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domingo, 31 de agosto de 2014

CRIME NA BOLSA

     Está na capa da Revista Exame, já nas bancas, esta matéria nada salutar ao mercado de capitais brasileiro, porque está acontecendo na Bovespa - Bolsa de Valores do Estado de São Paulo. Os crimes são de informações privilegiadas que certos grupos detêm sobre balanços de empresas, fusões e compras, podendo de antemão manipularem, posto que sabem antecipadamente quais papéis serão valorizados/desvalorizados.
     Medidas urgentes são necessárias para coibir a prática criminosa que, sem dúvidas, afeta a nossa credibilidade e põe por terra a economia de um país inteiro. Somente a PREVI tem 60% de seu patrimônio aplicado em renda variável, o equivalente a 100 bilhões de reais, os quais, implicitamente, pelas denúncias de crime feitas pela Exame, podem estar em risco, assim como todos os investimentos que não estão sob a égide daqueles pequenos grupos privilegiados.
     Se eu tivesse algum poder decisório na PREVI, eu saía agora desse mercado perigoso e muito, muito especulativo. É muito risco para o meu combalido coração. Aplique-se em renda fixa, títulos públicos, imóveis, ES, Empréstimos Carim e outros. Boas oportunidades para aplicação não faltam. O importante mesmo é sair dessa areia movediça na Bolsa, ainda que esta saída seja gradual, porém constante. Nenhuma hora é melhor do que esta quando o patamar do ibovespa está acima dos 60 mil pontos. Saímos agora ou deixamos deteriorar ainda mais? Ficar ou sair, eis a questão.
 
SEGUNDO A REVISTA EXAME, A BOVESPA ESTÁ SENDO VÍTIMA DE CRIME.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

BB NA VITRINE

O Presidente do BB, Sr. Aldemir Bendine, segundo a Folha de S. Paulo, foi autuado pela Receita por não comprovar a procedência de R$280.000,00 e um apartamento pago em dinheiro vivo em 2010 (R$150.000,00).

Informou em suas declarações à Receita ter recursos em espécie, por quatro anos seguidos, entre 2009 e 2012, no valor de R$400.000,00. Pagou multa de R$122.000,00 para se livrar de questionamentos sobre a evolução de seu patrimônio pessoal.
Regra geral, não costuma ter origem lícita, dinheiro em espécie guardado em casa. Dinheiro passado de mão em mão, sem circular pelo sistema bancário, não pode ser detectado pelos controles da Receita e do COA-BACEN.
 Quando o cidadão é isento de culpa, transparente e age como tal, irá às últimas consequências para provar a sua inocência, especialmente quando o assunto vaza para o domínio público através da mídia investigativa. Fica difícil acreditar em alguém que coloca lixo debaixo do tapete, mercê de quitação de multa possa estar com as mãos limpas.
Então, imagine que a repercussão é explosiva, com proporções gigantescas, quando a pessoa em causa é o Presidente do BB, maior banco estatal do Governo Federal. O pior é que essa nódoa pode respingar e comprometer gravemente o conceito secular enorme conquistado no mercado financeiro nacional e internacional.
Repito, o fato do Sr. Bendine ter pago R$ 122 mil para encerrar a investigação da Receita Federal soa como confissão de culpa. Como no Brasil prevalece a prática do aparelhamento político, onde os cargos chaves são entregues aos partidos aliados e nomeados os incompetentes dispostos ao toma lá dá cá, isso contribui para que os casos desse calibre se proliferem e apareçam aos borbotões.
Deste modo, não há autonomia entres os três Poderes, e uma disfarçada promiscuidade, onde vence quem paga mais por fora. Ah, neste País é o dinheiro que manda!
Pode ser legal, entretanto, é imoral e absurdo aceitar a compra de qualquer investigação, como a ora noticiada. Resolver a parte da pecúnia com o reembolso ou devolução de recursos locupletados é uma medida correta, coerente e obrigatória, mas a delito penal, a responsabilidade civil, essa tem que ser apurada e julgada em todas as instâncias.
Os nossos legisladores são benevolentes demais, pois criam facilidades em excesso para esvaziar os presídios, como por exemplo, as seguintes: Delação premiada para bandidos; Regime de progressão de penas, mesmo para os crimes considerados hediondos; Concessão do exagerado benefício da dúvida para delinquentes contumazes; Regalia para que acusados aguardem em liberdade, o julgamento das centenas de recursos vazios  impetrados para ganhar tempo, tornando o final dos processos mais vagarosos, que resulta em uma Justiça cada vez mais inoperante e mãe da IMPUNIDADE.
Os ricos, então, com dinheiro à vontade para pagar bons advogados, nunca serão encarcerados, dado que alimentam a indústria dos recursos artificiais protelatórios. Daí a inferência lamentável e discricionária de que cadeia foi para os três “PPP”: “Preto, Pobre e Prostituta”.  
Em resumo, esse Código Penal caduco que aí está, totalmente cego em relação à evolução das relações sociais, não se prestando para inibir a impunidade e muito menos para desencorajar os delitos novos, sofisticados, como os crimes cibernéticos, que sequer podem ser tipificados por falta de legislação específica.
 Esse caso do Sr. Aldemir Bendine, por ser Presidente do BB, o próprio Chefe do Poder Executivo Federal deveria ter a responsabilidade, a obrigação legal e moral de DETERMINAR rigorosa investigação para apurar os fatos denunciados, em paralelo com a Receita Federal, sem leniência, letargia e se apurar o que o procedimento é aético, demiti-lo sumariamente.
O que vão pensar os clientes que são orientados para fazer aplicações financeiras no BB, se o próprio Presidente da instituição que deveria dar exemplo, faz o contrário e enfia o dinheiro dentro do colchão.

Notem que esse Aldemir Bendine, agora acusado, é o mesmo que emite ordens para os seus indicados, na qualidade de gestores da PREVI, com o escopo de favorecerem os interesses dos seus patrões Governo/BB. O que pensar sobre o caráter e esperar das suas manobras contra nós, associados desse Fundo de Pensão? 

( Redação e autoria de João Rossi Neto ) 

terça-feira, 26 de agosto de 2014

CONSELHO DELIBERATIVO

     Eu, você e todo o mundo já sabe da importância do Conselho Deliberativo em qualquer corporação. Na PREVI não é diferente, sendo coadjuvante essencial com relação às decisões tomadas pela diretoria. Só para termos uma ideia basta relembrar que a decisão equivocada da diretoria, em dezembro passado, precisou ter o aval do CD que, infelizmente, nem precisou lançar mão do voto de Minerva posto que nossos eleitos se deixaram passivamente influenciar pelo patrocinador. Com a chegada no CD do Antônio José de Carvalho (titular) e do Medeiros (suplente) já assistimos uma salutar mudança de atitude de parte dos eleitos remanescentes.
     Tenho insistido com o Carvalho e o Medeiros para propormos a volta do BET e a retomada da suspensão das contribuições. Me informa o Carvalho que o primeiro fica fora de cogitação, pelo menos neste ano. O que poderia ser conseguido com maior facilidade, a partir de 01.01.2015 é a volta da suspensão das contribuições. Mesmo porque os resultados estão a demonstrar que a situação da PREVI era momentânea e causada (logicamente) pela renda variável. Certamente os diretores que hoje ainda continuam nos cargos devem estar se descabelando só em pensar na besteira que fizeram ao suspender o BET e fazer voltar as contribuições. Estão certamente arrependidos de seus intempestivos atos que fulminaram com milhares de velhinhos indefesos. Bastaria dosificar o remédio: ou se mantivesse o BET com a volta das contribuições, ou vice-versa. No entanto, predomina a velha história de se achar (o Banco) dono da PREVI e apenas olhar o seu lado, como se o Banco fosse criado somente para cuidar de SEU fundo de pensão, por seu belo patrimônio.
     Acreditamos que a suspensão das contribuições será retomada em janeiro porque beneficia principalmente o patrocinador, é de seu interesse. Porém, sei que a proposta do Carvalho, novamente muito justa, é isentar somente aqueles que já contribuíram com os 360 meses, quer na ativa ou como aposentado.
Se tal proposta lograr êxito, terá sido uma das mais justas já implantadas na PREVI, porque é uma tremenda injustiça muitos terem contribuído, do próprio bolso, com 30, 35 e até 40 anos, enquanto os da ativa atualmente estão a se refestelar com a contribuição vinda dos fundo de reservas. Isto é uma vergonha!
     De sorte que doravante a preocupação maior é derrotar o partido que sabe de tudo sobre a nossa situação, mas que além disso, ainda aparelha as estatais para dela tirar todo o proveito em detrimento de seus verdadeiros donos. Votação maciça na oposição, qualquer que seja. O mais importante é tirar o poder das mãos destes nossos abutres.

