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terça-feira, 4 de agosto de 2015

RETRATAÇÃO PÚBLICA

Tendo recebido em 03.08.2015, via Correios, a citação judicial do 5º Juizado Especial Civil do Rio de Janeiro, venho através deste meu blog fazer minha RETRATAÇÃO quanto à postagem publicada em meu blog em 02 de junho de 2015, cujo título foi VAN DA ALEGRIA NA PREVI? Na ocasião mencionei que entre as pessoas que iriam viajar estavam o presidente do Conselho Fiscal ODALI DIAS CARDOSO e sua suplente DIUSA ALVES DE ALMEIDA. Soube somente ontem dia 03 de agosto de 2015, repito, através da citação judicial acima que, na verdade, nem o senhor ODALI DIAS CARDOSO nem a sua suplente DIUSA ALVES DE ALMEIDA viajaram. Se por acaso soubesse destas informações antes, jamais teria publicado nada neste sentido e mesmo sabendo posteriormente a publicação já teria me retratado antes, mas infelizmente só soube na data de 03/08/2015.

RETRATAÇÃO

do que havia afirmado na postagem do dia 02.06.2015 de que o Presidente do Conselho Fiscal ODALI DIAS CARDOSO viajou, quando o correto é que nem o Sr. ODALI DIAS CARDOSO nem a suplente DIUSA ALVES DE ALMEIDA viajaram. Cabe-me DESCULPAR-ME publicamente pelo erro involuntariamente cometido baseado em informações de terceiros.
De outra parte quero igualmente fazer a RETRATAÇÃO por ter chamado o Sr. ODALI DIAS CARDOSO de omisso e negligente; sendo que efetivamente NÃO É.
Uma vez mais emito meu pedido de desculpas ao Sr. ODALI DIAS CARDOSO.


Joinville-SC, 04 de agosto de 2015.



Ari Zanella

33 comentários:

Fernando Lamas disse...

Saudações cordiais a todos.

EM PAZ
Prezado Professor, no uso do "faleconosco" da Previ, fui, sempre, atendido, satisfatoriamente. Sugiro o mesmo caminho, para o colega(18:56h), na postagem anterior.
Quanto ao outro colega(19:01h), com a (re)inclusão do seu Benefício Inss, no contracheque Previ, certamente, crescerá a MC, desconhecido, apenas, se suficiente, para recontratações.
Grato por tudo e PAZ E BEM!

"Humilhem-se, diante do Senhor e ele os elevará."
Tiago 4,10

tarcisio augusto bulhoes martins disse...

Prof. Ari boa noite. PRÁ ISSO ELES SÃO LIGEIROS. Tarcísio.

Anônimo disse...

Não é fácil, pois as injustiças são muitas, mas temos que nos esforçar.
Lições são para ser aprendidas.

Um abraço de um anônimo que admira seu trabalho.

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:

Caro Mestre, COM ou SEM RETRATAÇÃO, SEREI SEMPRE seu DISCÍPULO e SEGUIDOR.

NÃO PASSARÃO (CASSI). SIM PASSARÃO (CPI)

Anônimo disse...

Quando será q a Previ se retratará conosco?

Luiz F G Faraco disse...

Estimado professor,

A retratação, mesmo que compelida por meio judicial, em nada desabona meu especial sentimento por sua pessoa.

Quem na sua vida não disse coisas confiando nas fontes e depois descobriu que as mesmas não eram verdadeiras.

Com seu gesto -- e principalmente pelas palavras que o acompanharam -- digo-lhe que a meus olhos foi reafirmado seu compromisso com a honestidade e dignidade.

Forte e grande abraço.
Luiz Faraco

Rubens disse...

Essas coisas acontecem, Mestre, todos nós estamos sujeitos a informações truncadas, porem somente quem esta na chuva, corre o risco de se molhAr, e todos, eu disse TODOS NÓs ESTAMOS SUJEITOS A EQUIVOCOS,´por isso, bola para frente, de nossa insignificante parte e no sentido de colaborar , este colega aposentado aqui de Cambé-PR, tem todo o meu apoio, e os equivocos são para serem corrigidos... faz parte da vida. Colega aposentado.

