BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

segunda-feira, 30 de junho de 2014

"EMPECILHO A GENTE TIRA"

Se o Teto de benefícios não for implantado, 70 supermarajás do BB vão ter aposentadorias que juntas somam mais de três milhões por mês.

     A iminente queda do superintendente da Previc - Superintendência Nacional da Previdência Complementar - Sr. José Maria Rabelo, deixa transparecer um possível desentendimento entre PT X PMDB no MPAS do Ministro Garibaldi Alves Filho, já que a Previc está subordinada a este ministério, que deseja a implantação do teto, não aceita pela cúpula petista.
     Por ora, estamos no terreno das especulações, porém, os rumores estão fortes. A bem da verdade este teto já deveria ter sido implantado há muito tempo, desde 2008 como fora a proposta inicial. O BB deveria já ter criado uma previdência privada específica para estes marajás que criou, inclusive, mudando para eles o regime de previdência. Só que na cabeça dos dirigentes e dos governantes petistas, a ideia seria fazer com que a PREVI pagasse estes marajás, que não contribuíram para tal, e fim de papo. Mais um saque ilegal contra o nosso fundo de pensão.
                 José Maria Rabelo (à esquerda) Superintendente da Previc.

     Se esta for a intentona do governo, devemos sair às ruas protestar contra mais esta indecência. Parece que os mensaleiros não aprenderam a deixar de lado as maldades. Os assaltos aos fundos de pensão continuam firmes e fortes em nosso império republicano. Enquanto isso, de nós aposentados e pensionistas surrupiam até o básico pão da mesa.

domingo, 29 de junho de 2014

RAZÕES INSOFISMÁVEIS

     Um dos maiores mestres pelo qual nutro a minha melhor admiração e respeito é o nosso octagenário Edgardo Amorim Rego. Ele acaba de publicar em seu blog (www.blogdoedear.blogspot.com.br) em atalho aqui do lado esquerdo, em "Minha Lista de Blogs" um magnífico arrazoado sobre a questão envolvendo o PDS 275/2012, cuja audiência pública vai ocorrer no próximo dia 02 de julho, às  14h, no Senado Federal.
     Mestre Edgardo, cuja sapiência jurídica podemos comparar a de um magistrado do Supremo, no mesmo quilate de um Joaquim Barbosa, discorre sobre a reunião havida na AAFBB, neste dia 27.06.14, com a presença dos diretores da AAFBB, Ruy Brito, Curi e Mestre Edgardo. Ruy Brito, que participará da Audiência Pública com a Isa Musa, vai enfrentar as feras do governo e do BB muito bem preparado, aliás como sempre esteve e está.
     Em sua postagem, Mestre Edgardo refuta com grande maestria a engenharia política da tal reversão de valores ao patrocinador, citando que a Lei 109/2001 é límpida e cristalina quanto à matéria, não deixando qualquer cisco de dúvida. Data Venia ao texto do autor, transcrevo aqui parte insofismável em que Edgardo discorre sobre a Lei 109:
...............................................................

"Isso é indiscutível: se a lei é clara e não tem lacuna, não há por que se apelar para princípios. Aliás, os próprios inventores do instituto da Reversão de Valores confessam que usam o Princípio da Isonomia, simplesmente porque, alegam eles, a LC 109/01 é omissa no que tange ao assunto da distribuição de superávits.

Ora, caros amigos, é que eles não querem ler o artigo 19 da LC l09/01. Este artigo é precisamente aquele que a Lei dedica a dizer NO QUE ELA QUER QUE SE GASTEM AS CONTRIBUIÇÕES SEPARADAS COMO RESERVAS, SEJAM ELAS DE QUE TIPO FOR. Ei-lo:


“As contribuições (todas, as normais e as extraordinárias) destinadas à constituição de reservas terão como finalidade prover o pagamento de benefícios de caráter previdenciário, observadas as especificidades previstas nesta Lei Complementar.”


E no capítulo 20, a lei dá as ESPECIFICIDADES:


Reservas Matemáticas,  Reserva de Contingência e Reserva Especial. Todas as três são RESERVAS. Todas três, pois, são contribuições separadas para pagamento de benefícios previdenciários.


