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sexta-feira, 20 de março de 2015

O POVO QUE FOI ÀS RUAS QUER LULA E DILMA NA LAVA JATO


No curso dos governos Lula e Dilma, a sociedade vem sendo assaltada por grupos de delinquentes empoleirados em cargos federais elevados e que atuam sob a forma de mafiosas organizações criminosas para roubar estatais e desviar recursos públicos para comprar apoio político, a base aliada, e com isso garantir a governabilidade e se eternizar no poder a qualquer preço.

Institucionalizada a corrupção avassaladora, sem precedentes na história deste país, no primeiro mandato do Lula, a empresa alvo a dilapidar, por enquanto, até onde se sabe, foi a Petrobras e executores dos serviços sujos roubaram fortunas bilionárias para si, para o PT, PMDB e PP, isto porque se o dinheiro ilícito da gatunagem não fosse dividido proporcionalmente, a insatisfação do bando seria inevitável e o segredo do teórico “crime perfeito” não se sustentaria, vez que comparsas presos para salvar a própria pele iriam revelar todo o modus operandi, consoante denuncias efetivadas no rumoroso caso do Petrolão.Em se tratando de esquema criminoso complexo, bem estruturado, não fossem as delações premiadas, a PF e MPF não teriam puxado o fio desse novelo diabólico, personalizado e específico para a Petrobras. A verdade é que o mosaico criminoso surtiu o efeito planejado, tanto que perdurou por mais de dez anos ininterruptos e a roubalheira, como uma erva daninha se alastrou por todas as Diretorias e a dilapidação da estatal foi total e monstruosa.Roubaram tanto que foi difícil lavar as montanhas de dinheiro e fez-se necessário contratar diversas lavanderias especializadas em branquear recursos ilícitos. É evidente que uma quadrilha com mais de 100 membros inescrupulosos, de dimensão gigantesca, criminosos do colarinho branco, para fazer esse rombo astronômico e irrecuperável na Petrobras tinham respaldo, conivência, leniência e omissão do Governo de plantão (Presidenta Dilma) e do ex-presidente Lula, que da sombra e dos bastidores, efetivamente, tinham o “Domínio do Fato”.Foi dentro desse contexto que a quadrilha petista fez o assombroso “arrastão” na Petrobras e não sobrou pedra sobre pedra, limparam o cofre e fizeram a brutal redução de 62% no valor patrimonial, de mercado da petroleira que, hoje, desvalorizada e desmoralizada, com crise de confiança para captar recursos, perdeu o grau de investimento e ruiu o império petrolífero histórico, orgulho dos brasileiros. Para aprofundar o inferno de Dante da estatal, ontem foi noticiado que as suas ações foram excluídas do índice Dow Jones, equivalendo dizer que é mais uma ferida para um leproso em fase quase terminal, nos estertores.  Com efeito, as três diretorias mais importantes foram loteadas e colocadas a serviço do crime: A Diretoria de Abastecimento, de Paulo Roberto Costa, foi destinada ao PP e o operador final foi Alberto Youssef; A Diretoria de Serviços (mais poderosa), de Renato Duque, coube ao Partido dos Trapaceiros-PT e as propinas recebidas pelo do operador João Vaccari Neto e a Diretoria Internacional, de Nestor Cerveró, ficou na cota do PMDB, tendo como operador Fernando Baiano. Roubos ininterruptos no período de 2003 a 2014 atingiram valores estarrecedores... Fala-se que os desfalques suplantam a cifra de R$ 10 bilhões.                              No Brasil, as organizações criminosas se debruçam sobre as amarras legislativas e judiciais para burlar as leis e garantir a impunidade, operando em grande escala. Os Governos corruptos e gananciosos do poder pelo poder, habilmente fazem o aparelhamento estatal em órgãos vitais (Judiciário e Legislativo), pavimentando o terreno para socorrer os seus apaniguados das garras da Justiça, dando-lhes cobertura para evitar eventuais delações. Exemplo típico são os casos do Renato Duque e João Vaccari Neto, arquivos ambulantes explosivos que são defendidos pelo Partido dos Trapaceiros-PT.                             Quanto ao aspecto criminal, que é o assunto que nos interessa, podemos perceber que essas organizações funcionam como verdadeiras empresas, constituídas por inúmeros “funcionários” públicos, alguns “gerentes” e um “CHEFE”. Da tese generalizada para o nosso cotidiano, em análise sem paixão política, o chefe aqui enfatizado pela mídia é Lula que teria comandado o mensalão e escapado das malhas da lei, na bacia das almas. O que a sociedade espera do Judiciário é que ele seja punido pela corrupção na Petrobras, junto com a Dilma, encarcerando “criador e criatura”.                             Ocorre que, na grande maioria das operações policiais, prende-se apenas os “funcionários” do chão de fábrica, os gatunos que metem a mão na massa. E, mesmo quando essas organizações são desmanteladas, normalmente não se encontra o “chefe”, ou quando o encontra, não se pode puni-lo como autor dos “crimes maiores” por falta de provas contundentes e definitivas. Tanto o Brasil reconheceu isso que, recentemente, sancionou a Lei 12.850 de 02 de agosto de 2013, que trata especificamente das Organizações Criminosas.
                            A questão pertinente é que, normalmente, quem “suja” as mãos, quem efetivamente pratica os delitos, são esses ditos “funcionários”, e não os “chefes”, os quais não deixam impressões digitais e outras provas materiais, fato que dificulta as suas imputações, o liame aos delitos como coautores, mas, quando muito, apenas como partícipes. Por isso é que delações negociadas tiveram papel fundamental no esclarecimento dos intrincados roubos e na recuperação do dinheiro desviado e esparramado em diversos bancos estrangeiros, em centenas de contas para dificultar o rastreamento.
