BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

quinta-feira, 30 de abril de 2015

ASSINAR É O QUE ESTÁ AO NOSSO ALCANCE

Olá, ARI.
"Lei é aquilo que o juiz diz ser lei, desde que esteja afinado com os bons propósitos.”
Essa frase é de Luiz Edson Fachin, candidato a uma vaga para Ministro do STF. Por meio dela, o advogado deixa claro que o poder judiciário pode, quando julgar que tem "bons propósitos” (diga-se de passagem, quais seriam eles?), simplesmente atropelar o poder legislativo e elaborar leis. Esse modo de pensar é uma grave ameaça à tripartição de poderes e à democracia – ao menos ao que resta dela em nosso país.
Na próxima semana, ele será sabatinado pelos senadores. Assine a campanha para pedir a eles que não aceitem a indicação de Fachin para Ministro do STF:
Fachin defende o estabelecimento de um ordenamento jurídico contrário à família formada por homem, mulher e filhos. Ele também endossa a tese de um ex-aluno seu, segundo a qual a monogamia como princípio estruturante da família deve ser superada.  
Ele também é conhecido por já ter advogado para o MST, que Lula chamou de "exército de Stédile” há dois meses durante um evento de "apoio à Petrobras”.
Se você concorda que a escolha dele para Ministro do STF será mais uma grave afronta ao que nos resta de ordem democrática, por favor, assine e compartilhe a campanha com o maior número possível de pessoas:
Ter no STF mais um Ministro 100% afim ao seu projeto de poder é de suma importância para o PT, pois será mais um a "fechar fileiras” para fazer avançar, via ativismo jurídico, a agenda bolivariana do partido.
Na Venezuela, um dos elementos mais importantes para o enraizamento do chavismo no poder foi justamente o aparelhamento do poder judiciário. O governo do PT está implementando a mesma estratégia no Brasil.
ARI, sua participação nesta campanha é muito importante. Cada assinatura faz a diferença. Esta é mais uma oportunidade para fazer chegar aos senadores ao menos uma parte do clamor das ruas contra o governo e seu projeto de poder.

Um forte abraço.

Guilherme Ferreira e toda a equipe de CitizenGO

                     LUIZ EDSON FACHIN

quarta-feira, 29 de abril de 2015

SUPREMO CONTAMINADO

     O clamor popular já chega ao limite de voz contra alguns ministros do STF que já chegaram ao limite máximo de tolerância. Não é mais possível engolir ministros de perfis altamente comprometedores como Teori Zavascki e Antonio Dias Toffoli. Estamos falando da suprema corte, ou seja, não há mais ninguém acima nem no nível para cobrar-lhes isenção, aliás, há, sim, quem os indicou para o cargo.
     O caso do relaxamente de prisão dos envolvidos (empresários) no caso da Lava Jato, comprovadamente autores de corrupção do dinheiro público, é a amostra nítida e cristalina de que estes dois ministros estão a serviço exclusivo de um partido político capitaneado por um conhecido ex-presidente da república. Não há outra explicação ou razão para a soltura. Qualquer cidadão de bem deste país vai se perguntar: Há alguma virtude em ser honesto neste país?
     O balanço maquiado da Petrobras divulgado na semana passada, sem menção ou referência a desvios, igualmente foi planejado para livrar muitos operadores da condenação, inclusive presidentas e ex-presidentes.
     Sinceramente, envergonho-me de ser brasileiro, de pagar todas as minhas contas em dia, especificamente a monstruosa carga tributária de 38% cuja arrecadação tem preciosa parcela desviada de seus objetivos sociais.
     O desânimo já toma conta deste pobre mortal. Envia, Ó Senhor, o Teu Espírito para renovar a face do Brasil. Tu vens, Tu vens, eu já escuto os Teus sinais!
 JOSÉ ANTONIO DIAS TOFFOLI, 47 ANOS, COMPROMETIDO COM LULA E O PT DE QUEM JÁ FOI SEU ADVOGADO (E CONTINUA....)
 TEORI ZAVASCKI, INDICADO POR DILMA, TEM SE COMPORTADO INEQUIVOCADAMENTE COMO PROTETOR DO PODER POLÍTICO EM DETRIMENTO ÀS BOAS PRÁTICAS DA JUSTIÇA.

