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sexta-feira, 30 de outubro de 2015

POLITIZAÇÃO DOS FUNDOS DE PENSÃO



Milhares de empregados de empresas estatais que há anos reservam parte de seus salários para assegurar uma aposentadoria mais tranquila estão sendo ou serão chamados em breve a destinar uma fatia maior de sua renda para essa finalidade. Até mesmo aqueles que já gozam dos benefícios terão de abrir mão de parte deles. Estão nessa situação empregados da ativa, aposentados e pensionistas de grandes fundos de previdência privada vinculados a empresas estatais, como a Caixa Econômica Federal, os Correios, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Petrobrás. O DÉFICIT acumulado por três anos consecutivos pelos fundos de pensão dessas empresas ou que supere 10% de seus ativos terá de ser coberto com contribuição adicional dos patrocinadores (as estatais) e dos participantes (os empregados). É o que manda a lei.

Não se trata, nesses casos, de erros do planejamento atuarial. Trata-se, isso sim, dos malefícios da ingerência política na administração dessas entidades fechadas de previdência privada como os fundos são chamados, tanto na escolha de seus dirigentes como, sobretudo, no direcionamento de suas aplicações bilionárias. Em grande parte, o rombo contabilizado pelos fundos das estatais tem origem em erros de análise de investimento, em aplicações baseadas nos interesses políticos do governo do PT - e que, por isso, não produziram os resultados financeiros esperados - e na má gestão. Há também denúncias de fraudes e de corrupção. A crise econômica, ao afetar a rentabilidade de outras aplicações, apenas ajudou a revelar a extensão do problema.
O exemplo mais óbvio dos prejuízos provocados por escolhas financeiramente desastrosas para os fundos, porque foram determinadas por critérios meramente político-eleitorais, é da Funcef, o fundo dos empregados da Caixa. Com recursos de cerca de R$ 55 bilhões, a Funcef acumulou rombo de R$ 5,5 bilhões nos últimos três anos.
O diretor de investimentos do fundo, Maurício Pereira, disse ao Estado que a maior parte das perdas decorre da desvalorização das ações da Vale, cuja rentabilidade foi afetada pela queda do preço do minério de ferro. Mas a Funcef fez aplicações também no fundo de investimentos da OAS, envolvida nas denúncias de corrupção investigadas pela Operação Lava Jato e que hoje está em recuperação judicial. Outro grande investimento do fundo, de R$ 1,3 bilhão, foi na Sete Brasil, empresa constituída por decisão do governo para a gestão das sondas a serem empregadas na exploração do pré-sal e também investigada na Lava Jato.
O prejuízo decorrente dessas aplicações terá de ser coberto pela Caixa, pelos funcionários em atividade e pelos 38 mil aposentados e pensionistas que tinham como certo o recebimento integral dos benefícios até o fim da vida.
O rombo de R$ 5,6 bilhões do Postalis, o fundo dos empregados dos Correios, deveria estar sendo coberto com contribuições adicionais de todos os participantes e beneficiários, mas uma decisão judicial adiou o início da cobrança para abril de 2016. Uma auditoria aberta pelo Tribunal de Contas da União (TCU) investigará as causas da situação crítica a que chegou o Postalis. Há denúncias de fraude e má gestão.
Já a Fapes, o fundo dos funcionários do BNDES, terá de apresentar até o fim do ano um plano de cobertura de seu rombo, que é superior a 10% de suas provisões. Prevê-se que a cobrança do adicional começara a ser feita em abril de 2016. Os participantes do fundo alegam que isso não seria necessário se o banco quitasse uma dívida de R$ 3,6 bilhões.
A Petros, fundo da Petrobrás, deverá fechar 2015 com o terceiro DÉFICIT anual consecutivo, razão pela qual terá de apresentar em 2016 seu plano de cobertura do rombo (de R$ 6,2 bilhões em 2013 e 2014).
A persistência e o aprofundamento da crise econômica projetam um cenário difícil para os fundos de pensão nos próximos anos, na avaliação da entidade do setor, a Abrapp. É possível, por isso, que outros fundos de estatais venham a apresentar problemas.


(O Estado de S.Paulo - Opinião 26.10.2015)

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

AÇÃO COLETIVA 1/3 PREVI DA ANABB



A ação coletiva 1/3 PREVI - IR pode ser acompanhada no site www.trf1.jus.br

O número do processo: 144606020104013400
Colocamos a seguir a movimentação no mês de outubro/2015. Falei nesta tarde com a Dra. Sanuda da ANABB a qual me disse que no dia de ontem houve interposição de recursos por parte da Fazenda Nacional, a respeito do assunto ainda não sabe. Porém, é normal esta movimentação podendo, mais tarde, o processo chegar até o STJ para deslinde final. Neste período atual  ninguém mais pode ser habilitado a receber. Este período já expirou. Sanuda ressaltou que existe Instrução Normativa para quem aposentou-se após 2008 a qual dá o direito de negociar administrativamente o recebimento.

DataCodDescriçãoComplemento
28/10/2015 08:16:19 180200PETIÇÃO JUNTADAnr. 3761546 PETIÇÃO
27/10/2015 12:38:12 180200PETIÇÃO JUNTADAnr. 3758466 RECURSO ESPECIAL (FAZENDA NACIONAL)
27/10/2015 12:33:09 180200PETIÇÃO JUNTADAnr. 3751749 PETIÇÃO
15/10/2015 12:21:00 180411MANDADO DE INTIMACAO JUNTADO - FAZENDA NACIONAL
13/10/2015 12:54:54 140500MANDADO DE INTIMACAO EXPEDIDON. 841/2015 - FAZENDA NACIONAL
13/10/2015 11:55:48 180200PETIÇÃO JUNTADAnr. 3741297 OFICIO
13/10/2015 11:54:17 180200PETIÇÃO JUNTADAnr. 3735867 OFICIO
13/10/2015 11:54:07 180200PETIÇÃO JUNTADAnr. 3721766 OFICIO
13/10/2015 11:53:52 180200PETIÇÃO JUNTADAnr. 3718634 OFICIO
09/10/2015 08:00:00 210101ACÓRDÃO PUBLICADO NO e-DJF1DO DIA 09/10/2015 E DIVULGADO NO CADERNO JUDICIAL, PARTE 03 DO DIA 08/10/2015 PAGS. 3066/3368.
06/10/2015 18:00:00 220380ACORDÃO REMETIDO / (A SER REMETIDO) PARA PUBLICAÇÃO NO e-DJF1DO DIA 09/10/2015 E DIVULGADO NO DIA 08/10/2015 -. Destino: DIGITAL

