BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

domingo, 29 de março de 2015

O DESABAFO DA ROSALINA

Prezados Amigos deste Blog, e o administrador Ari que tão bem conduz o seguimento dos aflitos.

Estou de ideia de ir embora deste país, de abandonar tudo e seguir para onde minha filha caçula mora há mais de 10 anos, Malaga na Espanha.

Minha filha vive insistentemente me pedindo para ir ao abrigo dela, sempre relutei pois morar com filhos é sempre uma tarefa muito pesada, a sogra sempre não presta aos olhos do genro.

Mas vejo que a nossa luta é sempre em vão, nossos dirigentes sempre acham uma maneira de postergar soluções, mesmo sabendo que estamos no maior sufoco há mais de uma década.

Ignora o fato de estarmos vivendo de empréstimos há muitos anos, e de reunião em reunião continua a nossa triste realidade.

Se fosse uns poucos a passar dificuldades, poderíamos nos ajudar, tipo cooperativa mesmo, mas a situação é de milhares de colegas, alguns já em profunda depressão e sem ter o que pôr na mesa, a situação beira à insolvência total.

Tenho relutado muito em pensar na situação, mas acredito que é uma das minhas alternativas, estou cansada de tudo, de viver mendigando um socorro, uma promessa de que coisas poderia mudar, mas o fato é que 9 meses se passaram da posse dos eleitos da chapa 3 e hoje só vejo teatro e mais teatro, enganação, tentativas de nos melar a boca com balinhas de festa, destas mais baratas que gruda na boca.

Penso em entregar meu cargo à disposição da ANAPLAB, como conselheira fiscal, e ir buscar meu último resto de vida, bem longe, ao lado da filha e do genro, seria a oportunidade de, no final da vida, me equilibrar financeiramente.

Tenho poucas esperanças de mudança, tenho visto sempre a mesma promessa mais nada neste país é sério, veja o caso da Faabb, por 18 anos o judiciário não definiu uma decisão e ao término uma vergonha como estas, pessoas na velhice serem feitas de bobas, ou tratadas como se fossem lixo.

Não tenho esperança para o futuro, meus 69 anos por completar em 02 de maio próximo, me levam a crer apenas que estou caminhando para o final da minha vida, as doenças se complicam, quando não somos mais capazes de comprar o estritamente necessário.

Então ao mais jovens um recado:

Lutem por ser direitos, agora, não esperem envelhecer ainda mais, para buscar seus direitos.

Enfim, não vejo mais luz no fim do túnel, e por motivos de saúde devo me afastar ainda mais dos assuntos diários dos blogs.

Não somos dignos de pena, apenas queremos nossos direitos respeitados, sem essa de reunião, de grupo de trabalho, de entrega de estudos técnicos que não levam a nada.

Hoje só existe um caminho, renuncia coletiva de todos os conselheiros e diretores da Previ, porque todos são enganadores, aproveitadores e só querem é mamar nas tetas da Previ/Cassi/Associações.

Atenciosamente

Rosalina de Souza
Pensionista
Matricula 18.161.320-4 

SEGUNDO PRÊMIO PONTUALIDADE

     Nosso segundo prêmio pontualidade ANAPLAB saiu para a cidade de Passo Fundo - RS e o feliz contemplado foi o colega Manoel Antonio Machado, o qual será devidamente notificado pela ANAPLAB. O valor líquido é de Mil Reais, livre de IR que é pago por nós. Comunicado já está em nosso site www.anaplab.com.br
Seja você também um sócio e poderá ser um dos próximos sorteados.
Parabéns ao Manoel! Nos alegramos com você!

PRÊMIO PONTUALIDADE ANAPLAB.


MANOEL ANTONIO MACHADO foi o associado ganhador do Prêmio Pontualidade do último sábado, 28 de março de 2015. O sócio, da cidade de Passo Fundo (RS), foi contemplado por manter as mensalidades da ANAPLAB em dia, e recebeu R$ 1 mil. O número da sorte foi 66.497.

Confira o resultado da extração nº 4957 da
Loteria Federal do dia 28/03/2015:

1º Prêmio: 63.487
2º Prêmio: 65.079
3º Prêmio: 43.554
4º Prêmio: 91.016
5º Prêmio: 76.226

Sobre o Prêmio Pontualidade.

O Prêmio Pontualidade contempla 01 associado com sorteio de R$ 1 mil no último sábado de cada mês. O valor premiado é recebido integralmente, pois já tem o Imposto de Renda descontado e pago pela ANAPLAB.


Como participar.

Para concorrer, basta você manter suas mensalidades em dia para concorrer automaticamente. A ANAPLAB faz, mensalmente, o acompanhamento da extração dos números pela Loteria Federal e divulga o nome do ganhador (a). O número premiado se dá com a união dos 05 primeiros algarismos de cada prêmio sorteado. No caso de não coincidir totalmente, o prêmio é pago ao adimplente cujos cinco primeiros números da matrícula mais se aproximarem da extração da loteria federal, na configuração explanada acima.

Gratos.

EQUIPE ANAPLAB



             "ANAPLAB - NÓS FAZEMOS MAIS POR MENOS."

sábado, 28 de março de 2015

PREVI REÚNE-SE COM ASSOCIAÇÕES DE APOSENTADOS



27/03/2015

Dirigentes da PREVI se reúnem com lideranças

A Diretoria executiva, conselheiros fiscais e deliberativos da PREVI receberam nesta quinta-feira, 26/3, representantes dos associados na sede da Entidade. O encontro, demandado por algumas lideranças, contou com a presença de 13 participantes, que apresentaram teses, sugestões e reivindicações sobre vários temas de interesse.

Na abertura da reunião, o presidente da Associação de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil – AAPBB, Ruy Brito, fez um resgate histórico de momentos importantes da previdência complementar e apresentou à direção da PREVI algumas teses respaldadas por estudos técnicos. O documento foi entregue por ele ao presidente e será objeto de análise por parte da Entidade.

