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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

ULTRAPASSOU O TOLERÁVEL

     Essa reunião não oficial acontecida anteontem entre o Ministro de Justiça e o Procurador-Geral, às vésperas da entrega da lista de políticos citados na Lava Jato, não é tolerável, posto que pode conter ameaças veladas ao senhor Procurador, instruindo-o, por exemplo, a não citar políticos maiores, do tipo do ex-presidente e da atual presidente.
     Nos últimos 30 dias, o sr. José Eduardo Cardozo, ministro de Justiça do PT, encarregou-se de fazer vários atos de proteção a marginais, começando com aquela reunião com os empreiteiros da Petrobras para que não aceitassem a delação premiada. Depois teve outra reunião com a base alugada; culminando, agora, com essas "instruções" do Planalto ao Procurador Janot. O cargo de Ministro da Justiça deveria ser momentaneamente chamado de "Ministério para livrar a pele de políticos da base alugada".





 LULA TAMBÉM ESTEVE COM O PROCURADOR-GERAL RODRIGO JANOT HÁ QUATRO DIAS, DANDO-LHE ALGUNS "CONSELHOS DE AMIGO". MAMMA MIA!!!!

     Não é mais possível suportar tanta roubalheira neste país, e as tentativas de ocultação de cadáver. Chegamos além do fundo do poço. Somente uma rebelião popular, do tipo a que está se avolumando para o dia 15 de março, poderá fazer frente ao Comando Vermelho instalado na república. O protesto dos caminhoneiros já está sendo uma prova da força que brota da consciência coletiva, de brasileiros honestos e trabalhadores que se insurgem contra esta patifaria.
     Bastaram dois meses de um segundo desgoverno para a maioria entender o erro crasso das urnas em outubro passado. Inflação geométrica, combustíveis mais caros (na contramão do mercado em que o barril de óleo cru caiu muito), sustentação política ao governo fragmentada, e tanto outros motivos. E nem foi aberta a investigação sobre o BNDES, a maior de todas as falcatruas deste desgoverno. Aliás, o presidente desta instituição esteve recentemente no Senado, implorando para barrar qualquer tentativa de CPI.
     Com certeza veremos, nos próximos capítulos, muitas novas descobertas (que não o Pré-Sal) em curso e haverá, sem dúvida, muito choro e ranger de dentes.

24 comentários:

Anônimo disse...

Na edição de 26 de fevereiro de 2015 da 'Economist' para a América Latina, o 'Brasil está no atoleiro'