domingo, 24 de agosto de 2014

SINUCA DE BICO

De: jrossineto1@uol.com.br
Enviada: Domingo, 24 de Agosto de 2014 15:55
Para: presi@previ.com.br
Assunto: BONECOS DE VENTRÍLOQUOS AGEM SEM ÉTICA NA PREVI.


Exmo. Sr. Dan Conrado.

Ilustre Presidente da PREVI.

Senhor Presidente,

 

                            Esse Conselho Deliberativo e Diretoria Executiva da PREVI efetuaram destinações da Reserva Especial (superávits), em três oportunidades, uma em 2005, outra em 2007 e a última em 2010 (R$15 bilhões), isto focando apenas o triênio que queremos destrinchar.

As duas primeiras (2005 e 2007) foram tranquilas, justas, honestas, com supedâneo na LC 109/200, onde 100% dos superávits foram canalizados corretamente para revisão do PB1 e revertidos em melhorias dos benefícios dos legítimos proprietários, já que a ILEGAL, desonesta, fraudulenta e vilipendiosa Resolução MPS-CGPC-26/008 só foi assinada pelo traidor José Pimentel em 29 de setembro de 2008.

                           Após a sua edição irregular e desrespeitosa, instalou-se o caos e emergiu o conflito de normas (antinomia) e oficializou-se o rombo nos nossos recursos financeiros para favorecer o patrocinador BB (R$ 7.5 bilhões em 24/11/10).

                          Contribuições foram suspensas no período de 01/2007 a 12/2013 e como na destinação de superávits em 2010, ninguém havia vertido nada a favor da PREVI nesse intervalo temporal, sobretudo o patrocinador BB, utilizou-se as contribuições vertidas nos últimos três exercícios (2004 a 2006) que antecederam a janeiro/2007, data do início da supressão integral, fato que ensejou a aplicação da “Proporção Contributiva” prevista no § 1º do artigo 15 da Resolução 26/2008, cuja redação foi reproduzida no final para facilitar o entendimento da matéria.

Portanto, utilizadas as contribuições do patrocinador BB  recolhidas nos anos de 2004 a 2006  para viabilizar a distribuição de superávits de 2010, caso não retomasse o pagamento das contribuições a partir de janeiro de 2014, mesmo estando a Resolução 26/2008 em vigor, as artificiais e irregulares manobras “Reversão de Valores” e ”Proporção Contributiva” não poderiam ser novamente computadas para efeito de recebimento dos 50% em futuras destinações das Reservas Especiais, a partir de 2014, posto que queimadas/consumidas na destinadas de 2010, usá-las novamente (contribuições passadas -2004/2006), efetivamente, seria empregá-las em duplicidade ou repetidas vezes, o que redundaria em absoluta IMORALIDADE, afora o fato de que soaria indevidas e inaceitáveis.

 

                           Os números da PREVI, uma vez fechados, os resultados técnicos dos balanços são analisados de forma isolada, ano a ano, sejam positivos ou negativos. Deste modo, concluo que a volta da cobrança das contribuições foi uma ordem do BB para não tisnar as normas e vetar a sua graciosa meação (50%) em futuros superávits.  De igual forma, acredito que o corte do BET também deriva de determinação do banco, sempre no seu papel de aproveitador, por vias tortuosas, de dinheiro privado, carimbado para  honrar os benefícios pactuados com o Fundo de Pensão.

                     De outra parte, nesse coliseu moderno, chamado de PREVI, os Leões são famintos, insaciáveis e os associados foram entregues as feras metafóricas. Pagam por erros administrativos equivocados dos atuais gestores, tendo como ponto estrangulador, a recalcitrante e desastrosa decisão de concentrar a maior fatia do dinheiro em “Rendas Variáveis” (+ de 60% do Ativo Total) e nós, associados, somos os únicos penalizados e submetidos, depois de velhos, aos altos e baixos das Bolsas de Valores, gerando clima de ansiedade, aflição, tristeza e angústia.

                          A situação financeira que já era péssima, insustentável, agravou-se e despencamos no abismo da insolvência total, sem margens de reabilitação e o corte dos 24,8% nos benefícios foi o pingo d’água que faltava para transbordar o copo, ratificado o adágio de que àquilo que é ruim pode piorar.

                      Os cenários econômicos do passado não servem para o presente. Antes as Rendas Variáveis produziam altas rentabilidades e mascarava a incompetência dos dirigentes, mas, hoje, a conjuntura hodierna é outra, as situações favoráveis ruíram em consequência das crises financeiras mundiais e os defeitos de gestão aparecem com o não atingimento das metas de rentabilidade (5% + INPC), evidenciando táticas negociais mal calibradas.

                     As aplicações em Rendas Variáveis (Bolsas de Valores) sempre foram e são negócios de elevadíssimos riscos, agora agravadas depois da emblemática crise de 2008, ainda não debelada, resultando em baixa rentabilidade e desinvestimentos complicados.

                          Desfazer-se de grandes volumes de Ativos descartáveis (ações) é quase impossível. Investimos exagerado em ações e criamos armadilha própria e intransponível. A sinuca é de bico e o preço para sair é alto, podendo redundar em expressivos prejuízos, caso a desmobilização não seja gradual. Inundar o mercado com ações negociáveis e fechar vendas é suicídio e efetivação concreto de prejuízo, eis que sai do déficit contábil, virtual, para uma realidade negativa, nua e crua.

 

                        O pior cego é aquele que não quer ver a tragédia iminente. Enfim, os tempos são outros, sendo imperioso adequar-se aos novos rumos do mercado mundial, diversificando as aplicações financeiras para coibir déficits.

                          Essa Caixa com essa insistência absurda e irresponsável de manter o grosso dos recursos em ações e fundos de ações, sem dúvida, transformou-se em uma máquina de fabricar doentes mentais. O Corpo Social está em processo de ebulição e pode explodir a qualquer momento, utilizando como arma democrática, o poder do “Voto” nas urnas contra as ações nocivas praticadas pelo Governo da situação, coadjuvado pelo seu lacaio BB.

                          Tomem medidas corretivas necessárias, enquanto podem, revisando a rota dos planejamentos estratégicos, minorando o massacre aos associados, tendo em vista que o Governo e o patrocinador BB não são donos da PREVI, as ordens deles emanadas são verbais, sem recibos, impressões digitais e outras provas cabais, suficientes para comprometê-los e são vocês, Diretores Executivos, que poderão ser processados, amanhã, por “Gestão Temerária”. Em suma, deem a César o que é de César, ou seja, ao Corpo Social o que lhe é de direito. Aguardamos análise e providências urgentes sobre o aqui exposto.

 

 “Da Proporção Contributiva

Art. 15. Para a destinação da reserva especial, deverão ser identificados quais os montantes atribuíveis aos participantes e assistidos, de um lado, e ao patrocinador, de outro, observada a proporção contributiva do período em que se deu a sua constituição, a partir das contribuições normais vertidas nesse período.