terça-feira, 28 de abril de 2015

GENSO NO SUL

     Matsuo esteve ontem na exuberante Porto Alegre em visita ao colega Medeiros, o qual tem os atributos de gaúcho perspicaz e extrema argúcia e de quem orgulho-me de ser discípulo.
     Ainda não estou a par dos temas debatidos mas se bem conheço o Medeiros, ES e a Cesta Alimentação não devem ter passado em branco. Gueitiro é técnico no corpo operacional, não foi indicado por vias políticas, pesou mais o perfil profissional do bom administrador, por isso, há renovadas esperanças de reais mudanças em nosso fundo.
     No plano piloto da PREVI com horizonte de seis anos (2015 - 2021) há a intenção em reduzir de 60 para 50% os investimentos em ações, e diminuir consideravelmente o apetite por infraestrutura. O rumo a seguir é este mesmo, aos poucos, fugir do alto risco porque teremos incremento no valor das aposentadorias pagas cujo pico está previsto para o ano 2021. Hoje o dispêndio com inativos é de 9,5 bilhões/ano podendo chegar em 2021 a 12 bilhões. Nada que assuste pois se o fundo rentabilizar apenas o atuário, ou seja, 5% de juros mais a correção do INPC, hoje na faixa de 8%, o que totaliza 13% sobre o patrimônio de 170 bilhões já perfaz a cifra de 22 bilhões e 100 milhões de reais. Estamos escrevendo de uma situação real, sem qualquer artifício, posto estar previsto no regulamento do fundo. Pergunto ao Marcel medroso em sofrer ínfimos prejuízos se são ou não são concretos estes dez bilhões de sobra já neste ano de 2015? E note-se que as despesas para este ano são de 9,5 bilhões o que na prática elevaria esse superávit para 12,6 bilhões. Alguns querem dizer que para conseguir este superávit é necessário correr muito risco! Imbecis, mais risco do que estamos correndo no mercado de ações? E é exatamente pelo mercado acionário que malogramos atingir sequer o atuário!
     Entrementes, nossa esperança é que Gueitiro Matsuo Genso é excelente técnico e deve estar a par de todas as más aplicações (políticas) feitas pela PREVI.

             PRESIDENTE DA PREVI GUEITIRO MATSUO GENSO

segunda-feira, 27 de abril de 2015

DEPOIS DA CASA ARROMBADA

     Muito oportuna a seção Economia e Negócios do Estadão do dia 24.04.2015, sobre a inoperância da PREVIC como fiscalizadora dos fundos de pensão. Isto prova que a criação desta impostora foi meramente política para apadrinhar afiliados políticos, criada em 2008 pelo mestre Lula e seus asseclas desejosos por cargos bem remunerados pagos pelos assistidos do fundos de pensão. Em outras palavras, bem pagos para fechar os olhos às investidas de assalto aos fundos, três dos quais já sacrificados a fazer novas contribuições e novos aportes. É triste mas é verdade. E a nossa PREVI não é uma ilha de prosperidade em meio a esse mar de suborno e propinoduto a que são alvo nossos fundos de pensão.

"O dito popular "depois da casa arrombada é que se coloca cadeado na porta" se aplica à decisão da Superintendência Nacional da Previdência Complementar (Previc) de fiscalizar 1.099 planos de aposentadoria, em especial 43 fundos de pensão, na maioria de empresas estatais, que em 2014 tiveram déficit de R$ 31 bilhões, 42,71% superior ao de 2013. O Postalis, dos Correios, e a Funcef, da CEF, respondem por metade do déficit e anunciaram ajustes.
Nos Correios, na folha de pagamento deste mês será feito o desconto adicional de 5% sobre os salários de 150 mil trabalhadores da ativa e aposentados. Medidas extremas como esta poderiam ter sido evitadas se a Previc tivesse realizado a fiscalização para a qual foi instituída.
Como noticiou O Estado (19/4), diretores da Previc explicam que os déficits decorreram da queda de cotações em bolsa e de mudança da meta atuarial das fundações. Mas é público e notório que fundos de pensão estatais fizeram aplicações de alto risco. O Postalis comprou papéis lastreados por títulos argentinos e venezuelanos, perdendo R$ 190 milhões. E fundos de pensão de estatais foram frequentemente "convocados" pelo governo para alavancar investimentos em infraestrutura, muitos sem conclusão e retorno.
O problema é grave. Mesmo fundos que não registraram prejuízos não atingiram as metas atuariais - a rentabilidade capaz de garantir o pagamento de aposentadorias. Em média, os fundos renderam 7%, em 2014, abaixo dos 11,73% necessários.
As diretorias de alguns fundos querem agora não só mudar a meta de rentabilidade, mas alterar o porcentual que os obriga a se recapitalizar, sem ter de aumentar a contribuição de associados e patrocinadoras. A tolerância atual é de um déficit de até 10% do patrimônio líquido.
A associação dos fundos (Abrapp) argumenta que contribuições extras podem ser até desnecessárias. O governo, diz o presidente da Abrapp, José Ribeiro Pena Neto, quer adiar a discussão, para não ser acusado de "afrouxar" regras em face de déficits bilionários. A discussão é importante, mas não nos termos colocados. A confiabilidade é o maior ativo de qualquer fundo - e ela está em jogo à falta de fiscalização adequada, com apoio ativo dos associados, que são os principais beneficiários. Estes precisam ter voz nos conselhos deliberativos dos fundos, como reivindicam associados da Previ, da Petros e da Funcef que apontam má administração e ingerência política nos investimentos."
( O Estado, 24.04 - Economia & Negócios )