20150326_reuniao_delib_02.jpg
Na foto, presidente da PREVI, Gueitiro Genso, e o presidente da AAPBB, Ruy Brito. 
Na reunião, foram tratados assuntos como atualização cadastral da Capec, cálculo de reajuste de benefícios do Plano 1, teto de benefícios, remuneração variável da diretoria, prestação de contas sobre investimentos, como Sete Brasil e Petrobras, ações judiciais, especialmente referentes a bônus e 7ª e 8ª horas, regras de cálculo e reajuste de benefícios e comunicação com o participante.
O presidente da PREVI, Gueitiro Genso, reforçou que a diretoria está de portas abertas para receber os associados e que encontros presenciais como esse são uma oportunidade de promover o diálogo, de esclarecer dúvidas e ouvir sugestões. A iniciativa vai ao encontro do programa de relacionamento implementado pela PREVI, que prevê uma série de ações para melhorar o relacionamento e aproximá-la ainda mais dos participantes.
“Nós pretendemos dar continuidade a esse tipo de debate”, enfatizou o presidente da PREVI, Gueitiro Genso. “Temos vários mecanismos de comunicação, como a Revista PREVI, o site, o relatório anual, os e-mails, mas continuaremos empenhados em afinar a comunicação e o relacionamento com o participante. Queremos participar cada vez mais de encontros com as associações e associados. Já percebi que esses encontros cara a cara são importantes, pois conseguimos levar uma informação precisa para aqueles que têm contato direto com muitos participantes. Essa é uma premissa da governança paritária entre eleitos e indicados, pensada para que esse tipo de diálogo tenha continuidade. E o que deve ser lembrado é que estamos todos a serviço da PREVI e trabalhamos em uma entidade em que não somos apenas contratados, mas temos também interesse em resguardar o patrimônio para que ele tenha perenidade”, reforçou o presidente.
Os conselheiros presentes concordam com o presidente quanto à importância das reuniões presenciais com lideranças. “Na hora em que as lideranças se reúnem e conversam direto com o presidente, os diretores e os conselheiros, elas saem daqui com as informações verdadeiras, legítimas, autênticas. Assim, podemos evitar o que muitas vezes acontece nas redes sociais quando são espalhadas informações que sabemos que são improcedentes, pois participamos das reuniões nas quais as decisões foram tomadas”, concorda o conselheiro deliberativo Haroldo Vieira.
“O grande ganho de reuniões como essa é promover a informação olho no olho e, assim, evitar distorções, informações inverídicas, entendimentos distorcidos. Isso é um ganho fantástico. Mais uma vez o presidente se dispôs a continuar promovendo reuniões com associados”, enfatizou o conselheiro deliberativo Antônio Carvalho.
Para o presidente do conselho fiscal, Odali Cardoso , os encontros são sempre muito positivos e importantes para os dois lados. “Para os participantes representam a oportunidade para tirar dúvidas diretamente com a Diretoria e para a PREVI é uma ocasião para esclarecer fatos distorcidos e ouvir sugestões”, diz.
Os participantes presentes saíram satisfeitos com o encontro e confiantes no modelo de relacionamento proposto pela PREVI. “É sempre muito positivo abrir o diálogo. Espero que encontros como esse se repitam e gerem resultados”, afirmou o presidente da AAPBB, Ruy Brito de Oliveira Pedroza, opinião compartilhada pelo coordenador do conselho gestor no movimento Semente da União, Macilene Rodrigues de Oliveira, que veio do estado de Goiás. “Fiquei muito feliz com essa reunião hoje. Realmente confirmou que o presidente é muito aberto ao diálogo. Foi uma reunião muito franca na qual se pode esclarecer muitos pontos. Entendemos que tem alguns assuntos que estão chegando errados nas bases e para resolver isso o presidente se comprometeu a fazer reuniões nos estados”, concluiu Macilene.
Além do compromisso de manter uma agenda permanente de encontros presenciais com os associados e seus representantes, os temas tratados nessas reuniões serão objeto de mensagens a serem publicadas nos veículos de comunicação da PREVI, sempre que houver novidades, em caráter de notícia, ou até mesmo de forma educativa, para esclarecer dúvidas que porventura residam em torno dos mesmos.
20150326_reuniao_delib_01.jpg

20150326_reuniao_delib_03.jpg
ENTRE OS PRESENTES ALÉM DOS CITADOS NO TEXTO, MARCEL J. BARROS, CECÍLIA GARCEZ, RAFAEL ZANON, ISA MUSA DE NORONHA.
(FOTOS DO SITE DA PREVI)

sexta-feira, 27 de março de 2015

O QUE É UM FUNDO DE PENSÃO

     Na segunda-feira estarei no Rio, na sede da PREVI para realizar um curso chamado TEPCO - Introdução à Previdência Complementar. Minha expectativa é aprender de fato o que seja um fundo de pensão. Espero ter uma visão mais acurada da fisiologia de um fundo, para, talvez, controlar melhor meus botões na hora do disparo de críticas. Ou, em contrapartida, averiguar se, na prática, nosso fundo de pensão segue mesmo a cartilha. Iremos retificar ou ratificar o que diz a Isa Musa de Noronha acerca da nota da PREVI no caso do malfadado abono de três mil.

"Em sua nota a PREVI deseja intimidar aposentados e pensionistas a cobrar o que lhes parece de direito.

Quem a redigiu ou assinou a nota da PREVI deveria preocupar-se em gerir a PREVI cuidando para que o ato jurídico perfeito e o direito adquirido por participantes e assistidos no ato da adesão ao Plano de Benefícios sejam sempre respeitados.

Quem redigiu ou assinou a nota da PREVI deveria dedicar-se a cumprir as determinações do órgão fiscalizador e normativo, a PREVIC, que determinou a implantação do Teto de Benefícios, de modo a cessar a sangria das altas aposentadorias dos executivos do BB que empilharam em seus vencimentos verbas que os demais funcionários do Banco não podem computar para cálculo de suas parcas aposentadorias.

Quem redigiu ou assinou a nota da PREVI deveria dar fim ao pagamento de “bônus” a diretores; benesses sem precedentes na história da PREVI, eis que um fundo de pensão sem fins lucrativos não tem sustentação legal ou ética para remunerar dirigentes por alcance de metas ou lucros. Acionistas de Bancos votam aprovando pagamento de remuneração variável ou bônus a seus dirigentes por reconhecer que o trabalho desses gerou lucro. A PREVI quando tem bons resultados, não é lucro, mas superávit.

