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domingo, 30 de agosto de 2015

POR QUE AINDA NINGUÉM PENSOU NISSO?

          Tempos de crise, desemprego crescendo, Lava Jato no auge, corrupção aos borbotões. Uma ideia de gênio não ainda concretizada é abrir uma fábrica de bonecos infláveis com o objetivo de difundir norte a sul do Brasil todo e qualquer político envolvido em esquemas de corrupção. Referidos suvenirs seriam vendidos em lojas de presentes, camelódromos, em todos os tamanhos desde chaveiros até decorativos para festas, adereços para automóveis. Enfim, poderia se criar uma marca registrada para demais fins como etiquetas e adesivos. O protótipo já foi lançado, já virou meme com os dizeres "13-171". O que falta é alguém produzir em larga escala.
         Falta criatividade aos empresários brasileiros. Neste momento de crise poderiam incrementar seus faturamentos, ajudar na criação de empregos, colaborando também para combater a corrupção, apontando os malfeitores da nação. Seria então medo de serem processados? Esta hipótese somente seria considerada se os acusados fossem inocentados pela justiça. Porém, vale lembrar, embora o boneco represente o ex-presidente Lula, apesar de muitas suspeitas, ele não está sendo processado por ninguém. Melhor seria colocar em seu lugar a caricatura de seu melhor amigo, José Dirceu.
              

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

QUAIS CAMINHOS TRILHAR?

            Quem de nós, por mais otimista que seja, pode vislumbrar qualquer vertente de progresso em nosso querido Brasil? Por mais que a Globo se esforce para espelhar uma fotografia que não existe, o dado real é que assistimos, dia após dia, um partido estrelado dilapidador exaurindo os derradeiros recursos protelatórios para se manter no poder a qualquer custo.
         Infelizmente, os poderes aparelhados à moda de Cuba e Venezuela, impedem a aplicação de legislação eficiente para julgar e punir todos esses lesadores da pátria, o principal deles residente em São Bernardo do Campo. O Foro de São Paulo que congrega os países bolivaristas, os maiores beneficiados pelos financiamentos via BNDES, bilhões de dólares que poderiam ser muito bem aplicados aqui no Brasil. Enquanto isso estão querendo ressuscitar a velha CPMF. Que venha para provar que somos um povo marcado, feito gado de quem fazem gato e sapato.
                 Por isso o pessimismo reina. Juros nas alturas, desemprego em alta, inflação cedendo a conta-gotas. Qual a credibilidade ou a confiabilidade existente para um indispensável pacto nacional, num ambiente onde a presidente pode ser julgada pelas famosas pedaladas fiscais, além das investigações sobre as doações de campanha de sua reeleição já decretada pela maioria dos membros do TSE. No Senado, seu presidente e outros aliados já investigados pela Lava Jato, faltando somente a denúncia do Procurador-Geral. Na Câmara ele já o fez atingindo o presidente Eduardo Cunha.
             A Petrobras, outrora nossa maior orgulho, hoje vende parte de seus ativos para fazer caixa. O BNDES ainda não foi investigado, blindado que está por decretos presidenciais. Se não passarmos o Brasil a limpo, como dizia Bóris Casoy, vamos afundar mais e mais. Não pode existir tamanha impunidade. O nosso povo é muito pacífico, não sabe reivindicar como deve e merece. Deus salve a pátria brasileira!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

E O PIOR AINDA ESTÁ POR VIR

           Prenúncios catastróficos introduziram a semana entrante como uma espécie de prévia setembrina de acontecimentos muito preocupantes. Sem querer ser profeta do apocalipse, não há como fechar os olhos diante dos sinais visíveis que surgem claramente nos momentos presente.
             A falta d'água é um sinal irreversível. A China vai abalar a economia mundial. O mundo é uma engrenagem e a China tem a maior relevância. A dívida americana para com o país asiático é astronômica. Os chineses já ameaçam liderar uma nova moeda lastreada em suas reservas de ouro. A "explosão" em Tianjin pode ter sido obra de retaliação do Pentágono por esta supremacia de moeda. Setembro é o mês do Shemitah judaico, é um sinal bíblico  em relação ao povo judeu. Lembremos que 2001 tivemos após o ataque às torres gêmeas, uma violenta queda na bolsa de NY; em 2008 outra crise ainda de maior duração. O ciclo é de 7 anos, em 2015 haverá mais uma queda(?). Hoje a bolsa caiu no mundo inteiro (prévia?).
             Não queremos de modo algum alarmar ninguém. Tenhamos fé em Deus mas que ninguém se encontre dormindo com todos os sinais visíveis de que Deus está perdendo a paciência conosco.
               Em nosso mundo previano estamos no mato sem cachorro. Ou alguém pensa que a bolsa em 45 mil pontos não nos afeta em nada? E ela poderá provavelmente cair ainda mais. Que ninguém mais se iluda. Não teremos adiantamento, nem qualquer benefício extra. Oremos pela manutenção de nossas aposentadorias.
A TERRA JÁ MOSTRA O SEU LAMENTO - CREIAM NO SENHOR JESUS CRISTO!

domingo, 23 de agosto de 2015

SEGUNDA-FEIRA VINTE E QUATRO DE AGOSTO

        Reúne-se neste segundo dia da semana no quarto andar do Centro Empresarial Mourisco na Praia de Botafogo(RJ), o órgão máximo de nosso fundo de pensão: o Conselho Deliberativo.
         Presume-se que o assunto do controvertido adiantamento salarial de 6,82% esteja na pauta para ser votado. Se estiver na pauta, há a real possibilidade de utilização do voto de qualidade por parte do presidente Robson Rocha, indicado pelo patrocinador. Tal dedução se prende ao fato de pelas discussões anteriores na diretoria, o patrocinador não ter sido favorável ao pleito. Por isso, é bem provável que sequer tenhamos a inserção do tema na ordem do dia, devido exatamente a esta pré-disposição do BB.
            Espera-se, realmente, que o assunto tenha um desfecho, favorável ou não, porém discutido e votado como requer a boa governança.