                            A questão pertinente é que, normalmente, quem “suja” as mãos, quem efetivamente pratica os delitos, são esses ditos “funcionários”, e não os “chefes”, os quais não deixam impressões digitais e outras provas materiais, fato que dificulta as suas imputações, o liame aos delitos como coautores, mas, quando muito, apenas como partícipes. Por isso é que delações negociadas tiveram papel fundamental no esclarecimento dos intrincados roubos e na recuperação do dinheiro desviado e esparramado em diversos bancos estrangeiros, em centenas de contas para dificultar o rastreamento.                          Talvez mais perigosos que os crimes de tráfico de drogas sejam os delitos chamados de “Crimes de colarinho branco”, aqueles praticados por pessoas influentes, políticos poderosos ou empresários inescrupulosos. Essas pessoas, quando percebem que as investigações estão se aproximando, passam por cima de tudo e de todos, não interessa quem seja, ameaçam, mandam matar autoridades, juízes, promotores de justiça, delegados de polícia e pasmem que até o PGR, Rodrigo Janot, recebeu pressões externas, especialmente do Partido dos Trapaceiros-PT para que a lista dos investigados, ora conhecida, fosse enxugada para excluir apaniguados suscetíveis de bater a língua nos dentes e comprometer a cúpula petista (Lula e Dilma).                           Esses falsos homens de bem, mas que no fundo bandidos da pior espécie, são os que devem ser foco de preocupação constante. São elementos sem ética, sem caráter e vocacionados para o mal, portanto, inimigos da “Democracia e do Estado de Direito”. Tais criminosos dissimulados devem ser alijados da vida em sociedade e presos, muito mais do que aqueles que atuam em seu nome. Não que estes últimos não mereçam penas rigorosas, pois merecem sim, mas os verdadeiros criminosos são os mandantes, as “cabeças” pensantes e autores intelectuais.Executores se acham aos montes, mas sem os mandantes, que são as pessoas mais inteligentes, influentes e de maior poder para financiar e administrar a organização, os executores não passam de leões sem presas e sozinhos nada têm a fazer.                        A realidade é que a retórica enganosa da Dilma fala em criar, somente agora, após os protestos sociais, medidas rigorosas para combater a corrupção e por que não as implementou antes, no decurso do seu primeiro mandato? Esperar o ladrão roubar para depois fechar a porta é coisa de desleixado, inconsequente, irresponsável e que peca tanto pela falta de ação, como pela omissão.                         Caso o empenho fosse verdadeiro em punir os culpados, por que deu ordens ao Ministro Teori Zavascki para soltar ao Renato Duque da cadeia, a despeito de saber que ele está atolado até a raiz dos seus poucos cabelos na lama da corrupção investigada pela operação Lava-Jato?                          De igual modo, por que defende com unhas e dentes o Tesoureiro João Vaccari Neto, operador do partido na Diretoria de Serviços da Petrobras, em parceria com o ex-diretor Duque. Para legalizar a propina recebida, o Vaccari pedia as empreiteiras para fazer doações na conta do PT, maquiagem que emprestava aparência de normalidade. É claro que a doação em si era legal, todavia, um passo atrás, o dinheiro do caixa da empreiteira que dava origem a “doação legal” era ilícito e produto de roubo na petroleira, o que maculava de dolo a transação, contaminava a escapista doação eleitoral e esvaziava definitivamente a tese petista da pseudo “legalidade”.                         Depois que o esquema criminoso foi escancarado por Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef, Pedro Barusco e vários outros delatores entregaram o mapa da mina, nos seus mínimos detalhes, é pura burrice o Renato Duque e João Vaccari Neto tentar negar a autoria dos seus crimes perpetrados contra a Petrobras, dado que a vã tentativa de tapar o sol com a peneira pode, sim, contribuir para agravar as suas penas, vez que mentem para obstruir a justiça. Sem dúvida que mentir e escamotear a verdade são regalias constitucionais (artigo 5º, inciso LXIII da CF/88) que constituem direitos de qualquer acusado, no entanto, doutra parte, pesa a favor, no julgamento, a decisão espontânea de ajudar a elucidar os fatos, sendo visto como um ato de grandeza assumir a responsabilidade pelos delitos cometidos.                                           Da mesma forma que o mensaleiro José Dirceu foi julgado e condenado como chefe da quadrilha do mensalão, com base na Teoria do Domínio do Fato, aliás, condenação até certo ponto injusta, porquanto nesse caso existia o “Chefe do Chefe” que a mídia e todos dizem que o verdadeiro cacique era o Lula, agora, no “Petrolão”, a situação favorece e simplifica para o Judiciário a tarefa de aplicar com mais segurança a Teoria do Domínio do Fato para investigar o Lula e a Dilma, tendo em vista o depoimento do doleiro Youssef, na sua delação premiada, citou peremptoriamente que o Lula, Dilma, Gilberto Carvalho, Ideli Salvati e a Gleisi Hoffman tinham conhecimento da roubalheira na Petrobras e nada fizeram para estancar a prática ilegal, ou seja, foram omissos e coniventes com as irregularidades para dizer o mínimo. Sendo assim, sabendo o que estava acontecendo na Petrobras, logicamente eles tinham o "Domínio do Fato" e também são mais culpados do que os executores.                         Afora o exposto, não podemos olvidar que os maiores escândalos foram iniciados no primeiro mandato do Lula, onde se INSTITUCIONALIZOU A CORRUPÇÃO, que o ex-diretor Renato Duque foi indicado ao cargo pelo PT, o Paulo Roberto Costa, a quem o Lula chamava carinhosamente de Paulinho nas reuniões privativas com ele no Planalto, foi nomeado por sua determinação e o Nestor Cerveró indicado por Renan Calheiros, aliado próximo da Dilma e reincidente em desvios de conduta, posto que no passado foi obrigado a renunciar à Presidência do Senado em face do episódio do pagamento de pensão da sua filha por uma empreiteira do governo, fato vergonhoso que tisnou a sua reputação.Que a nociva e desastrosa compra de Pasadena se deu no Governo do Lula e autorizada pela Dilma, de próprio punho, enquanto Ministra da Casa Civil e Presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Por último, que o dinheiro das doações eleitorais feitas ao PT pelas empreiteiras investigadas na Lava Jato, fictícias e fraudulentas, beneficiou as campanhas de Lula e Dilma, de sorte que não tem para onde correr. Isto posto, caberá ao PGR rever a sua decisão e fazer ao STF pedidos para investigar os dois principais mentores desse esquema megalomaníaco de apropriação indébita (furtos) que levou a Petrobras ao colapso financeiro, cujos mentores são LULA E DILMA. A punição de ambos vai engrandecer ao Poder Judiciário, que sairá bem maior do que entrou nessa teia de aranha da corrupção e fará bem ao BRASIL.