Em sua campanha pela reeleição como presidente do Brasil, no ano passado, Dilma Rousseff pintou um quadro auspicioso da sétima maior economia do mundo. O pleno emprego, salários em alta e benefícios sociais eram ameaçados somente pelos perversos planos neoliberais dos seus oponentes. Dois meses depois de ela iniciar seu novo mandato, os brasileiros descobrem que foram logrados com falsas perspectivas.
A economia do Brasil está um caos, com problemas muito mais importantes do que o governo admite ou os investidores parecem registrar. A letárgica estagnação na qual o país mergulhou em 2013 vem se transformando numa recessão em grande escala e provavelmente prolongada. O enorme escândalo de corrupção na Petrobrás, envolveu várias das maiores construtoras do país e paralisou os gastos de capital em algumas áreas da economia, pelo menos até que os promotores e auditores concluam seus trabalhos. A carga dos US$ 40 bilhões de dívida externa de empresas brasileiras cujos prazos para resgate vencem este ano.
Escapar deste lodaçal será difícil mesmo com uma liderança política forte. Dilma Rousseff contudo é fraca. Ela venceu a eleição por uma margem muito estreita. Sua base política está desmoronando. De acordo com o Datafolha, seus índices de aprovação caíram de 42% em dezembro para 23% este mês. Dilma também é prejudicada pela deterioração da economia e pelo escândalo da Petrobrás, ligado a propinas de pelo menos US$ 1 bilhão pagas a políticos do Partido dos Trabalhadores e membros da sua coalizão. Durante grande parte do período a que se refere esse escândalo Dilma Rousseff presidiu o conselho de administração da Petrobrás.
No ano passado sua campanha pela reeleição viu dobrar o déficit fiscal para 6,75% do PIB.
Mas como no passado o Brasil não tentou resolver prontamente as distorções macroeconômicas, Levy está às voltas agora com a armadilha da recessão.
Para estabilizar a dívida pública bruta, ele prometeu um colossal aperto fiscal de quase dois pontos percentuais do PIB este ano, com abolição dos subsídio para eletricidade e o restabelecimento do imposto sobre o combustível. Ambas as medidas ajudaram a empurrar a inflação para 7,4%. Ele também pretende reduzir os empréstimos subsidiados por bancos públicos para beneficiar setores e empresas.
Teoricamente o Brasil compensaria este aperto fiscal com uma política monetária mais frouxa. Mas diante do histórico passado de hiperinflação do país, como também de erros mais recentes - o Banco Central cedeu ao desejo da presidente, ignorou sua meta de inflação e estupidamente reduziu a taxa referencial em 2011-12 - o espaço de manobra hoje é limitado. Com a inflação acima da meta, o Banco Central não pode reduzir sua taxa básica em relação ao seu nível atual de 12,25% sem correr o risco de nova perda de credibilidade e corroer a confiança do investidor. Um aperto fiscal e taxas de juros altas significam mais sofrimento para famílias e empresas brasileiras e um retorno mais lento ao crescimento.
O que torna o ajuste perigoso é a fragilidade política da própria Dilma Rousseff. Rousseff sofreu uma derrota esmagadora em primeiro de fevereiro na eleição para o cargo politicamente poderoso de presidente da Câmara do Congresso. Eduardo Cunha, que venceu o candidato do PT, seguirá a sua própria agenda, e não a dela. O Brasil poderá entrar num período de governo quase parlamentar e esta não será a primeira vez.
O país enfrenta assim seu maior teste desde os anos 90. Os riscos são claros. Recessão e receitas fiscais em queda podem debilitar o ajuste preconizado por Levy. Qualquer recuo poderá levar a uma corrida ao real e um rebaixamento da nota de crédito do país, elevando os custos de financiamento para governo e empresas. E as manifestações em massa de 2013 contra a corrupção e os medíocres serviços públicos se repetirem, Dilma pode estar condenada.

Anônimo disse...

Emérito Professor ZANELLA:


Caro Mestre, vou deixar de INCOMODÁ-LO POR UNS TEMPOS (até 20/abril/2015), como sempre faço, pois a NET já ESTÁ CORTANDO O MEU SINAL, e não tenho mais a quem recorrer financeiramente, pois ES, POUPEX e ALFA CASH não mais operam conosco, e as LANS HOUSES ficam longe de onde moro e estou sem carro (popular), vendido em janeiro/2014)! Grande abraço!

Anônimo disse...

Vocês já viram o tamanho da mordida do leão este ano ? É de assustar !

Joel Nascimento

Anônimo disse...

Sr. 11.22 hrs,

A coisa está mesmo pegando forte.
Alguns bens e objetos deverão ser vendidos para aguentar o tranco, até os dias finais de vida.
Mas uma coisa é certa, alguns caraminguás serão guardados para apoio a derrubada destes corruptos, que se apoderaram do país, sejam eles de que agremiação partidária forem ou pertencerem.
Pela primeira vez na vida, aos setenta e poucos anos estarei pronto para enfrentar o famigerado "exército" do amigo safado, Stedile, do ex-presidente da república luiz mentiroso da Silva.
Minha vida pela liberdade do meu amado Brasil.
Estou disposto a tudo, depois de tano ouvir mentiras e aberrações daqueles que hoje dominam o Brasil, às custas do dinheiro público, segundo a operação lava-jato.
Talvez seja a última ação que terei no fim da vida, mas com grande orgulho.