§ 1º Na hipótese de não ter havido contribuições no período em que foi constituída a reserva especial, deverá ser considerada a proporção contributiva adotada, pelo menos, nos três exercícios que antecederam a redução integral, a suspensão ou a supressão de contribuições, observada como limite temporal a data de 29 de maio de 2001”.

 (Correio eletrônico enviado a Dan Conrado, por João Rossi Neto)

sábado, 23 de agosto de 2014

BB GULOSO É QUEM MANDA

     Na tentativa de  retornar o BET interrompido sem necessidade, assim como a suspensão das contribuições, alguém lembrou muito bem num comentário da postagem anterior que há de se obter a anuência do patrocinador.
                                   CHARGE CREDITADA AO BLOG DO MEDEIROS

     Ocorre que se uma proposição der entrada no CD (Conselho Deliberativo), órgão máximo da PREVI, o BB está ali representado pelos conselheiros Robson Rocha (aquele do voto de Minerva, seu suplente é Carlos Eduardo Leal Neri), Alexandre Corrêa Abreu, suplente Eduardo Cesar Pasa, e Paulo Roberto Lopes Ricci, suplente Carlos Alberto Araújo Netto. Neste caso, a aprovação do patrocinador estaria implícita na aprovação do retorno do BET cuja interrupção foi uma medida precipitada. Quanto à suspensão das contribuições poderia ser levada a cabo somente para os aposentados,  mantida a cobrança ao patrocinador e dos ativos. Já sugeri a presente ideia ao Conselheiro eleito de minha chapa Antônio José de Carvalho e a seu suplente José Bernardo de Medeiros Neto, já na próxima reunião do CD, dia 29.
     Ficamos na expectativa de que algo novo possa nos ajudar antes mesmo das eleições de outubro. Um grande abraço a todos e um ótimo final de semana.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

CABE VOLTAR ATRÁS

     É sempre prudente quando se pratica uma injustiça que afeta tantas pessoas, retornar ao ponto do erro e corrigir o malfeito. Esta assertiva se aplica integralmente à diretoria e ao Conselho Deliberativo da PREVI. Não me refiro ao hediondo bônus, execrado e malfadado por todo o corpo associativo, mas ao corte indevido do BET e à volta das contribuições.
     Os atores e atrizes que participaram da farsa, Célia, Zanon e Haroldo pelos eleitos no CD; os diretores Paulo Assunção, Vitor Paulo e Marcel e demais indicados pelo BB nos dois colegiados. Célia, Paulo e Vitor estão fora. Caberia ao Décio, à Cecília e ao Carvalho iniciarem a discussão imediata da volta do pagamento do BET, retroativo a janeiro e a imediata suspensão das contribuições. Os novos indicados pelo Banco certamente iriam aceitar, até mesmo para ofuscar a péssima imagem deixada com a implantação do bônus.
     Razões há de sobra para esta proposição. O PT, responsável por esta bagunça na economia, vai cair em outubro; a bolsa de valores vai se valorizar cada vez mais porque sabe que o próximo governo vai ser austero; o corte de gastos é programa da oposição; e o nióbio vai ser a nossa grande salvação.
     Então eu convoco os eleitos a tomar esta atitude corajosa e necessária. Não tenham medo de nada. Nós temos um contingente enorme nos dando suporte. Mais de 60.000 que votaram na oposição nas eleições de maio, agora nos exigem esta medida arrojada. Vamos agir Cecília, Décio e Carvalho. A hora é agora!
Vamos bater chapa! Vamos confrontar os números! A situação da PREVI já é de restabelecimento das reservas. Vamos que vamos!

"Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo; mas qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim."  (Chico Xavier)
              CECÍLIA, DÉCIO E MEDEIROS NO DIA DOIS DE JUNHO NA PREVI.

COMENTÁRIO QUE VALE POSTAGEM

     Observem que bela manifestação do colega e notável amigo João Rossi Neto, numa inequívoca sensibilidade ao analisar situações que constantemente nos atormentam:

Anônimo João Rossi Neto disse...

Mestre Ari,

Em diversas oportunidades, vi colegas desanimados e com justa razão, com a falta de ética, de transparência e da falta de vergonha na cara, dos INDICADOS pelo BB para atuar no Fundo, os quais nos lesam, dilapidando os nossos recursos estocados na Fiel Depositária PREVI para quitar as aposentadorias, em favorecimento do patrão Governo/BB, inclusive com o uso recorrente do privilegiado Voto de Minerva, ferramenta aprovada aos patrocinadores, pela IMORAL LC 108/2001 que coloca os participantes de joelho, pois configura um deplorável ENTULHO AUTORITÁRIO.

Foram golpes engenhosos (Res. 26/2008) e tramados por delinquentes do colarinho branco, com largo conhecimento em Previdência Privada, pagos regiamente, todavia, não passam de pessoas sem escrúpulos, meros "sabujos" que se vendem e prestam os serviços sujos e rasteiros, subtraindo o dinheiro dos aposentados com artimanhas jurídicas de quinta categoria, porém eficientes.

Pois bem, diziam os colegas, sofridos e castigados pelo "relho governamental" que o ininterrupto e hercúleo trabalho feito nos BLOGs, de forma gratuita, por amor à causa -- defesa intransigente dos direitos dos associados -- não surtiam os resultados almejados e que a Diretoria Executiva da PREVI não dava a mínima atenção para as publicações, pautando-se pela máxima: "Enquanto os cães latem, a caravana passa".

Ocorre que restou provado o contrário, eis que incomodado com as criticas veiculadas nos BLOGs sobre o BÔNUS para os Diretores, o próprio Presidente, O Imperial, Dan Conrado, levantou-se do seu majestoso "Trono" do Palácio de Cristal e veio apresentar falsas justificativas aos participantes, claro que inaceitáveis, mas se deu ao trabalho de prestar contas.

O jogo democrático funciona desta maneira, os prejudicados denunciam as tramoias, registram o repúdio e protesto contra os malfeitos orquestrados e ou buscam a reforma das irregularidades na Justiça. Tudo tem que ser feito corretamente, de forma civilizada, legal e ordeira, vez que não podemos vencer pela valentia ou pela Lei de Talião.

Devemos, sim, valorizar os canais de comunicações e usá-los à medida das nossas necessidades, dado que as redes sociais são realidades que vieram para ficar, os contatos são em tempo real, globais e já se tornaram um patrimônio da humanidade.

Contudo, nem tudo que brilha é ouro. É preciso sempre ter a cautela e prudência de verificar as fontes das matérias divulgadas, não as tendo como verdades absolutas, sob pena de propagarmos intrigas e calúnias indevidas.

Por fim, antevejo que a BOVESPA, hoje, vai bater o seu record após crise financeira mundial de 2008, fechando o pregão com mais de 59.000 pontos, ou seja, um pulo para o emblemático número: 60.000 pontos. Parodiando o inoxidável amigo Divany, tudo indica que este ano vai chover na nossa roça.
   
21/08/14 12:21





quarta-feira, 20 de agosto de 2014

PSDB ATACA PT PELOS BÔNUS NA PREVI

      O que esperamos firmemente é que a notícia abaixo, publicada no site do PSDB, não seja somente um ataque eleitoral, mas, sobretudo, uma nova e diferente conduta deste partido em direção a uma nova abordagem quanto aos fundos de pensão. Eu tomo esta matéria como um compromisso do candidato Aécio Neves de mudar a legislação hoje existente (Resolução 26, ítens da LC 108 que retiraram o corpo social da administração efetiva da PREVI, etc.)
Vamos cumprir o que prometem e fazer diferente, não é FHC? Somente criticar não basta. Se chegarem ao poder, MUDEM! 

