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domingo, 23 de agosto de 2015

SEGUNDA-FEIRA VINTE E QUATRO DE AGOSTO

        Reúne-se neste segundo dia da semana no quarto andar do Centro Empresarial Mourisco na Praia de Botafogo(RJ), o órgão máximo de nosso fundo de pensão: o Conselho Deliberativo.
         Presume-se que o assunto do controvertido adiantamento salarial de 6,82% esteja na pauta para ser votado. Se estiver na pauta, há a real possibilidade de utilização do voto de qualidade por parte do presidente Robson Rocha, indicado pelo patrocinador. Tal dedução se prende ao fato de pelas discussões anteriores na diretoria, o patrocinador não ter sido favorável ao pleito. Por isso, é bem provável que sequer tenhamos a inserção do tema na ordem do dia, devido exatamente a esta pré-disposição do BB.
            Espera-se, realmente, que o assunto tenha um desfecho, favorável ou não, porém discutido e votado como requer a boa governança.

30 comentários:

Anônimo disse...

As atitudes da PREVI com relação aos assistidos nos últimos dois anos estariam a indicar que não receberemos qualquer antecipação com base no reajuste anual previsto para janeiro/2016.

Eu, mesmo condoído pela aflitiva situação financeira de parcela de colegas aposentados e pensionistas, não tenho a mínima esperança de que isto ocorra.

O plano é solidário, mas de parte do patrocinador o que menos se vê é justamente isto: solidariedade com a massa que recebe benefícios miseráveis.

Infelizmente!

fernando disse...

Prof Ari, esse voto de minerva é um convite a um monólogo. Primeira pergunta, e a ata da diretoria, o que houve com ela? Oremos.

rafael campagnoli disse...

Um patrocinador que trama alhures para produzir uma resolução sabidamente ilegal ( as LC 108 e 109 não autorizam expressamente a "devolução" de dinheiro ao patrocinador! ) não pensa, estrategicamente, nos aposentados e pensionistas, que "disputam" com ele o dinheiro amontoado. Se o ex-presidente da Previ quisesse, poderia ter dado voltas e voltas, submetido a instâncias etc e postergado o fim do BET, tudo observando os trâmites formais. O que prevalece, mesmo, é a vontade maior de transferir bilhões para o balanço da "holding" BB, da qual a PREVI é apenas mais uma "subsidiária". E o pior: aposentado e pensionista não tem voz nem articulação, e muito menos qualquer força de pressão. Está fácil demais bater nos "velhinhos".

Anônimo disse...

Consciente Professor Zanella,

Acredito q no menu seja oferecido como prato principal a CPI tendo como sobremesa a iguaria: Tire o meu da seringa. As cartas estão marcadas.
Para os idiotas nada modifica. Para os "sábios" vale in dung.
Pior cego é quem não quer enxergar...

Anônimo disse...


Os administradores do PB1 deveriam ser mais sensíveis e repassar um pouquinho da fortuna do Plano 1 para os assistidos, já que muitos destes estão passando por sérias dificuldades financeiras. Chega de beneficiar somente o patrocinador e os projetos do governo. Sai diretoria e entra diretoria e nada muda para nos beneficiar. Continua sempre a mesma penúria.

Unknown disse...

Colegas,
Não gosto de ser pessimista não, mas é pequena a chance de ser aprovado o adiantamento de 7%. A bolsa a 45 mil pontos ratifica a decisão do Presidente do Conselho, até porque a reserva de contingência deve estar baixa. Portanto, juízo pessoal e nada de ficar pensando em novos empréstimos que podem se transformar em pesadelo. Alias, com a alta da inflação o ES se transformou em pesadelo. Celio

Anônimo disse...

De que horas é a reunião ?

Anônimo disse...

Abovespa derrete 6%.

Paulo Cesar De Castro disse...

ESPERO QUE A ANAPLAB DISCUTA E CONSIGA PERSUADIR À PREVI DE QUE ESTAMOS PASSANDO FOME E NECESSIDADES DIVERSAS. CHEGA DE BLA BLA BLA.

Anônimo disse...

Prof. Ari,

Tomara que votem a antecipação do reajuste pelo sim, e que o ES 180 X 180 não sai de codgitação.

Grato.

Anônimo disse...

Com essa grande queda na Bolsa de Valores, ocasionado agora por uma nova crise mundial, o patrimônio da Previ está tendo perda significativa. Exemplo é as ações da Vale, onde a mesma tem grande participação, que estão virando pó. Não entendo porque manter o plano Previ 1 tão carregado em renda variável, já que é um plano maduro. Isso pode até inviabilizá-lo.

Wanderley

Anônimo disse...