Anônimo disse...

Realmente o ministro da justiça tá fazendo de um tudo para ir para o STF.
Recebe advogado da bandidagem, ameaça veladamente o Janot, corre para lá e para cá tentando blindar o CASAL de meliantes.
Será que o castelo de areia resistirá? Como dizia o velho deitado: EU NÃO SEI NÃO, MAS ACHO QUE SEI LÁ

Anônimo disse...

COLEGAS,

ALGUÉM EXPERT EM IDADE MEDIEVAL PODERIA FAZER UMA CADEIRA DE JUDAS E SENTAR O SR. RESOLUÇÃO 26 NELA?

Anônimo disse...

"anônimo disse"
"Professor permita-me meter porrada nos anônimos".
"Agradecido".
ASSINADO : ANÔNIMO.
-Duvido...
Assinado: Homônimo do anônimo.

João Rossi Neto disse...

Caro Ari e colegas,

Não duvido de que essas supostas ameaças ao Rodrigo Janot, PGR, foram fabricadas pelo PT para intimidá-lo, com a finalidade de evitar que o Lula e a Dilma sejam denunciados ao STF.
O Dr. Janot é muito competente, eficiente e capaz de diagnosticar, pela sua larga experiência, que esse terrorismo barato é fogo de palha, simples rastro de onça que não vai desviá-lo da sua trajetória de vida profissional ilibada, cujo fim é a aplicação da Justiça e doa a quem doer. O Brasil precisa de homens desse quilate para desarticular a teia de corrupção forjadas por essas organizações criminosas petistas.
O povo brasileiro apoia do Dr. Janot nas suas iminentes denuncias envolvendo o nome de políticos corruptos, inclusive do chefe-mor dessa barafunda de roubos, que atolou o mapa do Brasil na lama da desordem generalizada e dos roubos bilionários, fatos realçados pela mídia estrangeira, mundo afora.

Anônimo disse...

DISCURSO DE LULA NA ABI ASSUSTA! O EXÉRCITO VERMELHO PRONTO PARA APUNHALAR O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

fonte: http://leonardosarmento.jusbrasil.com.br/artigos/169909745/discurso-de-lula-na-abi-assusta-o-exercito-vermelho-pronto-para-apunhalar-o-estado-democratico-de-direito

(parte 1)

A manifestação em “defesa da Petrobras” [seria uma autodefesa?] começou com grande tumulto na porta da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Centro do Rio. Cerca de 500 manifestantes, a maioria integrantes da CUT e filiados do PT entraram em confronto com um pequeno grupo a favor do impeachment da presidente Dilma. A chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi cercada de vaias e aplausos. Também compareceram o líder do MST, João Pedro Stédile, o prefeito de Maricá, Washington Quaquá, e o prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, todos do PT.

Já em discurso no auditório da ABI, Lula mostrou-se Lula, seguem trechos:

“Quero paz e democracia, mas também sabemos brigar. Sobretudo quando o Stedile colocar o exército dele nas ruas”. Stédile, como se sabe, é João Pedro Stédile, líder do MST, e adorador dos ideais da Revolução Cubana, que prega a violência, invade propriedades e gostam tanto da democracia como Kim Jong-li da Coreia do Norte.

O discurso como haveria de se esperar não foi um primor admirável, optando em bater em parcela da democracia, em especial na imprensa — desta vez pela forma como vem cobrindo a Operação Lava Jato – referiu-se a uma suposta “criminalização da ascensão de uma classe social neste país” e asseverou: “As pessoas subiram um degrau e isso incomoda a elite”.

Lembremos que, a elite é a dona dos supermercados, dos grandes magazines e só teria a agradecer o aumento do poder aquisitivo do brasileiro que estaria a consumir mais. Essa realidade hoje, é verdade, já estaria defasada. Com uma inflação maquiada, mas mesmo maquiada, em patamares não imagináveis após a estabilidade conseguida com o Plano Real, o poder de consumo do povo resta severamente comprometido. Inflação galopa enquanto que salários e aposentadorias caminham lentamente e tendem a hibernação.