PT garante bônus para caciques da Previ

19 de agosto de 2014 
Banco-do-Brasil-Foto-George-Gianni-1


Em razão da má rentabilidade de seus ativos no ano passado, a Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) suspendeu este ano o pagamento de um benefício, o BET (Benefício Especial Temporário), e voltou a cobrar contribuições de seus participantes. Apesar disso, os diretores da instituição decidiram conceder a si mesmos um bônus de R$ 500 mil, retroativo a 2011.
O descalabro é mais uma prova da péssima gestão que o PT adota nas empresas públicas, com medidas ideológicas que favorecem alguns poucos – em geral pessoas ligadas ao partido – e prejudicam muitos.
Mas o que o PT tem a ver com essa decisão da Previ? É simples. O conselho da Previ é composto por um presidente e seis conselheiros, dos quais três são eleitos pelos funcionários do BB e três são indicados pela diretoria do banco, ou seja, pelo governo. Os três conselheiros eleitos pelos funcionários votaram contra esse bônus milionário. Os três indicados votaram a favor. A decisão pró-bônus, então, foi tomada com o voto de minerva do presidente do conselho, também indicado pelo governo. Mais especificadamente pelos caciques do PT, que aparelharam não só o Banco do Brasil, como também as demais estatais que deveriam pertencer a todos os brasileiros.
A insatisfação com a influência do PT na entidade é muito grande. Pela primeira vez em 14 anos, a facção majoritária do Sindicato dos Bancários, ligada ao partido, perdeu uma eleição para a diretoria e os conselhos.
Todo bônus deve ser atrelado ao desempenho dos diretores que vão recebê-lo. Isso torna o caso da Previ ainda mais escandaloso. Porque o desempenho no ano passado foi pífio, com um buraco de R$ 4 bilhões, obrigando a instituição a suspender o BET e a voltar a cobrar contribuições dos participantes. Estas estavam suspensas desde o superávit registrado pela Previ em 2010. E o BET vinha sendo pago desde a mesma época para 118 mil funcionários e pensionistas do banco.

DUAS CAMISAS

O título que também pode ser DUAS GALINHAS.

"Quando a gente pensa que sabe todas as respostas, vem a vida e muda
todas as perguntas." Pura realidade ...

"Se você tivesse dois apartamentos de luxo, doaria um para o partido?"
- "Sim" - respondeu o militante.
- "E se você tivesse dois carros de luxo, doaria um para o partido?"
- "Sim" - novamente respondeu o valoroso militante.
- "E se tivesse um milhão na conta bancária, doaria 500 mil para o partido?"
- "É claro que doaria" - respondeu o orgulhoso companheiro.
- "E se você tivesse duas galinhas, doaria uma para o partido?"
- "Não" - respondeu o camarada.
- "Mas porque você doaria um apartamento de luxo se tivesse dois, um
carro de luxo se tivesse dois e 500 mil se tivesse um milhão, mas não
doaria uma galinha se tivesse duas?"
- "Porque as galinhas eu tenho."

Como disse o Presidente francês Jacques Chirac sobre o Lula:
" - Para o Presidente Lula, o que é dele é dele, e o que é dos outros pode ser dividido."

Esperidião Amim (ex-governador de SC), disse:
" - O pior atentado que se pode cometer contra Lula, além de alvejá-lo com um mortífero dicionário, é atirar-lhe uma Carteira de
Trabalho."

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

MESTRE JOÃO RETRUCA DAN

Caro Ari,

Mandei essa mensagem para o seu amigo Dan Conrado... Se achar interessante pode fazer uso dela. ( meu amigo, João? "Muy amigo" )

Sr. Dan Conrado

DD. Presidente da PREVI.

Senhor Presidente,

Ninguém contesta o superávit técnico (R$ 24.7 bilhões) contabilizado no balanço de 2013 da PREVI, todavia, também é incontestável que esse mesmo superávit não foi suficiente para cobrir a Reserva de Contingência de 25% incidente sobre a Reserva Matemática, fato que motivou o corte do BET e volta da cobrança das contribuições, consoante ratificado, por escrito, no site, pela Diretoria Executiva, em várias oportunidades, tudo para atender ao disposto no artigo 18 da Resolução MPS 26/2008.

Então, como de fato o superávit de R$24.7 bilhões foi insuficiente, a Diretoria interrompeu a utilização da Reserva Especial que iria vigorar até 31/12/14 e extinguiu o BET e ressuscitou a contribuição que estava suspensa.

Senhor Presidente, com o escopo de dar transparência à matéria, cabe enfatizar que o artigo 20 da LC 109/2001 e artigo 8º da Resolução MPS 26/2008, são muito nítidos em determinar que a melhoria nos benefícios e a concessão de remuneração extraordinária só poderão ser implementadas após a constituição da Reserva de Contingência de 25% sobre RM e, em havendo excesso de superávits, esse formará a Reserva Especial para revisão no plano de benefícios, observadas as demais condições regulamentares insculpidas na LC 109/2001.

Isto posto, cabe as seguintes perguntas: a) - Como a RC abaixo dos 25% foi o argumento lapidar para o corte do BET e retorno da contribuição, indagamos por que essa cunha técnica vale apenas para os associados da PREVI e não atinge o bônus dos Diretores Executivos oriundos do BB? b) - Existem dois pesos e duas medidas nas interpretações das normas? c) - A falta de dinheiro tem que ser democrática e equânime para as duas partes? d) - Em raciocínio indutivo, Pau que bate em Chico bate em Francisco, ou não?  e) - Se os superávits de 2013 acobertam razoáveis 21% da RC (25%) e são suficientes para garantir a satisfação dos compromissos, fica patente que foi exagero exigir um colchão de liquidez (gordura extra para eventuais reveses financeiros) de 25% e extinguir o BET e voltar contribuição, sabido que o ano passado foi atípico e afetado por conjunturas adversas (crises econômicas mundiais) alheias à vontade e diligência dos penalizados associados. È justo cobrar essa fatura de quem não tem ingerência alguma na gestão dos recursos da PREVI?

Neste contexto, a Diretoria Executiva deveria ter solicitado anuência/aval da PREVIC para não cumprir o artigo 18 da Resolução MPS 26/2008 e manter o BET até o vencimento pactuado (31/12/14) bem como igual providência em relação a suspensão das contribuições, tendo em vista a que a situação conjuntural é resquício e reflexos da crise mundial de 2008. Contudo, optando pela solução mais fácil, cortou os 24,8% nos benefícios dos associados, fazendo uma sangria profunda e irrecuperável nas finanças de todos, agravando o nivel de  endividamento a partir de janeiro/2014. A coisa é muito grave e o efeito bola de neve é inevitável. 

Senhor Presidente, sejamos sensatos e coerentes. Cumprir normas, regulamentos, honrar contratos e compromissos pode ser um “dever”, em teoria, mas na prática, a realidade é outra. Veja, por exemplo, que essa Administração desobedeceu a LC 109/2001, artigo 20, no que tange a ILEGAL E DESONESTA “Reversão de Valores”, inexistente neste Diploma Legal e criada pela irregular Resolução MPS 26/2008, dando guarida a esse instrumento jurídico inferior e subalterno em detrimento de uma Lei Federal que, por ser Complementar, foi aprovada no Congresso Nacional por maioria absoluta.

Em nenhuma hipótese, resolução alguma tem poder e autonomia para afrontar e atacar uma Lei Superior. Abraçar e albergar esse descalabro jurídico em falagrante desobediência à lei, no mínimo, é tramar à margem da justiça e da Constituição Federal, irresponsabilidades e suicídios administrativos passíveis de penalidades com fulcro na Lei 7.492/1986 que trata da Gestão Temerária ora tipificada. Esse Conselho Deliberativo e Diretoria Executiva armaram uma bomba que mais cedo ou mais vai explodir debaixo das suas cadeiras.