Blog do Ed disse...

Estimado Mestre Ari
Tenho o amigo em altíssimo conceito. Sei que não atribuiria a um colega qualquer nota desabonadora indevidamente. A retratação exigida via justiça foi cumprida. Creio que o amigo a teria feito, se houvesse sido solicitada por via amistosa. Um abraço amigo do
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Professor Ari,

Entendo muito bem sua situação! Em 2002, terceiros me falaram bem de um cachaceiro apedeuta e eu votei nele. Até hoje tenho que me retratar com minha família, amigos e outras pessoas.

Anônimo disse...

O pessoal da Previ sempre estão atentos ao que se falam deles. São não estão atentos aos anseios dos associados. Cadê a antecipação dos 7%? Cadê as melhorias do empréstimo simples? Não estão preocupados, porque eles não precisam. Se cuidam meus amigos. O povo está abrindo os olhos.

Anônimo disse...



""" PÕ , MESTRE , EU QUE JÁ ERA SEU FÃ, AGORA SOU DEVEDOR """

Mestre, um abraço fraternal, eu quero lhe dizer que eu não tenho
a intelectualidade do Mestre Edgardo, nem a sua e nem tão pouco
a religiosidade do Fernando Lamas para expressar minha comoção
quanto a este acontecimento. Claro, tao claro quanto a luz solar
que você, integro como é, não publicaria a notícia se soubesse
que não correspondia à realidade . E, penso que seria uma atitu-
de nobre dos diretores se levassem o engano ao seu conhecimen -
to de forma reservada, mesmo porque a notícia que você deu foi
de forma jornalistica e oportuna porquanto se tratava de assunto
pertinente a um número expressivo de associados. Eu pensei em di-
zer que o amigo não tem pagamento para este mister, mas não vou
dizer pois você ganha nosso respeito, admiração, amizade e grati-
dão eterna. Pô, Mestre, a sua desventura me emocionou, mas trouxe
orgulho do amigo e colega. Fique com Deus, que você é bom !
Divany Silveira- Sete Lagoas-MG

Hermano disse...

Caro Prof. Ari, estou com você o que der e vier, a sua divulgação foi informação que realmente recebestes. Mas, os espertalhões decidiram cancelar a viagem, para que você retratar-se. Não se preocupe, tenho a certeza do que falastes, iria acontecer de fato. Vamos que vamos.

Anônimo disse...

Sinal que este blog é importante!

Cláudio Almeida disse...

Prof.

Não é que visitam o blog?

Aguardamos a antecipação, agora 7,5% e o ES, agora R$ 160.000,00.

Abraços

Alcides Maurício disse...

Caro colega Ari,
Seu gesto, retratando-se, confirma o seu caráter, honestidade, seu compromisso com a verdade.
Abraços

Jorge Teixeira - Araruama (RJ) disse...

Acho que esse acontecimento pode ser entendido como um tiro no pé do cidadão que solicitou a retratação pública. Ao contrário do que, imagino, seria a real intenção do autor do instrumento judicial, o moderador e o blog saíram ilesos, engrandecidos e ainda mais visíveis, não só pra mim como também para todos os frequentadores do espaço. Valeu amigo Ari.

Jeanne disse...

Esta e a prova que seu blog e lido por todos na Previ. Espero que leiam o que nos interessa. Abracos Prof. Ari, sou sua fa, Jeanne.

Medeiros disse...

Prezado Ari,

Quero cumprimentá-lo pela honestidade, objetividade e rapidez da retratação. Lamento que a nossa Previ não tenha feito na ocasião a necessária correcao em seu site de notícias, pois sabidamente acompanha nossos blogs, evitando assim essa situação desagradável.