ANÔNIMOS NÃO MERECEM RESPOSTAS

          Em nenhum momento tive a intenção de enaltecer a pessoa do sr. Gilmar Mendes na postagem anterior. De modo algum. A minha intenção ao reproduzir um texto de autoria de Carlos Newton foi única e tão somente abrir a singela oportunidade de saída da dupla vencedora do último pleito presidencial, Dilma e Michel, sem qualquer impeachment, simplesmente pela prova de uso de dinheiro ilegal na campanha, fato já comprovado pela Operação Lava Jato. O TSE já decidiu por maioria absoluta consolidar a Ação que está atualmente "entravada" pelas atitudes flagrantemente pró-partidárias de dois de seus membros: Ministro Dias Toffoli e principalmente pela ministra novata, ali colocada por Dilma unicamente para atender aos interesses do PT de quem já foi advogada na campanha de 2010. Seu nome é Luciana Lóssio, 37 anos, do mesmo quilate do ministro Dias Toffoli com o qual se reveza na tarefa de manter a qualquer custo um governo que está acabando com o Brasil.
          Portanto, nada tenho a ver com o passado de Gilmar Mendes mas que hoje, aqui e agora, age de forma correta e coerente. O caminho é esse mesmo: Punição exemplar do uso INDEVIDO e PROIBIDO constitucionalmente de dinheiro "lavado" e doado "legalmente" aos partidos na campanha de 2014, principalmente ao PT. Este é o ponto chave, diria até ponto de honra para as instituições legalmente constituídas.
          Nota-se claramente que ao tocar em alguém que os recrimina, o "modus operandi" dos asseclas do partido é criticar asperamente o acusador, desqualificando-o da pior maneira possível. Quanta pobreza de espírito! Quanto espírito egoísta! Envergonham a nação e as pessoas de bem. É um vale-tudo e um "está tudo dominado!".
           Nem é preciso mencionar aqui as bobagens ditas pela mandatária maior da nação, como "vou trabalhar diuturnamente e noturnamente", "vamos atingir a meta (qual?) e depois dobrá-la", "meu governo é ilibado", nada disso importa na causa. Basta apenas prosseguir com a vontade da maioria do TSE que deseja novas investigações, mesmo com os dois petistas declarados sendo contra. A maioria vence e ponto final. O detalhe é que Lóssio sabe que se votar e concluir a votação a coisa vai andar; então pede "vistas" para protelar! A investigação é bem simples: Pegar todas as empresas doadoras da campanha de 2014 e confrontá-las na Operação Lava Jato e Zelotes. Aí a cobra vai fumar!!!

GILMAR FERREIRA MENDES

SEGURE GILMAR MENDES, SENÃO ELE CASSA DILMA ROUSSEFF!!! 


(Carlos Newton)



Anotem este nome – Gilmar Ferreira Mendes. Sua carreira é impressionante, tendo sido aprovado em três concursos públicos simultâneos, no ano de 1984, quando fez Mestrado e tirou primeiro lugar na disputa para professor da Universidade de Brasília, onde ensina Direito Constitucional.
Portanto, não é nenhum Dias Toffoli e já era respeitado como jurista de notório saber quando foi nomeado pelo presidente Fernando Henrique Cardoso para o Supremo Tribunal Federal, em 2002, na vaga do ministro Néri da Silveira.
Agora. quis o destino que Gilmar Mendes voltasse ao Tribunal Superior Eleitoral em fevereiro de 2014, com mandato de dois anos, na condição de vice-presidente, e tenha se tornado relator da prestação de contas do PT na última eleição. E agora, com uma simples caneta na mão, ele está mostrando ao país que a atuação solitária de um simples ministro pode mudar os destinos da nação, ao devassar o que houve na última eleição presidencial.
A primeira providência de Mendes para sanear a eleição de 2014, alvo de uma saraivada de denúncias de fraude, foi fazer com que a aprovação das contas do PT fosse feita com ressalvas. E mais: mandou preservar a documentação para posterior exame.
A segunda providência, depois que se agravaram as denúncias da Lava Jato sobre uso de recursos ilícitos na campanha de Dilma, foi desmontar o golpe da relatora da ação do PSDB para cassação de Dilma Rousseff, ministra Maria Thereza Rocha de Assis Moura, que arquivara a petição sem abrir ação e depois arquivara o recurso do PSDB.Há duas semanas, no julgamento do recurso do PSDB, Mendes destruiu a credibilidade da ministra Maria Thereza, uma simples advogada do tipo Toffoli, de currículo inexpressivo, que chegou ao Superior Tribunal de Justiça sem méritos próprios, exclusivamente por obra e graça da presidente Dilma.
Com precisão cirúrgica, Mendes apontou uma série de erros jurídicos primários que a ministra cometera no afã de arquivar o processo contra a amiga Dilma.
Sem a menor contemplação, Mendes humilhou-a perante os outros seis integrantes do TSE, numa cena verdadeiramente constrangedora, e a ministra sequer se defendeu.
Depois de desmontar o parecer de Maria Thereza, Mendes votou contra o arquivamento da ação para cassar Dilma e foi seguido pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, João Otávio de Noronha, que é um dos mais respeitados ministros do STJ.
Esta semana, o ministro Luiz Fux, que apoiara as críticas de Mendes à posição da relatora, votou a favor do prosseguimento da ação, e pediu vistas dos autos
e foi acompanhado pelo ministro Henrique Neves, que garantia maioria. O julgamento só não terminou, porque a ministra Luciana Lóssio pediu vistas e falta o ministro Dias Toffoli votar.
Detalhe importante: Luciana Lóssio é outra ministra tipo Toffoli, sem notório saber e que chegou ao TSE por nomeação de Dilma Rousseff, recompensando-a por ter sido advogada do PT na campanha de 2010.
Com o prosseguimento da ação do PSDB, a cassação da chapa Dilma/Temer passa a ser praticamente certa. É apenas uma questão de tempo, porque o ministro-relator Gilmar Mendes está conduzindo com muita precisão os trabalhos, mandando investigar múltiplos podres da campanha do PT, que teve empresas irregulares como fornecedoras e recebeu doações ilegais das empreiteiras, conforme já denunciou o empresário Ricardo Pessoa, em delação premiada na Lava Jato.
Nas mãos de Gilmar Mendes, o mandato de Dilma não vale uma nota de três dólares. Querem apostar?