A propósito, sobre contratos e compromissos, relembre-se o Termo de Compromisso de 24/11/10 pactuado por essa Diretoria Executiva, a Diretoria do BB e entidades representativas do Corpo Social comprometendo-se a realizar nos seis meses seguintes, o Realinhamento do Plano de Benefícios. Exaurido o prazo acordado, o mesmo foi quebrado, arquivado e sequer tivemos notícias sobre as causas do inadimplemento. O senhor sabe onde foi parar esse Termo de Compromisso, Presidente? É assim que cumpre os compromissos firmados em nome da PREVI?

Em suma, Senhor Presidente, as suas palavras divulgadas na Nota (Palavra do Presidente da PREVI aos participantes) de 15/08/14 é que são levianas e distanciadas da verdade. Fale à vontade e distorça os fatos para enganar os incautos, mas, por favor, respeite a nossa inteligência. Nós sabemos muito bem o que são: Honestidade, lisura, correção e transparência nos atos administrativos e financeiros. Não é favor algum, mas obrigação de gestores bem intencionados e dotados de caráter, falar sempre a verdade e exercer as funções dentro dos princípios da legalidade na forma determinada no artigo 37 da CF/88. Outra afirmação falsa e enganosa  é àquela em que diz que a PREVI faz a seleção de funcionários do BB para os seus quadros. No caso dos três Conselheiros e dos três Diretores e seus suplentes, esses são indicados pelo patrocinador BB em obediência a LC 108/2001 para exercer missão em seu nome, sendo seus representantes formais e informalmente espiões e procuradores dentro da PREVI. Não existe consistência jurídica e nem contábil em estabelecer um paralelo comum entre uma pessoa jurídica capitalista que é o BB e uma sociedade civil sem fins lucrativos que é a PREVI. Na primeira, a gestão é por resultado, com escopo no lucro, enquanto que a segunda tem por filosofia e objetivo-fim o pagamento dos benefícios (aposentadorias) e como atividade-meio a função assistencialista. Portanto, se o BB exige a equiparação absurda para os Diretores da PREVI, cedidos por ele, com o pagamento da mesma remuneração dos seus Diretores Estatutários, que faça a equiparação aos esbirros na PREVI, a seu serviço, as suas expensas, bancando os custos operacionais decorrentes. Coisa que pode até ser legal, no entanto, é muito IMORAL, é o fato do Sr. Robinson Rocha exercer a função de Presidente do Conselho Deliberativo da PREVI e ao mesmo tempo ser Vice-Presidente de Gestão de Pessoas no BB. Geograficamente é impossível uma pessoa trabalhar, ao mesmo tempo, em Brasília-DF, sede do BB e no Rio de Janeiro-RJ, sede da PREVI. Seguramente vai fazer uso do Voto de Minerva a favor do patrocinador, como, aliás, o usou recentemente para desempatar a votação sobre a remuneração variável para os Diretores Executivos da PREVI oriundos do banco. Claro está que os Diretores eleitos vão ficar a ver navios nessas privilegiadas benesses aos amigos do Rei-BB. Em face disso, a LC 108/2001 precisa ser mudada, dado que é leonina e parcial para beneficiar os patrocinadores, aí englobando todos os Fundos de Pensão existentes no País.  

Esses tópicos são partes da Nota do Presidente Dan Conrado e aqui comentadas.

Vincular o término do pagamento do Benefício Especial Temporário (BET) e o retorno das contribuições à política de remuneração da PREVI é leviano. Há entre os participantes do Plano 1 focos de insatisfação porque a PREVI deixou de pagar o BET e retornou as contribuições em 2014. É compreensível que todos desejassem que tais medidas não tivessem sido adotadas. No entanto, como explicamos à época, elas foram necessárias e seguiram o que determinam as regras vigentes. Sobretudo, visaram à perenidade e à manutenção da solidez do Plano 1.

É inverídica a afirmação de que a “diretoria recebe bônus enquanto a PREVI está deficitária”. A PREVI não está deficitária. A PREVI continua superavitária. Fechamos o ano de 2013 com mais de R$ 24 bilhões de superávit no Plano 1. O que significa que a PREVI tem, em sua Reserva de Contingência, cerca de 21% de recursos a mais do que o necessário para cumprir todos os seus compromissos previdenciários com os atuais aposentados e com todos aqueles que virão a se aposentar.

Cumprir normas e regulamentos é nosso dever, assim como honrar contratos e compromissos, e isto é um dos critérios pelos quais se pode avaliar a confiabilidade da gestão.
JOÃO ROSSI NETO, EX-GERENTE DA AG. CENTRO GOIÂNIA-GO, COM MAIS DE 45 CURSOS DE EXPRESSÃO NO BB, ENTRE ELES O MBA (MASTER in BUSINESS ADMINISTRATION) QUE EM PORTUGUÊS SIGNIFICA "MESTRE EM ADMINISTRAÇÃO DE NEGÓCIOS."
 

sábado, 16 de agosto de 2014

A FALA DO PRESIDENTE

     Cada um tem o direito de expressar-se como melhor lhe aprouver, cabendo ao leitor igual direito de ter suas opiniões divergentes.
     O texto escrito pelo presidente Dan Conrado traz a opinião de como o patrocinador vê a situação na PREVI, exatamente o oposto da visão do associado. Não há justificativa convincente para o trabalho dos cedidos pelo Banco. Com efeito, não são pessoas "diferenciadas" como alega o presidente:

 "Os funcionários que trabalham na PREVI são cedidos pelo Banco do Brasil, com regras estipuladas em contrato de cessão existente entre o Banco e a PREVI desde 2005. Por serem funcionários do Banco – ainda que cedidos à PREVI – as regras de remuneração têm como parâmetro as do BB, conforme a Política de Gestão de Pessoas aprovada em 2008. Nem mais, nem menos. O diferencial de ter participantes gerindo o próprio futuro e fazer com que a PREVI seja atrativa no sentido de trazer e reter talentos foram motivações desse contrato de cessão. Na verdade, acredito que este seja um dos segredos do nosso sucesso."

     Se fossem esse talento todo, a PREVI não teria cortado o BET nem tampouco seria necessário voltar as contribuições. Na verdade, o que Conrado deveria ter dito é que o BB quer gerir a PREVI, do modo dele, tanto é que a presidência e as duas principais diretorias, Participações e Investimentos, são de alçadas exclusivas do patrocinador. Administra os nossos recursos sem a nossa aquiescência, porque a Lei Complementar 108 nos tirou o direito de administrar. Os eleitos estão de mãos atadas e todos sabem muito bem desta anomalia. A PREVI já paga uma comissão acima do valor de mercado para o BB "administrar" a carteira de ações, que é feita pela BBDTVM. Além de nada retribuir à PREVI pelo direito aos créditos da folha de pagamento.

"É importante ressaltar que a PREVI é uma entidade sem fins lucrativos que tem por missão pagar benefícios aos seus associados. Portanto, não cabe falar em bônus, nem em participação nos lucros. Trata-se de remuneração variável aplicada de forma equivalente à do BB, conforme determina a Política de Gestão de Pessoas, atrelada a resultados mensurados com base em indicadores de gestão próprios de um fundo de pensão. Estes indicadores é que foram objeto de aprovação na última reunião do Conselho Deliberativo."

     É muito fácil mudar o rótulo dos benefícios extras, não é Presidente? A sua redação devia ser: "É importante ressaltar que a PREVI é uma entidade sem fins lucrativos que tem por missão pagar benefícios aos seus associados. Portanto, não cabe pagar bônus, nem participação nos lucros, nem remuneração variável."