Abraço forte

Medeiros

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


Enquanto o Sr. e o Mestre MEDEIROS têm SEGUIDORES, alguns OUTROS têm PERSEGUIDORES (CPI NELES).

Anônimo disse...

O Marcos já infartou! O Medeiros, dá sinais de que a idade já pesa! O Ari começou a ser envergado! Depois deles, o que nos restara? Vcs jovens! Reflitam bastante.

Anônimo disse...

CARO PROFESSOR -
Que mal lhe pergunte eu não entendi direito que lhe intimou foi a Previ? Desculpe eu não estar entendo bem. Valeu?

Ari Zanella disse...

Caro Anônimo 15:59

Faltou de fato dizer na retratação que não se trata da PREVI, somente um Processo Judicial de REPARAÇÃO DE DANOS MORAIS movido contra mim pelo Presidente do Conselho Fiscal da PREVI Sr. Odali Dias Cardoso. Isto significa que terei que ir ao Rio de Janeiro para a Audiência de Conciliação já marcada para o dia 14.12.2015, terei que contratar advogado, pagar locomoção, enfim uma série de despesas que poderiam ser evitadas. A retratação minha é apenas um gesto de boa vontade antecipada pois com certeza será exigida em juízo. Outro ponto é que ANTES DE IR AO JUDICIÁRIO se poderia ter-se buscado um entendimento (conciliação) a qual jamais me negaria.
De todo o modo a audiência já está marcada e temos que ir a um desgaste desnecessário.

João Rossi Neto disse...

Ilustre Ari e colegas,

EM SOLIDARIEDADE AO AMIGO ARI ZANELLA

O Presidente do Conselho Fiscal enxerga a árvore, mas não enxerga a floresta; Preocupa-se com formigas e deixa elefantes passarem ao largo, como, por exemplo, no artigo 49 do Estatuto, no tópico “competências”, tentaremos elucidar algumas questões na gestão da Diretoria Executiva da PREVI que trazem preocupações ao Corpo Social. Eis os incisos mais prementes:

VI – “Apontar eventuais irregularidades, sugerindo medidas saneadoras”; Acrescento: Em relação os superávits da PREVI que estão descendo a ladeira, tanto que houve queda de 50% no resultado de 2014 em comparação com o resultado de 2013, ou seja, caiu de R$ 24.7 bilhões de 2013 para R$12.5 bilhões em 2014. Inclusive, em face dos pífios resultados financeiros registrados nos balanços, ambos insuficientes para recompor os 25% da Reserva de Contingência. Em decorrência disso, a Diretoria Executiva antecipou em um ano o corte do BET e retornou a contribuição. Se esse retrocesso (marcha à ré) nos números do Fundo de Pensão não configurar falha na estratégia operacional, sujeita à correção de rumos no planejamento, pois trouxe prejuízos severos aos bolsos dos associados, só o Conselho Fiscal é que nada viu, não pesquisou e informou as causas do malogro, dando Parecer Técnico favorável às contas, como se tudo estivesse às mil maravilhas;

VII – “Fiscalizar o cumprimento da legislação e normas em vigor”; Acrescento: Por que nunca questionou a origem e ilegalidade da Resolução MPS-26/2008, documento jurídico inferior e espúrio, permitindo que a Diretoria Executiva implementasse as diretrizes da Resolução 26/2008 em detrimento da Lei Complementar 109/200, afronta vergonhosa, imoral e ilegal? Em corolário da flagrante desobediência à Lei Maior e disciplinadora da Previdência, o patrocinador BB embolsou irregularmente 50% da Reserva Especial distribuída em 24/11/10, valor fabuloso (R$ 7.5 bilhões) dando golpe astucioso e outro bilionário prejuízo aos associados;