Reservas Matemáticas gastam-se nos rotineiros pagamentos dos benefícios previdenciários contratados. Reserva de Contingência gasta-se no pagamento de benefícios previdenciários, quando eventualmente as reservas matemáticas se apresentarem desfalcadas. Reserva Especial gasta-se no pagamento de benefícios previdenciários contratados (reduzindo-se a contribuição) ou aumentando-se o valor do benefício contratado, dependendo da situação financeira do Plano de Benefícios, e sob certas condições, entre elas a da revisão dos parâmetros financeiros e atuariais do Plano de Benefícios.


O artigo 20, meu caro leitor, já não trata do DESTINO DAS RESERVAS PREVIDENCIÁRIAS. Para a LC 109/01 este assunto está regulado pelo artigo 19 e nele está encerrado: contribuição separada como reserva gasta-se pagando-se benefício previdenciário.  Ele já trata de outro assunto, a saber, como se equilibra um Plano de Benefícios Previdenciários desequilibrado por excesso de reservas. Ele trata, por isso, das ESPECIFICIDADES dos gastos das Reservas Previdenciárias com o pagamento de benefícios previdenciários, porque a LC 109/01, por prudência, estabelece três parâmetros: o do valor dos benefícios contratados, o do valor da Reserva de Contingência e o valor que pode ser distribuído sem prejuízo do prudente valor de garantia do equilíbrio entre Reservas e Benefícios Contratados.


Há texto mais contundente? Mais categórico? Mais pormenorizado? Há texto mais insistente? Todas as contribuições separadas como reservas (e essas reservas são de três tipos) gastam-se no pagamento de benefícios previdenciários. Assunto encerrado, esclarecido e completamente regulamentado."
.......................................................................

     Assunto transitado em julgado.

sábado, 28 de junho de 2014

PARASITAS QUE NÃO PRECISAMOS

     A diretoria da PREVI conta com nomes perfeitamente dispensáveis ao seu corpo social. Os três indicados pelo patrocinador, aí incluso o presidente Dan Conrado, altivo, soberbo e cheio de si - e seu principal aliado, Marcel J. Barros, um sindicalista da gema petista, eleito por nós, porém verdadeiramente falsificado posto que suas atitudes são sempre "de acordo" aos anseios do patrocinador.
     Houve duas mudanças significativas a partir do dia 02 de junho. Décio Bottechia Júnior, diretor de Planejamento, é gente nossa. Ele me dizia no dia de sua posse, respondendo a uma provocação minha: "Zanella, somos todos iguais. Para onde você vai eu também vou. E as necessidades que você tem, eu também tenho. E no final, vamos todos para o mesmo lugar. Quem me conhece sabe que eu não mudo em função do cargo. E afinal, quem vai gerir conosco é toda a equipe vencedora da chapa 3." Já a Cecília Garcez todos já conhecem a sua capacidade gerencial. Não é de hoje que sempre mantém um canal de interação com todos nós, o blog da Cecília Garcez, do qual todos os demais blogs, o meu, o do Medeiros e o do Carvalho, somos crias.

      Uma de minhas preocupações maiores neste ano, além das questões urgentes que nos tiram o sono na PREVI, é a eleição presidencial. Se houver mudança em Brasília, com expressiva renovação da base aliada, com a eleição de alguém não viciado em política com p minúsculo - Pastor Everaldo, Eduardo Campos ou Aécio Neves - podemos ter alguma esperança de que as coisas mudem na PREVI.

      Penso igual ao comediante Madureira que diz que levaremos décadas para arrumar os estragos provocados ao Brasil feitos pelo ex-presidente Lula. Este senhor  transformou o nosso querido Brasil em uma nação desgovernada, repleta de corruptos e corruptores, de escândalos e roubalheiras. Hoje se sabe porque o PT era contra as privatizações. Está bem claro pelo modo como agiram na Petrobras, na Cia Vale do Rio Doce, nos Correios, na CEF e no Banco do Brasil. Empresa estatal forte é sinônimo de garantia de aparelhamento e de abrigo seguro para os sedentos petistas.

     O fim destas mazelas pode estar bem próximo. Vamos nessa? Vota Brasil!