sexta-feira, 24 de abril de 2015

SEM RAZÃO DE SER

     Nós estamos sendo pouco estudiosos do assunto, estamos sendo manipulados por pretensos analistas, bem assessorados pelo nosso patrocinador que antes de mais nada, e acima de tudo, olha somente para o próprio umbigo. Refiro-me às contribuições para a PREVI.
     O Regulamento da PREVI que regula a matéria já foi retificado inúmeras vezes, sempre que há conveniência do patrocinador, JAMAIS para nos beneficiar. A última alteração se deu em 2013, com vigência a partir de 22.04 daquele ano. No Capítulo XIII, Artigo 76 §1º
"A contribuição do participante em gozo de benefício será descontada dos seus benefícios de aposentadoria."
Ora, este artigo devia inexistir pois ao trocar a sua Reserva Matemática pelo Benefício, o participante devia encerrar o seu ciclo de contribuição, tal como é feito na Previdência Oficial.
     Outra situação é espantosa: A primeira providência a se tomar quando há três anos consecutivos de superávit é suspender a cobrança de contribuições. Ora, a recíproca é verdadeira: só deveria haver volta das contribuições em caso de três déficits seguidos. Isso parece lógico e racional. No entanto, apesar de desde o ano de 2008 o nosso fundo NÃO ter registrado NENHUM déficit ( em 2010 houve o BET, em 2011 houve um superávit magrinho de 300 milhões, em 2012 deu 1 bilhão, em 2013 a Reserva Especial deixou de existir e em 2014 a mesma coisa: Não houve déficit nem em 2013 nem em 2014, apenas consumo da Reserva Especial que ficou abaixo dos 25%). Então raciocinemos, se não houve déficit nem por um ano sequer, por que voltar a contribuir?
     É o caso de se rever as decisões tomadas por Dan Conrado e seus pares de diretoria em 2013 sobre a equivocada decisão de volta das contribuições. Os diretores Cecília e Décio têm obrigação de voltar ao tema e defender os nossos direitos com unhas e dentes. E depois levar a decisão para o Conselho Deliberativo onde temos Carvalho e o Rafael. Outro Conselho que devemos usar é o Fiscal. Lá temos o voto de Minerva. Nunca vi o Conselho Fiscal barrar alguma coisa na PREVI. São uns cordeirinhos. Vamos barganhar ali meu amigo Williams! Vocês são nosso único meio de enfrentar o patrocinador! Façam como estão fazendo Eduardo Cunha e Renan Calheiros contra os projetos de Dilma Rousseff, confrontando os projetos e os decretos. Vocês do CF não podem aprovar um investimento, por exemplo, como o da Cia Vale (35% de nosso patrimônio em ações que são feitas através da LITEL). Acredito que vocês do Conselho Fiscal estão sendo usados como cavalo, se este soubesse a força que tem ninguém montava nele!
     O dado concreto é que aposentado não deve (e nem pode) mais contribuir. Ao contrário, os da ativa têm essa obrigação até se aposentar. E tem que ser do próprio bolso, nunca do Fundo Previdenciário!

DELENDA CARTHAGO - VAMOS ACABAR JÁ COM AS CONTRIBUIÇÕES DE APOSENTADOS! SE PRECISO FOR, ALTEREM O REGULAMENTO!


quinta-feira, 23 de abril de 2015

ESPERANDO PELO BNDES

     O mensalão deu o pontapé inicial. O petrolão alargou os horizontes dos esquemas criminosos, porém ambos não se comparam ao extraordinário Amazonas (o rio) que sangrou do ventre de nossa amada pátria brasileira na última década. Empréstimos generosos canalizados para amigos da Corte, empreiteiras, empresários famosos e países do bloco pobre da América do Sul e do Caribe.
     O Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico deu muita força à Odebrecht, ao Frigorífico Friboi, ao empresário outrora riquíssimo Eike Batista. Se no petrolão o povo foi a vítima através da Petrobras e subsidiárias perdendo bens e serviços, com o BNDES perderá suas vestes: o povo ficará nu.
     Uma das razões porque ainda não foi aberta a investigação é política. Temem os governistas e parte da oposição que tal ação paralisará o país. Outra é o governo central, envolvido até os cabelos, criará toda espécie de empecilho para que não se descortine a casa. Tempos difíceis para todos nós brasileiros, especialmente nós previanos que temos que rezar para que nosso fundo não tenha sido mais afetado do que já foi. Nosso patrimônio de mais de 160 bi já perdeu, pelo balanço de 2014, doze bilhões de reais, isto é, em vez de ganharmos 10% a.a. (atuária), perdemos 8% no ano. E o abono aos diretores (500 mil/ano) continua...Se eu pudesse pedir ao Gueitiro, na reunião de Porto Alegre na Afabb-RS, diria para que corte o referido abono ou, se o Banco desejar mantê-lo, que o faça com seus recursos, podendo mantê-lo somente aos 3 seus nomeados.
     Que se abra logo esta caixa lacrada chamada BNDES. Todo o povo tem o direito à transparência e à lisura. É o mínimo que se espera de um governo que nem mais faz juramento de posse sobre a Bíblia Sagrada.