VIII – “Acompanhar, periodicamente, o Programa de Investimentos da PREVI, observando sua aderência à Política de Investimentos e a outros parâmetros legais ou normativos existentes”; Acrescento: Será possível que só o Conselho Fiscal não vê que a concentração de recursos em Rendas Variáveis vem sendo responsável pelo fraco desempenho da PREVI, dado que os cenários econômicos da conjuntura hodierna são desfavoráveis à massificação do nosso dinheiro em ações e fundos de ações, impondo-se o redirecionamento de boa parte do capital em jogo para aplicações mais seguras e conservadoras, com vistas a reduzir a nossa exposição em Bolsas de Valores e pulverizar os riscos. Ao que consta parece que o Conselho Fiscal nunca se posicionou pelo lado da cautela e redução em negócios envolvendo o segmento de Rendas Variáveis. Que serventia tem o Voto de Qualidade que está à disposição do Presidente do CF!

Agora, arvorar-se de justiceiro por motivo banal e avançar com uma incrível rapidez sobre o colega Ari Zanella, exigindo-lhe retratação por ato falho, pareceu-me revanchismo, visto que o mal entendido poderia ter sido dissipado na esfera amistosa, tudo em família e entre colegas.

Se porventura o Ari se negasse a fazer a retratação, amigavelmente, aí, sim, utilizar-se-ia a interpelação judicial. Inobstante o excesso de zelo, em hipótese alguma tiro a razão dos ofendidos. Como o meu texto tem caráter dissertativo e indagativo (no condicional), se estiver errado em meus questionamentos, que o Presidente do CF esclareça os fatos focalizados que eu também me penitenciarei.

Anônimo disse...

Professor Ari,

Poderia transcrever quais são as responsabilidades do cargo de Presidente do Conselho Fiscal da Previ?
Acredito que se observamos item por item poderemos elogiar o Sr. Odali pelo criterioso desempenho do seu trabalho.
Além de elogiá-lo serviria como um pedido de desculpas mais elaborado

Anônimo disse...

05/08/15 17:24

Não vamos colocar mais lenha na fogueira.
O prof. Ari já deu explicações e o colega João Rossi Neto aduziu outras bem claras.
Sugiro ao caro professor que veicule um outro artigo, de modo que o blog siga seu curso normal e este, que se encontra em destaque, vá para as calendas.

Anônimo disse...

Panelaço, apitaço amanha na hora do pronunciamento.
Depois sera dia 16 na porta da previ.
Vamos la colegas!

Anônimo disse...

Proessor,

Não se preocupe, por conhecermos sua honestidade cada vez o admiramos mais. Eles sim devem estar tranquilos, pois têm muitas explicações a nos dar.

Anônimo disse...

Gostaria que uma auditoria independente apurasse todas as responsabilidades de todos que ocupam cargos na Previ. Como parece impossível, talvez a CPI o faça. Se cruzar com a Lava Jato serão muitas retratações.
Parece piada! É a lingüiça comendo o cachorro.

"As pessoas só percebem que são ricas, quando descobrem que o que delas é tirado tornam outras milionárias"
Nietzche

Bleinroth Toninho disse...

Prezado Zanella,

Isto nos dá alguma esperança:


LIMINAR DA JUSTIÇA FEDERAL GARANTE REVISÃO DE 84% PARA APOSENTADOS

04 ago
2015 Escrito por Patricia SalesSeja o primeiro a comentar!
andre-mansur-liminar-da-justica-federal-garante-revisao-de-84-para-aposentados

Segundo Gabas, a desaposentação fere o princípio da solidariedade entre segurados do INSS

Mesmo sem decisão final do Supremo Tribunal Federal (STF), instâncias inferiores do Judiciário reconhecem o direito à troca da aposentadoria para quem continuou a trabalhar com carteira assinada. Desta vez, um aposentado de Minas Gerais conseguiu liminar na 33ª Vara Federal do Juizado Especial de Belo Horizonte referente à chamada desaposentação. A medida determina a revisão do benefício ao considerar as contribuições previdenciárias feitas após sua concessão. O recálculo resultou em uma correção de 84,86%. O segurado que recebia R$2.083,43 por mês verá sua aposentadoria subir para R$ 3.851,49. O INSS vai recorrer da decisão.