sábado, 22 de agosto de 2015

AS CRISES SÃO GRAVES E ELAS SE ALIMENTAM

         Um dos principais tópicos debatidos no encontro de Governança Corporativa no Rio foi a tempestiva observância de SINAIS que sempre precedem situações de instabilidades. Eles são como alertas que, se bem interpretados, servem de correções de rumo ou novas setas na encruzilhada para trilhar novos caminhos que pouco mais à frente renderão seus frutos.
            No panorama nacional as crises se evidenciam. Há temores de parte do governo de que o PMDB, partido aliado e fundamental na sustentabilidade ao governo, ameace sair em bloco do governo. O vice-presidente Michel Temer está desconfortável no cargo. Já colocou o cargo da coordenação política à disposição da presidente Dilma, que por sua vez deseja isolar de vez o presidente da Câmara dos Deputados. A intenção final é retirá-lo da presidência da Câmara pois tem sido uma "pedra no sapato" do governo.
           O ministro Gilmar Mendes, vice-presidente do TSE, fez um pedido à PGR e à Polícia Federal para que se investigue as contas de campanha da presidente Dilma em 2014. Ele afirma que as contas de campanha do PT foram aprovadas COM RESSALVAS e que agora, com as últimas investigações da Lava Jato, teriam novas evidências confirmadas. Já o presidente do Senado  poderia estar envolvido em relação aos fundos de pensão. A CPI dos fundos de pensão começou a funcionar, aliás, duas: Uma no Senado e outra na Câmara. Vamos aguardar o desenrolar dos acontecimentos. Há suspeitas mas todo mundo é inocente até prova em contrário.
            O dado concreto é que uma crise alimenta outra e assim pode haver uma reação em cadeia. O importante é que houvesse uma união geral da sociedade para buscar uma saída com a finalidade de estancar as crises e fazer o país voltar a crescer porque a crise econômica só afeta o sofrido povo brasileiro. Que o nosso Deus possa guiar a nação alcançar tempos de prosperidade e de entendimento, até com renúncias no campo pessoal para beneficiar toda a coletividade.
BRASÍLIA, 55 ANOS, PRECISA DEMONSTRAR MATURIDADE.

       As bolsas mundiais fecharam no último mês com fortes quedas, China em primeiro seguida por Japão, Alemanha, Estados Unidos e Brasil.
Para ser franco estou com medo do mês de setembro, de um possível baque na bolsa de Nova Iorque. Estou sendo pessimista demais? 

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

CONTO DO ENGRAXATE

             Terça pela manhã dirijo-me a pé do Rio Othon Hotel ao Sofitel Convenções num trajeto aproximado de mil metros, quando em determinada passagem fui alertado por um jovem de que meu sapato estava sujo com um creme amarelado, tipo mostarda. De imediato constatei a veracidade ao que o mancebo gentilmente aproximou-se, prontificando a auxiliar-me. Deitou sua pequena caixa no calçadão equipada com escovas, pasta de engraxar, e até um frasco com água de cheiro. Seu discurso era de que a sujeira provinha de dejetos humanos mas que não me preocupasse pois com sua água cheirosa eu não iria exalar mau cheiro algum. Curioso é que a imundície grudou somente no couro de sapato, a sola estava limpa, o que significa dizer que não pisei em nada estranho. Também não sei explicar como aquilo foi parar ali já que não percebi nenhuma aproximação. Deve ter sido a esperteza carioca ou a minha baixa percepção tendo em conta minha visão monocular.
           Encerrado os trabalhos de limpeza, perguntei-lhe o valor a pagar: São 30 reais. Paguei-lhe e agradeci como alguém que de fato sentiu-se ajudado. No restante do caminho me senti um perfeito otário, refletindo quão fácil foi ter sido ludibriado. E olhava a cada instante ao redor e para os pés.
     

terça-feira, 18 de agosto de 2015

ENCERRADA A GOVERNANÇA

         O encontro sobre Governança Corporativa promovido todos os anos pela PREVI e algumas das empresas participadas, neste ano foi um tanto menos extenso: de dois dias cheios como de costume, tivemos neste ano a tarde de segunda e o dia inteiro de terça-feira. Achei mais enxuto, mais bem organizado, com temas voltados aos conselheiros nas empresas participadas. Bola dentro aos organizadores.
         Nesta manhã falaram o Gueitiro pela diretoria, Robson Rocha pelo Conselho Deliberativo e Odali Dias Cardoso pelo Conselho Fiscal. Gueitiro reiterou que a situação do fundo, no tocante à liquidez, é tranquila. Rocha ressaltou a boa qualidade de todos na PREVI. Odali louvou a Santíssima Trindade e falou na Virgem Maria. Gostei de seu gesto como cristão, no entanto, depois de dizer que no Conselho Fiscal "é preciso inovar e renovar todos os dias, mas que com uma equipe de técnicos tão qualificada, tal tarefa fica muito facilitada" não deixou por menos, entretanto, alfinetando este humilde servo de Deus, afirmando: "Tenho dois casos de colegas que levei à justiça porque carregaram demais nas tintas contra o presidente do Conselho Fiscal."
Na véspera, o meu amigo Teixeira que é muito amigo do Odali tentou em vão motivá-lo a retirar a queixa judicial movida contra mim. Pelo menos tentei fazer o que diz o evangelho onde Jesus sugere reconciliação antes de ser levado ao juiz. É bom seguir o que disse o Mestre: "Fazei o bem aos que vos perseguem e odeiam; amai os vossos inimigos, para que sejais filhos de Vosso Pai que está nos céus, que faz nascer o sol sobre bons e maus, e faz chover sobre justos e injustos!"
Meu caro Odali, Jesus te ama, desejo do fundo do meu coração que a tua alma seja salva! Se puderes leia o Sermão da Montanha, capítulos 5,6,7 de Mateus. Obrigado, meu irmão!
         Nos bastidores soube que é bem provável que a PREVI banque o adiantamento do 13° salário sobre a verba do INSS. Hoje li no jornal que a presidente Dilma está tentando adiantar a parcela para todos, ainda que em parcelas. Quanto ao 13°ES trata-se de empréstimo do 13º salário, assim como faz a Cooperforte. Os juros são iguais ao de ES normal. O prazo é aquele: Em janeiro se adianta o valor de abril e depois o valor de novembro. Vamos pagar juros e correção sobre um dinheiro que já é nosso.
        Por hoje era isso. Espero não ter ofendido ninguém nesta postagem. Estou com medo até da minha própria sombra. Um grande abraço ao Paulo, presente hoje no encontro, que veio me dizer que lê diariamente o meu blog e que gosta muito de minhas mensagens espirituais. Um imenso abraço meu grande amigo Paulo!