"Vincular o término do pagamento do Benefício Especial Temporário (BET) e o retorno das contribuições à política de remuneração da PREVI é leviano. Há entre os participantes do Plano 1 focos de insatisfação porque a PREVI deixou de pagar o BET e retornou as contribuições em 2014. É compreensível que todos desejassem que tais medidas não tivessem sido adotadas. No entanto, como explicamos à época, elas foram necessárias e seguiram o que determinam as regras vigentes. Sobretudo, visaram a perenidade e a manutenção da solidez do Plano 1."

     Presidente, a vinculação é óbvia e ululante. Não há como deixar de vincular, notadamente porque o senhor mesmo diz mais adiante em sua "brilhante" explanação:

"É inverídica a afirmação de que a “diretoria recebe bônus enquanto a PREVI está deficitária”. A PREVI não está deficitária. A PREVI continua superavitária. Fechamos o ano de 2013 com mais de R$ 24 bilhões de superávit no Plano 1. O que significa que a PREVI tem, em sua Reserva de Contingência, cerca de 21% de recursos a mais do que o necessário para cumprir todos os seus compromissos previdenciários com os atuais aposentados e com todos aqueles que virão a se aposentar."

     Ora, se a PREVI está (e sempre esteve nos últimos anos) SUPERAVITÁRIA, qual o motivo de ter cortado o BET? A única condição para o BET ser cortado era um déficit de 03 anos consecutivos. Se não houve sequer um ano de déficit, como é que esta "fabulosa" diretoria anterior tomou esta decisão?  Só este fato já seria motivo para uma demissão coletiva, todavia, ainda fazem questão de recompensar , com mais de 500 mil anuais, os fenomenais diretores que pisotearam velhinhos e pensionistas marcados pelo sofrimento e por privações. É fácil defender o próprio bolso, sem cumprir o sagrado dever de atender as expectativas de milhares de associados, verdadeiros donos do plano de benefícios. Da maneira como essa diretoria "encontra" as soluções para o plano, qualquer leigo pode fazer, porque é a maneira mais fácil e simples: cortar benefícios e voltar a cobrar mensalidades.

"Cumprir normas e regulamentos é nosso dever, assim como honrar contratos e compromissos, e isto é um dos critérios pelos quais se pode avaliar a confiabilidade da gestão."

     Para Vossa Excelência, cumprir normas e regulamentos é cumprir a Resolução 26. A única que o senhor não cumpre é a LEI. A 109 é bem clara, nítida, transparente e cristalina:

    Art. 20. O resultado superavitário dos planos de benefícios das entidades fechadas, ao final do exercício, satisfeitas as exigências regulamentares relativas aos mencionados planos, será destinado à constituição de reserva de contingência, para garantia de benefícios, até o limite de vinte e cinco por cento do valor das reservas matemáticas.
        § 1o Constituída a reserva de contingência, com os valores excedentes será constituída reserva especial para revisão do plano de benefícios.
 
     O senhor entendeu bem, Presidente?
 
 

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

CONTABILIZAÇÃO LEGAL, PORÉM IMORAL

     Nas Notas Explicativas dos balanços do BB constam estes valores lançados sobre reavaliação de ativos de valores a receber do fundo de pensão do qual é patrocinador, ao final do plano. Neste segundo trimestre este valor aproximou-se da casa de um bilhão.
     O BB trabalha em duas pontas: uma sujeito às leis de uma Sociedade Anônima, a outra baseada como patrocinador de fundo de pensão(neste caso, só realiza com a PREVI porque em outros fundos que também é patrocinador, não existem bons resultados). Nestas contabilizações como patrocinador conta com o Parecer Técnico 33 que reavalia ativo e passivo, dentro da Deliberação 600 da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). Nada ilegal, porém muito imoral, posto que baseado nos chamados ativos "podres" usados para aumentar lucros fora da atividade-meio, que é a intermediação financeira. Isso nada tem a ver com o superávit cuja divisão se dá pela Resolução 26. O BB aumenta seu lucro com estas jogadas contábeis, embora não tenha esse dinheiro "in cash" nem disponível para uso imediato. O Acordo de Basileia proíbe a utilização dos superávits do fundo de pensão no percentual que o Banco precisa ter, por exemplo, 15% dos ativos para enquadrar-se nas regras de Basileia.
     A PREVI igualmente realiza reavaliação de seus ativos, no entanto, os valores apurados por nosso fundo de pensão são mais modestos, devido a critério de reavaliação (Tábua de Mortalidade utilizada.)
     Mestre Edgardo sabe que este dinheiro não sai da PREVI, nem pode ser utilizado pelo Banco, o qual insere em seus balanços, paga dividendos a acionistas e impostos de 40% ao governo sobre este mesmo ativo "podre".
     O bônus recentemente aprovado faz muito mais mal ao nosso fundo do que esta contabilização de fundo de quintal.
NOBRE COLEGA JOÃO ROSSI NETO, AMIGO E COLABORADOR DE GOIÂNIA-GO

(Postagem elaborada com base em informações recebidas por telefone do prezado amigo João Rossi Neto, de Goiânia-GO. Espero ter escrito o espírito das informações a mim repassadas. Obrigado, João!)

terça-feira, 12 de agosto de 2014

DIRETORES NÃO QUEBRAM A PREVI

     Quem pode quebrar o nosso fundo de pensão são os próprios associados, os velhinhos trambiqueiros que tentam ludibriar o grande diretor de seguridade, o qual precisa "queimar" seus preciosos neurônios para conter as investidas deste pessoal que, desesperadamente, buscam uns trocados de sobrevivência a cada renovação do ES.
     Antes que me ataquem, vou logo dizendo que faço uso de uma figura de linguagem chamada ironia. O que eu quero mesmo dizer é algo parecido com esse texto recebido ontem:

Senhor Zanella,


Primeiramente agradeço o esforço enérgico dos que lutam pelo bem de todos nós aposentados e pela sobrevivência da PREVI. Mas, infelizmente não tenho como acreditar em vitórias mais substantivas, principalmente naquela que livre nossa PREVI da ganância dos políticos e governos, mormente desses mentirosos que ora ocupam o palácio do planalto (com letra minúscula). Incluo entre as aves de rapina, os seus serviçais como os que dirigem os órgãos governamentais, estatais, entidades como nossos fundos de pensão, juízes, etc., enfim, todos que de  alguma forma os ajuda a sustentar sua corrida aos cofres públicos e a mantê-los no poder. Aponto o dedo para os atuais dono do poder e aos que passaram e que também foram responsáveis por rapinagens. Veja o recente fato da distribuição do bônus de R$.500.000,00 (quinhentos mil reais), na PREVI. 

Agora, vemos nossa CASSI em vista de quebrar, deixando-nos e aos nossos dependentes - no ocaso da vida e quando mais necessitamos - desamparados buscando as filas de hospitais.

E quem é o atual culpado? Não são todos esses? Os paus mandados do B.Brasil? Quem poderia resolver o problema? O PT que sempre mentiu que era diferente, que manda no país há 12 anos? Embora com tempo mais do que suficiente, não fizeram e jamais o farão; afinal são apenas cúmplices de seus imorais interesses. 

Nosso problema é oriundo de deformação moral de nossas lideranças e da vassalagem que muitos prestam a esses, ou por deturpação ideológica, por interesses mesquinhos, ou mesmo por omissão.

Atenciosamente,

José Oscar da Silva Lopes.
 
