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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

PRIMEIRO DIA: SÃO LULA

     A palestra inaugural foi proferida pelo professor Gustavo Cerbasi, 40 anos, educador financeiro, autor dos livros Casais Inteligentes Enriquecem Juntos, Adeus Aposentadoria, e Investimentos Inteligentes. Não chegou a me empolgar porque quase tudo o que disse eu já sabia. Deu muitos exemplos de aplicação no ramo imobiliário e que não podemos depender somente de uma renda previdenciária.
No segundo painel a decepção. Milena Macedo do Funcef discorreu sobre Educação Multifuncional nos Fundos de Pensão. Citou o autor Ricardo Pena Pinheiro como grande mestre de fundos de pensão, e eu pensei cá com meus botões que foi ele um dos engenheiros da Resolução 26, ainda enquanto esteve na extinta SPC. Somente isto, para mim, já o desclassifica. Dona Milena nada diz sobre sobre os saques realizados de modo fraudulento, inclusive no fundo do qual ela participa. Depois, ouvimos Evandro Lins de Oliveira, especialista em atuário, mas que versou sobre comunicação nos fundos de pensão. Algo importante que anotei dele foi que é necessário um milhão de reais para gerar uma renda de 5 mil reais a partir dos 55 anos de idade.  Outra fraca palestrante foi Patrícia Monteiro, da Previc, desta entidade não vem nada de bom para nós.
     O dia foi salvo pela parte vespertina. Falou o presidente da BBDTVM, Carlos Takahashi, em seguida Eduardo Barros pela Volkswagen. Mas o melhor foi Paulo Rabello de Castro, doutor em economia pela Universidade de Chicago. Quando ele começou a falar o doutor Medeiros a meu lado me cutucou: "presta atenção que este é bom!" Com efeito, em sua palestra sobre a Formação do Capital e o Papel dos Fundos de pensão, abordou mais sobre nossa atual economia sem deixar de inserir os fundos de pensão. Algumas tiradas do Paulo: "Estamos sempre felizes com o pouco que nos dão" (referia-se ao baixo crescimento do PIB); "São Lula fala diretamente com Deus"; "Mantega: Ministro Pinóchio"; "A política econômica é um fracasso"; "Juro alto é estricnina que acaba de matar o cliente. O ajuste fiscal é que é necessário e imprescindível"; "Brasil, só os tributos consomem 43% do PIB acrescentado".
     Por último, Delfim Neto, 82 anos, um tanto debilitado por recente problema cardíaco. Ratificou e concordou com tudo o que foi dito e arrematou com a frase: "a carga tributária não cabe no PIB brasileiro." Nós não estamos numa situação crítica, estamos numa posição desconfortável que pode e deve ser resolvida pelo ajuste fiscal. O Brasil precisa, no mínimo, voltar a crescer 3% a.a. e distribuir as riquezas nacionais aos brasileiros. Delfim e Paulo criticaram bastante tanto Lula como Dilma pela condução da política econômica. A última pergunta ao dr. Delfim foi quem seria o próximo ministro da Fazenda. "A pessoa física não sei o nome, só sei a pessoa jurídica."

4 comentários:

WILSON LUIZ disse...

Entrou mais um personagem na queda de braço entre Lula e Dilma Rousseff, que vão governar o país em parceria pelos próximos quatro anos, e estão brigando para saber quem vai mandar mais.

Vamos saber quem será o chefão, ou a chefona, quando for escolhido o novo ministro da fazenda. De um lado, Lula quer Henrique Meirelles, Dilma quer Nelson Barbosa, e agora apareceu como alternativa o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, outra vaquinha de presépio, que cedeu a imposições da presidenta e deixou a inflação estourar o teto da meta.

Estão abertas as apostas, teremos o governo Dilmula ou o Lulilma? Pessoalmente, torço pelo Lulilma, Henrique Meirelles é nossa única esperança de uma recuperação da bolsa de valores, que possibilite um balanço/2014 melhor na PREVI.

Rosalina de Souza disse...