Agora no Governo Dilma inventou-se uma tal “classe média” que já corresponderia a 54% da população brasileira. E que classe média seria essa? Segundo a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos, são as famílias com renda per capita, atenção!, entre R$ 300 e R$ 1.000. Um casal cujo marido ganhe o salário mínimo (R$ 678) — na hipótese de a mulher não ter emprego — já é “classe média” — no caso, baixa classe média (com renda entre R$ 300 e R$ 440). Se ela também trabalhar, recebendo igualmente o mínimo, aí os dois já saltarão, acreditem, para o que a SAE considera “alta classe média” (renda per capita entre R$ 640 e R$ 1.020). Que país é esse? Parodiando Cazuza, mas lembrando da triste realidade do continente Africano.

De certo a “elite” dos bancos também está feliz, sempre batendo recordes no Governo do PT. Onde estaria, nos termos do discurso de Lula a elite incomodada? De repente na regulamentação por Lei Complementar do imposto sobre grandes fortunas? Não, este não foi regulamentado.

A verdade é que estamos à beira de uma guerra civil. O caos instalou-se com ares de definitividade. Crise é a palavra do momento, crise econômica, política, tributária, hídrica, elétrica, de credibilidade internacional, moral, opa, cansei... Seria crise que está prestes a viver a ordem constitucional, o Estado Democrático de Direito em grau semelhante ao vivido em 1964, apenas de sinal trocado, agora de cor vermelha. A revista The Economist traz novamente esta semana uma capa sobre o Brasil. Na edição latino-americana que chega às bancas, uma passista de escola de samba está em um pântano coberta de gosma verde com o título "O atoleiro do Brasil".

continua...

Anônimo disse...

...continuação (parte 2)

Uma imprensa que começa a se calar, amesquinhar-se diante de uma democracia que já vislumbra-se carcomida em curto espaço temporal, como silenciou-se com o golpe de 64, inicia-se o processo do “fala quem pode, obedece que tem juízo”. Uma oposição pálida, “para inglês ver”, que pouco ladra e nada morde. Talvez seja o fator preponderante que fará um início de uma guerra civil postergar-se no tempo, a sociedade aos poucos começa a não mais ser informada potencializando seu natural grau de alienação informativo-cultural. Movimentos da sociedade que saem às ruas contra o regime atual passam a ser ignorados pela imprensa nacional, quem sabe alguma nota na pequena mídia. A sociedade está órfã, está por si.

Em um Estado completamente aparelhado não há forças de resistência que não a sociedade de “per si”, quando parcela ainda encontra-se corrompida pelos bolsas-eleição e em profunda desorganização. Aliás, dois “programas” formam a estrutura ideológica de ação governamental: repartição do dinheiro público como forma de garantia eleitoreira, e distribuição de dinheiro público para o fundo dos aliados à esta organização criminosa, leia-se beneficiários de mensalões, petrolões, e demais instituições que se encontrem sob o julgo do Governo Federal, mas ainda não desvendadas.

Quem hoje clama pelo respeito aos alicerces traçados pelo constituinte nos termos do princípio da Supremacia da Constituição acaba chamado de “golpista”, que ironia. Sim, pois o que temos no poder ascendeu por escrutínio popular, pelo voto, ainda que venha drasticamente perdendo sua legitimidade conforme nos informam as últimas pesquisas.

É paradoxal, mas de um lado está o respeito à democracia da escolha popular, de outro a manutenção do Estado Democrático de Direito para além das escolhas advindas do voto popular. Não possuímos o instituto do “recall político” [já tratamos do tema em artigo anterior]. Impeachment é processo iminentemente político, e da política não há nada que possamos esperar neste sentido, a política é protagonista do que há de mais putrefato no sistema. Da ponderação temos que o Estado Democrático de Direito deveria prevalecer, porém...