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

DUBAI SEM CORRUPÇÃO

       Conversei hoje aqui no hotel com um empresário de Dubai, no Oriente Médio, o qual me disse não existir corrupção por lá. Quis, então, saber porque e ele me contou num bom inglês que não havia necessidade posto que o povo de lá recebe todo o auxílio governamental, o país está rico pelo petróleo, então o governo não deixa ninguém nativo fora da distribuição. Brinquei perguntando se era como aqui, respondeu que lá é zero mesmo.
            Então viva Dubai, país que divide muito bem seu PIB com toda a sua população sem exceção. E quem quiser ganhar mais pode trabalhar como faz o amigo muçulmano com quem tive o prazer de treinar o meu inglês por produtivos quinze minutos.

domingo, 16 de agosto de 2015

SEMANA CHEIA NO RIO

         Meus amados,

         Sigo daqui a pouco para o Rio de Janeiro onde amanhã e terça-feira participarei do Encontro de Governança Corporativa que acontece todos os anos. Em seguida, na quarta e quinta estarei na reunião ordinária do Conselho Consultivo que, para diminuir custos de translado, foi feita contígua ao Encontro de Governança.
          Soube que o meu grande amigo e parceiro Dr. Medeiros estará ausente, fato que me impedirá de trocar com ele, preciosas ideias. Mesmo assim veremos o lado positivo dos gabaritados palestrantes. Na reunião ordinária do CC temos a oportunidade de pedir esclarecimentos sobre a polêmica do adiantamento conforme denuncia o diretor Marcel em seu recém-criado blog. Pretendo averiguar a fundo esta matéria posto ser de suma importância para todos os associados.
          Como não poderei monitorar o blog amiúde vou liberar os comentários para opiniões de identificados, deixando portanto, até a próxima quinta-feira à noite, os caros anônimos de fora. É que não consigo me dar bem com o tablet, vivo "brigando" com essa tecnologia "touch screen".
                  Um feliz domingo a todos e uma ótima semana!

"O Senhor não vê o homem pela aparência...mas Deus olha diretamente para o coração." 1 Samuel 16:7

sábado, 15 de agosto de 2015

O PMDB É O ÚNICO QUE PODE...

       Mesmo inserido no contexto contaminado de nossa política, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro é o único que possui o antídoto para purificar (se isso fosse possível) o dragão esviscerado por abutres especializados na engenharia da dilapidação, vulgarmente conhecido como corrupção.
          Lula, sempre a velha raposa, esteve nesta semana no palácio conversando com lideranças do Senado, mais especificamente com Renan Calheiros, decretando o isolamento da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha e seus aliados. O nobre STF já concordou que as pedaladas de Dilma serão julgadas pelos senadores capitaneados por Renan, e por procuradores capitaneados por Janot (inimigo declarado de Cunha). Nesse contexto, dificilmente haverá punição à presidenta. Parece estar tudo orquestrado para tal fim.
           Houve entrementes ensaios de retaliação armada, do exército da CUT, do MST, e demais simpatizantes do partido dos Trabalhadores. Cuidem-se quem pretender manifestar-se no dia 16, domingo. Lula e Dilma avisam que estão bem na defesa e melhor ainda no ataque.
SE A JUSTIÇA CONSEGUIR FAZER COM QUE SOMENTE LULA SEJA PUNIDO JÁ TERÁ CUMPRIDO SUA NOBRE MISSÃO. QUE FIQUEM SOLTOS TODOS OS DEMAIS!

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

MUNICIANDO A CPI DOS FUNDOS

Entendo que tão logo a CPI dos Fundos de Pensão comece a funcionar, caber-nos-á a obrigatória tarefa de municiá-la com denúncias das irregularidades que a nosso juízo devam ser investigadas, sobretudo em relação a Resolução 26/2008, aí enfatizando a  indevida e proibida  inovação da Reversão de Valores que possibilitou  a metade dos superávits das EFPCs (50% da Reserva Especial) para os patrocinadores.
É claro que a Resolução 26/2008 se aplica a todos os Fundos de Pensão, sem distinção, no entanto, sabemos que ela foi encomendada especificamente para a PREVI por ser ela a gigante da Previdência Complementar na América Latina e  detentora de um patrimônio bilionário, na época, superior a R$ 150 bilhões, cifra astronômica que despertou a ambição e a cobiça do Governo e, por conseguinte, do patrocinador BB, cabo do chicote do Governo para dar ordens indiretas e fazer o que bem entender com os nossos recursos, inclusive determinações para obrigar os Fundos de Pensão a aplicarem dinheiro em empreendimentos de interesse do Governo, a Sete Brasil, por exemplo, na qual a PREVI entrou com R$ 188 milhões e deve amargar um prejuízo de R$ 144 milhões, isto porque conseguiu reduzir a sua exposição antes da paralisação dessa empresa, afetada pela Lava Jato em decorrência das propinas na locação e construção dos navios plataforma.
Penso que a CPI poderá, mediante sugestões de medidas corretivas, apontar para o cancelamento da Resolução 26/2008 e caso isso ocorra o patrocinador BB deverá devolver os R$ 7.5 bilhões recebidos indevidamente, porque é inadmissível e taxativamente vetado pela Lei Complementar 109/2001, a DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO para os participantes, patrocinador e assistidos. Evidentemente que, na forma REVISÃO DO PLANO DE BENEFÍCIOS,  que não deve ser confundida com 'REVERSÃO DE VALORES, isto é plenamente viável e recomendado pelo artigo 20 da citada lei.
É notório que a extinção da Resolução 26/2008 será o foco principal das nossas gestões, contudo, outras questões de grande relevância como o Voto de Minerva, embora esteja previsto na LC 108/2001, deve ser levantado, conquanto essa prerrogativa é legal, porém, autoritária, IMORAL e  que não se coaduna com o processo DEMOCRÁTICO que se moderniza diariamente para o melhor funcionamento das relações sociais, o que abriria uma janela para discutir a necessidade, no âmbito da CPI,  de modificar a redação da LC 108/2001 e abolir esse entulho autoritário que é o Voto de Minerva, de modo que se implante a legítima Gestão Compartilhada, onde as decisões sejam de fato colegiadas e definidas por maioria simples de votos.
A sociedade mundial vive o século da quebra dos paradigmas em todos os segmentos da vida, em um processo frenético de evolução cultural, político, social e, em especial, no campo da informação em tempo real, de sorte que não tem lugar para nada que seja estático, anacrônico e que significa retrocesso, daí a imposição do povo para haja dinamismo, modernidade e tempestividade nas soluções dos problemas para atendimento dos anseios dessa sociedade cada dia mais exigente.
Em que pese a lei não tenha o papel e tão pouco a filosofia de interferir nas condições operacionais adotadas pelos agentes financeiros, acho que podemos levantar, relação a PREVI, a questão do Empréstimo Simples, posto que ela tem atuação limitada e diferenciada com os seus participantes e assistidos, assemelhando-se em pouca coisa com as instituições financeiras do mercado capitalista, onde o lucro é a cereja do bolo, e levar aos membros da CPI as exigências absurdas e desumanas que a Diretoria Executiva da PREVI nos impõe, sobretudo  em face da vergonhosa discriminação dos idosos, em termos de prazos menores para liquidação dos empréstimos e preços maiores para a contratação do seguro por morte, o chamado FQM, fundo que garante o pagamento do contrato em caso de morte do devedor.
É incompreensível tanta exigência, onde os recursos que lastreiam os empréstimos são de propriedade dos próprios tomadores, os quais ainda pagam o FQM na formalização da operação, sendo "zero" o risco de inadimplência. Assim, não justifica, sob nenhum pretexto, a não concessão do prazo limite de 180 meses na linha de crédito, mais adequado à capacidade de pagamento dos tomadores, já que o Fundo de Pensão opera num horizonte temporal de 20 a 30 anos na compra de seus papéis financeiros (nas aplicações financeiras  em ativos). Se na gestão do dinheiro dos associados, a PREVI trabalha no longo prazo, por que não estender as mesmas condições aos verdadeiros donos do Fundo de Pensão, ou seja, apenas os 15 (quinze) anos postulados? O apego ao aspecto idade é outra aberração operacional que não tem sentido, tendo presente as explicações acima.
Possivelmente, um abaixo assinado capeando um relato pormenorizado das irregularidades poderia ser o melhor caminho, entretanto, como é um trabalho demorado e o tempo  como não é nosso aliado, penso que elencados os assuntos através de consulta aos colegas e entidades representantes do Corpo Social, o arrazoado seria subscrito por essas entidades, as quais fariam constar, no cabeçalho, nas suas qualificações,  o número de associados que cada uma representa, para fins de atestar o universo de pessoas que estão envolvidas e que se dirigem a CPI. A minha sugestão comportou três assuntos, contudo, outros poderão e deverão ser aventados para enriquecer as denúncias, desde que, é óbvio, tenham contundência e possamos indicar provas, porque denúncia vazia e infundada não tem valor.

