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terça-feira, 23 de dezembro de 2014

CLAREANDO O NOVO ES

03/12/2014

Empréstimo Simples tem novos parâmetros

Mudanças entram em vigor a partir de 21/1. Entre as alterações está o fim das tabelas de valores do ES e o aumento do prazo de pagamento para mutuários do Plano 1 entre 51 e 79 anos.


A Diretoria Executiva aprovou alterações no Empréstimo Simples (ES). As mudanças entram em vigor a partir de 21/1.
Uma nova metodologia para a concessão e gestão do ES beneficiará a grande maioria dos mutuários, tanto do Plano 1 quanto do PREVI Futuro. O mutuário poderá escolher qualquer valor de empréstimo compreendido entre o limite mínimo (que continuará sendo de R$ 1 mil) e o seu limite máximo, o mesmo acontecendo em relação ao prazo. Não será mais necessário pedir um valor arredondado de crédito, nem o prazo de pagamento em meses precisa ser múltiplo de 12. O associado pode contratar, por exemplo, um empréstimo de R$ 1.972 para pagar em 14 meses. Antes, se o limite possível fosse desse mesmo valor, o mutuário só poderia contratar R$ 1.000.
Entre os parâmetros mantidos está o teto de concessão, que já foi reajustado neste ano para R$ 145 mil no Plano 1 e para R$ 40 mil no plano PREVI Futuro.
No novo método, o recálculo da prestação acontece no mês de aniversário do contrato, considerando o saldo devedor e a projeção do INPC. A prestação recalculada pela nova metodologia passa a vigorar a partir do mês seguinte e será, via de regra, menor do que a prestação calculada pela metodologia anterior.
Outra novidade é que mutuários que amortizarem empréstimos concedidos a partir de 21/1/2015 poderão optar entre redução do valor da prestação ou redução do prazo, como já acontece nas operações de Financiamento Imobiliário.
Os novos parâmetros também alteram para os aposentados e pensionistas o cálculo da margem consignável nos dois planos de benefícios. Todas as consignações financeiras – como empréstimos, financiamentos e seguros de qualquer entidade – passarão a entrar na apuração da margem consignável. O PAS que não for descontado em folha deixará de impactar a margem a partir de 21/1/2015, quando as medidas entram em vigor. O objetivo da alteração é mitigar riscos e proteger todos os associados da PREVI. Confira como funciona o cálculo da margem consignável.
Como funcionários da ativa não possuem consignações financeiras de entidades descontadas na folha de pagamento, para esses mutuários não haverá alteração da margem consignável.
Os associados que tiverem empréstimos, financiamentos ou seguros em outras instituições e queiram aumentar a sua margem consignável devem requerer nessas entidades a exclusão do débito na folha de pagamento da PREVI.
Alguns dos parâmetros revisados atingem somente os mutuários do Plano 1, como os listados abaixo: 
  • Em vez de três, existirão cinco taxas de Fundo de Quitação por Morte, segmentadas por faixas etárias. Para os mutuários até 59 anos de idade, a taxa será de 0,6% a.a.; de 60 a 69, taxa de 1,2% a.a.; de 70 a 79, taxa de 3% a.a.; de 80 a 89, taxa de 3,5% e, finalmente, taxa de 4% para os mutuários a partir de 90 anos.
  • Uma nova metodologia de prazo será implementada, a Atuarial, que substitui a metodologia aplicada atualmente, a “170”. O limite mínimo do prazo continua a ser de 12 meses e o máximo de 120. Para mutuários a partir de 84 anos o prazo máximo será de 36 meses. Por exemplo: se o mutuário tem 76 anos de idade, pode contratar um empréstimo em até 120 meses. Confira na tabela abaixo a comparação entre a metodologia atual e a anterior, de acordo com as faixas etárias, considerando a idade completa do mutuário na data do seu aniversário:

COMPARAÇÃO ENTRE AS METODOLOGIAS 170 E ATUARIAL
Faixa de IdadeQuantidade máxima de prestações
InferiorSuperiorMetodologia 170 (anterior)Metodologia Atuarial (vigente a partir de 21/1)
zero50 anos120 meses120 meses
51 anos62 anos108 meses120 meses
63 anos74 anos96 meses120 meses
75 anos77 anos84 meses120 meses
78 anos84 meses108 meses
79 anos84 meses96 meses
80 anos84 meses84 meses
81 anos84 meses72 meses
82 anos84 meses60 meses
83 anos84 meses48 meses
84 anos86 anos84 meses36 meses
87 anos98 anos72 meses36 meses
a partir de 99 anos60 meses36 meses

É importante ressaltar que entre 77 e 83 anos, o prazo decresce a cada mês. Por exemplo, um mutuário com idade de 77 anos e 1 mês terá  prazo máximo do Empréstimo Simples de 119 meses. Passado mais um mês, o prazo irá diminuir para 118 meses e assim sucessivamente.
A alteração da metodologia eleva o prazo máximo do empréstimo simples para 78% dos mutuários. Para cerca de  17% dos mutuários o prazo calculado pela nova metodologia é o mesmo que aquele calculado pela metodologia atual.
A revisão dos parâmetros do Empréstimo Simples é baseada em estudos técnicos e reflete a busca da Diretoria Executiva por melhores condições e benefícios adequados à realidade dos associados, sempre em linha com nossa missão e política de Responsabilidade Socioambiental. 
Algumas observações do Blog
01 - As consignações de empréstimos de terceiros só trarão prejuízos à nova MC. A Cooperforte retira mas sofremos diminuição de limite de crédito. As demais: Alpha, Crediscoop, FHE-Poupex não retiram nem que a vaca tussa. Já levada essa questão à diretoria de Seguridade para solução do impasse. A PREVI pode fazer a quebra unilateral do Acordo firmado?

02 - Aparentemente a Capec (Verba C753) continuará sem pesar na margem. No entanto, a retirada da verba C800 PREVI CONTRIBUIÇÃO foi negada.

03 - O lado menos perverso é que agora pode-se contratar com frações de mil reais. Antes, quem tivesse limite disponível de 1.952,00 só poderia contratar 1.000,00. Com o novo ES vai poder contratar 1.900,00.

04 - Aumentou a faixa de pessoal que poderá ter prazo de 120 meses. Entretanto, a partir dos 81 anos a coisa começa a apertar. A perseguição aos velhinhos continua...
Em menos de trinta dias todas as novas regras já estarão valendo. Houve vantagens e desvantagens.
FELIZ NATAL - O DE CIMA NOS ABENÇOE A TODOS.

15 comentários:

Marcelino Maus disse...

Sobre:

"04 - Aumentou a faixa de pessoal que poderá ter prazo de 120 meses. Entretanto, a partir dos 81 anos a coisa começa a apertar. A perseguição aos velhinhos continua..."

Desculpem-me Ari e Colegas, mas não concordo.

81 anos é idade em que FILHOS e NETOS deveriam estar ajudando o Pai/Mãe e o Avô/Avó, que nãi deveriam mais estar endividados. Por isso vou viver até os 76 anos.

EM REGRA, se houver alguém com mais de 80 anos endividado, é porque suportaram por muito tempo dificuldades financeiras da família, se aposentaram no BB com os minguados salário da década de 80 e 90... e outros diferentes problemas de cada um.

O MAIOR paradoxo é que, no Brasil, a longevidade está sendo conseguida com tratamentos
à base de remédios (MUITOS REMÉDIOS, OS MAIS CAROS DO MUNDO).

É a Crise da desassistência vivida por nós velhinhos quando jovens em 1950, 60, 70... que gerou muitas patologias, pois cuidamos pouco da saúde naqueles anos, enquanto estávamos na Ativa no BB (até 53 ou 58 anos de idade).

Agora nos socorremos demais em tratamentos corretivos porque esquecemos do preventivo.

Não vou gastar fortunas para postergar idade abraçado com caixas de remédios - nem que tenha que valer-me de Sentença Judicial Mandamental de NÃO FAZER dos filhos e/ou da Viúva-Viva.