Quem redigiu ou assinou a nota da PREVI deveria nos responder quem mantém o PGA para arcar com o custeio dos Planos 1 e 2?  O PGA não é reserva previdencial para pagar aposentadorias e pensões e nem reserva matemática, sem dono, para bancar bônus, remuneração variável e/ou outras benesses.

Assim, ledo engano de quem redigiu ou assinou a nota da PREVI. Não estamos dispostos a aceitar de maneira subserviente suas veladas ameaças ou intimidações. Historicamente temos dentre nossos companheiros, pessoas de ilibada reputação, competência,  conhecedores dos problemas referentes a PREVI e conhecimento jurídico suficiente para saber das responsabilidades relativas a procedimentos judiciais.

Como idosos muito contribuímos, não somente pelo engrandecimento da empresa Banco do Brasil, como até hoje continuamos com nosso conhecimento, experiência e espírito de luta a participar ativamente da sociedade em que vivemos. E estamos  preparados e motivados para a defesa de nossos direitos sem nenhum temor de erros involuntários ou derrotas jurídicas, pois a "justiça"nem sempre é Justa. Mas, "Si causa nostra iusta est, pro nobis Deo"!

     Repetindo as duas linhas finais: Nem sempre a "justiça" é justa. Mas se a nossa causa é justa, Deus é por nós! A travessia é longa, já estamos cansados, idosos mas jamais desitiremos de combater irregularidades e buscar, a qualquer custo, todos os nossos direitos!
            A JUSTIÇA É CEGA MAS A INJUSTIÇA   PODEMOS VER

quinta-feira, 26 de março de 2015

EXECUÇÃO NÃO SERÁ LEVADA ADIANTE

A FAABB ESCLARECE


Não procede a execução de sentença definida nos autos da Ação Civil Pública de iniciativa da FAABB protocolada em 1999.

 Naquele ano reclamávamos a correção de benefícios relativa ao período 1995/1996 e que somavam 20,1%.

 No transcorrer do Processo o perito equivocadamente apontou que teríamos direito a um abono de R$ 3.000,00 pagos aos funcionários em atividade e que teria sido negado pela PREVI a aposentados e pensionistas.

 A PREVI nos autos agravou dizendo ter feito o pagamento e nem o Tribunal no Rio ou o STJ deram conhecimento de suas alegações.

 Somente quando eu anunciei que iríamos colher adesões à execução é que surgiram as evidências de que a PREVI pagou o abono, não na Folha de Pagamento, mas através de crédito em conta. Felizmente colegas de memória melhor do que a minha me alertaram e a pesquisa nos extratos de conta corrente confirmam o pagamento.

Reitero minhas desculpas, pois assumo a responsabilidade pelo equívoco, ainda que involuntário, eis que agi tomando conhecimento das análises do perito e da sentença transitada em julgado. Isso apenas prova que nossa Justiça nem sempre dá às causas a atenção que merecem. Tivéssemos nós dado entrada com a execução levaríamos aos colegas que a ela aderissem à condenação por litigância de má fé. A divina providência, que segundo o dito popular, tarda mas não falta, me acudiu a tempo de evitar um mal maior do que a justa decepção de todos aqueles que levei a sonhar com um dinheiro extra em tempos tão difíceis.

Às Associações de Aposentados e Pensionistas filiadas à FAABB coloquei meu cargo à disposição se considerarem que a credibilidade da Federação assim o exige.

Atenciosamente,

Isa Musa de Noronha

RECEBIDO DA FAABB

“Si causa nostra iusta est, pro nobis Deo”

Ao fim de sua nota a título de esclarecer a questão do abono de R$ 3.000,00 de 1997, desdobramento da Ação Civil Pública movida pela FAABB em 1999 e que reivindicava a correção dos benefícios a aposentados e pensionistas da PREVI referente aos anos de 1995/1996, a PREVI alerta em tom de ameaça:

Entrar com uma ação judicial é um inegável direito garantido pela Constituição Federal, mas cada participante deve estar ciente dos possíveis impactos dos processos nos Planos de Benefícios da PREVI, bem como as consequências e custos para os associados quando do insucesso das demandas.

É sempre importante ressaltar que, pelo princípio do mutualismo, ações judiciais infundadas geram custo alto para o patrimônio coletivo, além de poderem trazer prejuízos individuais. A depender do volume de processos, patrocinados individualmente ou de forma coletiva, e dos impactos decorrentes de decisões em desfavor da Entidade, o equilíbrio do plano de benefícios pode ser comprometido. Aliás, mesmo que no final a Entidade não seja condenada pela Justiça, terá de reaver gastos com o processo. Nesse caso, o participante que perder tem de arcar com custas e honorários de advogados.”

Em defesa da verdade, a FAABB reitera que nossa Ação Civil Pública não é infundada. Ao contrário, reveste-se de todo o arcabouço legal. A PREVI não pode desconhecer que seu estatuto aprovado em 1967 (quando não existiam leis disciplinando a constituição e o funcionamento dos Fundos de Pensão), vinculava o reajuste de benefícios ao reajuste de salários concedidos pelo BANCO.

Entretanto, a Lei 6435, de 1978, da previdência complementar, dispôs de forma diferente e determinou a obrigatoriedade de reajuste anual dos benefícios. Daí, a reforma estatutária de 1980, realizada para sanar os conflitos existentes, como se depreende do teor do artigo 77 parágrafo único do referido estatuto : "De 01.01.78 até a véspera da vigência destes estatutos prevalecem as normas estatutárias anteriores no que não conflitar com a Lei 6435, de 15.07.77, e seu Regulamento aprovado pelo Decreto n.º 81240, de 20.01.78".

Embora conflitante com a Lei e o Regulamento, o reajuste de benefício vinculado ao dos salários dos ativos do BB, permaneceu no Estatuto de l980, (no art. 58) revelando-se inadequado apenas quando, em decorrência da desindexação dos reajustes salariais, o BANCO deixou de reajustar salários anualmente, e a PREVI fez o mesmo, (entre 95 e 96), descumprindo o art. 42 - inciso IV, parágrafo 1o. da Lei 6435, regulamentado pelo art. 21 "caput", parágrafo 1o., do Decreto 81240, disciplinado pelo item 25, da Resolução n o 1, de 09.10.78 do Conselho de Previdência Complementar.