Nesse trabalho o que importa é a ideia em si, não sendo, portanto, uma receita pronta e nem um produto acabado.

(João Rossi Neto - Goiânia - GO)

domingo, 9 de agosto de 2015

MAIS CASSI - MOMENTO DE DECISÃO

ANÁLISES - A CASSI E A RESPONSABILIDADE DA PATROCINADORA BB

Texto de Ronaldo Nieto Mendes

A UNIDAS - União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde, é uma entidade associativa sem fins lucrativos, representante do segmento de autogestão no Brasil, que compreende um universo de cerca de 5 milhões de beneficiários atendidos por planos de assistência à saúde administrados por aproximadamente 140 instituições filiadas.
       Ao ler os postagens venho encontrando algumas considerações bem fundamentadas sobre a situação da CASSI, entretanto em outros podemos notar alguma falta de consistência e conhecimento dessa realidade, que em alguma medida reflete o que vem ocorrendo nos planos de saúde, especialmente os classificados como de autogestão.
Fazendo minha parte, vou me atrever a dar um pitaco sobre o tema.
       Em primeiro lugar, o plano de autogestão tem custo diferente do plano tradicional que conhecemos.
São vários os motivos, entre eles:
- Não visa lucros; a tributação é bem menor por tratar-se muitas vezes de instituição de assistência social sem fins lucrativos, como a CASSI;
-Não possui custos de intermediação;
-Não mantém grandes despesas com publicidade e propaganda; E não raro se utiliza, sem ônus, de estruturas ociosas e/ou compartilhadas da Patrocinadora/Instituidora para administração/gestão/atendimento aos associados/usuários.
- O plano de autogestão nos dias atuais mantém também atendimentos próprios, a exemplo das CliniCASSI, voltados à promoção do bem estar e da saúde e prevenção de moléstias, o que reduz bastante a médio e longo prazo as despesas dos próprios planos. O plano tradicional ao contrário ainda não vem se utilizando dessa estratégia.
       Portanto, simplesmente comparar custos da CASSI com planos tradicionais privados (Unimed, Amil, e outros) é totalmente inadequado e descabido.
       Outro equívoco é o emprego do cálculo atuarial utilizado para fins de quantificação contábil e informação/sinalização aos acionistas e mercado de prováveis despesas/passivo pós-laborais futuros, resultantes dos compromissos firmados com seus atuais e ex-empregados, e querer, mediante esse cálculo simplificado, resgatar antecipadamente suas obrigações com o plano de saúde instituído.
       Os indicadores utilizados para os cálculos atuariais, embora possam ser considerados exatos e suas aplicações receberem total conferência e conformidade, não deixam de ser premissas muito subjetivas, e o mais provável é que não resistam a qualquer bem fundamentada auditoria/consultoria independente que vá auferir a qualidade da gestão dos recursos sob controle, e os motivos que levam a CASSI não se situar bem nos indicadores da UNIDAS (União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde).
       Por outro lado, a legislação criada em dezembro de 2012 pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) são três atualizações do texto referente às regras de concepção e publicação de balanços das Companhias no Brasil, de forma a seguir o padrão contábil internacional (IFRS) em língua inglesa. Nada mais.
       A norma que vem sendo citada pela Patrocinadora estava entre elas: Deliberação nº 695/12, e refere-se ao pronunciamento CPC 33 (R1), que trata da contabilização de benefícios a empregados.
       A regra estabelece que a empresa reconheça um passivo quando o empregado presta serviço em troca de benefícios a serem pagos no futuro;
       E uma despesa quando a entidade se utiliza do benefício econômico proveniente do serviço em troca de benefícios a esse empregado.
       Portanto a legislação criada pela CVM se destinou a padronização contábil, jamais a amparar um caso específico como aquela em andamento na CASSI.
       Sua aplicabilidade é totalmente questionável.

Assistência.