MINISTRO GILMAR MENDES - VICE-PRESIDENTE DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

PARABÉNS PROFESSOR!!!

        Há sessenta e três anos nascia o Ari penúltimo filho do Seu Ângelo e da Dona Emília, neto de imigrantes italianos que se embrenharam pelo vale do rio Itajaí-Açu e se fixaram no município de Timbó, no Caminho dos Tyroleses. Ari nasceu no município de Laurentino, no alto vale do Itajaí, numa noite de muita tormenta, "chovia canivetes" dizia minha genitora. De lá parti com sete anos, num trem "Maria Fumaça" para a cidade praiana de Itajaí. Permanecemos dois anos ali onde iniciei meu abc e tomei pela vez primeira a Eucaristia, uma experiência inesquecível da Presença do Cristo eterno e interno, dentro de mim.
Em 1961 resolvemos mudar para Joinville onde nossa família passou por jornadas de miséria numa arrozeira comprada por papai, nas esquinas desertas das ruas Tuiuti e Santos Dumont. Durante meses nosso almoço e janta era polenta com palmito, retirado clandestinamente das matas próximas que mamãe preparava na forma de ensopado, para "render" mais. Outra fonte de alimentos era o comércio do Seu Dorotóvio Nascimento ao qual pagávamos na colheita do arroz. Estudava longe, de bicicleta demorava duas horas para chegar e na volta sempre chegava em casa numa escuridão infernal. Com muita luta e sacrifício fui o primeiro filho a concluir o ensino superior na Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Joinville - hoje Univille.
MINHA COLAÇÃO DE GRAU (ARQUIVO PESSOAL)

Hoje recordo com emoção tudo o que passei e digo com toda a certeza do meu coração que valeu muito a pena o sacrifício por que passei e agradeço do fundo do meu coração toda a minha família, sem exceção, principalmente pai e mãe, pela excelente educação que nos deram.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

ARGENTINA E BRASIL

              Os argentinos foram às urnas no dia de ontem em votação tradicional com as seguras cédulas de papel, estando o candidato da presidente Cristina Kirschner, Daniel Scioli, atrás do atual prefeito de Buenos Aires e ex-presidente do Boca Juniors, Mauricio Macri favorito no segundo turno das eleições. Nem a "ajuda" do ex-presidente brasileiro que esteve por lá há uns 20 dias, foi de alguma utilidade. O que chama a nossa atenção é que nem na Argentina as nossas famosas urnas eletrônicas foram aproveitadas, sabe-se lá o porquê.
                 Por aqui leio no Globo.com que a PF está investigando empresas do filho de Lula. E que segundo o Ibope, Lula tem a maior rejeição e certeza de voto, e que réu da Lava Jato faz acordo para devolver até 40 milhões de reais.
                  E nós aposentados vamos sofrendo os efeitos maléficos da inflação cuja prévia de outubro pelo IPCA-15 foi de 0,66%. Com isso me arrisco a dizer que fecharemos o ano com índice superior a 10%. Inflação, recessão, corrupção, desemprego...haja pessimismo! Quem poderá melhorar nossa performance?
                    O lado ruim de tudo isso é que nossa fonte pagadora sofre com contínuos decréscimos patrimoniais. Queira Deus que sobreviva, sã e salva, a nossa "galinha dos ovos de ouro" em meio a este turbilhão econômico com tantas ondas adversas!
                         Temos que acordar e lutar bravamente para que haja mudanças onde se fazem necessárias, custe o que custar, sob pena de arcarmos com sérios reveses em nossas vidas. Não estamos acostumados a guerras, o que nos daria condições de enfrentar melhor situações de perigo iminente, tais como se nos impõem. Estamos na condição do sapo que colocado diretamente na água quente saltava para fora; mas quando colocado na água fria nela permanecia até morrer enquanto era aquecida aos poucos.

domingo, 25 de outubro de 2015

ENEM IDEOLÓGICO


          Esta foi uma das questões do ENEM - Exame Nacional de Ensino Médio - em 2015 que está repercutindo nas redes sociais. É uma questão, para dizer o mínimo, bizarra, que inclui a propaganda petista da ideologia de gênero, que volta e meia essa molecada que nos governa está tentando implantar em nosso país.
              O ENEM está sendo utilizado para substituir o tradicional vestibular para incluir estudantes nas melhores universidades públicas brasileiras, sem o qual não haveria inclusão de estudantes menos favorecidos economicamente, aliado ao baixo aproveitamento no ensino médio nas escolas públicas. Assim como as famosas "cotas" oferecidas à raça negra e aos indígenas, as quais acabam por discriminá-los indiretamente, o ENEM é uma porta alternativa posto que igualmente é lastreado por vagas reservadas a esses educandos.
            O Ministério da Educação deveria investir maciçamente em melhores escolas e mais universidades federais, aplicando bem o orçamento reservado à educação. Com efeito, precisamos cada vez mais formar ótimos médicos, engenheiros, arquitetos, economistas, farmacêuticos, biólogos e principalmente excelentes professores que alavancarão todas as demais profissões.
                    Evidentemente não será com uma pergunta/afirmação deste tipo, de uma feminista estúpida da França ( "Ninguém nasce mulher; torna-se mulher.") incluída neste teste para "reforçar" a já reprovada ideologia de gênero que este governo mentiroso tenta repetir e repetir até se tornar palatável à maioria do povo já pouco esclarecido. Certamente a feminista francesa Simone de Beauvoir quis dizer com "ninguém nasce mulher" é que o órgão genital, ovários e úteros femininos, são "apenas" meros detalhes.