A consequência foi uma redução de 20,1% no valor dos benefícios em manutenção.

Foram exatamente esses 20,1% de correção que a Ação Civil Pública da FAABB cobrava e com total fundamentação legal.

Entretanto, o mesmo Tribunal que equivocadamente desconheceu esse direito reclamado na Ação Civil Pública firmemente consubstanciado em Lei, foi que sentenciou a PREVI ao pagamento do abono de R$ 3.000,00, que sequer fora reivindicado na petição inicial da FAABB. Tal equívoco do Tribunal e de seu perito gerou toda a controversa se o abono teria sido pago ou não.

Em sua nota a PREVI deseja intimidar aposentados e pensionistas a cobrar o que lhes parece de direito.

Quem a redigiu ou assinou a nota da PREVI deveria preocupar-se em gerir a PREVI cuidando para que o ato jurídico perfeito e o direito adquirido por participantes e assistidos no ato da adesão ao Plano de Benefícios sejam sempre respeitados.

Quem redigiu ou assinou a nota da PREVI deveria dedicar-se a cumprir as determinações do órgão fiscalizador e normativo, a PREVIC, que determinou a implantação do Teto de Benefícios, de modo a cessar a sangria das altas aposentadorias dos executivos do BB que empilharam em seus vencimentos verbas que os demais funcionários do Banco não podem computar para cálculo de suas parcas aposentadorias.

Quem redigiu ou assinou a nota da PREVI deveria dar fim ao pagamento de “bônus” a diretores; benesses sem precedentes na história da PREVI, eis que um fundo de pensão sem fins lucrativos não tem sustentação legal ou ética para remunerar dirigentes por alcance de metas ou lucros. Acionistas de Bancos votam aprovando pagamento de remuneração variável ou bônus a seus dirigentes por reconhecer que o trabalho desses gerou lucro. A PREVI quando tem bons resultados, não é lucro, mas superávit.

Quem redigiu ou assinou a nota da PREVI deveria nos responder quem mantém o PGA para arcar com o custeio dos Planos 1 e 2?  O PGA não é reserva previdencial para pagar aposentadorias e pensões e nem reserva matemática, sem dono, para bancar bônus, remuneração variável e/ou outras benesses.

Assim, ledo engano de quem redigiu ou assinou a nota da PREVI. Não estamos dispostos a aceitar de maneira subserviente suas veladas ameaças ou intimidações. Historicamente temos dentre nossos companheiros, pessoas de ilibada reputação, competência,  conhecedores dos problemas referentes a PREVI e conhecimento jurídico suficiente para saber das responsabilidades relativas a procedimentos judiciais.

Como idosos muito contribuímos, não somente pelo engrandecimento da empresa Banco do Brasil, como até hoje continuamos com nosso conhecimento, experiência e espírito de luta a participar ativamente da sociedade em que vivemos. E estamos  preparados e motivados para a defesa de nossos direitos sem nenhum temor de erros involuntários ou derrotas jurídicas, pois a "justiça"nem sempre é Justa. Mas, "Si causa nostra iusta est, pro nobis Deo"!

Isa Musa de Noronha
Presidente da FAABB

quarta-feira, 25 de março de 2015

O SONHO ACABOU...

     Conforme a Isa Musa o valor foi pago como adiantamento em 23.09.1997 (2.250) e em 29.10.1997 (750). Ela reconheceu o pagamento e a Ação Civil Pública não terá sequência de cobrança. Lamentamos todo este transtorno que poderia ter sido evitado se tivesse tido esse entendimento anteriormente.
Peço desculpas a todos pela falsa expectativa de recebimento, profundamente lamentável. Estou arrasado. Tanto trabalho realizado por nada.

terça-feira, 24 de março de 2015

PREVI PRECISA DE TRANSPARÊNCIA

Prezados colegas,


 

Repasso o artigo abaixo, que considero uma séria  advertência.

 

A conseqüência para os associados do Postalis já era previsível.  Era uma questão de tempo quando iria acontecer, pois não se brinca com dinheiro.  O Funcef e a Petros estão na mesma situação, conforme alerta o próprio artigo.

 

Por que a PREVI estaria livre dos mesmos riscos, se a política de investimentos “sociais” foi a mesma?  E, para nós, associados, por que as conseqüências seriam diferentes?

 

Não basta que os conselheiros e dirigentes da PREVI afirmem que “com a nossa entidade é diferente”.  É diferente por que?  Se assim fosse, por que todos os detalhes relativos a investimentos são mantidos sob “sigilo estratégico” ?   Por que a PREVI não permite que nós, associados, façamos a “nossa” análise dos investimentos que são efetuados com nossos recursos? 

 

Pretendo elaborar uma análise dos investimentos da PREVI nos títulos daquela Petrobrás.   Com esse propósito, através da AAPBB foi encaminhado à nossa Caixa de Previdência um pedido de informações sobre os investimentos naquela empresa, que ora está nos noticiários. 

 

Foi pedido apoio a todos os eleitos (conselheiros e diretores) para que a PREVI forneça as informações solicitadas.  Até o presente não houve qualquer resposta, nem da Caixa nem dos eleitos.  Desses, sequer tivemos uma única resposta, ainda que evasiva e destituída de compromisso. 

 

Seria de esperar que os associados pressionassem a PREVI e os eleitos para atendimento da solicitação da AAPBB.