       Lembremos que já houve grandes aportes de recursos na CASSI realizados pela Patrocinadora, concomitante foram promovidas quase sempre alterações em sua gestão, com a promessa de novas e auspiciosas realidades, o que acabou não ocorrendo. A reincidência desse quadro, bem demonstra que o problema é bastante complexo e foge ao raciocínio lógico de que simples capitalização e indicação/alteração de prepostos na gestão poderia resolver em definitivo os quadros observados.
       Ficou bem claro que na verdade o problema vai muito além. Esse “quantum”, que pode ser muito mais do que financeiro precisa ser bem e criteriosamente dimensionado, sob pena de incorrermos em atitude irresponsável e indesculpável junto aos associados dos diversos planos da CASSI, deixando-os no momento de maior necessidades a mercê da própria sorte.
       Possivelmente, seremos levados a aceitar as condições que estão sendo impostas pela exaustão de energia e recursos, mas certamente vai valer a pena resistir enquanto pudermos.
       Em uma democracia há maneiras legais de confrontar o abuso de poder coercivo que atua contrariamente ao interesse público, de alguma grande coletividade ordeira e bem informada, desviando-se de sua finalidade, para jubilar-se com ganhos temporários alterando as regras do jogo no meio da partida, e não dando condições aos adversários de terem outras opções, de inclusive desistirem do campeonato em condições dignas.
       No caso da Patrocinadora os valores em jogo de R$ 5,8bi em nada irão melhorar sua rentabilidade, nem quebrar sua higidez incontestável.

Portanto, concluímos com a pergunta:Bom para todos ou só para alguns escolhidos?

HOJE É DIA DOS PAIS

                                HOMENAGEM A MIM DEDICADA PELA SIMONE NO SEU FACEBOOK

             Todo dia devia ser dia do pai, da mãe, da avó, do avô, do portador de necessidades...Algumas datas o calendário comercial considera relevante para as vendas e por isso ficam mais marcadas.
        Tenho três filhos, a Simone que em outubro me dará a primeira neta, o Kleber que ainda não conseguiu voar sozinho e o caçula, o Yuri, que é formado em engenharia civil, aquele que mais me alegra pelo fato de já ter atingido a maturidade espiritual, apesar de ser o mais jovem. Agradeço ao Senhor a dádiva dos meus filhos sempre amorosos e presentes, e oro diariamente para que não lhes faltem o necessário, todos os dias.
                  Assim, peço a Deus por todos os pais para que não lhes faltem fé e esperança para prosseguir em suas nobres missões. E dentre estas missões está a paternidade responsável, o milagre de gerar e cuidar daqueles que são sangue de seu sangue. Dizem que o fruto não cai longe da árvore, daí o valor do bom exemplo para dignificar e arrastar os filhos para o caminho de bem. Os filhos se espelham nos pais. Cabe aqui aquele ditado popular: "Palavras comovem, porém os exemplos arrastam!"
                 Feliz e abençoado dia dos pais a todos os genitores que acompanham este blog. Que a paz de Deus Pai, o amor do Filho Jesus Cristo e a comunhão do Espírito Santo estejam sempre presentes na mente e no coração de todos os pais deste extenso Brasil.