     Perguntam-nos o que nós da ANAPLAB vamos fazer. Vamos fazer o que estiver ao nosso alcance, brigando, lutando, em sintonia fina com a presidente da FAABB, Sr.a Isa Musa de Noronha, que possui à disposição um dos bons advogados do país, o Dr. Wagner Gusmão. Estamos coligados, embora não sejamos submissos, unindo forças com quem realmente tem a intenção de minar as investidas de nossos inimigos, incluídos BB, os indicados pelo BB na PREVI, alguns eleitos que fazem o jogo do patrocinador, os petistas que aparelham o sistema e fazem grandes prodígios, como premiar extraordinários diretores, tão "competentes" que não conseguem fazer 165 bilhões gerar um mínimo de lucro nas aplicações.  Se deixassem só na renda fixa, um exemplo trivial, teriam, por baixo, uma renda anual de uns 15 bilhões, suficientes para pagar todos os aposentados e todas as despesas, com sobras para compor as reservas. Mas as "mentes brilhantes" emprestadas pelo patrocinador preferem os caminhos arriscados da renda variável. Por isso, merecem ganhar estes bônus decretados de até 12 salários extras anuais. O salário de um diretor é de 47 mil mensal,  564 mil anual. Este valor pode ser dobrado com o bônus. Daí a bagatela de um milhão, cento e vinte e oito mil anuais, fora o 13º salário, e fora a participação de diretor eleito no Conselho de Administração de empresas participadas.
     É a extraordinária competência petista a serviço do Banco do Brasil na PREVI. Na CASSI nem se preocupam com a situação de insolvência. Seus diretores ganham bem e não precisam da CASSI. Votem no PT, na Dilma, ela vai dar jeito nisso. Ou não?
 
 

domingo, 10 de agosto de 2014

COLOCANDO OS PINGOS NOS "IS"

     A nova postagem da colega Cecília Garcez www.ceciliagarcez.blogspot.com.br esclarece detalhes do bônus da diretoria. Já que a PREVI não é transparente, vamos clarear o que estava confuso. Transcrevo parte do texto do blog da Cecília:

"O assunto que mais borbulhou na reunião foi a aprovação do pagamento de bônus referente à parte variável aos diretores estatutários da Previ dos anos de 2011, 2012 e 2013. O Banco utilizou o voto de minerva para aprovar este acerto, considerando que uma parte da PLR já tinha sido aprovada e paga, faltando a parcela variável. Os conselheiros eleitos votaram contra. A área de Recursos Humanos, da diretoria que eu atuo, está encarregada de apresentar revisão da política de pessoal, bem como do convênio de cessão dos funcionários do Banco."

     Então o PLR do Banco (que na PREVI é "bônus") é composto de dois segmentos:
Um é fixo e refere-se à seis (06) salários de "bonificação" que já foram aprovados e pagos, embora talvez somente os beneficiados soubessem. A PREVI parece mesmo ser uma "caixa-preta" onde as informações são objetos de luxo ou joias raras.
     A outra parte do PLR é variável. São pagos de 04 (quatro) a 06 (seis) salários anuais, que eu presumo se o diretor foi espetacular, deu bastante lucro ao patrocinador, terá direito aos 06 (seis) salários de gratificação. Se, contudo, os lucros do BB não foram lá essas coisas, terá direito a "apenas" 04 (quatro) salários anuais.
     Na pior das hipóteses o agraciado sai com 10 (dez) salários anuais, porque 06 (seis) são fixos e ele recebe quer chova ou faça sol.
     Foi esta parte VARIÁVEL que foi votada pelo CD na última reunião do dia 31.07.2014, tendo sido aprovada com o voto de qualidade do presidente do Conselho Deliberativo, sr. Robson Rocha. Tal aprovação resultou no pagamento de "atrasados" em 2011, 2012 e 2013.
     Isto induz a que cada diretor tem seu salário quase dobrado mensalmente. Por isso, falavam em salário de 81.000,00 reais.
     O BB que pague o que quiser a seus diretores, mas o mesmo não pode, sob nenhum aspecto, ocorrer na PREVI, que não tem metas, nem fins lucrativos e mudar a nomenclatura de PLR para bônus não muda nada.
     Por fim, este 'CONTRATO DE CESSÃO" tem que acabar. Para que diretor de participação se não depende deles a rentabilidade do fundo? Eles aplicam onde o governo de plantão manda, não raro em micos que só dão prejuízo ao fundo e como "recompensa" recebem os bônus.
     Chega! Vamos dar um basta nesta imoralidade. De nós cortam tudo, recusam melhorias no ES, cobram até cesta-alimentação paga que é uma verba ALIMENTAR, gastam nosso dinheiro pagando advogados para obter mais "lucros" para pagar diretores.
     Presidenta, a sr.a não enxerga essas injustiças? É o pessoal do PT que está a nos saquear! Acorde, na fraude do wikipedia contra Miriam Leitão e o Sardenberg, Vossa Excelência mandou investigar. Mande investigar a PREVI também, Presidenta!

sábado, 9 de agosto de 2014

O QUE ROLOU NO ENCONTRO DE BC

     Apesar de ter saído do encontro na AABB de Balneário Camboriú completamente transtornado pelo episódio do bônus da diretoria, vou tentar esboçar algumas linhas do que ocorreu no recinto.
     Cheguei por volta das 14h30min posto que havia obras na BR101, nas proximidades da entrada para o Parque Temático do Beto Carrero, em Penha-SC, bem perto da cidade de Itajaí. Quando adentrei no salão da AABB, a colega Cecília Garcez estava a fazer uso da palavra. Minutos antes foi a vez do Marcel. Logo enquanto a Cecília terminava, chegou o Senador Paulo Bauer, autor do PDS 275/2012. Falou por uns 15 minutos sobre a sua proposta de decreto legislativo, dizendo que mesmo não sendo aprovado, nós temos alternativas mais efetivas, a que ele se propôs a fazer tão logo saibamos o desfecho da 275, que seria alterar as leis complementares 108 e 109 através de Emendas do Congresso Nacional.  Depois da fala do senador, a quem entreguei um bilhete para que sugerisse ao candidato Aécio Neves para que abolisse a Resolução 26, caso eleito; então me avisaram que eu deveria compor a mesa, posto que também sou suplente do Conselho Consultivo do PB1 da PREVI. Sentei-me na ponta da mesa, bem ao lado do amigão Dr. Medeiros. Perguntei-lhe se o Marcel havia dito algo importante para nós, obtendo resposta negativa. Quis então saber o que de importante havia dito a diretora eleita da CASSI, Miriam Focchi, na parte da manhã. Contou-me, então, que o nosso Plano de Associados está em situação crítica, muito deficitária, correndo sérios riscos de ser encerrado já em 2015.
     Houve a seguir perguntas formuladas pelos presentes, a maioria endereçadas ao Marcel. Numa delas foi perguntado sobre o teto de benefícios dos diretores, os quais não contribuíram para tamanho valor. Marcel respondeu que o salário do presidente Aldemir Bendine, do Banco do Brasil, é de R$ 58.000,00 e que são recolhidos à PREVI os 7,8% (até o final de 2013 era pago pelo Fundo de superávit, agora em 2014, descontados dos 58 mil).
ALDEMIR BENDINE UTILIZOU 7,8% DO FUNDO DE RESERVA DO SUPERAVIT SOBRE O SALÁRIO DE 58.000,00; ENQUANTO UM ASSOCIADO APOSENTADO MORTAL COMO NÓS UTILIZOU APENAS 4,8% SOBRE UM VALOR MUITO, MUITO MENOR.
ESTA É APENAS UMA DAS INJUSTIÇAS DO PLANO UM: UNS TÊM MAIS PRIVILÉGIOS DO QUE OS OUTROS.