JOSÉ BARROSO PIMENTEL - FUNCIONÁRIO DO BB, SENADOR-CE, É NOSSO FERRENHO ADVERSÁRIO NO LEGISLATIVO. TRABALHA A FAVOR DO GOVERNO, ISTO É, CONTRA NÓS APOSENTADOS. SE TIVERMOS VERGONHA, JAMAIS DEVERIA SER REELEITO.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

A PREVIC PRECISA ACABAR

    


     Concebida e parida pelo ex-presidente Luiz Inácio da Silva, fortemente apoiada pelo pmdb, um partido ávido por cargos, eis o resultado nefasto que retira dinheiro dos fundos de pensão para remunerar os parasitas da politicagem, em detrimento aos aposentados e pensionistas que não conseguem ter seus proventos realinhados, em, pelo menos, 1% acima da inflação, devido a este e outros assaltos engendrados por políticos espertalhões, como é o caso de Lula e seus asseclas.
     A Previc até hoje não disse a que veio. Aliás, disse sim, veio para atender exclusivamente aqueles que a criaram. Muito simples de entender. O Bernardo Santoro, em seu último artigo no Diário da Manhã, por mim reproduzido na postagem anterior, faz clara alusão à extinção da Previc em seu último parágrafo, dando os motivos mais do que justos:

"Portanto, não duvide da liberdade, do modelo de previdência por capitalização e do investimento em longo prazo. Duvide de quem usa isso através do poder governamental para fins de satisfação política e financeira própria. A solução para essa vergonha é abolir a Previc e abrir o mercado, não concentrar mais poder nas mãos de quem já se locupleta hoje."

     O próximo governo a ser eleito em outubro, não poderá continuar com esta armadilha, sob pena de também não merecer o nosso voto. Esta ação deverá constar do programa do candidato para que não reste a menor dúvida que esta aberração, esta bofetada dada em todos os participantes dos fundos de pensão, tenha um basta definitivo.
     É por isto que estamos torcendo. Estamos sendo roubados à luz do dia. Nem o teto dos benefícios esta criação indecente de Lula conseguiu implantar. É o atestado de incapacidade administrativa ou o selo ISO da improdutividade. Fora Previc já!


terça-feira, 24 de junho de 2014

UMA TESE DE DOUTORADO

Fundos de Pensão: enriquecimento ilícito


Diário da Manhã
Bernardo Santoro

Em 2013 os fundos de pensão brasileiros tiveram um prejuízo recorde de 22 bilhões de reais, segundo a agência estatal que regula o setor, a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc). Esse dado poderia ser muito desalentador para quem defende uma privatização da previdência nacional coma adoção do modelo de capitalização.

No entanto, alguns dados acerca dessa questão:

1 – Os fundos de pensão de empresas públicas, controladas por sindicatos e políticos, corresponde a 65% dos ativos totais nacionais, com destaque para Previ (BB – 25%), Petros (Petrobras – 11%) e Funcef (CEF – 8%);

2 – Esses fundos de pensão, embora correspondam a 65% dos ativos totais, correspondem a 98% do prejuízo de 2013 no setor.

A partir desses dados, podemos chegar a algumas conclusões.

Primeiro, que o problema não está no modelo previdenciário de capitalização, mas no fato da maioria dos fundos de pensão do Brasil estarem ligados ao Estado e não terem por objetivo enriquecer o beneficiário da aposentadoria, mas sim os partidos políticos e os projetos dos correligionários que controlam o fundo de pensão.

Segundo, que há um estranho entrelace entre esses fundos e as empresas a eles vinculados, que vivem se autofinanciando. Os fundos de pensão compram ações das empresas, que injetam dinheiro no fundo de pensão, e enquanto vemos prejuízos sucessivos nos dois lados da transação, seus dirigentes saem incólumes a todo o tipo de escândalo financeiro.

Terceiro, que a agência reguladora do setor está capturada, como sempre. De acordo com a teoria da captura, quando o governo resolve regular um mercado, os agentes econômicos desse mercado acabam por corromper os diretores dessa agência para fins de concentração de mercado, sendo muito mais barato comprar 30 diretores do que satisfazer milhões de consumidores.