sábado, 8 de agosto de 2015

CASSI - CONSIDERAÇÕES NECESSÁRIAS

Está insculpido no artigo 27 do Estatuto que o Corpo Social é o órgão supremo de deliberação na CASSI e dele emana a defesa de nossos interesses e do melhor desenvolvimento das atividades do Plano de Associados.
                   Nós, associados, somos este Corpo Social e donos das decisões especificadas nos incisos “III, IV e V” que pinçamos, as quais vão depender de nossos votos através de Consulta Extraordinária para autorizá-las ou não, em especial as decisões de que cuidam os incisos III e IV, daí a importância de votarmos coesos contra a proposta do patrocinador BB, vazada nos capítulos abaixo, visto que os seus termos poderão afetar os nossos direitos vitalícios e comprometer irreversivelmente a sustentabilidade e a sobrevivência da CASSI, senão vejamos:           
 III -  deliberar sobre aprovação de alteração estatutária;
 IV –  deliberar sobre elevação das contribuições, observado o disposto no Art. 86;
 V -  deliberar sobre a aprovação do Relatório anual e as contas da Diretoria Executiva, depois de aprovados pelo Conselho Deliberativo e acompanhados de parecer do Conselho Fiscal.
Portanto, qualquer alteração no Estatuto para liberar o patrocinador BB dos seus compromissos com os pós-laboral ou pós-emprego dependerá do nosso voto secreto no “SIM”, em eventual Consulta Extraordinária que vier a ser feita ao Corpo Social, o que explica o grito de guerra de “NÃO PASSARÃO” ou “NÃO PASSARÁ”, pois, os associados não são idiotas a ponto de votarem a favor dessa proposta unilateral que beneficia apenas o patrocinador BB e que visa liberá-lo de sua DÍVIDA ORIGINAL E MORAL conosco.
O compromisso vitalício do “EMPREGADOR BB” de oferecer assistência-médica-hospitalar para o pós-emprego remonta a 1973, data em que se tornou obrigatória, para as admissões no BB, a Adesão ao Plano de Associados da CASSI, condição essa que integrava o contrato individual de trabalho, inclusive o BB  tinha na conta de que o ingresso na CASSI como instrumento de proteção vitalícia à “SAÚDE” do seu funcionalismo em atividade e aos pós-laboral, na prática, funcionária como um “Salário Indireto”.
Do ponto de vista capitalista, o BB por comercializar as suas ações em Bolsas de Valores e dever satisfação à CVM e aos acionistas, certamente tem como meta libertar-se das despesas com as contribuições patronais dos pós-laborais – aposentados e pensionistas – e dos aportes para cobertura dos riscos atuariais da CASSI (déficits).
Depois que sugou até o bagaço a força de trabalho na idade mais produtiva, os ex-empregados tidos anteriormente como o maior patrimônio da empresa, hoje são um estorvo que o banco quer se descolar a qualquer preço, dada a inutilidade do pessoal idoso.
Dentro desta ótica, entendo que a proposta do patrocinador BB de elevar a contribuição de 4,5% para 5,49% é um artifício dissimulado que, inteligentemente, objetiva provocar alteração oportunista no Estatuto para viabilizar as alterações que lhe convém, haja vista que havendo qualquer aumento na contribuição, automaticamente, a elevação de valor implicará em ajuste no Estatuto.
É de uma clareza solar que a transferência dos R$ 5.830 bilhões provisionados em sua contabilidade, para a CASSI, representará uma espécie de último aporte de recursos para o seu desligamento definitivo dos destinos da nossa Caixa.
Efetivamente a transferência para a CASSI do crédito dos R$ 5.8 bilhões junto com o reajuste da contribuição patronal para 5,49% sobre os proventos brutos dos funcionários em atividade, certamente viabilizarão a planejada e ardilosa alteração estatutária que, nitidamente, contém segundas intenções para nos iludir.
É muito simples, o BB colherá o ensejo da reforma estatutária para introduzir no seu texto, dispositivo jurídico para fazer cessar a obrigação alusiva à contribuição patronal concernente ao pessoal pós-laboral, bem como sobre os riscos atuariais da Caixa (déficits), ficando a sua vinculação restrita aos funcionários em atividade e seus dependentes que somam 256.277 participantes, posição de 2014.   
No jargão esportivo seria como a compra do próprio passe para sair do time deficitário (CASSI) e eximir-se da cobertura de déficits futuros, especialmente neste momento em que a situação financeira da Caixa está deficitária, de solução complexa e carece com urgência de novos aportes para sanar os rombos registrados nos balanços de 2013 e 2014, tudo isso para evitar que o atendimento seja paralisado. Aqui se aplica  a máxima de que não se faz omelete sem quebrar ovos. Em outras palavras, sem aportes, em pouco tempo as atividades da CASSI correm o risco de serem encerradas.
De outra parte, caso passe a proposta em negociação, o patrocinador BB concretizará o golpe de misericórdia (xeque-mate) na Diretoria Executiva, dado que o aporte de R$ 5.8 bilhões, inobstante paliativo, é vital à sobrevida da CASSI por mais uns quatro ou cinco anos, numa troca altamente vantajosa para o patrocinador, porquanto excluirá o seu nome do Estatuto, já que, segundo alegam os prepostos do BB, a Deliberação CVM 695/2012 não aceita a coobrigação do banco expressa no Estatuto, sobretudo em relação às obrigações pertinentes ao pessoal pós-laboral.
Não é verdadeira a afirmação do Diretor do banco de que a Deliberação CVM 695/2012 não permite o pacto formal do patrocinador BB no Estatuto da CASSI, visto que o artigo 26 dessa Deliberação prevê que os benefícios pós-emprego incluem itens como, por exemplo, os seguintes:  (...) - b) outros benefícios pós-emprego, tais como seguro de vida e ASSISTÊNCIA MÉDICA PÓS-EMPREGO. Isto posto, fica patente que a CVM reconhece os compromissos vigentes da empresa BB.
Afora o contido no artigo 26, impende destacar que no artigo 30 a Deliberação ratifica que em conformidade com os planos de benefício definido, é obrigação de a entidade patrocinadora fornecer os benefícios pactuados aos atuais e aos ex-empregados, NA PRESTAÇÃO VITALÍCIA DE ASSISTÊNCIA-MÉDICA-HOSPITALAR. Daí a improcedência da proibição da presença do BB no Estatuto.
Sem dúvida, a reforma estatutária de 1996 foi perniciosa aos nossos interesses, eis que deflagrou o processo de autonomia da CAIXA, com a introdução da gestão paritária e criação do Conselho Deliberativo, momento em que o BB passou da figura de “EMPREGADOR” para “PATROCINADOR”, alteração que o liberou da condição de prestador de assistência-médica-hospitalar na qualidade de ‘EMPREGADOR”, aos seus funcionários.
Ocorre, no entanto, que a eficácia dessa reforma estatutária de 1996 é discutível, em especial se aplicarmos sobre a matéria o entendimento do artigo 468 da CLT, que instruí que: “Nos contratos individuais de trabalho é lícita à alteração das respectivas condições por mútuo consentimento, E AINDA ASSIM DESDE QUE NÃO RESULTEM, DIRETA OU INDIRETAMENTE, PREJUÍZOS AO EMPREGADO”. O fato é que o EMPREGADO foi PREJUDICADO, presente que a reforma inovou e transformou a nomenclatura do BB de “EMPREGADOR” para “PATROCINADOR”, exaurindo o compromisso original previsto no Estatuto de 1989.  
Combinando a redação da Súmula 51/TST - Vantagens e opção pelo novo regulamento com o artigo 468 da CLT, tem-se que: “As cláusulas regulamentares que revoguem ou alterem vantagens deferidas anteriormente, SÓ ATINGIRÃO OS TRABALHADORES ADMITIDOS APÓS A REVOGAÇÃO OU ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO”.  O que equivale dizer que apenas os funcionários em atividade, pós-1996, é que serão atingidos pela aludida reforma estatutária, cabendo ao EMPREGADOR BB continuar prestando, vitaliciamente, assistência-médica-hospitalar para os ex-empregados.
Não se justifica essa celeuma desnecessária criada pelo patrocinador BB sobre gastos na CASSI, isso porque vem pagando, por anos a fio, as contribuições da PREVI e da própria Caixa de Assistência com recursos dos próprios associados, oriundos da Reserva Especial de R$ 7.5 bilhões que embolsou, em 24.11.10, de modo que o BB não mete a mão no bolso para honrar esses compromissos financeiros há bastante tempo.
Obviamente, que o BB embute esses custos na sua engenharia de cálculos, para determinar o spread nas suas operações de intermediação financeira e prestação de serviços bancários e, em última análise, os clientes vão arcar com esse ônus, quando esgotar o dinheiro surrupiado dos associados através da odiada Resolução MPS-26/2008 (Reversão de Valores-50% dos superávits). Enquanto isso, o BB faz comodamente as suas provisões para pagar futuras contribuições, conforme aconteceu com os R$ 5.8 bilhões provisionados no seu balanço.
Com o  expressivo contingente de 256.277 entre funcionários em atividade e dependentes, o patrocinador BB é muito dependente da existência de uma CASSI forte e atuante para prestar um atendimento de qualidade a esses servidores. A contribuição patronal (4,5%) e a dos funcionários ativos (4,5%), hoje, aos preços correntes dos Planos de Saúde praticados pelo mercado, ambas (4,5%+4,5%=9% da média baixa do salário bruto dos pós-98) não dariam para contratar sequer um plano de qualidade razoável, o que fatalmente iria desestimular os já desestimulados funcionários pós-98.
Sabe-se que o segmento CASSI FAMÍLIA, com 299.232 participantes é rentável e equilibrado, restando dar melhor transparência sobre os 317.332 participantes atendidos por Convênios de Reciprocidade e comprovar se não há distorções e furos técnicos em termos de rentabilidade e se eles congestionam e prejudicam os atendimentos dos associados prioritários.
Ainda, posição de 2014, temos 139.089 aposentados e dependentes e 19.523 pensionistas, grupamentos de maior expressão e dignos de nota. Afora os Convênios de Reciprocidade, a CASSI atende o gigantesco universo de 721.677 participantes o que é estupenda grandeza socialmente falando.
Também merece relevo a importância da CASSI para mais de um milhão de pessoas, computados os convênios (317.332), de modo que o patrocinador BB precisa manter a sua parceria nos moldes contratados originalmente, independente da reforma estatutária de 1996, porque se a Caixa de Assistência “quebrar de vez” vai ser um Deus nos acuda, com uma fantástica repercussão nacional totalmente desfavorável à imagem do BB, sem falar dos empregos diretos e indiretos gerados pela CASSI que não são fáceis de serem mensurados, que serão eliminados.
Que todos esses pontos aqui mencionados sejam levados à mesa das negociações, sendo de extrema relevância que o BB continue como patrocinador e que esse casamento seja mantido até o fim do Plano de Associados. Se nada der certo, sempre tem a esfera judicial para pacificar a disputa, devendo ser empregada somente em caso dos canais amigáveis serem fechados e imperar a intransigência irredutível. 
(João Rossi Neto)