(Produção de texto a cargo de João Rossi Neto)

15 comentários:

Édulo disse...

Como sempre, excelente o texto do Rossi. Meu pessimismo me faz pensar que será muito difícil sair desta lama.

Anônimo disse...

Colegas....ABONO 3.000.00

Se acalmem.. O Dr. Medeiros esta enganado sim. Uma vez transitado em julgado não ha demora. O que ocorre é que tambem somos muitos. O Processo esta decidido. Necessita que se enviem logo as associadas os documentos. O Cartório junta e manda para o Juiz que envia ao contador Judicial. Tem prazooooo. O contador devolve ao Juiz que manda expedir o Alvara. Então maos a obra e enviem os documentos... paz E lUZ

Anônimo disse...

Infelizmente a GatunagemBrasil é um partido poderoso e blinda os chefes contra qualquer ação do povo.Os reis não vão sair da posição de comodismo em que estão instalados.Descobriram que somos mansos e submissos e isso basta para eles e,pelo visto,para nós também.

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


O texto do nosso INCOMPARÁVEL JOÃO ROSSI NETO, é como sempre, ADMIRÁVEL e ESCLARECEDOR.
No entanto, ENVERGONHO-ME em dizer, DEIXEI DE PENSAR NO ES (que não pude renovar) e agora meu ÚNICO FOCO (egoisticamente) é só o ABONO 3000.
Li nos manuais de Direito, que a GUARDA do CONTRACHEQUE, POR OBRIGAÇÃO é só por 05 (CINCO) ANOS. Mais do que isso é UMA QUESTÃO PESSOAL.