Quarto; essa configuração destrói ainda mais a já combalida poupança interna nacional, que vê um dos poucos meios de investimento em longo prazo se esvair em projetos de lucratividade duvidosa.

Portanto, não duvide da liberdade, do modelo de previdência por capitalização e do investimento em longo prazo. Duvide de quem usa isso através do poder governamental para fins de satisfação política e financeira própria. A solução para essa vergonha é abolir a Previc e abrir o mercado, não concentrar mais poder nas mãos de quem já se locupleta hoje.

(Bernardo Santoro, diretor do Instituto Liberal e professor de Economia Política da UERJ e da UFRJ)

segunda-feira, 23 de junho de 2014

CEM DIAS E MAIS UM POUCO

     A nossa verdadeira libertação ainda depende das eleições presidenciais em outubro. É muito difícil "virar a mesa" quando se é minoria. A nossa conquista foi preliminarmente validada. Para subirmos os demais degraus é imprescindível que a oposição vença as eleições em outubro. A continuar o "statu quo" nada mudará. E não se trata de sentenciar que os novos eleitos "mudaram de lado". Quem critica deveria ter-se dedicado, de corpo e alma, para chegar onde chegamos. Jamais ficar no "dolce far niente" e agora vir mostrar sua bravura. Como diz Gonçalves Dias: "A vida é combate, que os fracos abate; Os bravos e fortes só pode exaltar."
     A PREVI é comparada a uma sopa quente. É preciso ir comendo pelas beiradas, como se diz. Temos alguns "nervosinhos" que saem disparando para todos os lados. Prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, e quem tem pressa, come cru. Ou nem come. Não podemos esquecer que os pontos estratégicos de nosso fundo de pensão estão dominados pelo partido governamental ou atendendo seus interesses. Por isso, a extrema importância da vitória oposicionista em outubro. Porventura, Marcel e Dan Conrado teriam o mesmo comportamento num eventual governo não-petista?
     Só temos uma alternativa: ou mudamos em outubro ou nada mudará na essência. Até o governo está falando em mudar se for reeleito. Me enganem, me enganem que eu gosto!


PENSEM NESTE HOMEM NOSSO PRÓXIMO MINISTRO DA JUSTIÇA. VAMOS QUE VAMOS!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

CIDADE LUZ




     Esqueci de incluir a França no rol das favoritas ao título mundial. Este país é bipolar: ou chega à final ou deixa o campeonato precocemente. Desta vez deve disputar o topo.
     Na economia doméstica a Folha diz que quando as pesquisas apontam descida da presidenta, a bolsa sobe. Por outro lado, a participação do malvado FHC como cabo eleitoral do Aécio, TIRA votos em vez de somar. Sugestão ao neto do Tancredo que retire este cidadão perverso do ar, tanto mal ele nos fez, à PREVI; se não ler este meu blog, nomeio e constituo meu bastante procurador o Dr. Divany Silveira, mineiro de Sete Lagoas, a quem dou poderes para, em meu nome, convencer o Sr. Aécio Neves a afastar e deixar no ostracismo o sem-vergonha FERDINAND HENRIQUEÈ CARDOSÈ, um nefasto cidadão brasileiro que nos ferrou, tanto no BB quanto na PREVI, sob pena de ver sua candidatura definhar; e dou mais poderes ao Dr. Divany para convencer o senador a, se eleito, ordenar sumariamente ao Banco do Brasil a NÃO MAIS INTERFERIR em seu fundo de pensão, antes respeitando-o e cumprindo com suas obrigações para com aqueles que dedicaram toda uma vida laboral em prol da instituição. Esta determinação tem que constar do "Programa de Governo" do candidato e do Partido, caso contrário, não terá o apoio de quase um milhão de eleitores aposentados e pensionistas da PREVI.
     No Iraque há, de novo, rebelião contra o governo que pode elevar os preços do petróleo, podendo, desta forma, beneficiar a Petrobras, a qual sairia do sufoco financeiro e faria melhorar o índice da Bolsa paulista, refletindo na PREVI.
Já estou ouvindo alguém dizer: Professor, a inflação vai subir. Por acaso já não está nas alturas? Inflação se doma com o corte de gastos, combate à corrupção e estímulos à agricultura e à agropecuária, combate ao desperdício e rigor nas contas públicas. O próximo governo, seja quem for, vai ter que fazer reformas urgentes, cortar na própria carne, cortando e controlando os gastos públicos. E o Brasil precisa trabalhar. Veja o exemplo do Japão: Lá, mesmo em dias que a seleção joga na copa não tem meio expediente, não. Nem lá nem em qualquer outro país desenvolvido.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

COPA DO MUNDO.

