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quarta-feira, 1 de abril de 2015

CURSO PROVEITOSO

     Gostei muito dos dois dias passados na PREVI em que participei do curso "Tópicos Essenciais em Previdência Complementar" ministrado pelo Instituto de Desenvolvimento e Estudos Aplicados à Seguridade (IDEAS) através da professora em Atuária Andrea Vanzillotta que trabalha na empresa HR Serviços Atuariais Ltda, no Rio de Janeiro.
     A abertura e boa parte do primeiro dia foram tomados pela história da Previdência Social, no Brasil e no mundo, sendo aqui uma das mais abrangentes, abrigando, inclusive imigrantes que em seus países não têm a mesma seguridade. Foi enfatizada a diferença fundamental entre PREVIDÊNCIA e ASSISTÊNCIA social, distintas, ainda que complementares.
     Na previdência complementar, assunto que predominou até o final, discutiu-se todas as variáveis e normativos que englobam uma EFPC, estatutos e regulamentos, entidades abertas e fechadas, PGBL, VGBL, planos BD, CD e CV. Quando à certa altura foi reproduzido no "slide" o artigo 202 da CF/88 em que trata do PLENO ACESSO às informações questionei, lembrando-me do Mestre Edgardo Amorim, se existia na PREVI o pleno acesso, em resposta, Andrea disse que certas informações estratégicas precisam manter o sigilo sob pena de inviabilizar um negócio essencial ao fundo.
Junto comigo havia vários que trabalham na PREVI, inclusive um advogado chamado Luiz Henrique. Senti que se incomodavam quando eu fazia perguntas que envolviam o nosso fundo. Quem trabalha na PREVI pode ter sido doutrinado a ter grande preocupação com a imagem do fundo no plano externo. Eles têm em conta que é essencial a "fotografia" do nosso fundo junto à opinião pública. Nada contra, apenas questionar não vai denegrir a imagem de ninguém. É o velho ditado "quem não deve, não teme". Parece que cada pergunta feita "incomoda" quem trabalha na PREVI.
     Mas o encontro foi altamente positivo. Aprendi muitas coisas que não tinha conhecimento. Aperfeiçoei-me um pouquinho mais. Como está na apostila do curso: "Fundo de pensão não é coisa para amadores! Administrar recursos de terceiros exige competência, técnica e transparência. Educação previdenciária e financeira são fundamentais neste processo. Estamos vivendo mais tempo, estima-se que em 2050, o mundo terá mais de 1 milhão de pessoas com mais de 100 anos! Muito provavelmente, vamos viver mais tempo aposentado do que trabalhando!"
O BLOGUEIRO, MESMO BARRIGUDO, PROCURA APROVEITAR TODAS AS OPORTUNIDADES PARA RECICLAGEM DE ESTUDO.  

61 comentários:

ALTERNATIVAS.... disse...

AVALIAR ALTERNATIVAS PARA FICAR LONGE DO PT E DO BB

Caro Ari,
Eh bom ter mais um dos nossos atualizados em previdencia complementar.
Como já abordado por alguns colegas, se tiver mais informações acerca de retirada de patrocinio ou a portabilidade em massa, QUE talvez pudessem ser alternativas a serem avaliadas a ficar preso a um fundo manipulado pelo governo com os representantes do CLUBE DO AMÉM.
Será que os aposentados também se incluem na regra de portabilidade?
Será que, conforme já aventaram no blog, a retirada do patrocinador seria tão prejudicial ao conjunto dos participantes? Ficar livre do BB guloso e do PT seria bom demais.
Ficar livre dos indicados pelo BB, um tal de dan, sergio rosa, sasseron, conselheiros, diretores que também se incluem no clube do amém, chega....
Taí à vista de todos o que eles podem fazer e já fizeram. O Postalis, Petros e outros.
Não merecemos isso.
Luiz

Anônimo disse...

E sobre a apostila? Há possibilidade de ser disponibilizada para que mais interessados possam aprimorar seus conhecimentos à respeito do assunto?

Anônimo disse...

Sr. Zanella,

Aí vai uma pergunta:

Se não é para amadores como existem lá alguns diretores, especificamente UM, que se parecem como tal?
Gostaria de entender...

Anônimo disse...

Luiz 11:18

Concordo com Vc. que está na hora de avaliarmos alternativas visando nossa independência na gerência dos recursos da PREVI, patrimônio esse que é só nosso. A retirada de Patrocínio do BB, no meu entender deve ser analisada com mais ênfase, alinhando-se as inúmeras vantagens que teríamos, frente às poucas e remotas desvantagens. Só o fato de não termos mais representantes do outro lado (BB/Governo, etc.), além de não termos mais que repartir 50% de futuros superavit (Resolução 26), entendo que são fatores mais que suficientes para estudarmos com atenção essa alternativa.
A essa altura de nossas vidas, merecemos mais do que estamos recebendo (recebendo? só se for migalhas...)
Cesar

Padilha disse...