DELENDA CARTHAGO - 2015 É O ANO DE PASSAR O BRASIL A LIMPO, MANTER OS DEDOS ENTREGANDO OS ANÉIS.


terça-feira, 21 de abril de 2015

UM PAÍS DE SEM-VERGONHAS

     O nosso mártir da independência cuja data celebramos hoje foi, é e sempre será o nosso maior revolucionário, completamente oposto à concepção que certo partido dá a verdadeiros assassinos e bandidos como Che Guevara, Fidel Castro e Bolívar. Estes nada têm a ver conosco, são crápulas que fizeram seus povos sofrerem por longos e longos anos, agora endeusados por nossos dirigentes, corruptos e incompetentes que outra coisa não sabem fazer senão roubar e enriquecer-se ilicitamente.
     A última tacada deste governo fora de rumo foi exigir que o TCU investigue o governo FHC, querendo obviamente colocar a culpa nos outros, como sempre fazem os meliantes. Que o TCU se mantenha firme nas suas decisões de investigar no prazo de 30 dias improrrogáveis as "pedaladas" que a governanta deu utilizando-se de recursos do BB e da Caixa para cobrir a falta de erário público num evidente descumprimento da LRF, o que deve ocasionar, sem sombras de dúvidas, a perda de mandato. Não poderá culpar o ex-ministro Guido Mantega, nem Tombini. Ela agiu fora da lei, ela tem que pagar. Agora não poderá achar uma nova Graça Foster como fez nos desvios da Petrobras.
DILMA, VACCARI E LULA - VIVEM ABRAÇADOS, SÃO ÍNTIMOS MAS NINGUÉM SABE NADA DA VIDA DO OUTRO.

     Outro chefe de tudo isto de ruim que ocorre em nosso país está a dar palpites de como livrar-se de mais uma, diretamente de seu instituto, em São Paulo. Hoje, o brado de nosso grande herói Tiradentes não é contra a Coroa Portuguesa; mas sim contra as joias da Coroa Brasileira. Contra este vendilhão que através do Foro de São Paulo, prometeu aos vizinhos ditadores ou não, ajuda monetária na construção de portos, metrôs e outras infraestruturas, já que o Brasil é um país rico e não carece destas melhorias. Ele, chamado por Obama de "o cara" pinta e borda em nosso Brasil, mesmo depois de deixar a presidência está imune a quaisquer processos e acusações. Ninguém investiga o caso dos dólares do banco Espírito Santo em Portugal (caso Rosimery), os negócios escusos com ditadores de países africanos a quem o Brasil perdoou dívidas, as parcerias que fez com Hugo Chavez na Refinaria Abreu e Lima onde só a Venezuela ganhou, e por aí afora. Negou que o Mensalão tenha existido, apesar dele próprio ter sido o Chefe. Uma pessoa como esta em outro país mais qualificado do que o nosso já estaria atrás das grades.
     Força total ao Juiz Sérgio Moro. Seja hoje a nossa voz e o lema de Tiradentes e dos inconfidentes: "Libertas quae sera tamen".

Meus caros:

Baixem este link e vejam a nova Cartilha petista para se perpetuar no poder no Brasil.

http://www.pt.org.br/wp-content/uploads/2015/04/TESES5CONGRESSOPTFINAL.pdf


domingo, 19 de abril de 2015

EXÉRCITO EM RETIRADA (POR NEY VILELA)

Uma das manobras mais difíceis de se executar, por parte de um grande exército, é a retirada. Ceder território é desmoralizante e passa o sentimento psicológico de que a derrota se aproxima. Mas, independentemente dessa situação ser constrangedora, um bom general precisa garantir que seus exércitos consigam se reagrupar, ganhando condições operacionais para enfrentar as próximas batalhas.

Ao realizar a manobra de retirada, é costumeiro que o exército em recuo deixe, no caminho, uma parcela de suas tropas com a função de obrigar o inimigo a perder algum tempo enfrentando-as. Assim, quem se retira troca espaço por tempo, conseguindo as condições para se reorganizar e melhor poder defender suas posições, a seguir.