De acordo com a advogada Carla Aparecida, da Associação Brasileira de Apoio aos Aposentados, Pensionistas e Servidores Públicos (ASBP), a Justiça acolheu o pedido de tutela antecipada (liminar) permitindo que o segurado do INSS renuncie à aposentadoria por tempo de contribuição liberada em março de 1999. Como ele continuou a contribuir para a Previdência, fez o pedido para incluir, no período básico de cálculo inicial, os descontos feitos posteriormente.

“Trata-se do recálculo do valor da renda mensal, em virtude das novas contribuições. Considerando que o direito pleiteado traz maiores benefícios ao segurado e que, dentro de uma política previdenciária que pretende manter a qualidade do poder aquisitivo do cidadão, cabe a explanação mais favorável”, defendeu a advogada da ASBP.

Ela explicou que o período incorporado foi entre 1999 e 2015, resultando um total de 50 anos, cinco meses e 16 dias de contribuição, entre 16 março de 1999 e 12 de março de de 2015. “Vale salientar que o processo ainda não acabou – a medida é liminar -, uma vez que a desaposentação aguarda decisão do STF. Assim, temos que continuar acompanhando, deixando claro que não há que ser feita nenhuma devolução”, diz.

O ministro da Previdência Social, Carlos Gabas, já declarou várias vezes ser contrário a desaposentação, por, segundo ele, ferir o princípio da solidariedade entre segurados do INSS. Segundo o ministro, as contribuições dos aposentados que continuam trabalhando também servem para financiar as aposentadorias dos demais beneficiários e as deles mesmos. “Não há nenhuma perda nisso”, defende Gabas.

Cerca de 70 mil processos tramitam na Justiça. A União alega que se for concedido novo benefício pelo Judiciário, haverá impacto de R$ 70 bilhões nas contas da Previdência.

PROCESSO PARADO

Desde 2003 o Supremo julga recurso sobre a desaposentação. Mas o processo parou no ano passado, devido a pedido de vista da ministra Rosa Weber. Relator do recurso na Côrte, Luis Barroso (foto), declarou em outubro de 2014 ser a favor do recurso que permite ao aposentado, que continua trabalhando, renunciar ao benefício e pedir outro mais vantajoso, sem ter que devolver nada.

NOVA FÓRMULA

O ministro Luis Barroso apresentou fórmula para revisar as aposentadorias, em outubro de 2014 durante julgamento da ação. A proposta leva em conta o tempo e o valor de contribuição de todo o período trabalhado, incluindo fases anteriores e posterior à primeira aposentadoria. A idade e a expectativa de vida (do fator previdenciário) serão as do primeiro pedido de concessão.

Fonte: O Dia

Anônimo disse...

Diretamente do Senado Federal, sobre o PDS-275/2012, de autoria do Senador Paulo Bauer, e que trata da Res. 26.
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04/08/2015
CAE - Comissão de Assuntos Econômicos
Situação:
MATÉRIA COM A RELATORIA
Ação:
O Presidente da Comissão, Senador Delcídio do Amaral, designa o Senador José Pimentel relator da matéria.
Ao relator.
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Não é que nosso ex-colega, o Zé Pimentel, que assinou a malfada resolução, voltou a ser relator da mesma.

Assim fica difícil...

Anônimo disse...

Senhores,

Corretíssima sua retratação (não confundir com selfie), colega Ari.
Ficamos contentíssimos que nossos conselheiros fiscais não foram viajar, pois não são negligentes, nem omissos.

Parabéns a você e aos que não foram viajar.

Anônimo disse...

nao se preocupe, a Veja acusou Romario injustamente de ter conta na Suiça.acontece...........

Anônimo disse...

Você corre um sério risco de não receber kit cara crachá,viu Ari.