Aproveitando o comentario competente e inteligente do colega Luiz, tambem concordo com suas sugestões, pois não é possivel que n ão teriamos gente competente para gerenciar a Previ, caso o Patrocinador (BB Guloso), por exemplo, o executivo do Bradesco (Ministro Levy), assumiu a Pasta da Fazenda, apenas um exemplo, sem entrar no mérito de competencias e situações atuais. Não se me fiz entender, somente estou sugerindo que a gerencia do Fundo de Pensão, da Previ, poderia ser muito bem administrata... é o que acho, porem os colegas, com mais competência e inteligência que eu, poderiam opinar e sugerir algo melhor, antes que seja tarde..................certo? vejam o que esta acontecendo com a Petro, Postalis, Aerus, etc...colega aposenta de Cambé-PR, tudo de bom a todos.

Anônimo disse...

com relação ao "incômodo" observado, claro que se incomodam = "e o medo de mudanças que podem fazê-los perder as mordomias/ as vantagens/ tudo enfim, pois "eles"mandam e desmandam e não temos forças comprometidas conosco para desatar estes nós - quem sabe Chico Xavier nos salve disto tudo ??

Ari Zanella disse...

Anônimo das 12:20

Contactarei com a Andrea (professora) sobre a possibilidade de disponibilizar o arquivo da apostila via eletrônica. Não sei se não envolve direitos autorais pois a PREVI deve ter pago pelo curso.
Voltarei com informações.

Ari Zanella disse...

Cesar,

Eu fiz esta pergunta sobre a retirada. Foi-me dito da possibilidade existente, apenas o grupo (nós) precisa decidir qual caminho a tomar no caso de retirada. Pode haver migração para outro patrocinador ou para uma empresa que administra fundos. Ou, ainda, ficarmos sem patrocinador, nesta caso, não teríamos mais o BD (Benefício Definido) e teríamos que fazer um CD (contribuição definida). Nesta transformação, certamente haveria uma redução do atual vencimento (não se fez nenhum estudo ainda), talvez 10, 20, 30...por cento). Seria uma renda certa paga por XX anos conforme a Reserva Matemática de cada um.
Sei não, mas pelo que senti o melhor para nós é que permaneça como está.
Um abraço.

Carlos Antonio Chaves disse...

Prezado Ari.A
cooperforte está retaliando quem está c/a ação 30%. Veja onde chegamos. No meu caso, perdi o benefício, este mes do aniversário, e não quiseram renovar o décimo terceiro. Por favor me ajude resolver este impasse, não posso pagar, recebo 600,00 da Previ.
Grato, Carlos Antonio c.Silva- l.766.06-2-Jequitinhonha(MG).

Anônimo disse...

Déficit de fundos de pensão sobe a R$ 31 bi

A maior parte do déficit do setor é derivado do desempenho financeiro abaixo do necessário.
Segundo a Abrapp, o retorno médio dos investimentos no ano passado foi de 7,07%, ante meta de 12,07%. Em 2013, o retorno foi de 3,28%, bem abaixo da meta de 11,63%. A associação destaca, porém, que no acumulado dos últimos dez anos a rentabilidade do setor foi superior à meta: 250,9% ante objetivo de 201,1%. "São investimentos de longa maturação. O importante é que o fluxo de caixa esteja alinhado com os benefícios que a fundação tem que pagar", diz José Ribeiro Pena Neto, presidente da Abrapp.
Tanto a Previc, órgão fiscalizador do setor, quanto a Abrapp consideram que não há um problema de solvência no sistema, já que o pagamento de benefícios está diluído nas próximas décadas e não é comprometido pela situação conjuntural ruim do curto prazo.
A maior parte do déficit do setor vem de grandes fundações patrocinadas por empresas estatais. Estão nesse grupo a Petros (Petrobras), a Funcef (Caixa Econômica Federal), o Postalis (Correios) e a Fapes (BNDES).
As regras do setor determinam que se o plano apresentar déficit por três anos consecutivos ou se ele for maior do que 10% do patrimônio ele precisa ser equacionado paritariamente entre participantes e patrocinadora. Normalmente, isso ocorre por meio de contribuições extras ao plano, o que para os aposentados resulta em redução do valor do benefício.
Terão que aumentar contribuições os Correios e a Caixa, juntamente com seus funcionários e aposentados. O déficit acumulado dos planos da Funcef atingiu R$ 5,6 bilhões em 2014, equivalente a 10,33% do patrimônio de R$ 54,2 bilhões da fundação. No Postalis o déficit (R$ 5,6 bilhões) é maior do que o ativo (R$ 5 bilhões) de seu maior plano. O saldo negativo da Fapes é de R$ 1,2 bilhão - 11% dos ativos do plano. A Petros ainda não divulgou os números fechados de 2014, mas até setembro o déficit acumulado de 2013 e 2014 era de R$ 5,5 bilhões - cerca de 8% dos ativos, ou seja, sem necessidade de equacionamento ainda.
O setor está em negociação com os órgãos fiscalizadores para alterar as normas de solvência do setor. O objetivo é evitar que déficits de curto prazo exijam o aumento de contribuições que no longo prazo se mostrem desnecessárias. Um avanço neste sentido já foi feito no ano passado, quando foi alterada a forma de mensurar ativos e passivos. Antes o ativo era marcado a valor de mercado e o passivo a uma taxa fixa - o que causava distorções em momentos de estresse no mercado. Agora, o passivo também será descontado a uma taxa de mercado ponderada.
Também há no setor fundos que têm superávit, ou seja, ativo maior que seus compromissos futuros. Essa sobra de caixa encolheu em 2014, consumida pelo retorno abaixo da meta. O saldo positivo desses fundos somava R$ 38,2 bilhões em 2013 e caiu para R$ 27,6 bilhões em 2014. Só a Previ (Banco do Brasil) é responsável por R$ 12,5 bilhões.
O patrimônio do setor somava R$ 672 bilhões ao fim de 2014, com avanço de 5% em relação ao ano anterior. A alocação desses recursos se alterou sensivelmente. O investimento em renda fixa evoluiu para 64,2% dos ativos, ante 60,4% em 2013. Já a aplicação em renda variável recuou para 24,7%, de 29% no ano anterior. Os investimentos estruturados ficaram estáveis em 3,3%, assim como a aplicação em imóveis (4,7%) e em empréstimos a participantes (2,8%). (Thais Folego - Valor Online)