Nós Ocidentais somos burros - postergar a morte com incontáveis remédios.
Os Orientais aceitam com serenidade as rugas, os tumores, etc. e vivem mais.

Enfim, VIVER endividado depois dos 80, não é viver.

LANÇO aqui para os experts no assunto, para os Octagenários, um plano de vantagens e de incentivo ao DESENDIVIDAMENTO no BB e na PREVI, que fingem disseminar Educação Financeira.

Afinal o BB é o maior CULPADO por disseminar a cultura do TOME EMPRESTADO PORQUE É BOM PARA TODOS. Na Ativa, as condições da remuneração variável (PLR, LP5, 1/3 Férias) suportavam todos os custos financeiros do BB-GULOSO. Lembrem que os Diretores PeTralhas incorporaram ILEGALMENTE essas vantagens.

Contatos semanais o BB exigia que fizesse aos clientes da minha Carteira PF (455 professores, aposentados, empresários, etc.).
HAJA ASSÉDIO MORAL, a funcionários e clientes.

Clientes BB também devem estar nessa M. de endividamento excessivo.

Assim sendo, se nosso corpo e mente padecem, desejo um Feliz Natal Espiritual.

Anônimo disse...

De acordo com os comentários do blog a retirada da Cooperforte não aumenta mas diminui a margem do ES.Os demais credores não aceitam a retirada da Fopag mas podemos deduzir que mesmo que todos sejam retirados não haverá nenhum aumento da margem.

Blog do Ed disse...

Amigo Marcelino Maus
Essa é uma forma de SENTIR A VIDA. Acho que o amigo é FELIZ com ela. A HUMANIDADE, desde a época de Gilgamesh (uns 4000 anos antes de Cristo), NÃO QUER MORRER. Anseia pela IMORTALIDADE! Dizem alguns sábios, que essa ideia da IMORTALIDADE, difundida por Paulo de Tarso, PERENIZOU o Cristianismo. Virgílio, um dos maiores vates que já existiu, eternizou-se nesta frase: "Feliz o homem que controla todas as suas angústias, o incontornável destino e a TRAGÉDIA DA MORTE. Shakespeare também deixou esta frase eterna: "Morte, que horrenda face tens!" Eu... como eu gostaria de ser eterno... e feliz!!! Não tenciono contestá-lo... Apenas demonstrar que não me conformo com a transitoriedade da vida... Apenas não tenho como evita-la...
Um abraço amigo de quem compreende e respeita, e muito, a sua opinião sobre a existência.
Edgardo Amorim Rego

Anônimo disse...

Sr.Marceçino Maus, concordo plenamente com o que escreveu sobre plano de desendividamento.
A Cooperforte já esta dando o ponta pe inicial, pelo menos para mim pois vou aproveitar que ficarei dois anos sem renovar o Forte 72 e minha meta sera quitar o empréstimo.
DEUS vai me ajudar.

Anônimo disse...

Será que a ministra da agricultura, Kátia Abreu, foi indicação dos companheiros do MST?
E o filho do Jader Barbalho foi nomeado ministro para moralizar a política?
O delator premiado, réu na Lava Jato, Paulo Roberto Costa seria secretário do governo Lindberg Faria, caso fosse eleito no Rio.
Imaginem as alianças do Lula com Collor, Sarney, Barbalho, Renan, São Tanaz, etc
PT É O PARTIDO DA EXTREMA DIREITA

Anônimo disse...

Acho (aliás, tenho certeza) que cada um tem sua história e sua motivação para estar endividado. Mas acredito que ninguém sente prazer nisto. O que precisamos é que nosso Fundo de Pensão, AINDA o mmaior e com maiores possibilidades de ajudar, NOS EMPRESTE nosso próprio dinheiro COM PRAZOS E LIMITES MAIORES. Já está provado que é uma das melhores aplicações, se não for a MELHOR. Seria o verdadeiro BOM PRA TODOS. Bom para quem precisa, pois aliviará ou resolverá sua situação, não importando como chegou a ela. om para quem não precisa, pois a inadimplência não existe e seu complemento de aposentadoria estará garantido, lastreado em parte nessa "aplicação", bem melhor que Sauipes e trens-balas da vida. Bom para a própria Previ, que pode usar como desculpa para NÃO aumentar os complementos, que seria o justo, dada sua saude financeira. Talvez não seja muito bom para o Banco do Brasil (mas f..-se), que perderia seus escravos/CDC.