sábado, 24 de outubro de 2015

RECEITA FEDERAL SERÁ O NOVO BBB

Receita Federal - Instrução Normativa 1571/2015 

IMPORTANTÍSSIMO

A partir de dezembro/2015 todos os seus movimentos financeiros passarão a ser enviados pelos bancos à Receita Federal, automaticamente. O seu Plano de Saúde e demais instituições financeiras com as quais se relaciona também enviarão.

Veja resumo da Instrução Normativa 1.571/2015.
COMUNICADO IMPORTANTÍSSIMO
RECEITA FEDERAL INSTITUI a e-FINANCEIRA

O QUE SIGNIFICA???

Significa que os bancos, seguradoras, planos de saúde, distribuidora de títulos e valores mobiliários e demais instituições financeiras, deverão enviar para a Receita Federal, toda a movimentação financeira 
dos contribuintes ( mês a mês ) e ( saldos no final de cada ano ) de todas as operações que o contribuinte realizou no ano.
Importante que não mais interessa somente o saldo em 31.12 de cada ano, pois a informação trará toda a movimentação (mês a mês) de todo valor financeiro que o contribuinte movimentar em suas contas bancárias.
O propósito é conhecer a movimentação financeira detalhada de cada contribuinte brasileiro (seja pessoa jurídica e física) e assim confrontar os valores informados com os declarados pelo cidadão ou
pelas empresas (“cruzamento fiscal”).
Obviamente que o contribuinte deverá estar atento, e declarar com precisão sua renda e movimentação de recursos, sob pena de ser intimada a prestar esclarecimentos á Receita Federal.
É uma nova fase no cerco aos contribuintes, um “BBB” eletrônico e universal, do qual ninguém escapa.
As pessoas físicas deverão adequar-se, de forma imediata, aos novos cruzamentos eletrônicos. A movimentação bancária, por exemplo, precisa estar justificada por rendimentos compatíveis ou devidamente esclarecida por documentos idôneos (como empréstimos bancários). 
Na 
discrepância de dados, prevalecerá a presunção de sonegação fiscal, com a consequente atribuição da responsabilidade e penalidades.
Como se vê, cerca-se o contribuinte. Esperamos que a qualidade dos serviços públicos melhore na mesma proporção que este torniquete.

Joaquim José
Consultor Contábil e Tributário
Especialista na Área de Construção Civil

Será uma devassa mês a mês de toda sua movimentação bancária, Planos de Saúde, Cartórios
de Imóveis, Instituições Financeiras, Bolsa de Valores, Cartões de Crédito, Aplicações financeira por CPF, Consignados - enfim, nada mais terá sigilo para a Receita.

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

ELEFANTES QUE INCOMODAM (João Rossi Neto)

O PT E CIA FEZ UMA BALBÚRDIA NO BRASIL: ECONÔMICA, POLÍTICA, FINANCEIRA, CRISE DE CONFIANÇA, DE LEGITIMIDADE E DE CORRUPÇÃO, PATROCINANDO O MAIOR ESCÂNDALO DO MUNDO NA ROUBALHEIRA À PETROBRAS.

A música infantil do elefante que incomoda muita gente poderia ser adaptada para o nosso Congresso Nacional, onde a imoralidade e o corporativismo andam de mãos dadas, num toma-lá-dá-cá sem fim, espiral da maldade elevada ao infinito que se prolifera de geração para gerações.
Sem generalizações com a classe, porque com raras exceções, nem todos os políticos são desonestos, mas se salvam, efetivamente, poucas figuras honradas e com ética.
Realmente as pessoas de bem fogem da carreira política para não macular as suas reputações, dado que não conseguiriam modificar o estilo de vida mafioso que impera nas duas casas legislativas.
A parte podre dos parlamentares sem escrúpulos logicamente não interessa servir e buscar o crescimento qualitativo do País. Entra na política para ser servido e visa exclusivamente o enriquecimento ilícito. Acostumada às mordomias do poder, manipula os eleitores e consegue se reeleger à custa de mentiras e promessas mirabolantes, coisas que soam como músicas nos ouvidos dos eleitores carentes, de baixa escolaridade, mal informados e ou sem memória.
Eis as frases adaptadas que se coadunam com as décadas passadas de malversação do dinheiro público que o povo, inoperante, assiste de mãos atadas:

10 políticos roubam e mentem para muita gente
9 políticos roubam, roubam, roubam e mentem muito menos
8 políticos roubam e mentem para muita gente
7 políticos roubam, roubam, roubam e mentem muito menos
6 políticos roubam, roubam, roubam e mentem para muita gente
5 políticos roubam, roubam, roubam e mentem muito menos
4 políticos roubam e mentem para muita gente
3 políticos roubam, roubam, roubam e mentem muito menos
2 políticos roubam e mentem para muita gente
1 político rouba e mente muito menos