Anônimo disse...

Estimado professor Ari Zanella,

A sua assertiva sobre o melhor conhecimento dos meandros dos fundos de pensão veio de encontro ao que falei bom tempo atrás. Suas idas à PREVI só trazem benefícios para nos, que pouco sabemos dos bastidores. Assim, com sua boa vontade, e na condição de Presidente da ANAPLAB, poderá sempre apontar-nos o melhor caminho a trilhar.
Obrigado.

rafael campagnoli disse...

CPI DOS FUNDOS DE PENSÃO - Por conta da situação dramática dos colegas do Fundo dos Correios ( Postalis ), senadores começam a colher assinaturas para criação da CPI, que terá por escopo também os demais fundos estatais, incluindo a Previ. Tomara que sejam devolvidos os R$7,5 bilhões que o BB conseguiu via Resolução 26, ilegal.

Ari Zanella disse...

Na opinião da professora Andrea a CPI dos fundos de pensão deve sair.

Anônimo disse...

Colegas,

Essa estória de retirar a patrocinadora, transferir para outro administrador, etc... etc... não cola, pois estão atrelados ao contrato de trabalho, quando foi realizada a conversão em 1967.
Quem quiser que saia e logo.
Os que ficarem terão que se virar como até o momento tem feito. Existe a obrigatoriedade de contribuição de ambas as partes, até que uma ou outra parte MORRA, eu escrevi MORRA! SE EXTINGA!

Está cheio de urubu voando sem rumo. A esta altura das coisas o pior é que nem batem as asas, vão só no lombo do vento com nosso dinheiro.
E para mim o pior é que já dediquei 50 anos de minha vida nessa embolada, não tenho mais como voltar no tempo.
Espero que as situações mudem para melhor, pelo menos o BB pare de retirar benefícios dos aposentados e dos ativos.
Saudações setenta e algo.....

Anônimo disse...

Ilmo. Prof. Ari,

Além de supre proveitoso o curso, talvez tenha confirmado o calcanhar de aquiles da Previ: Ficar bem na fotografia perante a sociedade brasileira.
Faz sentido a grande decepção que nos toma quando passamos da ativa para a gloriosa aposentadoria do bilionário fundo de pensão. Essa ilha da fantasia que existe para atender outros interesses que não o de seus participantes.
Se as associações de aposentados começarem a enviar cartas para todo e qualquer órgão, empresa, revista que trate de previdência, talvez a Previ acuse o golpe.
Sugestão de manchete:
PENSIONISTAS MISERÁVEIS DO BILIONÁRIO FUNDO DE PENSÃO

Pense com carinho dileto professor. Troque uma ideia com o Medeiros. Ambos são presidentes de associações e eleitos pelos beneficiários da Previ. A ressonância é bem maior...

Anônimo disse...

Valmir Camilo volta atacar com e-mail intitulado Cassi tem solução

jeanne disse...

Prof Ari, em seu curso houve alguma mençao a aprovaçao da possibilidade dos fundos de pensao utilizarem de uma seguradora para arcar com os beneficios alem da idade estimada para o pagamento ( claro que a seguradora paga pelos participantes)? Jeanne

Ari Zanella disse...

Prezada Jeanne,

O curso não tratou disso, no entanto, como disse, há várias saídas para o caso de retirada de patrocínio, inclusive os fundos de Previdência como o BB-Previdência que não é o BrasilPrev.
Todavia, em qualquer caso, perdemos uma fonte de recursos que é o patrocinador.
A professora comparou o nosso Plano a um reservatório de água. Na entrada tem o cano (duto) das contribuições do patrocinador e outro cano (duto) com as contribuições dos assistidos. O próprio reservatório pode crescer pelas aplicações (investimentos) feitos. No caso de retirada de patrocínio o fundo perde este importante cano (duto) de entrada de recursos, via patrocinador.
A professora (pessoa de fora) disse que a PREVI é vista como excelente administradora (prova são os superávits), por isso, deu a entender que não seria bom para nós perdermos o patrocinador.

Anônimo disse...