6 tão é de sacanagem


PMDB fecha acordo para aprovar Janot no Senado

A cúpula do PMDB do Senado costurou um acordo com o governo para reconduzir o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. O maior partido da Casa, que tem 17 dos 81 senadores, já sinalizou que atuará para garantir a prorrogação do mandato do chefe do Ministério Público Federal por mais dois anos.
O nome de Janot será submetido a votações secretas previstas para ocorrer na quarta-feira, 26, na Comissão de Constituição e Justiça e no plenário do Senado.
A animosidade na Casa com Janot vinha desde março, com a abertura de 13 inquéritos contra senadores na Operação Lava Jato - quatro dos quais peemedebistas, um deles o presidente do Senado, Renan Calheiros (AL). Em julho a rejeição ao nome de Janot chegou a ser tratada como um risco real por três líderes da Casa, logo após a operação de busca e apreensão avalizada pelo procurador contra os senadores Fernando Collor (PTB-AL), Ciro Nogueira (PP-PI) e Fernando Bezerra (PSB-PE).
Mas, nas últimas semanas, peemedebistas entraram em campo para diminuir resistências ao procurador-geral. Primeiro, atuaram em 5 de agosto para dissuadir uma rebelião liderada por Collor para barrar, em votação secreta, um indicado por Janot ao Conselho Nacional do Ministério Público. Senadores queriam dar um "susto" em Janot com a rejeição a um novo mandato do procurador regional da República Fábio George Cruz da Nóbrega. Mas não houve sucesso e Nóbrega obteve 51 votos a favor - ele precisava de ao menos 41 votos favoráveis.
Dois dias depois, em viagem oficial, a presidente Dilma Rousseff avisou ao senador Romero Jucá (PMDB-RR) que iria reconduzir Janot. Aliado de Renan, Jucá - também alvo da Lava Jato - garantiu-lhe que o nome seria aprovado. Não houve mudanças no apoio com as denúncias de Janot, na semana passada, contra Collor e o também peemedebista Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara. "Vai ser uma sabatina longa, dura, como devem ser todas elas, mas Janot será aprovado", disse o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira (CE), ao jornal O Estado de S.Paulo.
Crise
A avaliação de integrantes do PMDB e outros partidos é que rejeitar Janot poderia trazer a crise política para o Senado. Na semana passada, quando já sabia que Cunha seria denunciado, Renan deu o tom de sua atuação. "Vou demonstrar completa isenção e grandeza como presidente do Senado. Vamos fazer a sabatina, vou conversar com os líderes para que nós votemos no mesmo dia, para que definitivamente o Senado possa demonstrar que não vai permitir o amesquinhamento dessa apreciação", afirmou.
O principal foco de incerteza é Collor, maior crítico público à atuação de Janot. O ex-presidente já apresentou um voto em que questiona a gestão do atual procurador. "Ele (Collor) é instável", reconheceu um líder aliado que atua para "segurar" o ímpeto do ex-presidente.
Fonte: Estadao Conteudo

Anônimo disse...


Wanderley (12:30),

A aplicação em renda variável interessa muito ao governo e ao Banco, pois assim vendem ações, que muitas vezes são de grande risco.

Anônimo disse...

de onde nada se espera, eh q nao sai nada mesmo.o Brasil estah na fase do salve se quem puder.a Previ e a Cassi estao mesmo preocupantes.

Anônimo disse...

Profº Ari,
Até o momento não transpirou nada sobre a reunião do Conselho Deliberativo de hoje, 24.08, acerca da antecipação salarial de 7%/? Ao menos a proposta foi colocada em pauta para, se negada, obrigar o patrocinador a utilizar o voto de minerva?

Anônimo disse...

Prezado Ari,
Enquanto ficarmos conversando e arrazoando como se fossemos meros assistidos e não DONOS de nosso fundo de pensao, as coisas nao vao acontecer.
Temos que SER donos do fundo, em conversas e em pensamentos...

Anônimo disse...

Meus amigos aposentados e pensionistas da PREVI,

Desculpem, mas acabem com esse "slogan ilusório" de que somos "donos" da PREVI! É um pensamento objetivo para o bem de todos... " "Gobierno é gobierno!!!" Eu aprendi com minha avó que não se deve contar com o ovo de véspera... mil desculpas pela sinceridade! Williams Silva-Aposentado da PREVI.

Anônimo disse...

Ou temos que analisar a Retirada do Patrocinio...

Ari Zanella disse...

Alô Williams!

Grande Conselheiro fiscal! Também acho que não somos donos de nada. Temos apenas direito à nossa Reserva Matemática que é administrada indiretamente pelo BB, não é mesmo?

Anônimo disse...

Dólar tem a maior cotação em 12 anos

Chora cavaco

Unknown disse...

Amigos, são 19 horas e até agora nenhuma notícia da reunião. Sabemos que foi não, temos certeza que foi não, mas queremos ouvir o não. A Previ tem um grande patrimônio, mas não são os associados que dele beneficiam. É o BB e a diretoria com polpudos salários e abonos anuais de R$ 500 mil. Deve ser porque cumprem direitinho as ordens do patrocinador de aplicar em renda variável e outras coisas mais. Devido a superávits com certeza não foi já que a verba de contingência só faz diminuir. Sem contar que os diretores se aposentam com o dobro do teto. E viva a nação tupiniquim onde as leis só valem para nós. Bolsa em 44 mil pontos, dólar nas alturas. Segura peão... Celio

Anônimo disse...