Observe-se o que aconteceu com Graça Foster, presidente da PETROBRAS: ela foi submetida a um desgaste desumano, nesse último ano. Enquanto ficava evidente que a PETROBRAS teve seus recursos dilapidados e foi literalmente implodida em nome dos interesses do partido que se apoderou da máquina de governo, Graça Foster atraiu o fogo da bateria do exército da oposição, enquanto o ex-presidente da empresa, o ex-presidente da República e a liderança partidária do PT ganharam um tempo precioso que lhes permitiu vencer a eleição presidencial e se organizarem para o grande embate judicial que se aproxima.
Como "tropa retardadora", Graça Foster (além de um grupo de diretores da PETROBRAS), deu o melhor de si, sacrificando-se com ardor missionário – sabe-se lá por que – em benefício de Lula da Silva e de Dilma Rousseff.

Diante desses fatos, observa-se que o exército da oposição não pode esquecer que é necessário levar à rendição quem assinou o contrato que levou a PETROBRAS a perder mais de um bilhão de reais com a Refinaria de Pasadena. E quem assinou esse contrato foi o Conselho da empresa, dirigido – na época – por Dilma Rousseff. Deve ser levado ao tribunal de crimes de guerra o camarada que fez o acordo com a Venezuela para se construir a Refinaria Abreu e Lima, o que levou a um prejuízo de aproximadamente 20 bilhões de dólares. E quem realizou esse acordo foi Lula da Silva.
Deve ser levado à rendição quem doou petróleo para a Venezuela (no período da crise que quase derrubou Hugo Chávez. E quem fez isso foi Lula da Silva.

Precisa ser derrotado quem alterou o contrato de exploração das jazidas de petróleo, criando o sistema de partilha que exaure os recursos da PETROBRAS. É necessário levar à rendição quem resolveu combater a inflação mantendo congelado os preços dos combustíveis fósseis, destruindo o equilíbrio financeiro da PETROBRAS.

E, para não perder a viagem, a oposição deve levar às barras dos tribunais, quem destruiu o equilíbrio das empresas que produzem energia elétrica. E também quem entregou os recursos do BNDES – com juros subsidiados – para algumas empresas que, posteriormente, faliram. A oposição também precisa punir (sempre dentro da lei) quem doou dinheiro para se construir um porto, em Cuba, e uma linha de metrô, na Venezuela, com os recursos do contribuinte brasileiro, enquanto há tantas deficiências de infraestrutura em nosso próprio país.


Graça Foster é desimportante: o que interessa é penalizar os mandantes. Trata-se de capturar os generais desse exército em retirada.


***********************************
Autor : Ney Vilela 
Coordenador Regional do Instituto Teotônio Vilela de Estudos Políticos
Membro da Academia Jahuense de Letras
Membro da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação
Membro do Instituto Cultural de Artes Cênicas do Estado de São Paulo
Membro dos Estudos Pós-Graduados em História (Cultura e Representação) da PUC-SP
Professor de Teorias da Comunicação  e de História do Brasil Contemporâneo da Fundação Raul Bauab - Jahu
Rua Acácio Izar, 167 – Jardim Campos Prado
CEP – 17.208-753
Jaú - SP

sexta-feira, 17 de abril de 2015

TREZENTOS E SESSENTA É O LIMITE

     Há fundamentadas razões correndo no facebook sobre a isenção das contribuições para quem já atingiu as 360 obrigações quer na ativa quer na soma como aposentado. O dado concreto é que pelos cálculos atuariais o Plano Um se sustenta, sem as contribuições excedentes a 360, até o ano de 2.080 quando o plano deverá ser extinto.
     Neste sentido há opiniões abalizadas como a do colega Carlos Valentim Filho e do Júlio César Pestana Costa:


Júlio César Pestana Costa signed a campaign via Avaaz.org 
Porque os cálculos atuariais prevêem que mesmo sem as contribuições além das 360 já sustentam o plano 1 até 2080, quando será encerrado.


plenamente. Contribuições de aposentados,
que já tenham contribuído por 360 meses
 (ativa mais aposentadoria) devem ser
suspensas, porque a cobrança não encontra amparo legal.


     Este justo pleito deve ser levado ao
presidente Gueitiro por ocasião de sua
visita à AFABB-RS no dia 27 do corrente, na capital gaúcha.