 

Cordialmente,


 

Ebenézer



segunda-feira, 23 de março de 2015

A PREVI É NOSSA (GRUPO FACEBOOK)

Ademar Bispo23 de março de 2015 16:08

ROMBO DO POSTALIS CHEGA AOS EMPREGADOS

Caderno de Economia do Jornal O Estado de São Paulo de 23 de março de 2015

Cada servidor dos Correios pagará 25,9% do salário para cobrir déficit de R$ 5,6 bi........A conta é resultado de um déficit atuarial, no Postalis , controlado pelo PT e PMDB, provocado por investimentos suspeitos, pouco rentáveis. Também sob influência dos DOIS PARTIDOS, o Funcef, dos empregados da Caixa Federal, e a Petros da Petrobrás, contabilizam prejuízos bilionários.
.........partiu do conselho deliberativo do Postalis a decisão de impor aos funcionários a contribuição extra de 25,98% nos contracheques, por um período de 15 anos........
.........entre os investimentos que levaram o fundo a apresentar este déficit estão aplicações em títulos de bancos liquidados(Cruzeiro do Sul e BVA), ações de empresas do Eike Batista, investimentos atrelados à dívida da ARGENTINA e da VENEZUELA. O Postalis é investigado por participação nos últimos escândalos de corrupção do Pais(CPI dos Correios, Mensalão e Lava Jato)...........

E a p r e v i colegas??????????? Como ela está???????? Caderno de Economia do Jornal O Estado de São Paulo, de 20 de março de 2015 diz o seguinte:- já a PREVI, fundo de pensão dos funcionários do Banco do Brasil, ainda é superavitária, mas também sofreu com aplicações na Vale e na Petrobrás e registrou impacto negativo de R$ 7,8 bilhões em 2014. Os dois planos de benefícios da PREVI têm juntos R$ 168 bilhões de patrimônio. O déficit de 2014 consumiu parte do superávit do plano.............

VAMOS DEIXAR COMO ESTÁ PARA VER COMO É QUE FICA??????? Nas mãos de quem está a nossa PREVI? Quanto tempo vão durar os R$ 168 bilhões?




sábado, 21 de março de 2015

QUANTO SIGNIFICA UM BILHÃO?

     Ouvi alhures alguém perguntar quanto vale em anos um bilhão de segundos. Como ninguém soube precisar, ele mesmo deu a resposta: 31,5 anos. Ele fez tal pergunta para comparar a intensidade de quanto vale o correspondente em dinheiro. Sim. Um bilhão em espécie é muita importância. Se elevarmos para 88 bilhões, o valor do rombo (roubo) conhecido até agora na Petrobras, temos a noção do gigantesco valor que foi subtraído do povo brasileiro. Tudo nas barbas de Lula e na extensão do governo Dilma.
     Eike Batista, outrora bilionário, quebrou todas as suas empresas do ramo petrolífero, do grupo XX. Ele era grande amigo de Lula e Dilma.
     A nossa PREVI perdeu grande quantidade de dinheiro na participação da Petrobras, perdeu 120 milhões do Plano um e 80 milhões do Plano 2 no investimento da Sete Brasil, uma empresa incentivada na sua criação por Lula e Dilma, que sonhavam com o Pré-Sal, maior engodo do PT para a sociedade brasileira. Dividiram royalties de óleo antes de retirá-lo a 6 km de profundidade. Pobre educação e saúde de nosso país que continuarão vivendo de promessas e esperanças. Não compreendo como uma pessoa tão perniciosa ao Brasil (refiro-me ao ex-presidente Lula), depois de tudo de ruim que fez ao país, continue gozando de prestígio em todos os três poderes. Será que vivemos como zumbis enfeitiçados?
     Para nós da PREVI é temerário possuir um diretor de Seguridade totalmente vinculado ao PT e cujos líderes são os dois bolivarianos acima. Marcel é do tipo que se não estivesse na PREVI ou não fosse um sindicalista capacho e servil, na vida privada estaria totalmente desempregado. Em recente conversa com o referido diretor, no fim de 2014, ele ainda era um baita entusiasta das aplicações da PREVI na Sete Brasil. Não sei se hoje pensa assim com a execução das garantias pelos credores desta empresa que sequer viveu 5 anos!
     Precisamos todos repensar a nossa PREVI. Perdemos alguns bilhões no nosso patrimônio do ano passado para cá. E você se lembra ainda  quanto vale um bilhão?
UM BILHÃO DE DÓLARES EQUIVALE A MAIS DE TRÊS BILHÕES DE REAIS.

sexta-feira, 20 de março de 2015

O POVO QUE FOI ÀS RUAS QUER LULA E DILMA NA LAVA JATO


No curso dos governos Lula e Dilma, a sociedade vem sendo assaltada por grupos de delinquentes empoleirados em cargos federais elevados e que atuam sob a forma de mafiosas organizações criminosas para roubar estatais e desviar recursos públicos para comprar apoio político, a base aliada, e com isso garantir a governabilidade e se eternizar no poder a qualquer preço.