     Na parte final, fiz uma proposição ao Marcel, pedindo-lhe que atuasse mais do nosso lado, o lado do associado, pois somente com o Décio e a Cecília ficaríamos inferiorizados. A plateia me aplaudiu. No entanto, quando o diretor pegou o microfone disse não admitir que digam que ele não esteja do nosso lado. Argumentou que quando muitos se omitiam, ele estava nas ruas em protesto, apanhando da polícia. Criticou o governo FHC que em 1995 nos impôs o PDV, dizimando mais de 1500 colegas, com 30 suicídios. Ele não deixa de ter razão, o que ele não disse é que seu partido, o PT, poderia ter readmitido todos em 2002, quando Lula assumiu o poder. Não falou igualmente, que de todas as suas promessas de campanha, em 2012, (chapa 6) NENHUMA foi cumprida. Lamentavelmente, o caro Marcel muito se parece com o senador José Pimentel, fica nervosinho e "muito ofendido" facilmente. Afinal, ele é NOSSO EMPREGADO, NÓS SOMOS o seu PATRÃO. Quer ele queira ou não.
     Para evitar animosidades que não levam a nada, permaneci calmo e não revidei às contestações do diretor. Segundo o próprio diretor Marcel 3.000 não conseguiram renovar o ES agora em julho de 2014. Consegui apurar numa conversa ao pé do ouvido com o nervoso diretor que os estudos para novos parâmetros em novembro/14 continuam. Inclusive, ele está estudando com carinho as recentes proposições do colega Antônio Carvalho. As alterações feitas agora em julho foram emergenciais. Haverá novos parâmetros em novembro, isto foi o que ele me confidenciou. Aproveitei para pedir-lhe novamente que estendesse o prazo, com o intuito de diminuir o valor das prestações, para que assim sobre mais recursos no líquido dos tomadores.
     Às 17h30min a maioria já havia saído para seu retorno às cidades de origem. Eu permaneço ainda em Balneário, na casa de meu irmão, que sempre me acolhe com muito amor e carinho. Obrigado a todos e tenham um abençoado domingo, e um Feliz DIA DOS PAIS! Deixo esta linda música com este quarteto fantástico que dá gosto de ouvir, além da bela mensagem de esperança!
                         QUARTETO  GILEADE - MÚSICA  NOVA  JERUSALÉM

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

O BÔNUS É UM ACINTE

     Tal qual a marido traído soube hoje aqui em BC do tal do bônus de até doze salários que foi aprovado desde o ano passado, com direito a retroagir ao ano de 2011, pago aos diretores da PREVI. De nós retiraram o BET e voltamos a contribuir, para os diretores que já ganham 45 mil/mês bônus escandalosos ordenados pelo BB, eis que foi usado o voto de minerva para sua aprovação, pelo que fui informado. Tudo na surdina, às ocultas, como convém aos usurpadores. Esta era a bomba de que o Medeiros falou há dias em seu blog.
Publico a nota do ex-conselheiro deliberativo da
Previ, sr. William Bento:

Colegas,


Sempre afirmei que o BET não precisava acabar.

A Diretoria da PREVI, mostrou toda sua incompetência e acabou com o BET.

Mas o Banco achou que este trabalho deveria ser premiado.

Aprovou no Conselho Deliberativo, com VOTO DE MINERVA, o BONUS DE 12 salários.

Mais de R$ 500 mil, para cada diretor.

Só os Conselheiros eleitos:

Antonio José de CARVALHO, HAROLDO do Rosário Vieira e Rafael ZANON, votaram CONTRA.

Mas o Banco usou o famigerado Voto de Minerva.

Foram beneficiados os seguintes diretores:

DAN CONRADO, PAULO ASSUNÇÃO, RENE SANDA, MARCO GEOVANNE, VITOR PAULO e MARCEL JUVINIANO.

Os Diretores eleitos deveriam, por coerência, devolver o dinheiro.

Senão o voto contrario dos conselheiros HAROLDO e ZANON fica parecendo parte da farsa ou teatro.

PAULO ASSUNÇÃO, VITOR PAULO e MARCEL, devolvam a grana.

Como um Fundo que suspende a distribuição de superávit, por DÉFICIT, pode distribuir BONUS para os Diretores?

O que assusta é o silêncio dos Sindicatos e das Entidades.

WILLIAM BENTO

Ex-Conselheiro Deliberativo da Previ 2008/2012


POR FAVOR, ASSINE A PETIÇÃO AVAAZ NO LINK ABAIXO, REFERENTE A EMBARGAR O ODIOSO "BÔNUS" PARA A DIRETORIA DA PREVI.

http://www.avaaz.org/po/petition/Previc_e_ao_Congresso_Nacional_Barrem_o_bonus_de_R50000000_a_cada_diretor_da_Previ_por_semestre/?tJUnkdb

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

POLÍTICA DE REAJUSTE DO SM

PUBLICAÇÃO DA REVISTA CONSULEX - SENADO FEDERAL (04/08/2014)

CAS examinará aumento real para aposentados e extensão da política de reajuste do salário mínimo até 2019

A manutenção da política atual de reajuste do salário-mínimo está na pauta de votações da reunião da Comissão de Assuntos Sociais da próxima quarta-feira (6). A proposta, que consta do substitutivo ao Projeto de Lei do Senado (PLS) 31/2014, estende até 2019 o reajuste a ser dado ao salário-mínimo até 2015, de acordo com a Lei 12.382/2011. O texto também garante aos aposentados e pensionistas um aumento real de seus proventos.

De autoria da Senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), o PLS 31/2014 propõe a continuidade da política atual de reajuste do salário mínimo até 2019. Atualmente, o salário mínimo é reajustado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e, a título de aumento real, na variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.

O relator do projeto, Senador Paulo Paim (PT-RS), decidiu fazer um substitutivo para estender o reajuste também aos aposentados e pensionistas. Ele propõe uma alteração na Lei 8.213/1991 para que o aumento real dos benefícios previdenciários esteja vinculado ao crescimento real da remuneração média dos trabalhadores empregados no mercado de trabalho formal. Esse crescimento é obtido pelas informações da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e Informações da Previdência Social (GFIP).

– Vincula-se o benefício à renda dos trabalhadores ativos, impedindo assim que os aposentados deixem de acompanhar as melhorias observadas no mercado de trabalho do país – afirmou Paim.

O PLS 31/2014 tramita em conjunto com o PLS 159/2013, do Senador Mário Couto (PSDB-PA), que propõe fixar o valor do salário mínimo em R$ 1,4 mil a partir de 1º de janeiro de 2014. O projeto havia sido aprovado na CAS, com uma emenda que propunha a valorização do salário mínimo até 2015, mas Paim achou por bem rejeitá-lo, já que um aumento de quase 80% no salário mínimo poderia causar, segundo ele, "sérios distúrbios ao sistema econômico".

Se aprovado na CAS, o projeto segue para Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) onde será votado em decisão terminativa.


     Do mesmo modo como os senadores estão tentando manter conquistas sobre a política de reajuste do salário-mínimo, e até tentando estender a sistemática para os demais aposentados que recebem mais de um SM de aposentadoria, a nossa PREVI igualmente pode atribuir uma correção maior aos nossos proventos, partindo de um crescimento anual da rentabilidade do plano de benefícios um. Ou seja, agora em janeiro o nosso reajuste seria de 7% (mais ou menos) pela correção do INPC de janeiro a dezembro. A este índice, seria acrescentada a meta de superação do atuarial do ano de 2014, exemplo, o atuarial deste ano é 5% mais o INPC, digamos que o INPC atinja os 7%, teríamos, então, uma meta de 12%. Se o atuarial real atingisse 15%, a diferença de 3% deveria ser aumentada aos 7% de reajuste que teremos, totalizando 10%, e desta forma, nem haveria necessidade de se discutir superávit porque a revisão do plano como preconiza a LC 109, capítulo 20, já estaria sendo aplicada.
     Resta saber se a PREVI, escravizada pela Resolução Pimentel 26, concordaria. Vou levar este assunto para BC, tentando convencer os conselheiros do deliberativo e os dois diretores eleitos presentes, a se engajarem neste projeto. Ora, se os PDS dos senadores acima forem aprovados, a PREVI vai ter, anualmente, reajustes menores do que o INSS. Precisamos sempre defender os nossos interesses. Está difícil achar quem os defenda por nós.