     Precisamos fazer o que nossos diretores eleitos não fazem, solicitar o óbvio e ululante.



quinta-feira, 16 de abril de 2015

TCU DIZ QUE GOVERNO COMETEU CRIME DE RESPONSABILIDADE FISCAL

BRASÍLIA - O Tribunal de Contas da União (TCU) declarou não haver mais nenhuma dúvida de que o governo Dilma Rousseff incorreu, de fato, em crime de responsabilidade fiscal, ao utilizar recursos de bancos públicos para inflar artificialmente seus resultados e melhorar as contas da União. As operações, que contrariam frontalmente a Lei de Responsabilidade Fiscal, passaram a ser conhecidas como "pedaladas fiscais". 
"Não tenha dúvida. Há um descumprimento de lei. Um banco público não pode emprestar dinheiro para o governo. É como se você estivesse devendo no seu cheque especial, e o governo não pode ter esse cheque especial", disse o relator do processo do TCU, José Múcio. "Faltou dinheiro e a conta foi paga por terceiros". Nos cálculos do TCU, mais de R$ 40 bilhões foram sacados pelo governo das contas do Banco do Brasil, Caixa e BNDES, para engordar a contabilidade fiscal e se aproximar da meta de superávit primário, a economia feita para o pagamento dos juros da dívida pública. 
Na prática, a decisão do plenário do TCU sobre as "pedaladas fiscais" pode fortalecer a intenção da oposição, que analisa um possível pedido de impeachment de Dilma por "crime de responsabilidade". Após as manifestações do dia 12, o PSDB pediu ao ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior que avaliasse a possibilidade. Ao EstadoReale Júnior disse que o seu parecer não se refere, na prática, ao impeachment, mas sim à avaliação se houve um crime comum para a solicitação de uma eventual ação penal. "O ponto nuclear é a análise das 'pedaladas fiscais' detectadas no TCU", disse.
O tema impeachment foi levantado em uma reunião da bancada de deputados com o presidente nacional da sigla, senador Aécio Neves (MG). No final do encontro, Aécio pediu para que deputados que defendiam a proposta se manifestassem. Praticamente todos os presentes levantaram a mão a favor. O principal defensor da ideia na Câmara é o líder da minoria, Bruno Araújo (PE), que conta com o apoio do líder da bancada, Carlos Sampaio (SP). 
Explicações. Em decisão tomada nesta quarta-feira, 15, pelo plenário do TCU, 17 autoridades do governo Dilma Rousseff terão de explicar essas operações. O ministro José Múcio Monteiro deu 30 dias de prazo improrrogável, para que todos prestem informações sobre as irregularidades nas contas. Caso sejam condenadas, as autoridades podem ser alvos de multas e processos por crime de responsabilidade. O TCU tenta identificar quem deu a ordem para as "pedaladas". Perguntado se a presidente Dilma poderia ser chamada a dar explicações, Múcio disse que essa possibilidade "não é avaliada".
Mas o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, entrou para a lista de convocados para prestar esclarecimentos sobre a utilização de dinheiro de bancos públicos pelo governo. Além de Tombini, a corte de contas quer ouvir explicações do atual presidente da Petrobrás e ex-presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine.
Também estão listados o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega; o ex-secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin; o atual ministro do Planejamento, Nelson Barbosa; o ministro do Trabalho, Manoel Dias; o ex-presidente da Caixa Jorge Hereda, e o presidente do BNDES, Luciano Coutinho.
As 'pedaladas' no Banco do Brasil envolveriam, por exemplo, recursos para subsidiar juros baixos em financiamentos de produtores rurais e incentivos a exportadores. A situação motivou representação de acionistas minoritários do banco ao TCU para que a situação fosse apurada.
Banco Central. Presente na sessão plenária do TCU, o procurador-geral do Banco Central, Isaac Ferreira, disse que o BC não tem, por competência, a tarefa de detectar as irregularidades fiscais que foram cometidas pelo governo. Ferreira também fez questão de frisar que Alexandre Tombini não é alvo de investigações ou acusações de irregularidades, mas foi chamado apenas para prestar esclarecimentos. "O Banco Central não tem competência para captar irregularidades fiscais, nem para punir bancos que porventura foram acusados de cometer irregularidades fiscais", disse Ferreira.
Segundo o procurador, o BC não é órgão de execução da política fiscal, não ordena despesa nem arrecada receita orçamentária, cabendo-lhe apenas elaborar estatísticas fiscais, "o que é bem distinto da execução ou contabilidade orçamentária". 
"Quanto ao mérito, tenho a convicção jurídica pessoal de que, do ponto de vista da regulação bancária, sequer enxergo elementos que caracterizem operação de crédito vedada. De todo modo, os trabalhos do TCU ainda estão em sua fase inicial e tudo se submeterá ao crivo do contraditório", afirmou Ferreira.
LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL - LRF - PUBLICADA PELA LEI COMPLEMENTAR 101/2000 É TAXATIVA EM PUNIR GOVERNANTES QUE GASTAM MAIS DO QUE ARRECADAM, PODENDO CHEGAR À PERDA DE MANDATO.

quarta-feira, 15 de abril de 2015

SÓ A PREVI FICOU DE FORA?