     Assistindo ou escutando todos os jogos deste polêmico mundial no Brasil, entre protestos sufocados pela excelente estratégia do governo federal, vemos seleções praticando futebol de primeira linha como a Alemanha, Holanda, Itália e o sul-americano Chile, o nosso próximo adversário nas Oitavas-de-final.
      Por mais que a paixão nos domine, é preciso reconhecer que dentro das quatro linhas não estamos bem. Já tivemos na partida de abertura uma ajudinha do juiz japonês, contra o México o jogo não fluiu. Já os adversários esbanjam na artilharia, a Holanda em dois jogos marcou oito gols, cinco deles contra a atual campeã do mundo. Aliás, a Espanha esteve irreconhecível. Até o Chile sapecou-lhe 2 X 0, jogando um futebol bem ofensivo. O Brasil devia jogar assim. Dizia o Wanderley Luxemburgo que "o medo de perder tira a vontade de ganhar" e numa copa do mundo quem quiser sair campeão tem que matar um leão por jogo.
       Perdoem-me os otimistas, mas não vejo boas perspectivas para o Brasil. Tomara que minha análise esteja equivocada. 
Meu palpite para o campeão? Alemanha ou Holanda. 


AMIGOS SÃO SEMPRE AMIGOS

     Meu preito de gratidão a todos que se solidarizam com a minha segunda complicação da cirurgia de catarata. A primeira foi a pressão elevada (glaucoma), a segunda o descolamento da retina. Grato ao Fernando que consolou-me com a sua experiência de ter passado pela mesma situação, com excelentes resultados finais. E aos demais Divany, Mestre Edgardo, Lydio, o Blog Caos e Ordem, Goulart, Francisco, Ana, Heleno, Luciene/Joaquim, Luiz Faraco, Rosalina, Paraguassu, os Anônimos e ao Jorge Teixeira. Todos são assaz confortáveis fazendo-nos acreditar num amanhã melhor. Que o Senhor lhes retribua tudo em dobro.
     Estou postando devido ao conselho médico em utilizar-me da postura "olhando para baixo". A retina foi colada a laser e colocados micros balões de gás para mantê-la pressionada à parede, favorecendo a criação de raízes de fixação. A natureza humana imita a vegetação, assim um pé de árvore somente se fixa ao solo quando cria raízes. Desta forma, olhar para baixo libera a região onde o gás atua pressionando a parede do globo ocular.
      Cá estou com o notebook sobre as pernas, distraindo-me e mantendo a posição recomendada pelo médico por, no mínimo, uma semana. O fato lamentável é que a CASSI paga a anestesia integralmente para as cirurgias eletivas (aquelas que são marcadas com antecedência). Nas cirurgias de emergências, como foi o meu caso, tenho que pleitar pela Livre Escolha, ou seja, a tabela TGA que paga somente uns 30% do feito. Ora, um plano de saúde teria obrigação de atender os casos emergenciais com prioridade e relevando a burocracia de prazo, porque, como o nome diz, é emergência. Por acaso, um enfarto teria de esperar por autorização de dias da CASSI? São procedimentos que a CASSI precisa repensar.
      Esperamos que o nosso plano venha modificar a seu procedimento. Não podemos adiar um ato emergencial sob pena da sofrer prejuízos irreversíveis à saúde. Como diz a CASSI: "Saúde não tem preço, mas tem custo". O custo pode ser racionalmente administrável.

terça-feira, 17 de junho de 2014

MOTIVO SAÚDE

Estou fora do ar desde ontem à tarde com a piora da visão do olho direito recente operado. O médico constatou o DESCOLAMENTO DE RETINA. Fui novamente operado, e sem condições de trabalhar, nem no computador pois a ordem médica é olhar somente em direção para baixo. Não consegui liberar os últimos comentários de ontem. Desculpem.
Um forte abraço a todos.

sábado, 14 de junho de 2014

TODOS PELA CESTA

     Percebe-se nos blogues apelos pela implantação da cesta alimentação. A última que chegou na redação foi a do carioca Célio Vilela, pessoa de mente arejada que sempre merece ser ouvido e lido:

Caro Ari,
uma boa ideia para melhorar a vida dos aposentados é estender a ajuda alimentação a todos. Seria uma medida socialmente correta pois percentualmente falando, atenderia melhor os que recebem menos. Ou seja, todos receberiam o mesmo valor, mas seria mais significativo para os que recebem menos. Celio."