Ilustre Professor ARI ZANELLA:


Por favor, se for possível, desejaria que o Ilustre Professor, colocasse em circulação a mensagem abaixo. Muito obrigado.

O Gerente covarde de minha agência, que é a CIDADE UNIVERSITÁRIA - João Pessoa - (PB), "tremeu nas bases" e não deu protocolo de jeito nenhum na minha correspondência na qual solicito o contracheque de setembro/1997 e os extratos de setembro/outubro/1997. Obviamente não me mostrou, mas informou que existe documento do BB. visando dificultar sua obtenção (coisa de todos sobejamente conhecida). Tive de postar a correspondência nos Correios. É tão "burro" que deve "desconhecer completamente às leis", pois o inciso XXXIII, da Constituição Federal, a Lei 12.527, de 18.11.2011 e o artigo 186, do Código Civil, reza que os Entes Estatais "têm o dever" de emitir certidões e outros documentos do tipo a qualquer cidadão brasileiro que os solicite.
Com muito prazer irei acionar o Judiciário, pois certamente não terei resposta até 11/ABRIL/2015, prazo que lhe concedi, quando então veremos "quem pode mais". Fiz também uma postagem no "site" RECLAME AQUI e compartilhei no "facebook".
Finalmente, gostaria de saber se Da.Rosalina, está disposta a AUTORIZAR que eu a cite na minha petição inicial ou em caso de alguma necessidade ou se tiver de ir mesmo em Juízo, bem como, estou fazendo igual solicitação ao Sr. Paulo Beno, que fez uma postagem no "blog" do Dr. Medeiros, razão porque, estou também pedindo ao ilustre Dr. que poste por favor esta mensagem. Atenciosamente

RENATO AUGUSTO PEREIRA SILVA - João Pessoa - (PB), 01/abril/2015 - e-mail: renatofilhos@terra.com.br - matrícula BB/PREVI: 8.531.900-7


Anônimo disse...

Caro Ari,

Está me parecendo um grande golpe contra nós mesmos essa estória de o nosso Fundo de Pensão se utilizar de uma seguradora para arcar com os benefícios além da idade estimada para o pagamento. O Plano de Benefícios nº 1 é um plano FECHADO e é MUITAS VEZES BILIONÁRIO. É um dos planos mais ricos do PLANETA TERRA. Tem dinheiro para nos sustentar por mais um século e meio, mesmo que não contribuíssemos mais. Basta aplicar bem seu dinheiro e acabar com o olho gordo e as influências externas sobre esse patrimônio. Se contratarem uma seguradora, certamente esta será escolhida se concordar com os interesses PolíTicos e ParTidários, e anualmente essa seguradora levantará no mínimo 20% como forma de contribuição dos assistidos. Vinte por cento representa....(calculem).

Está cada vez mais claro que os participantes do Plano 1 ficarão velhos, morrerão e o patrimônio do PB1 ficará para os futuros habitantes do palácio do planalto realizarem seus projetos e promessas de campanha.

PENSEM NISSO E NÃO SE ILUDAM COM FALSAS PROMESSAS DE SINDICALISTAS, PRINCIPALMENTE AQUELES INDICADOS PELO PATROCINADOR.

Anônimo disse...

Prezado Ari,
APESAR de tudo,temos que reconhecer que a Previ é bem administrada. Não fosse isso, estariamos com oerdas bilionarias. É aquele caso: Ruim com ela, PIOR SEM ELA. TEMOS QUE BRIGAR PELA QUEDA DO VOTO DE MINERVA.Temos que ter vez e voz.Duas importantes noticias da Isa Musa, sobre resoluçoes do CNPC, me deixaram mais otimista.

João Lopes Rodrigues disse...

Renato, 18:02

Os "entraves" envolvendo a rede bancária, em especial as agências do Banco do Brasil, não seriam mais apropriados serem denunciados junto ao Banco Central?

É sabido que a rede bancária tem sérios "receios" do BC, pois as reclamações ali dirigidas geram danos à imagem do banco denunciado, comprometendo a qualidade do atendimento prestado, em especial no que se refere ao cumprimento da legislação.

Era isso.

jeanne disse...

Prof Ari, obrigada pela resposta. Eu lhe perguntei isto porque ja li na internet que o ministerio da previdencia já aprovou a possibilidade de uso de seguradoras por parte dos fundos de pensao. Logo, é um passo obvio a ser dado por eles, na minha opinião.Abraços, Jeanne.

Anônimo disse...