     Está no blog dos Bancários que reproduz matéria do Correio Braziliense na qual os assistidos da Funcef, e os empregados da ativa da Caixa Econômica Federal, foram chamados para cobrir o rombo de 5 bilhões e 500 milhões de reais.
     Os antecessores chamados foram os fundos Postalis dos Correiros e o Petros da própria Petrobras. Embora nós ainda não fomos chamados a cobrir rombo, é preciso lembrar que nem por isso a PREVI deixou de ser afetada. No final de 2013 decidiram cortar o então BET que deveria durar mais doze meses. Do mesmo modo, desde janeiro/2014 voltamos a contribuir com o nosso fundo, coisa impensável pela robustez que nossas reservas tinham alcançado. Apesar desta contribuição extraordinária de 24,8% da parte dos assistidos (20% do BET + 4,8% das contribuições) e de 27,8% do pessoal da ativa, repito, desde janeiro/2014 cujo montante ultrapassa a 1 bilhão e meio de reais mensais, mesmo assim as nossas reservas caíram de 24 para 12 bilhões de reais durante o ano de 2014, sendo fácil deduzir que tivemos um rombo de 30 bilhões de reais!!!
     Se alguém considera que estou "chutando" números, vamos aos cálculos (Base a pessoa que escreve):
20% do BET = 1.240,00
4,8% contribuição = 290,00
Total média de arrecadação mensal: R$ 1.530,00 X 12 = R$ 18.360,00
Multiplique por 116.000 contribuintes.
     A CPI dos fundos de pensão foi impedida por Renan Calheiros, presidente do Senado, que todos sabem tem o rabo preso na maracutaia. Infelizmente, estamos sendo governados por uma verdadeira quadrilha criminosa, inescrupulosa, que se utilizam de imunidades parlamentares e cargos de presidentes para escaparem de investigação.
     O excelente texto sobre tratado de Filosofia que o neto encomendou ao vovô Edgardo Amorim do Rego nos explica tudo. É o retrato do Brasil hoje. Não deixem de ler:


                        SENADOR RENAN CALHEIROS (PMDB-AL)

segunda-feira, 13 de abril de 2015

VAMOS PRESSIONAR O PROCURADOR-GERAL?

Obrigado por assinar minha petição: Procurador Geral da República: Investiguem os Fundos de Pensão: FUNCEF, PREVI, PETROS e POSTALIS!

Toda pessoa que se junta a esta campanha aumenta nossa força de ação. Por favor, separe um minuto para compartilhar este link com todos que você conhece:

https://secure.avaaz.org/po/petition/Procurador_Geral_da_Republica_Investiguem_os_Fundos_de_Pensao_FUNCEF_PREVI_PETROS_e_POSTALIS/?tJUnkdb

Vamos fazer a mudança juntos,
Ione

PROCURADOR-GERAL DA REPÚBLICA RODRIGO JANOT. RESOLVEU NÃO MANDAR INVESTIGAR A PRESIDENTE DILMA. VAMOS TENTAR QUE ELE MANDE INVESTIGAR OS FUNDOS DE PENSÃO. AFINAL, É PROCURADOR PARA ISSO.


Aqui está a petição para encaminhar para seus amigos:

Procurador Geral da República: Investiguem os Fundos de Pensão: FUNCEF, PREVI, PETROS e POSTALIS

Desconfiamos que as contribuições para previdência complementar das estatais envolvidas foram desviadas ou direcionadas intencionalmente em investimentos para atendimento apenas de interesses políticos do governo de 2002 até hoje, com danoso prejuízo para os contribuintes que agora arcam com o chamado deficit conjuntural.


https://secure.avaaz.org/po/petition/Procurador_Geral_da_Republica_Investiguem_os_Fundos_de_Pensao_FUNCEF_PREVI_PETROS_e_POSTALIS/?tJUnkdb

Enviado pela Avaaz em nome da petição de Ione

PT FRAUDA ATÉ NO PHOTOSHOP






















     Nesta foto para mostrar que nas passeatas vermelhas há um grande número de pessoas, a criatividade do PT chegou ao milagre da multiplicação da mesma cena. Desmente a própria ciência que um mesmo corpo não pode ocupar mais de um espaço no mesmo tempo.
     Ou quem teria arquitetado esta foto foram os neoliberais  de FHC? Hoje não se duvida de mais nada...