Ari Zanella disse...

No dia em que estive na PREVI (03/12) eu questionei o Marcel sobre a não necessidade de retirar os débitos de terceiros da folha - então, ele foi enfático: "Precisa escolher onde fazer seus empréstimos, se na PREVI, com juros melhores ou nas outras. Pegar em mais de uma no consignado, não dá."

Anônimo disse...

Estou a caminho dos 70 e ainda pesam sobre meus ombros dívidas contraídas para ajudar os filhos.
Eu, aliás, nem precisaria de qualquer empréstimo, pois o que recebo da PREVI/INSS já me é suficiente para viver de forma digna, mesmo que simples. Diga-se de passagem que a verdadeira felicidade esta na simplicidade. O bom da vida são as pequenas coisas: por exemplo, um forte abraço de um neto querido.

Anônimo disse...

COLEGAS,

Vamos apoiar o deputado Rubens Bueno (PPS/PR) a respeito da CPI dos Fundos de Pensão.Mandem suas mensagens. Não estou afirmando nada, mas corremos o risco de ter problemas também na PREVI e com nossas futuras aposentadorias.
VAMOS ENCAMINHAR MENSAGENS, EU JÁ MANDEI A MINHA.
FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO A TODOS

Abs.
Um aposentado mineiro.

Anônimo disse...

EDGAR, VC VAI VIVER MUIIITO!!
BEIJOS.

FELIZ NATAL!!

Anônimo disse...

O Sr. Marcel disse que"pegar mais de um consignado não dá".Mas quem foi que autorizou???????????? Acho que ele não sabe o que é ter responsabilidade por seus atos caso contrário não esperaria a ordem judicial e por iniciativa própria procederia como manda a lei enquadrando todos os consignados já feitos que a própria Previ autorizou no limite dos 30%.E daqui para frente não autorizem mais nada acima desse limite. A lei é de 2003 e há muito tempo a Previ já deveria ter feito isso.Se não fez tem que arcar com as consequências e não tirar o corpo fora.

Anônimo disse...

Prof. Ari,

Continuo sem saber se a retirada do débito da cooperforte da folha da previ vai aumentar a margem! Por favor, diga-me vai ou não aumentar a margem?

Ari Zanella disse...

Meu caro...

Não vai aumentar a margem. Mas se o débito permanecer na folha, VAI DIMINUIR. Em outras palavras: se ficar, diminui; se sair, pelo menos, não diminui.

Anônimo disse...

Caro Ari,

Esta é uma postagem de um colega no Rede-SOS:

Refiro-me à notícia veiculada na página 6 da Revista PREVI Nº 180 – setembro de 2014, informando que a PREVI vendeu sua posição acionária na siderúrgica Usiminas, tendo em vista “uma oferta financeira amplamente vantajosa para a PREVI”.

Considerando que as ações da Usiminas, na data da assinatura do contrato – 02.10.2014 – eram cotadas na Bolsa de Valores ao preço de R$ 6,60 (USIM3) e hoje – 17.12.2014, 13,35H – estão sendo negociadas a R$ 11,79, gostaria de saber se o negócio, mesmo assim, teria sido oportuno, conveniente e vantajoso para a PREVI.

Como sou leigo no assunto, quem sabe algum colega poderia verificar e dizer algo sobre o assunto.


Anônimo disse...

26/12/14 02:19

Se o resultado da venda das ações da Usiminas foi aplicado em renda fixa, então tudo bem. Não se pode é ficar em renda variável, esperando que o valor das ações aumente. É tiro no escuro, ainda mais nestes tempos difíceis que estamos atravessando.