Falando em fundos deficitários...
A INVEPAR tem como sócios os fundos Previ, Petros e Funcef e a OAS com 24,4%. Pois bem, (ou mal) a OAS entrou com pedido de recuperação judicial, pois já não consegue respirar sem ajuda de aparelhos.
Vai colocar à venda sua participação na Invepar, vai colocar à venda a Arena das Dunas no RN e mais alguns ativos, segundo noticiários especializados.
A INVEPAR mais a OAS e a ACSA, investiram no aeroporto de Guarulhos e ganharam como "apêndice investidor" a INFRAERO.
Não houve interesse de investidores internacionais e o grupo nacional pagou os tubos de ágio. (!!!)
Caindo fora a OAS, vai sobrar para quem tocar o barco ? Para os fundos que terão que engolir a lacuna.
Precisando de recursos, se buscados no mercado, vai sobrar para quem ? Para os fundos, uma vez que o outro sócio, aquele oficial, o do governo com a situação crítica que passa o país, com esse monte de cortes e ajustes, não vai ter dinheiro.
Mesmo se não houvesse a crise da lava-jato, ia sobrar para os fundos.
Taí um investimento a ser acompanhado bem de perto.
Sorte nossa que temos nossos eleitos nas diretorias e conselhos na PREVI.
Por sinal, já está dando retorno o investimento ?

Anônimo disse...

CPI de fundos de pensão deve ser criada na próxima semana, prevê tucano
Estadão Conteúdo - Política - 01/04/2015 -
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2015/04/01/cpi-de-fundos-de-pensao-deve-ser-criada-na-proxima-semana-preve-tucano.htm

CPI NA PREVI

Anônimo disse...


Ao Renato (18:02),

Financiei um carro em um banco privado, faz tempo. Os reajustes que aquele banco praticava nas prestações eram extorsivos. Solicitei um extrato detalhado, o qual demonstrasse a fórmula que utilizavam nos cálculos. Eu já esperava que iriam me negar o documento. Sabiam que o meu objetivo era acionar judicialmente a financeira. Liguei para o 0800 do BACEN e o funcionário, muito solícito, me orientou a lhes enviar por escrito e detalhadamente o motivo da minha reclamação. Fiz conforme me foi orientado, e então Bacen notificou o Banco e me enviou uma cópia dessa notificação. Na semana seguinte fui chamado pelo gerente que me ligou e me atendeu com muita cordialidade. Após 3 anos ganhei a ação para o reembolso do valor cobrado excessivamente.

Acredito que no seu (e nosso) caso a solução será assustar certos gerentes de agências, através do BACEN.

pa/

Anônimo disse...

Se me recordo, foi com um lance de 16 bi, ágio 373% em relação ao lance mínimo, dado pelo consórcio INVEPAR no leilão do aeroporto de Guarulhos-SP, mais o compromisso de investir 4,5 bi em modernização, sendo 1,3 bi até a copa. Se o prazo de concessão é de 20 anos e o investimento foi de 20,5 bi, o retorno, só para empatar o investimento, deverá ser, no mínimo, de 1 bi/ano, smj. Uma verdadeira aventura com o dinheiro dos outros. Muitos "consultores" lucraram com isso.

Anônimo disse...

Prezado colega de 18:40?

Permita-me discordar de você. Se a Previ fosse bem administrada seu benefício seria pelo menos uns 60% maior que o atual. Não se esqueça das apropriações ilegais feitas pelo patrocinador. Os 40% pago a menos às pensionistas, o Renda Certa, o Bônus incomPTência de 500 mil pago a diretores, as escondidas despesas administrativas, os famosos Sem Teto condenados pela Previc, a falta de transparência, o atendimento aos interesses de empresários via governo federal, o alto percentual de aplicações em renda variável.
Se apesar disso tudo você ainda achar que isso é uma boa administração, admito não saber a diferença entre uma coisa e outra.

Anônimo disse...

Prezado Prof. Ari!

Gostaria de saber se no caso de retirada do patrocínio, o BB fica com a metade do patrimônio da Previ.
Um abraço.

Ari Zanella disse...

23:02

Não sei lhe responder. É uma boa pergunta.

Pr.guima disse...

- Prof. vide parte de seu comentário:
"Na previdência complementar, assunto que predominou até o final, discutiu-se todas as variáveis e normativos que englobam uma EFPC, estatutos e regulamentos, entidades abertas e fechadas".
Pergunto: Em algum momento, alguém questionou à palestrante, o entendimento da mesma em relação a resolução que levou 50% do superavit para o BB? Ou tratava-se de assunto proibido, tendo em vista a participação de alguns funcis da Previ?

Marcelino Maus disse...

Aproveitando a nova onda de CPIs nos Fundos de Pensão, poderíamos promover campanha para outra CPI no BB e CEF. Com certeza os PeTralhas levaram daí outros R$50 Bilhões nesses 12 anos.

Para economia "processual" o ideal será fazer uma CPI no PT (o Moro e o Povo já está fazendo nas ruas, falta o CN).


Anônimo disse...


Caro colega Antonio Carlos Chaves. A Cooperforte agiu dessa maneira comigo também. Quem colocou a bendita no pau está sofrendo horrores, mas isso eu já esperava dos seus dirigentes. A previ e BB não agiu dessa maneira. Mesmo sendo acionados com a ação dos 30%. Não conte com a Cooperforte. Colega, vou te perguntar e só responda se quiser certo? Você ganha 600 reais apenas da Previ? Esse valor eh bruto? Ou eh o que sobra no dia 20?

Anônimo disse...