Conclusão: Quanto menos políticos o País tiver, proporcionalmente, os delitos, roubos e todo tipo de falcatruas serão reduzidas. Vigiar 513 deputados e 81 senadores é algo descomunal e impossível, isto porque cada cabeça é uma sentença, ainda mais quando as mentes são deturpadas para o benefício pessoal, com o senso de que o crime compensa e que no final prevalecerá a impunidade, estribados na regalia do foro privilegiado e confiantes na máxima de que o dinheiro público não é recurso carimbado e que não tem dono nominal, podendo ser desviado para os seus bolsos, sem embargo de prejudicar os serviços de saúde, educação e segurança, etc.
Os roubos praticados por políticos, funcionários públicos e empreiteiros sempre foram e serão as etapas mais fáceis de serem executadas.
Difícil, no entanto, é a lavagem das montanhas de dinheiro, pois envolve os doleiros profissionais que não são confiáveis, onde tudo pode acontecer, podendo ocorrer até a esdrúxula situação de ladrão roubar ladrão, além do que, quando pegos, os doleiros são os primeiros a falar, em delações premiadas, e entregar o modus operandi com apresentação de provas e os nomes dos operadores do esquema criminoso.
O PT, em 2014, teve o descaramento de utilizar a Justiça Eleitoral para lavar gigantescas fortunas de dinheiro sujo, produto de roubo, já que essa aprovou as suas contas de companha. Todavia, é óbvio que não informou ao TSE que as doações recebidas e declaradas não tinham origem legal, uma vez que se tratava de falsas e dissimuladas “doações oficiais”, fruto do recebimento de propina da Petrobras em conluio com o Diretor Renato Duque e o Tesoureiro, da época, João Vaccari Neto e outros.
Como presidente do PT, o Rui Falcão, deveria ser um alvo de relevo nas investigações da PF e MPF em decorrência das informações de vários delatores que dão conta de que o PT, no seu mandato, recebeu cerca de R$ 2 bilhões de propinas da Petrobras, inclusive o seu ex-tesoureiro, João Vaccari Neto, condenado pelo Juiz Sérgio Moro a mais de quinze anos de cadeia, foi  a ponte dessa robusta arrecadação ilícita com aparência de normalidade.
Pergunta do povo que não cala: Um esquema criminoso majestoso que envolve bilhões de reais, estruturado para roubar a maior estatal do Governo (Petrobras), seguramente não foi concebido por funcionários e empreiteiros apenas?
A sociedade pensa que deve ter agentes políticos de grande porte, da estatura de um Lula ou Dilma, por detrás de tudo, autorizando e avalizando a cobrança das propinas, restando, portanto, um hiato no trabalho das autoridades: Por que a PF e o MPF até o momento não apontaram e investigaram os cabeças desse mosaico criminoso estratificado?
Não acredito que vão colocar a culpa de tudo, novamente, nas costas do José Dirceu!  
Dentro do mesmo contexto, depois dos crimes noticiados, inclusive com provas materiais divulgadas pelas mídias, como se fosse uma luta de MMA, a PGR segura, inexplicavelmente, o soco fatal de direita que deveria dar no queixo dos investigados, Eduardo Cunha, Renan Calheiros e Collor, os quais estão fazendo pilhérias com o Judiciário e permanecendo nos seus cargos sem serem molestados pelas adiantadas investigações.
Sem querer fazer ilações precipitadas, parece que a PGR faz o jogo do Planalto nessa luta pelo impeachment da Dilma, onde o Presidente da Câmara usa o seu poder decisório de acolher ou não os pedidos de impeachment como moeda de troca para garanti-lo no cargo.
O pior é que a oposição, mais especificamente o PSDB, entra nesse jogo de cartas marcadas, espúrio, onde os culpados (Dilma e Cunha), inimigos cordiais, negociam o impeachment pela não cassação do mandato e do cargo de Cunha. Nitidamente tentar evitar, a todo custo, o abraço dos afogados.
Outro absurdo é essa judicialização feita pelos Ministros petistas do STF, com interferência no Poder Legislativo, segurando a Dilma na Presidência, visto que travam o andamento do processo de impeachment, deixando o STF de ser uma Corte estritamente técnica para ser política. O povo quer julgamento técnico, justo e correto, sem resvalar para as interpretações politicas duvidosas para favorecer o Planalto.

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

O QUE ESTARÁ POR VIR?

         Ministros de finanças (Economia) e presidentes de bancos centrais de países reunidos em Lima, no Peru, ouviram da presidente do FMI - Fundo Monetário Internacional - Christine Lagarde um alerta de que tem aumentado bastante o risco de um colapso financeiro mundial, chegando a afirmar categoricamente que "é apenas questão de tempo. A próxima crise financeira mundial está chegando e nós não resolvemos ainda os problemas advindos da crise passada (2008)."
                É muito preocupante ouvir essa previsão de uma autoridade financeira mundial cujo órgão que preside tem os melhores técnicos em análises dos países que fazem parte do fundo, quer como credores quer como devedores. E olhando para o nosso quintal, estamos de fato meio atrapalhados com fabuloso déficit no Orçamento para 2016 e sequer vamos conseguir fechar o ano de 2015 no azul.
                      O momento político no Brasil é delicado e dele deriva o emperramento nas votações das questões necessárias à superação dos problemas nacionais. Dilma tem a desfaçatez de dizer que o governo não é culpado pela corrupção na Petrobras mas é uma estatal comandada pelo governo. Impossível dizer que o "filho não é meu". Ela própria, Dilma, foi presidente do Conselho da Estatal por vários anos antes de assumir a presidência. O PT repete várias vezes uma mentira ao dizer que "as doações de campanha foram legais". Todos sabem que o dinheiro jorrou do propinoduto da Petrobras e outros conforme revelados pela Operação Lava Jato. O PT não quer o bem do Brasil, quer somente o bem do partido e de seus asseclas. Lula conseguiu judicializar a política tupiniquim, colocando na Suprema Corte amigos como Ricardo Levandowsky, Dias Tófolli, Rosa Weber, Teori Zavascki, Luiz Barroso entre outros.
                 Não adianta ser otimista. Lula por incrível que pareça, está mandando nos destinos da nação. Mas nada é tão ruim que não possa piorar. Quem viver, verá.