Ao lermos o preâmbulo da Constituição de 1988 observamos:

“Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPUBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.

continua...

Anônimo disse...

...continuação (parte 3)

Em negrito partes que o preâmbulo restaria sem efetividade já em momento presente, ou em vias de. Ao menos o preâmbulo não há do que se envergonhar, pois como sabemos o STF o considerou como de irrelevância jurídica. O Supremo Tribunal Federal ao enfrentar a questão concluiu que o preâmbulo constitucional não se situa no âmbito do direito, mas somente no âmbito da política, transparecendo a ideologia do constituinte. Desta forma, o STF adotou, expressamente, a tese da irrelevância jurídica. Vergonha que deverá passar o texto normativo em muitas de suas cláusulas pétreas, inclusive, já que este, nos termos que sustenta o STF possui força normativa, portanto importa para o direito, ainda que de fato sua importância venha sendo reduzida pelas forças políticas que nos representam.

Em uma sociedade com uma maioria ainda de menor discernimento, como constitucionalista venho sentindo-me aviltado, paulatinamente sufocado ao vislumbrar as expectativas que restaram a este país. O Estado Democrático de Direito idealizado pelo constituinte está faticamente em perigo. Quando os encontros do Foro de São Paulo, que sempre pregaram um regime impositivo populista começam a não mais sustentar-se democraticamente, quando a força passa a ser o único escudo vislumbrável para a perpetuação no poder nos termos que se “contratou” via deliberação no Foro de são Paulo para a América Latina, o “circo dos horrores” começa a verdadeiramente assustar.

Até onde se poderá tolerar o terrorismo de um partido inserido em uma democracia? A violência como modus operandi para calar uma democrática forma de oposição estaria legitimada a partir de uma causa de valia discutível como é a defendida pelo Partido dos trabalhadores?

O ato de “defesa da Petrobras” foi uma convocação de Lula à luta, para, custe o que custar, manter o Partido dos Trabalhadores no poder. Uma sonora ameaça à ordem pública e à paz social que o Ministério Público Federal não pode ignorar, se abster. Em um Estado Democrático de Direito como ainda é o Brasil, a liberdade de expressão é um direito fundamental e à priori inviolável, mas, à posteriori, pode sofrer restrição, pois não é absoluto, a depender da forma como restou utilizado dado direito fundamental. Liberdade apenas se concebe como responsabilidade, o que não se concebe são censuras odiosas. Incitar a violência, é ato que deve sim, ser responsabilizado!

Leonardo Sarmento

Rio de Janeiro (RJ)
Professor constitucionalista, consultor jurídico, palestrante, parecerista, colunista do jornal Brasil 247 e de diversas revistas e portais jurídicos. Pós graduado em Direito Público, Direito Processual Civil, Direito Empresarial e com MBA em Direito e Processo de Trabalho pela FGV. Autor de algumas centenas de artigos publicados.

Anônimo disse...

anônimo 13.02,
ao também anônimo, Vá meter porrada nos corruptos que povoam Este Brasil, do seu conhecimento.
ou estás ao lado deles?
Deixa os anônimos ESCREVEREM E SE MANIFESTAREM EM PAZ.

Anônimo disse...

Exmo. Professor Ari,

No Estadão está registrada a notícia que no final de janeiro a casa do Sr. Janot em Brasília foi arrombada. Segundo o próprio procurador haviam coisas de valor e levaram apenas o controle do portão. Uma pistola .40 com três carregadores, máquina fotográfica, etc e apenas o controle do portão foi levado?

Tomara que o procurador não seja cagão como eu...






Anônimo disse...

Excelente o artigo de lavra do Professor Leonardo Sarmento. Ali estão todos nossos horrores pintados com as cores certas.
Eu, que na adolescência fui enganado por políticos como Brizolla e outros deste naipe, agora na velhice me arrependo das idiotices que cometi. Viva a democracia. Viva a república. Viva a liberdade.