Prezado Colega Ari Zanella,

HORA DA VERDADE.

As informações chegam a conta gotas,claro que muito mais foi dito, mas por questão de confidencialidade,acordos e conchavos, não podemos ter claros os passos que decide a vida de muitos colegas iguais a mim, muito endividados.

Nada do que tem sido dito, resolve o grave problema da nossa folha de pagamento, que esta estrangulada, por tantos descontos,acima da lei, e com único beneficiário, os agiotas disfarçados de entidades ajudadoras dos pobres velhinhos endividados.

Me falar que vão enquadrar limites e prazos dentro da fomula 170,para um novo ES é pura falsidade e falta de vergonha, pois com a taxa de juros usada, modos de capitalização e prestações que limita a idade do mutuário cada vez mais idoso é brincar com pessoas, ou chamar a todos nós de idiotas, ou chapa branca do esquecimento.

Não tem como e não existe formula capaz de resolver esse problema do ES,sem ALONGAR O PRAZO, ou REPECTUAR para os sem saída, enforcados,com um programa serio, capaz de por fim a essa triste realidade, cheio de atores principais, mas que não da frutos, e virou o bolsa família da Previ, não dos aposentados e pensionistas do PB-1.

Ninguém me convence que vem coisa boa por aí, para mim, mais uma maldade esta sendo arquitetada, para por muita gente debaixo da terra, quase vivo, da Diretoria da Previ, bem como do Conselho Deliberativo, nada se espera, os próximos anos vão ser amargos, queira ou não, questão de mercado, este ano não vai haver superavit, pode até ter deficit de, fruto das alocações em poucos grupos econômicos, e sabe-se quem vai herdar o Banco do Brasil falido, sucateado e sem gestão a muitos anos, sugando da Previ, diga-se de seus ex trabalhadores, até a ultima gota de sangue através de resoluções encomendas CGPC-26.

Não acredito mais nas boas intenções da CHAPA 3 que se mostrou cordeiro, para ganhar as eleições e hoje através da MODERAÇÃO se quer posta a verdade,nua e crua.

Atenciosamente

Rosalina de Souza
Pensionista
Matricula 18.161.320-4

Fernando Lamas disse...

Saudações cordiais a todos.

COMPLICAÇÃO
Prezado Professor Ari, não estranho e concordo, em parte, com a inconformação da cara colega Rosalina. Há muitos anos, sentimos a Previ em perigo e, consequentemente, a nossa segurança material.
Para os infelizes que erramos na vida financeira, aulas de educação financeira, bem vindas, claro, porém, de pouco efeito, diante do fato consumado(fracasso, arraso) e de ajuizamentos, negativações, etc.
Infelizmente, pouco ou quase nada de medidas de socorro, facilmente exequíveis e muito interessantes, para a Instituição(Previ), conforme defendem as melhores vozes, gente vitoriosa na vida financeira, merecidamente.
Portanto, o cansaço, a extenuação é natural, com reforço na manutenção dessa situação, em que, praticamente, temos uma única certeza de melhoria dos benefícios: o 1 de janeiro de cada ano.
Carim! Será que está tudo bem, na condução dos Contratos?

Grato por tudo e PAZ E BEM!

"Deus encherá, de novo, a sua boca de sorrisos e, seus lábios, com gritos de alegria."
Jó 8,21

rafael campagnoli disse...

Aquele senador nosso colega, que assinou a resolução 26, estava hoje todo sorridente e pujante na cadeira de presidente interino da casa, para o Brasil inteiro ver, na TV Senado. Como pode um colega ser tão insensível assim? Ou será que ele não tem ideia de que os R$7,5 bilhões doados ilegalmente ao BB estão fazendo toda a falta para nós, desde o fim do BET e retorno das contribuições? Antigamente, antes de o partido dele assumir o poder federal, era o maior motivo de orgulho - ostentado não só pelos funcionários, mas pelo próprio BB e todas as suas associações - ter um colega eleito para qualquer cargo no executivo ou legislativo de qualquer poder. Mudaram de lado?