               

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

1.133 SUFRÁGIOS

        Até o momento em que fecho essa nova postagem exatamente 1.133 colegas aderiram à campanha para pressionar a PREVI a elevar o prazo do ES. Penso que, de fato, o número superou as minhas expectativas, além de crer que houve muitos que apuseram seus nomes emprestando solidariedade aos que realmente necessitam diminuir substancialmente o valor das prestações mensais.
            Vou levar esta fotografia ao presidente Gueitiro para que ele volte a negociar conosco. Estamos abertos a contrapropostas. Em primeiro lugar, o nosso fundo NÃO está perdendo dinheiro com esta modalidade de empréstimo, antes o contrário. Há o temor de que o ES venha a ser liquidado com o FQM. Mas afinal, para que ele existe então? Até agora, pelo que se sabe, o saldo existente no FQM é suficiente para suportar eventuais mortes. A nossa tábua de mortalidade, na prática, é 86 anos. Ora, pela atuária, os recursos estão garantidos para pagar os beneficiários até esta data. Obviamente, há aqueles que vivem mais desta idade. Porém, há um número bem maior que não chega lá. E como já foi dito, existe uma "economia" grande para o fundo posto que o pagamento com a pensão (se houver) cai para 60% do valor pago ao finado.
           Por estas e outras razões, vemos com bons olhos a dilatação do prazo do ES. Vale contemplar este pessoal que deseja. A própria PREVI pode fazer esta sondagem de quem deseja de fato realizar a expansão do prazo, para daí resultar estudos concretos de renegociação destes novos prazos. Vou citar o meu caso: Tenho 63 anos e dois ES. Só vou considerar o maior. Saldo devedor 135 mil, prazo 120 meses, 20 prestações pagas. Se me oferecessem 150 meses, sem pegar dinheiro novo, e a prestação caísse de 1.850 para algo em torno de 1.400 eu toparia na hora, ainda que fosse obrigado a ficar estes 30 meses impedido de renová-lo. Meu maior desejo é a PREVI negociar uma solução com todos aqueles que estão precisando readequar-se ao equilíbrio financeiro. Como diz o meu amigo Fernando Lamas: "A PREVI possui uma equipe técnica muito competente para esse fim". Tudo que precisamos é da aquiescência do nosso diretor de Seguridade.
            Para reflexão de nossos dirigentes os quais merecem todo o nosso respeito, deixo estas mal traçadas linhas para um decisivo "por que não?". Bom Dia, PREVI!

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

PRESSÃO PARA ALONGAR O ES PARA 180 MESES

https://www.change.org/p/diretoria-da-previ-fundo-de-pens%C3%A3o-plano-1-alongamento-do-prazo-es-previ-para-180-meses?recruiter=76235303&utm_source=share_for_starters&utm_medium=copyLink

        Este link remete a um abaixo-assinado iniciado no sítio da CHANGE.ORG pela ANAPLAB e seu presidente com a finalidade de sensibilizar a diretoria da PREVI a alongar o prazo do Empréstimo Simples para 180 meses.
Agora é com você subscrevê-lo e pedir aos seus contatos para fazer o mesmo. A meta é atingir 5000 assinaturas. Vamos lá, pessoal!

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

NOVIDADES REVELADAS

14/10/2015

Empréstimo Simples: novas opções em favor dos mutuários

Diretoria Executiva aprova novidades que beneficiam o participante: Renegociação, ES-13º Salário e possibilidade de suspensão das prestações.

A Diretoria Executiva da PREVI, atenta às solicitações de associados, está adotando um conjunto de medidas que irão auxiliar os mutuários do Empréstimo Simples que necessitam adequar seus fluxos financeiros. Eles poderão renegociar o empréstimo atual, com redução no valor da prestação; contratar uma nova opção de empréstimo atrelada ao 13º salário, sem que haja limitação pela margem consignável; e suspender o pagamento das prestações a serem debitadas em dezembro/2015, janeiro e fevereiro/2016 (participantes do Plano 1). Entretanto, embora as novas opções proporcionadas pela Diretoria Executiva da PREVI busquem auxiliar os participantes, aconselhamos que sejam analisadas com atenção, antes da tomada de decisão. Vejamos como funcionam as novas opções mencionadas.
 

Renegociação do Empréstimo

A Renegociação estará disponível no Autoatendimento do site da PREVI, a partir de 30 de novembro de 2015, e trará como principal benefício a redução da prestação do empréstimo vigente, por meio do aumento do prazo para pagamento. Uma vantagem adicional da renegociação é que não haverá cobrança de IOF nem de taxa de administração, que incidem atualmente na renovação do empréstimo. Veja outras características dessa operação:
1) O novo prazo será o máximo permitido, de acordo com a idade do mutuário.
2) Para o Plano 1, a cobrança da taxa para o Fundo de Liquidez (FL) permanecerá suspensa, pois o fundo já se encontra com o saldo necessário. Para o PREVI Futuro, continuará a cobrança da taxa de 0,1%a.a., sem necessidade de recálculo.
3) Para o Plano 1, continuará a cobrança do Fundo de Quitação por Morte (FQM) é segmentada em 5 faixas, conforme a idade do participante: 0,6%a.a. (até 59 anos); 1,2%a.a. (60 a 69 anos); 3%a.a. (70 a 79 anos); 3,5%a.a. (80 a 89 anos); e 4%a.a. (a partir de 90 anos). A taxa do FQM mudará de acordo com a faixa etária no decorrer do contrato. No caso do PREVI Futuro, permanecerá a cobrança da taxa de 0,1%a.a.
4) O contrato já renegociado poderá sofrer nova renegociação, após carência de seis prestações pagas e se implicar nova redução da prestação.
5) A renegociação é válida para o empréstimo rotativo e não será possível cancelar a operação. O ES-Finimob e Reingresso não serão alvo de renegociação.
6) Só poderá ser contratado novo empréstimo se a operação liquidar o Empréstimo Simples renegociado.
7) A renegociação reduz o valor da prestação, mas não implica possibilidade de solicitação de valor adicional de empréstimo nos contratos renegociados.
8) Uma nova contratação/renovação de Empréstimo Simples somente será possível se houver margem consignável, obediência ao prazo de carência e liquidação do ES Renegociado com recursos próprios ou concomitante à renovação.