Gente, precisamos ter FOCO para aquilo que nos interessa e venha a nos beneficiar de imediato. Poderiam os até agora INERTES companheiros da chapa 3 (não importa o cargo) levar PROPOSTAS ao Presidente da Previ ou a quem possa resolver? Tenho algumas sugestões:
1) Não considerar a contribuição PREVI no cálculo da margem consignável. De imediato, liberaria renovação do E. S. para muitos, e seria uma medida justa e simples de ser adotada.
2) Refinanciamento do saldo devedor do E.S. Finimob pelo prazo máximo do E.S. (120 meses). Existe muita gente com o saldo devedor até baixo (mas sem condições de liquidar) e prestação alta. O refinanciamento baixaria o valor das prestações, liberando mais $$ no líquido recebido. Para a PREVI não faria a menor diferença.
3) Cobrança do aumento de limite do E. Simples. lembrando que ano passado ocorreu em Junho.Solicitar AUMENTO do número de prestações, tendo em vista que a operação é a mais rentável e segura da PREVI, e que a decisão é interna.
Meu genro, funcionário do BB, queria comprar um carro. Sugeri que que fizesse o Empre´stimo Simples na Previ, pois as taxas de juros eram parecidas coma da financeira que ele havia procurado, mas o prazo era maior e não haveria alienação fiduciária, além da vantagem de, com o dinheiro na mão, procurar o melhor negócio (seria um carro usado). Decepção: o valor MÁXIMO que a PREVI liberava para o E. Simples dele era o TOTAL de suas reservas (como ele é funcionário com poucos anos de Banco, do PREVI Futuro, seria insuficiente). Acredito que isto ocorra com TODOS nós, ou seja: A PREVI só libera qualquer tipo de operação (E.S., Finimob, Financiamento Imobiliário) até o limite de nossas reservas pessoais e COM SEGURO!! Então, por que tanta frescura com o VALOE e PRAZO do Empréstimo Simples, se a PREVI tem o prato, a faca , o queijo e todo o retante nas mãos? Não consigo entender !

Nascimento.

Anônimo disse...

Srs.,

Bem administrada? ORA BOLAS!
Usaram a Previ para livrar o governo e o BB de problemas e ferraram os aposentados.
Esta é a verdade.
Se auto presentearam com bônus durante três exercícios e aí está o resultado.
Ganharam bônus para transferir vários BILHÕES para o Banco do Brasil.
Convenhamos BEM ADMINISTRADA, colhendo terrível prejuízo em estar aplicada em vultosas somas em ações, quando deveriam ter usado o Prazo Fixo, dito e redito em reuniões.
Aquelas viagens de turismo que faziam os diretores, presidentes, para alardear que a Previ estava segura e "bem administrada" em que bradavam a Liquidez do plano.
Bem administrada, me deixem fora dessa, Please.

Ari Zanella disse...

Anônimo 01:57

Na exposição havia todas as resoluções do CGPC e da CNPC (na parte que trata da legislação) e quando a professora comentou a 26 ela mesma disse "MALFADADA" sobre a mesma. Todos os presentes concordaram. Quanto a isso a opinião é unânime (ruim para nós) tanto dentro como fora do âmbito da PREVI.

Anônimo disse...

Aposentados colegas,

Está no Diário do Poder:


Outros fundos podem seguir opção do Postalis


Os déficits de R$ 5,6 bilhões no fundo de pensão da Caixa (Funcef) e R$ 1,2 bilhão no do BNDES (Fapes) deixaram empregados em alerta para aumento na contribuição para cobrir o rombo, assim como ocorre nos Correios com o Postalis. Pela regra, o fundo deve ser equacionado quando apresentar déficit por três anos consecutivos ou se representar 10% dos ativos. No Funcef, o valor chega a 10,33% e 11% no Fapes.

Ari Zanella disse...

Caro Nascimento,

O caso de seu genro segue as regras do Plano 2. No caso do Plano 1, o limite é 145.000,00 e o que conta para poder pegar é a margem consignável. Portanto, nada a ver com a reserva pessoal de cada um (no PB1, bem entendido).

Quanto às sugestões já entreguei pessoalmente carta ao Gueitiro sobre o assunto ES, igualmente ao Marcel com quem falei pessoalmente para retirar o valor da contribuição do cálculo da MC. Ele respondeu que era impossível.

Anônimo disse...



Malfadada?

Isto soa até com elogio.

CRIME HEDIONDO CONTRA OS IDOSOS, deveria se chamar O NOME DA RES 26, SMJ.

Espero que na CPI dos Fundos de Aposentadoria e Pensões se chame às falas o Sr. senador que inventou a MALFADADA resolução 26.

Anônimo disse...

O assunto comentado sobre Previ/Invepar/Oas, parcerias com construtoras vai ficar num comentário só, filho único ?
Ninguem se interessa pelo assunto?
Olha que isso nos interessa e muito.
Nossos proventos dependem de nossos investimentos e da "BEM ADMINISTRADA" condução dos negócios.
Investimentos a recordar e discutir: Costa do Sauipe, Hopi Hari, terreno Matarazzo, Hospital Humberto Primo,Parque Temático, Linea Amarilla ...

rafael campagnoli disse...