domingo, 12 de abril de 2015

PARALELO ENTRE FILHOS DE PAIS POLÍTICOS

     Recentemente o pai Geraldo Alckmin foi obrigado a sepultar o filho caçula Thomaz Rodrigues Alckmin. Dói demais um pai enterrar um filho, a ordem natural é justamente o contrário. Thomaz era piloto profissional, ganhava a vida com o seu trabalho sem depender de seu pai governador.
     Na outra ponta temos um filho multimilionário, bem vivo entre nós, o qual era, antes de seu pai assumir a presidência da república, um simples funcionário de um zoológico paulista cujo emprego lhe rendia pouco mais de dois salários mínimos. Seu pai era aposentado com salário especial do INSS por ter perdido um dedo mínimo da mão, que não lhe impediu de exercer altos cargos, inclusive o de presidente do Brasil. Ele sempre foi um apedeuta o que não o impediu de fazer fortuna, utilizar sem prestar contas de cartões corporativos (dinheiro do povo brasileiro), passaportes diplomáticos para toda a família o que lhe proporcionava visitar países africanos para negócios que ninguém conhece até hoje. O que todos sabemos é que seu filho Lulinha hoje é um dos empresários mais bem sucedidos do Brasil.
     É precisamente o Lulinha que eu gostaria de focar neste paralelo. Quem dos dois filhos, na avaliação de vocês caros leitores, utilizou mais da condição filial de político brasileiro?
     Hoje é dia de manifestar toda a sua insatisfação contra roubos do erário público praticados por quem você já está careca de saber. Não se omita! A relação das cidades, os horários e os locais estão em meu outro blog "Terceira Via" neste link
     Uma feliz e abençoada semana a todos e a todas.
                            THOMAZ ALCKMIN, 31 ANOS, MORTO HÁ UMA SEMANA EM SP 

sexta-feira, 10 de abril de 2015

MANOBRA DE QUEM TEM O QUE TEMER

     O vice-presidente da república, Michel TEMER, que assumiu preventivamente a coordenação política da presidenta, já realizou duas grandes obras a favor do roubo e do favorecimento ilícito, cooptando 5 senadores pusilânimes que mudam de opinião como se troca de roupa, todos do PSB - partido criado pelo falecido Eduardo Campos. Assim, não bastasse os advogados de defesa do governo no judiciário, caso de Antonio Dias Tófolli, Teori Zavascki, Ricardo Levandowsky, Luiz Barroso e outros menos famosos, surge agora o tiro de misericórdia contra a lisura e a transparência. O PT e o PMDB querem esconder muita coisa mesmo. A caixa preta está no BNDES. Quem ganha a eleição no Brasil é o dinheiro (quase sempre subtraído de forma ilícita) que agora Michel Temer/Dilma constroem muros de concreto para ocultar. Até quando o Brasil vai ficar refém destes usurpadores???
     Cabe muito bem a pergunta: Se não devem por que Temer???
   

Matéria do Correio Braziliense

10.04.2015


Por Amanda Almeida


O Planalto conseguiu, pelo segundo dia 

consecutivo, barrar a criação de uma CPI

indigesta para o governo. Ontem, seis senadores 

retiraram a assinatura do documento que pedia 

a abertura de investigação sobre fundos de pensão.


Na última quarta-feira, sob a articulação do 

vice-presidente da república Michel Temer, a 

oposição já havia sido frustrada na tentativa de 

emplacar a CPI do Banco Nacional de Desenvol-

vimento Econômico e Social (BNDES).


Com a retirada dos apoios, não há as 27 assinatu-

ras necessárias para requisitar a abertura de uma 

CPI. A investigação  dos fundos de pensão havia

sido proposta pelo senador Aloysio Nunes Ferrei-

ra (PSDB-SP) e pela senadora Ana Amélia 

(PP-RS) na terça-feira, e tinha a firma de 30 

parlamentares.


Dos seis senadores que retiraram a assinatura, 

cinco são do PSB. Embora rompido com o governo

desde as últimas eleições - quando lançou Marina

Silva à corrida presidencial depois da morte de 

Eduardo Campos - a legenda ensaia uma 

reaproximação com o Planalto.


O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) disse

que o partido vai tentar novamente obter as 

assinaturas. Para Aloysio, a justificativa dada 

para a retirada dos apoios foi a de que o PSB é

"independente" e não quer partidarizar a

investigação. "Desculpa vergonhosa", classificou

o tucano.


A proposta é apurar supostas irregularidades

no gerenciamento dos fundos de previdência

complementar de funcionários de sociedades de

economia mista mista e de empresas públicas

controladas diretamente pela União. Estão na 

lista fundos do Banco do Brasil (Previ), da

Petrobras (Petros), da Caixa Econômica Federal

(Funcef) e dos Correios (Postalis). A oposição 

argumenta que a estimativa de prejuízo só da


***************************************


     Os argumentos da oposição 

(linhas finais) encontram respaldo

na realidade das contas da PREVI.

Em 2013, tínhamos uma reserva de

24 bilhões. Em 31.12.2014 esta 

reserva caiu para algo em torno de

12 bilhões. E aí PREVI, não tivemos

prejuízo???