Empréstimo Simples 13º Salário (ES-13º)

A partir de 1º março de 2016, a PREVI disponibilizará uma nova modalidade de operação do Empréstimo Simples, atrelada ao 13º salário (exceto benefícios do INSS). O ES-13º permitirá que o participante receba um adiantamento correspondente à parte do 13º salário.
Uma grande vantagem para o participante é que essa operação não estará sujeita à existência de margem consignável, uma vez que está vinculada ao próprio 13º salário.
Veja as principais características desse novo tipo de operação:
1) A forma de pagamento será por prestação única, a ser debitada em 20/4 (para empréstimos contratados a partir 21/11 e creditados até 31/3) ou em 20/11 (para os empréstimos contratados a partir de 21/4 e creditados até 31/10).
2) Será considerado como teto de concessão 28% da renda para os contratos a serem liquidados em 20/11, e 45% da renda para os contratos a serem liquidados em 20/4.
3) A taxa de administração é de 0,1% para o Plano 1 e de 0,2% para o PREVI Futuro.
4) Para o Plano 1, a taxa do FQM será segmentada em 5 faixas, conforme a idade do participante: 0,6%a.a. (até 59 anos); 1,2%a.a. (60 a 69 anos); 3%a.a. (70 a 79 anos); 3,5%a.a. (80 a 89 anos); e 4%a.a. (a partir de 90 anos). Para o PREVI Futuro, será cobrada a taxa de 0,1%a.a. Para ambos os planos, a cobrança se dará no ato da concessão.
5) No caso do Plano 1, mantém-se a suspensão da cobrança da taxa do Fundo de Liquidez. Para os participantes do PREVI Futuro, a cobrança da taxa estará suspensa até 20/4/2016.

Suspensão das Prestações do Empréstimo (exclusivo para participantes do Plano 1)

O participante do Plano 1 poderá suspender o débito da prestação do Empréstimo Simples a ser realizado nos meses de dezembro/2015, janeiro e fevereiro/2016. A opção pela suspensão poderá ser feita de 30/11 a 4/12/2015. Caso o associado opte pela suspensão das prestações do ES, não poderá optar pela renegociação do seu empréstimo durante o período de suspensão.
A suspensão poderá contribuir para aliviar as contas do participante no início do ano, quando algumas despesas como IPVA, IPTU, matrículas, materiais escolares, entre outras, são inevitáveis. Entretanto, o participante precisa ficar atento ao fato de que, não havendo pagamento da prestação, o saldo devedor cresce ainda mais, pois, além de não ocorrer a amortização mensal, a correção desse saldo será feita sobre uma base maior. Ou seja, como em toda operação, é preciso analisar bem as vantagens e desvantagens, de acordo com a situação específica de cada pessoa.
A suspensão das prestações não será disponibilizada aos participantes do Plano PREVI Futuro devido à escassez de recurso do plano de benefício. Um aumento substancial na utilização desses recursos poderá resultar na suspensão das operações.
Ressaltamos que os recursos destinados ao ES são corrigidos pela PREVI à menor taxa (INPC + 5%a.a.) permitida pela Resolução CMN 3.792, de 24/9/2009, e visam garantir a rentabilidade mínima para fazer frente ao pagamento de benefícios a todos os participantes da PREVI, mutuários ou não.
A Diretoria Executiva acredita que as novidades aprovadas ajudarão a aliviar o fluxo financeiro dos participantes que serão beneficiados com as medidas e reafirma seu compromisso conjunto com a missão da PREVI de garantir o pagamento dos benefícios de forma eficiente, segura e sustentável a todos os seus associados.
Gueitiro Matsuo Genso
Presidente
Cecília Mendes Garcez Siqueira
Diretora de Administração
Márcio Hamilton Ferreira
Diretor de Investimentos
Renato Proença Lopes
Diretor de Participações
Décio Bottechia Júnior
Diretor de Planejamento
Marcel Juviniano Barros
Diretor de Seguridade

terça-feira, 13 de outubro de 2015

TOMOGRAFIA NO CENTRO DO PODER

A MENTIRA TEM PERNA CURTA E A VERDADE SEMPRE APARECE

Fatos estranhos em andamento no âmbito do Governo Dilma, na Presidência do Eduardo Cunha na Câmara, e na Presidência do Renan Calheiros no Senado, induzem que existe muita coisa leviana e suja neste jogo de xadrez entre as três maiores autoridades do país.

Inimigos declarados, Dilma e  Cunha protagonizam um esconde-esconde, de rato e rato, porque aí todos são culpados, onde a primeira oferece ao segundo, através de seus ministros, notadamente pelo Jaques Wagner, garantia de que o PT não pedirá o seu afastamento do cargo em troca de salvá-la do impeachment, tão almejado pelos partidos de oposição e pela população. 

Nitidamente numa situação de compasso de espera, como que no aguardo de ordens da presidente Dilma e do Lula, enquanto não se resolve as negociatas e conluios estratégicos e táticos, a PGR mantém-se impassível como mera expectadora dos acontecimentos, da briga de cachorros grandes, e inexplicavelmente ainda não pediu ao STF, o afastamento do Eduardo Cunha. Será que está esperando o quê?

A propósito, impende realçar que o jornal a Folha, em diversas matérias, publicou que a PGR possui fartas e contundentes provas, vindas do Ministério Público da Suíça, sobre a existência de várias contas secretas em nome do Eduardo Cunha e de seus parentes que foram usadas para encobrir o rasto do dinheiro relativo ao recebimento de propinas da Petrobras. 

Isto se comprovando, realmente o Rodrigo Janot estará jogando fora a criança com a água, pois poderá perder a credibilidade da PGR e comprometer o trabalho efetivo da PF, MPF e do Juiz Sérgio Moro. 

Por enquanto, acho que o Sr. Janot merece o benefício da dúvida e não creio que ele poderá vir a ser a maçã podre a contaminar todo o trabalho exitoso, elogiável e exemplar realizado até o momento. 

Que a coisa parece ser nebulosa, obscura e a camuflar segundas intenções e a proteger interesses governamentais, sendo conduzida em banho-maria, isto não resta dúvidas!