Institucionalizada a corrupção avassaladora, sem precedentes na história deste país, no primeiro mandato do Lula, a empresa alvo a dilapidar, por enquanto, até onde se sabe, foi a Petrobras e executores dos serviços sujos roubaram fortunas bilionárias para si, para o PT, PMDB e PP, isto porque se o dinheiro ilícito da gatunagem não fosse dividido proporcionalmente, a insatisfação do bando seria inevitável e o segredo do teórico “crime perfeito” não se sustentaria, vez que comparsas presos para salvar a própria pele iriam revelar todo o modus operandi, consoante denuncias efetivadas no rumoroso caso do Petrolão.Em se tratando de esquema criminoso complexo, bem estruturado, não fossem as delações premiadas, a PF e MPF não teriam puxado o fio desse novelo diabólico, personalizado e específico para a Petrobras. A verdade é que o mosaico criminoso surtiu o efeito planejado, tanto que perdurou por mais de dez anos ininterruptos e a roubalheira, como uma erva daninha se alastrou por todas as Diretorias e a dilapidação da estatal foi total e monstruosa.Roubaram tanto que foi difícil lavar as montanhas de dinheiro e fez-se necessário contratar diversas lavanderias especializadas em branquear recursos ilícitos. É evidente que uma quadrilha com mais de 100 membros inescrupulosos, de dimensão gigantesca, criminosos do colarinho branco, para fazer esse rombo astronômico e irrecuperável na Petrobras tinham respaldo, conivência, leniência e omissão do Governo de plantão (Presidenta Dilma) e do ex-presidente Lula, que da sombra e dos bastidores, efetivamente, tinham o “Domínio do Fato”.Foi dentro desse contexto que a quadrilha petista fez o assombroso “arrastão” na Petrobras e não sobrou pedra sobre pedra, limparam o cofre e fizeram a brutal redução de 62% no valor patrimonial, de mercado da petroleira que, hoje, desvalorizada e desmoralizada, com crise de confiança para captar recursos, perdeu o grau de investimento e ruiu o império petrolífero histórico, orgulho dos brasileiros. Para aprofundar o inferno de Dante da estatal, ontem foi noticiado que as suas ações foram excluídas do índice Dow Jones, equivalendo dizer que é mais uma ferida para um leproso em fase quase terminal, nos estertores.  Com efeito, as três diretorias mais importantes foram loteadas e colocadas a serviço do crime: A Diretoria de Abastecimento, de Paulo Roberto Costa, foi destinada ao PP e o operador final foi Alberto Youssef; A Diretoria de Serviços (mais poderosa), de Renato Duque, coube ao Partido dos Trapaceiros-PT e as propinas recebidas pelo do operador João Vaccari Neto e a Diretoria Internacional, de Nestor Cerveró, ficou na cota do PMDB, tendo como operador Fernando Baiano. Roubos ininterruptos no período de 2003 a 2014 atingiram valores estarrecedores... Fala-se que os desfalques suplantam a cifra de R$ 10 bilhões.                              No Brasil, as organizações criminosas se debruçam sobre as amarras legislativas e judiciais para burlar as leis e garantir a impunidade, operando em grande escala. Os Governos corruptos e gananciosos do poder pelo poder, habilmente fazem o aparelhamento estatal em órgãos vitais (Judiciário e Legislativo), pavimentando o terreno para socorrer os seus apaniguados das garras da Justiça, dando-lhes cobertura para evitar eventuais delações. Exemplo típico são os casos do Renato Duque e João Vaccari Neto, arquivos ambulantes explosivos que são defendidos pelo Partido dos Trapaceiros-PT.                             Quanto ao aspecto criminal, que é o assunto que nos interessa, podemos perceber que essas organizações funcionam como verdadeiras empresas, constituídas por inúmeros “funcionários” públicos, alguns “gerentes” e um “CHEFE”. Da tese generalizada para o nosso cotidiano, em análise sem paixão política, o chefe aqui enfatizado pela mídia é Lula que teria comandado o mensalão e escapado das malhas da lei, na bacia das almas. O que a sociedade espera do Judiciário é que ele seja punido pela corrupção na Petrobras, junto com a Dilma, encarcerando “criador e criatura”.                             Ocorre que, na grande maioria das operações policiais, prende-se apenas os “funcionários” do chão de fábrica, os gatunos que metem a mão na massa. E, mesmo quando essas organizações são desmanteladas, normalmente não se encontra o “chefe”, ou quando o encontra, não se pode puni-lo como autor dos “crimes maiores” por falta de provas contundentes e definitivas. Tanto o Brasil reconheceu isso que, recentemente, sancionou a Lei 12.850 de 02 de agosto de 2013, que trata especificamente das Organizações Criminosas.
                            A questão pertinente é que, normalmente, quem “suja” as mãos, quem efetivamente pratica os delitos, são esses ditos “funcionários”, e não os “chefes”, os quais não deixam impressões digitais e outras provas materiais, fato que dificulta as suas imputações, o liame aos delitos como coautores, mas, quando muito, apenas como partícipes. Por isso é que delações negociadas tiveram papel fundamental no esclarecimento dos intrincados roubos e na recuperação do dinheiro desviado e esparramado em diversos bancos estrangeiros, em centenas de contas para dificultar o rastreamento.
                            A questão pertinente é que, normalmente, quem “suja” as mãos, quem efetivamente pratica os delitos, são esses ditos “funcionários”, e não os “chefes”, os quais não deixam impressões digitais e outras provas materiais, fato que dificulta as suas imputações, o liame aos delitos como coautores, mas, quando muito, apenas como partícipes. Por isso é que delações negociadas tiveram papel fundamental no esclarecimento dos intrincados roubos e na recuperação do dinheiro desviado e esparramado em diversos bancos estrangeiros, em centenas de contas para dificultar o rastreamento.                          Talvez mais perigosos que os crimes de tráfico de drogas sejam os delitos chamados de “Crimes de colarinho branco”, aqueles praticados por pessoas influentes, políticos poderosos ou empresários inescrupulosos. Essas pessoas, quando percebem que as investigações estão se aproximando, passam por cima de tudo e de todos, não interessa quem seja, ameaçam, mandam matar autoridades, juízes, promotores de justiça, delegados de polícia e pasmem que até o PGR, Rodrigo Janot, recebeu pressões externas, especialmente do Partido dos Trapaceiros-PT para que a lista dos investigados, ora conhecida, fosse enxugada para excluir apaniguados suscetíveis de bater a língua nos dentes e comprometer a cúpula petista (Lula e Dilma).                           Esses falsos homens de bem, mas que no fundo bandidos da pior espécie, são os que devem ser foco de preocupação constante. São elementos sem ética, sem caráter e vocacionados para o mal, portanto, inimigos da “Democracia e do Estado de Direito”. Tais criminosos dissimulados devem ser alijados da vida em sociedade e presos, muito mais do que aqueles que atuam em seu nome. Não que estes últimos não mereçam penas rigorosas, pois merecem sim, mas os verdadeiros criminosos são os mandantes, as “cabeças” pensantes e autores intelectuais.Executores se acham aos montes, mas sem os mandantes, que são as pessoas mais inteligentes, influentes e de maior poder para financiar e administrar a organização, os executores não passam de leões sem presas e sozinhos nada têm a fazer.                        A realidade é que a retórica enganosa da Dilma fala em criar, somente agora, após os protestos sociais, medidas rigorosas para combater a corrupção e por que não as implementou antes, no decurso do seu primeiro mandato? Esperar o ladrão roubar para depois fechar a porta é coisa de desleixado, inconsequente, irresponsável e que peca tanto pela falta de ação, como pela omissão.                         Caso o empenho fosse verdadeiro em punir os culpados, por que deu ordens ao Ministro Teori Zavascki para soltar ao Renato Duque da cadeia, a despeito de saber que ele está atolado até a raiz dos seus poucos cabelos na lama da corrupção investigada pela operação Lava-Jato?                          De igual modo, por que defende com unhas e dentes o Tesoureiro João Vaccari Neto, operador do partido na Diretoria de Serviços da Petrobras, em parceria com o ex-diretor Duque. Para legalizar a propina recebida, o Vaccari pedia as empreiteiras para fazer doações na conta do PT, maquiagem que emprestava aparência de normalidade. É claro que a doação em si era legal, todavia, um passo atrás, o dinheiro do caixa da empreiteira que dava origem a “doação legal” era ilícito e produto de roubo na petroleira, o que maculava de dolo a transação, contaminava a escapista doação eleitoral e esvaziava definitivamente a tese petista da pseudo “legalidade”.                         Depois que o esquema criminoso foi escancarado por Paulo Roberto Costa, Alberto Youssef, Pedro Barusco e vários outros delatores entregaram o mapa da mina, nos seus mínimos detalhes, é pura burrice o Renato Duque e João Vaccari Neto tentar negar a autoria dos seus crimes perpetrados contra a Petrobras, dado que a vã tentativa de tapar o sol com a peneira pode, sim, contribuir para agravar as suas penas, vez que mentem para obstruir a justiça. Sem dúvida que mentir e escamotear a verdade são regalias constitucionais (artigo 5º, inciso LXIII da CF/88) que constituem direitos de qualquer acusado, no entanto, doutra parte, pesa a favor, no julgamento, a decisão espontânea de ajudar a elucidar os fatos, sendo visto como um ato de grandeza assumir a responsabilidade pelos delitos cometidos.                                           Da mesma forma que o mensaleiro José Dirceu foi julgado e condenado como chefe da quadrilha do mensalão, com base na Teoria do Domínio do Fato, aliás, condenação até certo ponto injusta, porquanto nesse caso existia o “Chefe do Chefe” que a mídia e todos dizem que o verdadeiro cacique era o Lula, agora, no “Petrolão”, a situação favorece e simplifica para o Judiciário a tarefa de aplicar com mais segurança a Teoria do Domínio do Fato para investigar o Lula e a Dilma, tendo em vista o depoimento do doleiro Youssef, na sua delação premiada, citou peremptoriamente que o Lula, Dilma, Gilberto Carvalho, Ideli Salvati e a Gleisi Hoffman tinham conhecimento da roubalheira na Petrobras e nada fizeram para estancar a prática ilegal, ou seja, foram omissos e coniventes com as irregularidades para dizer o mínimo. Sendo assim, sabendo o que estava acontecendo na Petrobras, logicamente eles tinham o "Domínio do Fato" e também são mais culpados do que os executores.                         Afora o exposto, não podemos olvidar que os maiores escândalos foram iniciados no primeiro mandato do Lula, onde se INSTITUCIONALIZOU A CORRUPÇÃO, que o ex-diretor Renato Duque foi indicado ao cargo pelo PT, o Paulo Roberto Costa, a quem o Lula chamava carinhosamente de Paulinho nas reuniões privativas com ele no Planalto, foi nomeado por sua determinação e o Nestor Cerveró indicado por Renan Calheiros, aliado próximo da Dilma e reincidente em desvios de conduta, posto que no passado foi obrigado a renunciar à Presidência do Senado em face do episódio do pagamento de pensão da sua filha por uma empreiteira do governo, fato vergonhoso que tisnou a sua reputação.Que a nociva e desastrosa compra de Pasadena se deu no Governo do Lula e autorizada pela Dilma, de próprio punho, enquanto Ministra da Casa Civil e Presidente do Conselho de Administração da Petrobras. Por último, que o dinheiro das doações eleitorais feitas ao PT pelas empreiteiras investigadas na Lava Jato, fictícias e fraudulentas, beneficiou as campanhas de Lula e Dilma, de sorte que não tem para onde correr. Isto posto, caberá ao PGR rever a sua decisão e fazer ao STF pedidos para investigar os dois principais mentores desse esquema megalomaníaco de apropriação indébita (furtos) que levou a Petrobras ao colapso financeiro, cujos mentores são LULA E DILMA. A punição de ambos vai engrandecer ao Poder Judiciário, que sairá bem maior do que entrou nessa teia de aranha da corrupção e fará bem ao BRASIL.

