descarte da função social embutida no espírito das operações com participantes e assistidos, mas, inexplicavelmente, não é isso o que está ocorrendo, uma vez que há clara deliberação da busca do “lucro pelo lucro”, teoria capitalista condenável, em especial porque estamos analisando as transações financeiras de uma sociedade civil sem fins lucrativos.
   É ponto pacífico que a Diretoria Executiva age com excesso de zelo e forte ojeriza contra as melhorias reivindicadas pelo Corpo Social no ES por forçar uma descabida desconfiança na liquidação dos contratos, rigor injusto com os donos do fundo de pensão e faca entre os dentes, operando com regras agressivas semelhantes às estratégias desumanas do capitalismo selvagem.
Como duvidar da liquidação dos empréstimos que desfrutam da garantia do FQM para essa finalidade, nos casos de morte do devedor? Qual seria, então, o objetivo do FQM que é exigido no ato da contratação do ES e pago pelo tomador?
Neste contexto, onde a Diretoria Executiva está alocando os recursos do FQM relativos aos empréstimos “em ser”, os quais tiveram liquidações antecipadas em consequência de “RENOVAÇÕES”. É sabido que o volume desses negócios mata-mata (o novo paga o velho) é bastante expressivo e envolveram bilhões de reais durante os vários anos em que se efetivaram essas renovações.
   Como tais liquidações não foram filiadas as mortes dos devedores, é óbvio que esses recursos do FQM ficaram ociosos e podem ter sido usados para outras finalidades, dentro do próprio fundo. Afora isso, a Diretoria Executiva nunca abordou a questão da redução de despesas, quando ocorre o falecimento de devedor de ES, posto que os 100% dos seus benefícios serão reduzidos para 60%, caso tenha esposa que se tornará pensionista e se não tiver dependentes a redução de desembolso para a PREVI será total (100%).
Deste modo, mesmo que não existisse o FQM para garantir a quitação do ES, a extinção de parte ou total dos benefícios do associado morto, em economia compulsória para o fundo, seria suficiente para, em poucos meses, propiciar o pagamento da dívida deixada pelo “de cujus”.
Depois de trabalharmos a vida inteira no BB operando as mais complexas linhas de crédito, somos obrigados a ouvir a asneira de que confundimos “empréstimos com benefícios”, fato que agride a nossa inteligência.
Em análise simplória, grosso modo, temos que o limite teto do ES é R$145 mil e o prazo máximo de pagamento é de 120 meses. A própria Diretoria Executiva em seus cálculos atuariais para quantificar o valor do seguro do FQM chegou as seguintes taxas nominais para a operacionalização do ES nos parâmetros acima:
0,6% a.a                até 59 anos;
1,2% a.a       de 60  a  69 anos;
3%    a.a       de 70   a 79 anos;
3,5% a.a       de 80    a 89 anos;
4%    a.a      a partir de 90 anos.
Estes números nos permitem derrubar a falácia de que para elevar o limite, por exemplo, para R$160 mil e 180 meses de prazo, as taxas nominais do FQM ficariam impraticáveis, o que é um absurdo e uma grande inverdade. Vejamos que o crescimento geométrico das taxas nominais seria proporcional às elevações e atenderia as expectativas dos tomadores, de sorte que a Diretoria Executiva tenta criar um bicho de sete cabeças e nos induz pela pressão psicológica a aceitar a sua falsa engenharia financeira.

(texto produzido por João Rossi Neto, aposentado de Goiânia-GO)