A sociedade precisa ter paciência, tranquilidade e acompanhar tudo de perto para, se for o caso, execrar os verdadeiros culpados que virarem a casaca para salvar os criminosos lesa Pátria, responsáveis pela roubalheira assombrosa na Petrobras. 
Uma rede de corrupção dessa envergadura, sem precedentes na história do Brasil, e uma organização criminosa de grande porte, que rouba bilhões, teve e têm lideres de grande calado que avalizaram o esquema ardiloso.

O Judiciário não pode se satisfazer e limitar as ações corretivas em prender os peixes pequenos, aqueles que executaram os roubos propriamente ditos, deve ir muito além e punir os “Autores Intelectuais” que ainda estão livres, leves, soltos e tentando atrapalhar o desvendamento dos crimes, porque os deixando impunes, amanhã ou depois, seguramente, voltarão a delinquir. 

Certamente o butim foi dividido de acordo com a importância e o prestígio de cada envolvido na engrenagem delituosa. Só gente poderosa dos hostes petistas e governamentais poderia autorizar o majestoso assalto à Petrobras, maior estatal brasileira. 

Vai chegar a hora em que o Paulo Okamoto, do Instituto Lula, vai ter que calar as suas falsas informações, já que contra fatos concretos não existem argumentos. A lama decantada vai subir à tona.


(Redação de João Rossi Neto - Goiânia - GO)

WAR IN BRASÍLIA

           Ainda bem que deixei Brasília na sexta-feira porque hoje a capital brasileira será palco de intensos bombardeios políticos, culminando com o iminente pedido de impeachment de nossa atual presidente.
                   De um lado a senhora Rousseff usando o feriadão de descanso para reunir-se com seu núcleo de apoiadores para tentar barrar o pedido no Congresso; de outro lado os fatos concretos (pedidos) que pairam sobre a cabeça do presidente da casa, Deputado Eduardo Cunha, acuado por acusações da Lava Jato e igualmente com a cabeça a prêmio. É certo que se Cunha aceitar um dos pedidos de impedimento, desviará o foco que a grande imprensa está dando sobre sua pessoa no caso de contas na Suiça.
                          É perceptível a parcialidade do procurador Rodrigo Janot. Para ele Lula e Dilma nada fizeram de errado, seu foco está apenas em cima de Eduardo Cunha. Mais imparcialidade senhor Janot!
                   Outro fator que escancara a nossa frágil democracia é a presença de vanguarda nas decisões do ex-presidente Lula. Como pode haver políticos e empresários que ainda se ajoelham a seus pés? E como pode não ser acusado de coisa alguma? Dá para entender?
               De toda a forma, a semana de 4 dias promete ser eletrizante. Quem vai escapar da degola?

sábado, 10 de outubro de 2015

BUSCANDO CONHECIMENTO

         Avaliei como profícua minha participação no 36º Congresso da Abrapp pelo simples fato de ouvir pessoas altamente classificadas no campo da previdência complementar, tanto fechada como aberta. Aprendemos cada vez mais e como conselheiros de uma EFPC nossa missão é nos permitir que o conhecimento penetre profundamente em nossas mentes, para, assim, estarmos devidamente capacitados para bem desenvolver nossas tarefas, cada qual na sua área de ofício.
          Feito o preâmbulo, passemos ao que ocorre em paralelo às atividade de um congresso. Como disse em duas postagens anteriores, conversei nos bastidores com pessoas diretamente afetas ao nosso sempre palpitante assunto do empréstimo simples. Perguntei a opinião de cada um sobre limites, margens e suspensão de parcelas. Quero deixar bem claro que neste espaço apenas aponto opinião própria, possíveis tendências do produto, sem qualquer pretensão de que isso venha a se tornar realidade. Como todos nós sabemos, todas as decisões somente se tornam válidas depois de aprovadas na diretoria colegiada e divulgadas no site da PREVI. Sem que tal ocorra, tudo não passa de especulações. Outro ponto básico é que a PREVI tem uma imagem muito bem conceituada na administração dos recursos dos associados. Pode haver opiniões divergentes quanto a este ou aquele investimento ou produto, entre eles o ES, mas as decisões são sempre tomadas de forma colegiada conforme prevê a boa governança corporativa (aliás, a PREVI recebeu Prêmio neste quesito agora em 2015).
Assim, há divergências sobre a suspensão de débitos das parcelas, MC, limites, excesso de endividamento etc. Todas as preocupações são válidas porque em sã consciência todos almejam a melhor forma de satisfazer tanto o associado quanto ao fundo pois ambos dependem demais entre si na questão da sobrevivência. E de nada adianta xingar, ofender quem quer que seja, todos estão fazendo o seu melhor.
Fazendo a triagem das opiniões auscultadas, percebi uma tendência no desejo de que haja mudanças na MC e na suspensão de débito por três meses, opcional, mais provável novembro, dezembro e janeiro. A renegociação e o ES-13º Salário, ambos já aprovados, dependem do setor de informática (logística de implementação). Está já decidido e aprovado o alongamento do financiamento imobiliário (CARIM) para até 420 meses (35 anos) mas igualmente depende do TI para implantação.
           Então, vamos ter calma e paciência que ainda neste ano é bem provável que tenhamos novidades quanto ao ES. Afinal, ele é um dos empréstimos de juros mais baixos do mercado e para o fundo uma segurança pela baixa inadimplência.
             Para ilustrar a força deste produto, um palestrante disse no Congresso que quando mais novo sua tarefa era vender planos de previdência complementar a quem não havia aderido. Segundo ele, era difícil vender esses planos, não atraíam o público-alvo. Mas bastava alertar o comprador de que com o Plano também poderia fazer empréstimos que ele imediatamente aderia...
OS BLOGUEIROS ARI, MEDEIROS E CARVALHO NO 36º CONGRESSO DA ABRAPP ( BRASÍLIA, DE 07 A 09 DE OUTUBRO DE 2015 )