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

UM COMENTÁRIO PARA LÁ DE SENSATO

        Muito bons os dois últimos comentários da postagem anterior: o de autoria do genial João Rossi Neto, de quem sou macaca de auditório sempre; e o anterior de autoria do Paulo, que entra na seara do patrocinador e a vida fácil que leva pela posse do duvidoso superávit amealhado dos associados do Plano Um conseguido através da ilegal resolução 26 que, apesar de já ter cumprido o seu papel, insiste em perdurar vigente mesmo com a terrível situação desfavorável desconfortável de políticos algozes que a conceberam.

Paulo disse...

O Banco do Brasil, ao dispor dos R$ 7,5 bilhões do nosso superavit do Plano 1 da PREVI, em 2010, deixou tais R$ 7,5 bi em conta especial, no Balanço da PREVI, rendendo INPC + 5%, utilizando-se desses rendimentos para pagar seus compromissos com o Plano 1, desde 2010 não põe 1 real seu, apenas utiliza de parte desses rendimentos que seriam nossos, do Plano 1.


Ocorre que essa montanha de dinheiro está rendendo ACIMA do necessário para que o BB, como patrocinadora, cumpra todas suas obrigações com a PREVI, sobrando valor dos rendimentos, com o "capital" de R$ 7,5 bi, sua conta-corrente já atingiu R$ 8 BILHÕES, conforme último Balanço da PREVI, em 31/12/2014.

Assim fica fácil pagar os compromissos, né? Utiliza-se da metade de nosso dinheiro do superavit, paga as contas e ainda acumula rendimentos anuais...

Que a CPI dos Fundos de Pensão possa rever esta Resolução 26 e que possamos dispor do nosso dinheiro, enquanto está nos cofre da PREVI...


         Resolução CGPC Nº 26 de 29.09.2008 que institui a reversão de valores, sem ela, nossos problemas estariam quase resolvidos. Senão a totalidade. 
  

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

DE NOVO, O RELATOR É O PAI DA MATÉRIA

      Parece que o autor da Resolução 26 tem atração fatal pelas relatorias das tentativas de modificação da malfadada resolução no Congresso Nacional. Acreditem, a sobrevida que o PDS 275/2012 obteve neste ano no Senado, está tramitando normalmente com o presidente da Comissão Senador Delcídio do Amaral, passando agora pelo CAE - Comissão de Assuntos Econômicos. E vejam quem o Amaral nomeou para relator...Ele mesmo, o próprio autor da Resolução que queremos modificar.

SENADO FEDERAL
Secretaria-Geral da Mesa
Acompanhamento de Matérias

As seguintes matérias de seu interesse sofreram ações em: 04/08/2015

Clique em:
http://www.senado.leg.br/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=105736 e a seguir em tramitação e veja o desserviço do atual relator


Ementa: Susta disposições acerca da apuração do resultado e da utilização de superávit dos planos de benefícios de entidades fechadas de previdência complemen...
04/08/2015 CAE - Comissão de Assuntos Econômicos
Situação: MATÉRIA COM A RELATORIA

O Presidente da Comissão, Senador Delcídio do Amaral, designa o Senador José Pimentel relator da matéria. Ao relator.

       Há que se fazer algum trabalho junto ao presidente da Comissão, o Senador Delcídio do Amaral, na tentativa de modificar o "novo" relator, e colocar no lugar de José Barroso Pimentel um senador que seja ligado à nossa causa. Caso contrário, já pode se prever outro resultado nefasto aos nossos anseios.
A NOVA TRAMITAÇÃO DO PDS 275/2012 DO SENADOR PAULO BAUER SOFRE O PRIMEIRO REVÉS COM A NOMEAÇÃO DE CONHECIDO RELATOR.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

RETRATAÇÃO PÚBLICA

Tendo recebido em 03.08.2015, via Correios, a citação judicial do 5º Juizado Especial Civil do Rio de Janeiro, venho através deste meu blog fazer minha RETRATAÇÃO quanto à postagem publicada em meu blog em 02 de junho de 2015, cujo título foi VAN DA ALEGRIA NA PREVI? Na ocasião mencionei que entre as pessoas que iriam viajar estavam o presidente do Conselho Fiscal ODALI DIAS CARDOSO e sua suplente DIUSA ALVES DE ALMEIDA. Soube somente ontem dia 03 de agosto de 2015, repito, através da citação judicial acima que, na verdade, nem o senhor ODALI DIAS CARDOSO nem a sua suplente DIUSA ALVES DE ALMEIDA viajaram. Se por acaso soubesse destas informações antes, jamais teria publicado nada neste sentido e mesmo sabendo posteriormente a publicação já teria me retratado antes, mas infelizmente só soube na data de 03/08/2015.

RETRATAÇÃO

do que havia afirmado na postagem do dia 02.06.2015 de que o Presidente do Conselho Fiscal ODALI DIAS CARDOSO viajou, quando o correto é que nem o Sr. ODALI DIAS CARDOSO nem a suplente DIUSA ALVES DE ALMEIDA viajaram. Cabe-me DESCULPAR-ME publicamente pelo erro involuntariamente cometido baseado em informações de terceiros.
De outra parte quero igualmente fazer a RETRATAÇÃO por ter chamado o Sr. ODALI DIAS CARDOSO de omisso e negligente; sendo que efetivamente NÃO É.
Uma vez mais emito meu pedido de desculpas ao Sr. ODALI DIAS CARDOSO.