CPI DOS FUNDOS - Apenas queria ver algum Senador questionar publicamente os mais de R$30 bilhões levados pelo BB da Previ ( pelo menos é o valor que os entendidos veiculam nas mídias ). E questionar energicamente a Resolução 26. Vai sobrar para quem representar a Previ nas audiências??
O duro é que os altos escalões do judiciário já defendem formalmente a tal da "solidariedade dos fundos de pensão". Daí que todos acham a coisa mais normal repartir tanto os superávitis quantos os déficitis com o patrocinador. Acredito que vão até dizer que as LC 108 e 109 são inconstitucionais ou omissas nesses casos ... Infelizmente.

Ari Zanella disse...

É bem por aí, meu caro Rafael. Oxalá apareça um relator nesta pretensa CPI (tomara que saia mesmo) para encurralar o senador Pimentel (PT-CE) pois ele é o principal escudeiro desta hedionda resolução, fabricada pelo sr. Lula da Silva.

Anônimo disse...



BRAVO SR ARI!
BRAVO SR. ARI!
BRAVO SR. ARI!

HEDIONDA RESOLUÇÃO! CRIMINOSA RESOLUÇÃO 26!

Carlos Antonio Chaves disse...

Caro Colega da 8:24, este valor e o que sobra da Previ. O outro do INSS estou vivendo c/ele,alias estes 600,00 sobra somente porque abri uma c/salário e não pago mais o BB. Vejo uma oportunidade para fazer o mesmo com a Cooperforte, é so abrir uma chance. Temos que agir assim com esta cambada petista. Acabaram com o páis. Um Abraço.Carlos Antonio C. Silva.1766060-2

Anônimo disse...


Será o fim da picada se dessa vez não for aprovada a CPI dos Fundos de Pensão. É agora ou nunca!

Anônimo disse...

Poder-se-ia pedir ao Dr. LuiZ Henrique que nos orientasse juridicamente como proteger a Previ dos mal intencionados.
Certamente criar-se-ia para ele um problema no seu ambiente de trabalho.
Olhar-se-iam feio para a sua pessoa

Anônimo disse...

Que absurdo Carlos Antonio Chaves. Nunca na vida vi colegas passando por tanto aperto. Só uma intervenção da Federal na Previ. O nosso dinheiro deve está na Suíça. Só pode. Bando de petralhas!

Se a coisa estiver muito preta, e vc não colocou no pau também. Pega algum com a Crediscoop os juros são bem menores. Mas isso só em caso de estrema necessidade mesmo.
Abraços.

Anônimo disse...

Unilateral e questionável a medida adotada pela Previ, quanto a MC, preocupou-se em dificultar a concessão/renovação do ES mas deixou centenas (talvez milhares) de assistidos com margens negativas em suas "folhas", ou seja, ignorou a limitação máxima de 30% previstos em lei.

Anônimo disse...

Aposentados,

A caixa de previdência dos funcionários aposentados do banco do brasil se auto incrimina, ao proporcionar margem consignável negativa aos seus participantes/proprietários.

Junte-se todos os empréstimos concedidos aos aposentados em várias instituições de crédito e tereis caso de polícia.

Anônimo disse...

Anônimo das 17,54, se for a justiça a coisa se complica.

Anônimo disse...

E ainda acham a Previ bem administrada!
Sou mais o caderno do botikin do Mineiro. Cê toma uma e ele anota duas. Na hora de acertar é só dividir por 2 .

Na Previ não tem ninguém que consiga explicar essa contabilidade mandrake que contabiliza bônus para diretoria quando há déficit. É uma espécie de PLR ao contrário pior que piada de português

Anônimo disse...

Sr. Ary, permita-me algumas considerações, não costumo nominar no anonimato, porém, não se tratando de ofensas pessoais não é imoral.
Eu sinto um certo deslumbramento a cada retorno seu da PREVI
As citações sobre matéria previdenciária da nobre douta tem que ser vista com cuidado
Acredito na máxima "Quem sabe faz, quem não sabe ensina"
A senhora douta certamente não daria nenhuma opinião contrária aos interesses da PREVI, já que recebe cachê
Aproveitando o exemplo da caixa d"água para defender o patrocinador, a ausência do "cano" do Banco cessa o fomento e a caixa perde água, parece correto, mas um olhar mais atento, revelaria um dreno de grosso calibre, pode-se chamar de ladrão, e por aí a água jorra, é preciso um estudo mais apurado sobre o expurgo do patrocinador, e cuidado com os marqueteiros da PREVI.

Anônimo disse...

No site www.correiobraziliense.com.br tem uma "excelente" matéria intitulada CARTEIROS PAGAM ROMBO DE 5,6 BI NO FUNDO DE PENSÃO POSTALIS. Ações de bancos falidos e títulos da Venezuela estão entre as aplicações feitas.

Esse PT e sua mão e mente podre

Ari Zanella disse...

Olá Anônimo das 20:43

Não volto vislumbrado da PREVI. Absolutamente não. Com raras exceções, os diretores querem me ver pelas costas.

É evidente que a professora não iria falar mal da PREVI. Ela mesma nos disse que em todos os fundos há problemas de administração. Ninguém está imune, ou perfeição não existe.