Por favor, a PROCURAÇÃO é em nome dos advogados da ANAPLAB ou da FAABB? Muito obrigado.

Ari Zanella disse...

11:01

Os advogados da Ação são da FAABB, incluído o famoso causídico Wagner Gusmão Reis Junior.

Anônimo disse...

Professor Ari Zanella,

Minha Ação na Anabb IR venda de férias chegou na fase código 254 - Requisição de pagamento de pequeno valor ordenada Deferida a requisição - em Fev/2015
Agora aparece Código 176 - Intimação Notificação pela imprensa ordenada Publicação Despacho em 24/02/15

O Sr. acha que em quanto tempo receberei?

Agradecido

Ari Zanella disse...

Acho que ainda neste ano.A tal da RPV - Requisição para pagamento de Pequeno Valor é rápida e rasteira. Melhor do fosse pago por PRECATÓRIO, nesta caso, somente no ano que vem.

Tenho uma Ação na Anabb bem parecida com a sua, só que a minha estou esperando o juiz decretar o RPV.

Anônimo disse...


FICAR OU CAIR FORA?

...e a ANABB, como sempre, está caladinha, ao invés de informar seus milhares de associados sobre a ação vitoriosa da FAABB.

A Anabb tem obrigação MORAL de manter informadoS os seus associados sobre todos os assuntos que os venham a beneficiar, independente da origem do benefício. Mas não o faz.


jurandir waltrich disse...

Excelente o texto do João Rossi Neto, como sempre brilhante na exposição de suas idéias, meus parabéns.

Anônimo disse...

Caros amigos aposentados,

Seria a Anabb contra os associados aposentados?

Suspeito que sim, por estar em silencio sobre o tema.

E não venham agora com desculpas esfarrapadas que estavam analisando o processo.

Quanto aos processos da Anabb é uma vergonha.

Outras associações muito menores quase micros ajuízam e em muito pouco tempo tem a resposta favorável aos contribuintes mensalistas.

Pelo que dizem que a Anabb arrecada, cerca de 3 milhões e meio mensais é de se pensar, desconfiar, em algo escabroso, ou alguém pode informar o contrário?
Tá difícil acreditar na Anabb.

Anônimo disse...

21:28

É isso mesmo: 100 mil associados a 35,00 ao mês.
Também quero mamar nessa teta...

Anônimo disse...

Prezado Prof. Ari!

Tenho também uma ação que o juiz decretou RPV, referente à ação 1/3 PREVI na Anabb,depositada no BB e na CEF desde agosto de 2014.Até hoje não consegui receber pois o banco e a caixa exigem os alvarás que ainda não foram expedidos. Mas esta exigência causou
estranheza nos funcionários que me atenderam, porque eles pagam RPV diariamente apenas identificando o favorecido.
Um abraço.

Anônimo disse...

Colega das 8:12 h
referindo-me ao seu comentário: "Uma vez transitado em julgado não ha demora. "
Quero acreditar muito nisso, mas tenho uma ação de 1/3 IR Previ na ANABB desde 2000, cuja Sentença de Julho de 2012 diz no final: "Transitado em julgado, extraia-se cópia deste decisum juntando-a no feito em apenso. Deverá, então, o NUCJU/DF realizar as correções da planilha apresentada, para fins de expedição do Precatório e RPV correspondentes. Após, arquivem=se os autos."
Por que estão discutindo até agora os cálculos? E esse prazo do qual voce falou? O pior é que na ANABB ninguém se digna ao menos explicar o que ocorre.
Tomára mesmo que no caso do abono seja diferente.

Anônimo disse...

Colegas das 22:47hs e 22:55hs

Você já entram em contato direto com o(a) advogado(a) que está cuidando dessas ações? É no escritório do Dr. Ivo Ávila? se ainda não, façam isto, não fiquem esperando pela ANABB. Para nos atender no escritório do Dr. Ivo, é a Dra. Shirleide, fone (61)3226-9800, no horário das 17 às 18 horas.

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:



Tendo em vista que o MEU FOCO PRINCIPAL e EXCLUSIVO é a MUDANÇA URGENTE e IMPRESCINDÍVEL na DIRETORIA DE SEGURIDADE, mesmo sabendo que seu atual detentor NÃO SE REELEGERÁ NEM À PAU (desculpe a vulgaridade), por favor, gostaria de saber no entanto, SE EXISTE REELEIÇÃO PARA ESSE CARGO e se o MANDATO É REALMENTE DE 04 ANOS. Muito obrigado.