(Produção de texto a cargo de João Rossi Neto)

quinta-feira, 19 de março de 2015

SEM MUDAR O FOCO

     O assunto continua "bombando", nossos canais não param, dúvidas por e-mail, telefone, no blog e no site, não estamos conseguindo vencer tantas tarefas. Meu caro amigo Gilvan não tem tempo sequer para respirar...Ufa!!! Mas o esforço está valendo a pena! Crescem bastante as novas adesões, o que recompensa todos os novos esforços. Agradecimentos mil à nossa estimada Isa Musa de Noronha, presidente da FAABB, por nos atribuir, dentre as demais co-irmãs, a compensatória tarefa de habilitar os sedentos aposentados e pensionistas contemplados com o presente abono. Foi um belo presente, querida Isa Musa! 

     Recapitulemos a cartilha da Ação Civil Pública objeto de nossa habilitação:
- Estão habilitados todos os que 
   estavam aposentados em                23.09.1997 ou antes desta data.
- Os documentos básicos são identidade e CPF, comprovante de residência, Carta de Concessão do INSS (também chamada de Memória de Cálculo), o contracheque do mês de setembro de 1997 e a Procuração assinada.
     O contracheque de setembro de 1997 é obrigação do Banco do Brasil fornecer mas há lei que não obriga ninguém a produzir provas contra si, daí a dificuldade de se conseguir. Sorte de quem o guardou esse tempo todo. Nada obstante, há a possibilidade de protocolar a solicitação junto ao BB, encaminhando esta via protocolada no lugar. A prova cabal, na verdade, é a Carta de Concessão do INSS, que caracteriza a condição de aposentado na data aprazada. E nenhum aposentado recebeu abono em tempo algum.
     Todas as informações estão no site www.anaplab.com.br

domingo, 15 de março de 2015

ACP GANHA, BASTA HABILITAR-SE

Brasília, 11 de março de 2015.