Anônimo disse...

Estou anônimo e aceito tomar porrada, desde que a mesma também ocorra em todos os patifes deste país.

WILSON LUIZ disse...

Caro Professor Ari,

Confesso que estou preocupado com as manifestações de 15 de março. Entre as pessoas com as quais converso, não encontrei uma que defendesse Dilma, e sei que vários deles votaram pela sua reeleição.
O que estou sentindo é que a convocação para ser um movimento pacífico de protesto contra a incompetência e a corrupção pode desandar para a violência.

O que se sente nas ruas contra o PT e a presidenta é revolta e, pior ainda, até ódio.

Aos colegas que ainda têm saúde e pretendam comparecer, aconselho que não se metam no meio da multidão, fiquem pelas beiradas, já planejando uma rota de fuga. Afinal, como declarou um participante da guerra do Paraguai, "estou fugindo para lutar novamente".

Temo que nosso bravo Janot tenha "amarrelado", escutei comentário na rádio CBN que ele encaminharia o processo do petrolão ao Supremo Tribunal Federal sem apresentar denúncia contra os acusados, pode ser que ele queira descarregar o caminhão de abacaxis para o ministro Zavascki descascar, e escafeder-se. Saudades dos Procuradores do mensalão, que tiveram coragem de apresentar denúncia contra a alta cúpula do PT.

Anônimo disse...

Anônimos brigões, parem de palhaçadas.


Porque sará que Lula não larga o osso?? Nunca vi na história desse país duas pessoas num mesmo comando como presidente. Porque será? Muito estranho...

Anônimo disse...

Agraciado e ilustre mestre Ari,

Como o interesse de levar porrada teve um alcance enorme, peça-os para formar uma fila


Anônimo disse...

Ao Anônimo das 27/02/15 17:44


Tenho medo! Medo, que o roubo dessa pistola seria para utilizá-la em certos atentados pontuais, ex: Dilma, Lula, Renan, Zé Cardoso, José Pimentel, José Guimarães todos probos e patriotas.

Pensem bem na desgraça que seria para o País a falta desses elementos, afinal foi junto 3 carregadores e se todos os brasileiros de bem estiverem como eu torcendo para que cada um deles seja para 15 projéteis, ou o facínora é ruim de bala perdida ou não entende nada de política e da real situação do BRASIL.

Ari Zanella disse...

Os anônimos que participam deste blog são comedidos e educados. Merecem todo o meu carinho e respeito. Se houver alguém que saia da linha, eu simplesmente não publicarei. Já deletei aquela brincadeira da "porrada".

Anônimo disse...

Obrigado, Mestre. Anônimos, geralmente, postam comentários pertinentes, e os que não forem, basta não ler. Nas eleições votamos como anônimos, curioso né!
Grato pelo espaço democrático.

Anônimo disse...

O exército citado pelo sapo barbudo é chamado de Blackbloks?

Anônimo disse...

Verdade Ari. Nós somos educadíssimos, gostei do seu comentário pela parte que me tocas. To aí em cima 20:05. Eita blog bom!! Morro de rir com esse povo do BB rsrs. E vamos que vamos!! Como diz o Medeiro ou smj como diz o Juarez. Aliás, cade ele? Tá sumido!! Aparece Ju, estamos com saudades. Como vai o bim lade? A Calopsita??
Abraço.

Anônimo disse...

SITUAÇÃO POLÍTICA PÓS-ELEIÇÕES:


O comando do país está assim:

Presidente: Dilma (PT)
Presidente de honra: Lula (PT)
Vice-Presidente: Temer (PMDB)
Vice-presidente de honra: Sarney (PMDB)
Ministro da economia: Levy
Vice-ministro da economia: Mantega

Estão todos juntos e misturados, comandando e decidindo.