Joinville-SC, 04 de agosto de 2015.



Ari Zanella

O QUE NOS ESPERA?

       Intrigante o desenrolar dos acontecimentos em terras próximas e distantes. A chamada delação premiada está culminando com fatos desconcertantes, caso da prisão nesta segunda do homem mais importante, depois de Lula, do Partido dos Trabalhadores e - com certeza - o mais influente  nos treze anos de governo petista. E a cada dia surgem novas delações premiadas que podem nos surpreender ainda mais.
        Louva-se a atitude condizente do STF que até agora tem dado seu aval ao juiz Sérgio Moro. Obviamente o magistrado paranaense precisa mesmo de respaldo posto que está lidando com pessoas deveras influentes, as quais, presume-se, não irão cruzar os braços diante da prisão de amigos e aliados de longa data.
         Por outro lado, para nossa tristeza, a área econômica parece não conseguir descolar-se deste universo de corrupção que atingiu em cheio a nossa outrora gigantesca Petrobras com todas as empresas que a ela presta(va)m serviços, muitas delas criadas para entrega e prestação de serviços específicos como a contrução de sondas de perfuração de poços. Ademais, caiu mundialmente o preço do óleo o que obstaculiza ainda mais a extração do pré-sal.
        O amanhã somente a Deus cabe conhecer. Os acontecimentos inusitados destes últimos anos, entretanto, são sinais que não podem ser desprezados, nos inquietando sobre o futuro próximo. Com efeito estamos pisando em ovos.
OUTRORA OURO NEGRO, HOJE TRANSFORMADO EM FONTE DE PREOCUPAÇÃO.

domingo, 2 de agosto de 2015

DESCIDA VERTIGINOSA DO REAL





Desde que o Plano Real foi lançado, em Primeiro de julho de 1994, até 1º de julho de 2015, a moeda se desvalorizou 80,1%. Com isso, a nota de R$ 100, na prática, vale hoje R$ 19,90, segundo cálculos do matemático financeiro José Dutra Vieira Sobrinho.






A nota de R$ 10,00 com a perda de seu poder de compra tem valor equivalente a R$ 2,00; assim como a nota de R$ 5,00 vale em torno de R$ 1,00




No começo do Plano Real, R$ 1,00 podia ser encontrado na forma de cédulas e moedas. A nota deixou de ser impressa, e a moeda agora tem valor equivalente a R$ 0,20



A moeda de R$ 0,50 também com a perda de 80,1% do seu valor, vale R$ 0,10 na prática.
Assim, também, a moeda de R$ 0,25 vale hoje R$ 0,05 e a de R$ 0,10 vale R$ 0,02
A moeda de R$ 0,05 na prática equivale a R$ 0,01

  

A moeda de R$ 0,01 ainda existe, mas a inflação de 402,4% ao longo dos 21 anos do Plano Real fez com que, na prática, ela não valha mais nada.

O GRANDE DESEJO DO POVO BRASILEIRO ERA VER SEU LÍDER MAIOR ESTAMPADO EM QUALQUER NOTA DO REAL, AINDA QUE A NOTA TIVESSE APENAS UM VALOR IRREAL, COMO É O CASO DO HOMENAGEADO. 

sábado, 1 de agosto de 2015

E O POVO APLAUDE!

           A semana finda com um memorável discurso dado numa cerimônia do Pronatec.
Que dizer de pessoas que aplaudem um disparate desses? Seria cômico se não fosse trágico.
              O meu dileto amigo João Rossi Neto diz sobre uma entrevista do FHC, num comentário da postagem anterior, o seguinte:

"É muito curioso o FHC dizer que a Dilma é honesta. Onde existe honestidade nas pedaladas fiscais que a Dilma deu, as quais foram superiores as do Lula e do próprio FHC juntos, em apenas quatro anos de governo?

Não sei por que o PSDB deixa esse velho caduco manifestar-se em nome do partido? Ele não precisa ter medo das suas pedaladas serem investigadas, já que as suas contas foram aprovadas pelo TCU e não tem mais volta.

Caso a Dilma fosse de fato honesta, não teria autorizado, de próprio punho, em decisão isolada, de sua única responsabilidade, a compra fraudulenta da Refinaria de Pasadena, no Texas que resultou num prejuízo de US$1,3 bilhão à Petrobras.

Demais disso, ela não servia para ser Presidente da República por incompetência, omissão, leniência e conluio, dado que não enxergou essa assombrosa e assustadora rede de corrupção que arrasou a Petrobras, nesse estrepitoso arrastão da roubalheira comandada pelo PT, PMDB, PP, funcionários de estatais e empreiteiras, onde a propina correu solta. Dizer que não sabia de nada não é crível e não convence a ninguém.

Embora a palavra de FHC não tenha valor algum, alguém precisa por um fim nos seus devaneios inoportunos e improcedentes. Piedade e consideração com os mais velhos também têm limites, pois enchem o saco."

              Endosso cada palavra que disse o nosso grande Rossi. Com efeito FHC é bananeira que já deu cacho e não merece mais qualquer consideração. Que fique na sua insignificância e cale de vez seu discurso fora de moda.
                Voltando à vaca fria das metas não estabelecidas mas mesmo assim dobradas, essa senhora já fez tanto mal à nação brasileira e mesmo assim, se desconhece até que ponto ainda pode chegar. Mesmo com aprovação no piso, popularidade no chão, parece que temos medo de perder a democracia. Eu prefiro perder a democracia, as eleições, tudo... pela honestidade! Será que não temos pessoas honestas neste Brasil continental? Eu confio em nossas instituições que já provaram suas idoneidades: Exército, Marinha e Aeronáutica. Que eles intervenham por alguns anos, o suficiente para moralizar nossa nação. A tarefa não é difícil, basta assumir o comando deste país, agir doravante com honestidade, sem o congresso nacional. Apenas com o Judiciário na punição dos corruptos, como já está em curso. Os poderes corrompidos hoje são o Executivo e o Legislativo. 
            Sem uma solução definitiva (e rápida) nos afundamos cada vez mais, tornando cada dia mais sofrível a redenção do Brasil.
JÔ SOARES QUE MUITAS VEZES NO SEU PROGRAMA DIVULGA AS "PÉROLAS" DE ESTUDANTES DE VESTIBULARES E ENEM, PODERIA FAZER AGORA UMA PARÓDIA DAS "METAS"  DA SUA "RAINHA".