 Às Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil



Sr. Presidente, 


COMUNICADO IMPORTANTE ÀS ASSOCIAÇÕES FILIADAS À FAABB E SEUS RESPECTIVOS ASSOCIADOS:


                     Em 1999, a Federação das Associações de Aposentados e Pensionistas do Banco do Brasil ajuizou uma Ação Civil Pública em face do Banco do Brasil e da PREVI reivindicando, dentre outros direitos, o reajuste de benefícios de 20,1% referentes aos anos de 1995 e 1996 e que o abono de R$ 3.000,00 (três mil reais), à época, pago apenas aos funcionários da ativa em 23/09/1997 fossem estendidos aos que, naquela data já se  encontravam aposentados.


                    A Ação Civil Pública foi autuada sob o número de processo 0094827-35.1999.8.19.0001, em trâmite na 1ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro. A sentença de primeira instância julgou improcedentes os pedidos. A FAABB recorreu da decisão e o recurso foi acolhido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que não considerou devido o reajuste de 20,1%, mas condenou solidariamente, PREVI e BB, a estenderem e assim pagarem aos aposentados e pensionistas, o abono de R$ 3.000,00 (três mil reais), pago pelo Banco do Brasil, em 23/09/1997, apenas aos funcionários da ativa.


                    A PREVI e o BB recorreram para o Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, mas a decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em nada foi modificada. Houve o que, juridicamente, se denomina “trânsito em julgado”. Isto é, não se pode alterar mais nada daquilo que foi decidido.


                    Assim, é chegado o momento de requerer a habilitação das pessoas físicas a quem o direito reconhecido pela decisão judicial se aplica. Esclarece-se que esse direito é cabível a todos os colegas que, em 23.09.1997, já recebiam aposentadoria ou pensão através da PREVI, e somente a esses.


                    Materialmente, o direito corresponde a R$ 3.000,00 (três mil reais), atualizados e com juros desde a citação no processo judicial – ocorrida em 1999 – até o presente momento. Os honorários advocatícios a serem pagos (deduzidos do valor que for recebido) serão de 15% (quinze por cento) e serão destinados aos advogados contratados para a condução do caso.


                    Salienta-se que não se trata de um processo novo a ser instaurado. A decisão judicial já foi proferida e não é mais passível de modificação. O momento é apenas de habilitação dos credores. Não há risco de sucumbência, pois, por ser uma Ação Civil Pública, o art. 18 da Lei 7.347/1985 isenta a parte, mesmo quando não é vitoriosa, do pagamento dos ônus sucumbenciais (custas e honorários).


                    Importante é que somente pessoas físicas que são filiadas à Associação de Aposentados e Pensionistas vinculada à FAABB podem ser habilitar ao crédito. Para se habilitar, cada Associação deverá enviar comunicado a seus próprios sócios informando-os do Processo e orientá-los para que envie à Associação:


- Cópia de RG, CPF e Comprovante de Residência;


- contracheque de aposentadoria/pensão de setembro de 1997; (Quem não mais tiver o documento deve solicitá-lo à sua agência do BB).


- carta de concessão de aposentadoria/pensão; (Essa carta é facilmente obtida acessando a página do Ministério da Previdência, no link Carta de Concessão – veja modelo na foto anexa). Para isso, tenha em mãos o número do benefício (esse nº e espécie Benefício INSS você encontra olhando na folha de pagamento PREVI, no alto, logo abaixo de seu nome e junto do número CPF). É preciso, também, informar a data de nascimento, nome completo e CPF.


- procuração assinada (modelo anexo e não necessita de reconhecimento de firma), no modelo fornecido pela Associação.


                    As habilitações serão requeridas de uma só vez pelos advogados da FAABB e, para que não haja retardatários, fixa-se o prazo de 15 de abril, para remessa dos documentos à Associação, que os encaminhará à Federação.


                    IMPORTANTE: Cada Associação é responsável por receber a documentação de seu associado, verificar se ele tem mesmo direito, ou seja, se ele em 23.09.1997, já recebia aposentadoria ou pensão através da PREVI. TAMBÉM, cada Associação deverá montar um dossiê, reunindo todos os documentos de cada associado interessado, devidamente grampeados para que não se perca ou misture com documentos de outros e enviar em um só pacote para a FAABB, à Av do Contorno, 6437, sala 301, Funcionários, CEP 30110-039, Belo Horizonte (MG), preferencialmente em SEDEX ou carta registrada.


Atenciosamente,


Isa Musa de Noronha

Presidente       

ANEXOS: Modelo de Procuração
____________________________________________________________  


   Por uma deferência especial da presidente Isa Musa de Noronha da FAABB, a ANAPLAB também está habilitada a receber e enviar a documentação de seus associados que fazem jus à referida ação coletiva.De se ressaltar que esta Ação Civil Pública já está em fase de liquidação de sentença, passou no famoso “Trânsito em Julgado” onde nada pode ser modificado e a vencedora foi a FAABB. Só poderão habilitar-se a receber a importância corrigida, aqueles que estavam aposentados em 23.09.1997.Vamos recapitular a documentação exigida:-Cópia do RG e do CPF.-Cópia de um Comprovante de Residência.-Contracheque de aposentadoria/pensão do mês de Setembro/1997. (Este document para quem porventura não o possua, deverá ser solicitado na Agência de Relacionamento do BB).-Carta de Concessão de Aposentadoria do INSS, também conhecida como “Memória de Cálculo”.-Procuração assinada.

(Poderá ser baixada no site da Anaplab:)


 www.anaplab.com.br)


Esta documentação poderá ser enviada por dois meios:


-Eletrônico: pelo e-mail:


tesouraria@anaplab.com.br


-Meio Físico (papéis): Enviar para o seguinte endereço:


Rua João Batista de Camargo, 1153 – Vila Iná


CEP; 83065-070 – SÃO JOSÉ DOS PINHAIS – PARANÁ


Instruções adicionais poderão ser obtidas nesta segunda no site da ANAPLAB:


WWW.ANAPLAB.COM.BR