O caso do reservatório, aliás, esqueci de mencionar uma pequena torneira abaixo das duas entradas ( esta é de saída) que são as despesas administrativas. Voltando à caixa d'água, a explicação foi um fundo BD (Benefício Definido) onde além além das duas entradas (patrocinador e assistidos) a caixa pode encher com a aplicação dos recursos no mercado (foi o nosso caso com o recente superávit).
Porque há planos que são diferentes cujos benefícios também são calculados diferentemente.

Neste ponto eu fiz outra pergunta:

Professora, a Sr.a com atuária, num plano como o nosso, se tivesse 150 bilhões de patrimônio não conseguiria um rendimento de 10% a.a. (15 bilhões) haja vista que nossas despesas anuais são de 9 bilhões/ano?

Resposta: (Os funcionários da Previ presentes também opinaram)

As aplicações de um fundo não se assemelham ao setor de economia de um modo geral. As rendas são direcionadas para que sejam honradas as aposentadorias até o final do plano (de acordo com a expectativa de vida).
Alguém da plateia disse que se fosse para conseguir superavit o plano correria muito risco.

As respostas não me satisfizeram. Fiquei com a impressão que querem aplicações para empatar o jogo; não têm tesão para ganhar)

Ou eu que não entendo nada ( talvez seja muito burro )

Anônimo disse...

Ha muitas noticias sobre os empréstimos bancários a liberarem para a SETE BRASIL. (ou negarem as liberações!).

Será que nossos 2 conselheiros administrativos nomeados não podem das alguma notícia oficial ?

O Luiz Carlos Teixeira é Titular, é da Chapa 3 e é Consultivo do Plano 1.

o Ivan Farias de Castro é seu suplente e esta dentro da SETE BRASIL

Anônimo disse...

Ora nobre professor,

Não se menospreze. Burro coisa nenhuma! Garanto ao dileto blogueiro que numa conversa reservada com uma pessoa especialista como é a doutora, as respostas seriam outras.
É de conhecimento geral que as aplicações sofrem influências externas totalmente prejudiciais. Vide o Postalis.
A tábua atuarial é complexa por ter que avaliar a expectativa de vida em função do valor a ser pago. Entretanto, nada impediria diminuição de aplicação em renda variável. Isso é imposição política!
Na parte administrativa não diferencia um fundo de pensão de uma empresa qualquer. A premissa é não dar prejuízo com medidas irresponsáveis (costa do sauípe por exemplo) como se fosse o Bradesco. Basta competência no exercício e lisura

Anônimo disse...



PSB- Socialistas revidam e apoiam criação de CPI
Todos os seis senadores do PSB assinaram o requerimento de criação de CPI para investigar os fundos de pensão, numa atitude atribuída à inexistência de articulação do governo. Em fevereiro, esses senadores recusaram apoio à CPI da Petrobras, mas não receberam do governo nem mesmo um “muito obrigado”. A bancada do PSB no Senado se sentiu liberada para auxiliar a oposição a abrir mais essa caixa-preta.
Publicado no site do Diário do Poder

Anônimo disse...

Se OAS cair fora, se a Infraero não tiver cacife,se de fato os demais fundos na Invepar(Funcef e Petros) estiverem com resultado deficitário, quem se interessará pelo GRU AIRPORT, para junto com a Previ, assumir ?
Meu caro anônimo de 03/04/2015-00:23 hs. Não é só Costa do Sauipe
o exemplo.

Anônimo disse...

A casa vai cair na Previ! Já começo a achar que armaram para o japonês segurar a bucha de canhão.
Conseguem imaginar o efeito da quebra de sigilo bancário da Previ e da diretoria retroativo a época das "rosas"? Tornar público quem, como, porque do Renda Certa? Do imóvel das "flores"?
O mundo maravilhoso, fantasioso, mentiroso cantado em versos e prosas ruirá com a desconstrução da falácia.
Quem autorizou os agiotas oficias ultrapassarem os 30% de descontos na fopag? A que custo?

DEVO LEMBRAR QUE VOSSA SENHORIA ESTÁ SOB JURAMENTO NESSA CPI

Anônimo disse...


Hoje me disseram que foi noticiado de que o BB e a CEF iriam financiar o SETE BRASIL. Tomara que não seja com o dinheiro do Plano 1. Seria melhor distribuí-lo entre os assistidos, do que doá-lo às obras do governo. Digo doá-lo, pois o retorno leva mais de 20 anos. E até lá quantos ainda poderão se beneficiar desse retorno?

Anônimo disse...

04/04/15 20:50

Muito certo, caro anônimo. Assim que se vai pelo ralo mais um pouco do patrimônio da PREVI, já que esta tem um bom percentual em ações do BB-Guloso.
Também sou pela distribuição já.
Se conseguiram uma fórmula para tirar parte de nosso dinheiro e entrega-lo ao patrocinador (Res. 26), que inventem outra reduzindo os 25% da reserva de contingencia.
Assim pelo menos teremos realinhamento do plano, nem que seja em pequeno percentual.
E aí indago: Boa Páscoa para quem? Só se for para os sem-teto da PREVI e os palacianos, pois para os assistidos e pensionistas sobram somente os ossos do banquete.