Prezados aposentados e pensionistas:

retirada de patrocínio, fim do voto de minerva, melhorias nas aposentadorias e pensões etc etc etc: isto tudo, não nos pertence mais!
A Previ vai ficar para manter os (agora sim, marajás e trambiqueiros) super-bem-aposentados desta nova geração de parasitas que se encastelou no poder.
Estamos fora e só servimos para massa de manobra. Se sobrar algo, quando as eleições se aproximarem, talvez ganhemos algo, senão ... Quem decide nosso futuro são os do Previ Futuro! A que ponto chegamos!

Anônimo disse...


Se temos apenas direito à nossa Reserva Matemática, significa que a fortuna do Plano 1 já tem destino certo daqui a alguns anos: vai tudo pro bolso do gobierno brasileño.

Ari Zanella disse...

Nosso amigo Célio (19:03) matou a charada (resposta) em suas primeiras linhas.

Essa matéria (para mim) está encerrada. Não sejamos tão ansiosos para ter como resposta um "não". Esta resposta não está escrita mas está no ar.

Anônimo disse...

Bem eu estava querendo saber alguma noticia sobre a reunião de hoje, mas o silêncio pesa, como disse o Prof. Ari Zanella a resposta está no ar. NAO.

Everton disse...

Caro Ari, não podemos exigir judicialmente que o reajuste volte acontecer no mês de junho?

Anônimo disse...

sobrar dinheiro p o governo? ateh se findar o plano os salarios vao se achatando e os " do poder" vao levando os milhoes.nao vai ficar um centavo\!

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

SALVE-SE QUEM PUDER

Depois da onda de pânico nas principais Bolsas de Valores do mundo, no dia de hoje, onde a maioria fechou em baixa significativa, a Bovespa que durante o período todo havia caído 6,5% acomodou em 3,3%, no final do pregão, e fechou nos 44.000 pontos, indicador que chama a nossa atenção para os riscos iminentes que a PREVI corre, neste momento, em que desce a ladeira sem freios e tudo indica que o balanço de 2015 será um desastre total, podendo, evidentemente, zerar os R$ 8 bilhões de superávits apurados em 30/06/15, que constituem parte da Reserva de Contingência e o balanço patrimonial se inverter para déficit.

Outra coisa preocupante é a desaceleração da economia chinesa, grande parceira do Brasil em importação de soja, minérios e petróleo, que pode reduzir as compras da Petrobras e da Vale e ou baixar os preços dessas commodities, empresas determinantes na performance da Bovespa.

Além disso, a queda no preço do barril de petróleo para US$ 38, em decorrência do excesso de oferta pelo Irã e Estados Unidos, sem dúvida vai inviabilizar a exploração do pré-sal, da Petrobras, visto que o custo da extração é superior ao preço de comercialização. Esse fator vai agravar bastante a combalida situação financeira de alguns países produtores, especialmente da Venezuela que sabidamente tem no petróleo a sua principal fonte de divisas.

Fora de controle, o câmbio flutuante elevou, nesta data, a cotação do dólar para R$ 3,55 o que, seguramente, vai contaminar e aumentar a taxa da inflação, vez que o seu efeito se espalha por diversos preços, a começar pelo pão e todos os produtos sujeitos a transporte e componentes importados na sua fabricação. A dívida pública de R$ 2.6 trilhões vai explodir em decorrência do dólar supervalorizado.

Enfim, não bastasse a crise econômica, política e de credibilidade em que estamos mergulhados e sem perspectivas de recuperação, soma-se os efeitos deletérios do mau desempenho da economia Chinesa para exacerbar o cenário que já era ruim e pode nos empurrar para abaixo do fundo do poço.

Extinta a mina dos superávits, sobra, para nós, associados da PREVI, como alternativa mais viável e palpável, da alçada da Diretoria Executiva, a dilatação do prazo do ES para 180 meses com vistas a ensejar a redução das prestações, sem cogitar elevação de limite de crédito, com o objetivo precípuo de acomodar uma situação instalada, existente, qual seja, de sanear os empréstimos vincendos do ES, ajustando-os a nossa real capacidade de pagamento.

Qualquer credor proativo sabe muito bem que às vezes é preferível fazer uma concessão (aumentar prazo) como melhor medida em defesa dos seus créditos a sacrificar o seu público alvo (Corpo Social), fazendo-o sangrar e levá-lo a insolvência.

Depois das experiências negativas e insustentáveis que estão ocorrendo no ambiente macroeconômico das Bolsas de Valores mundo afora, não é possível que a Diretoria Executiva da PREVI ainda vai insistir na estratégia suicida de concentrar o grosso dos nossos recursos em aplicações de Rendas Variáveis.

Anônimo disse...

mandado de segurança??????????????

Anônimo disse...

Caro Everton 24/08/15 22:51

Como o reajuste anual do INSS ocorre em janeiro, reverter a data recém alterada pela PREVI só nos traria prejuízo, por força do descompasso.
Digo isto porque à época o valor recebido de acréscimo pelo INSS era igualmente suprimido pela PREVI, pois meu benefício é complementar.
Então eu ficava de janeiro a junho sem qualquer reajuste.