    Ainda que a esta verba não tenha cadeira como complemento de aposentadoria, seria uma maneira justa e humana de o nosso fundo de pensão redimir-se de erros anteriores ao desprezar as leis para satisfazer os anelos do patrocinador. Que seja dada a cesta para todos como compensação ao não-alinhamento dos benefícios conforme diz a Lei Complementar 109. E como diz o Célio ajuda quem mais precisa, isto é, os que ganham o piso da PREVI.
     Quero dar uma palavrinha para a candidata Dilma: instrua o seu ministro para que ele "buzine" aos indicados pelo BB para conceder este benefício aos aposentados e pensionistas do Plano de Benefícios 1. Dilma, palpite meu, você vai subir muito nas pesquisas. Ouça-me.
     Todo mundo engajado nesta campanha: Cesta Alimentação JÁ!!!

sexta-feira, 13 de junho de 2014

NO FUTEBOL E NA VIDA REAL

       Precisamos da ajuda do juiz? Não temos futebol de qualidade para vencer? A FIFA não prega o "fair play" (jogo limpo)?
     Assisti na noite de terça-feira a um programa no SBT, lá pela meia-noite, com o repórter Cabrini entrevistando o Kajuru, conhecido homem de TV. A ele Cabrini perguntou: "Quem ganha a copa?" Ele respondeu: "Em 2010 fizeram um "acordo" para que o Brasil perdesse aquela copa e ganhasse em 2014, que seria na sua casa." Quase não quis acreditar, no entanto, por esta primeira partida já temos a senha de que a previsão vai se confirmar. O pênalti escandaloso marcado de uma simulação teatral de Fred, nos deu a certeza de que esta copa é um jogo de cartas marcadas.
     O Brasil é famoso na vida real pela ingerência interpoderes. Outro dia tivemos uma guinada de 360º na Ação Cesta Alimentação quando a Ministra Ana Maria Gallotti do STJ mudou a jurisprudência de vários tribunais inferiores sobre a matéria. A nossa PREVI saiu muito arranhada do episódio, posto que para alguns ela paga (trânsito em julgado) e para os demais está atrás avidamente, para lhes tirar o couro. A PREVI é rica e esta é uma verba tão pequena que teria sido mil vezes melhor pagar para todos. Porém, o BB e a PREVI não querem consenso; querem polemizar em vez de pacificar.
     É tão fácil e simples seguir a cartilha do bem, mas nós preferimos os caminhos tortuosos do erro, da corrupção e da ruína, que há de vir porque a Lei do Senhor pode tardar mas não pode falhar.
     Infelizmente, assim como é no futebol (acordos e conchavos) assim também é na vida real,mais especificamente na política, onde impera a corrupção, injustiças, egoísmo e tantos iguais.

"Tu vens, Tu vens, eu já escuto os Teus sinais."

quarta-feira, 11 de junho de 2014

DUZENTOS E SETENTA MIL

     Há pouco mais de um ano o blog do Ari Zanella colocou a medição de visitantes (globinho) para mensurar a audiência tão estimada em qualquer veículo de comunicação, no caso da internet veículo de interação. 
     Sem a mão de duplo sentido nomeada na Linguística de Emissor X Receptor não tem como manter-se em atividade. E quanto maior for o movimento da via do Receptor, maior será o sucesso de empreendimento. Podemos dizer que sem a participação de você, caro leitor, tudo fica prejudicado.
O meu blog não é nenhuma "Brastemp", todavia, cumpre o seu papel de ser prestativo e, para dizer o mínimo, útil.
     Nenhuma razão material me move para realizar este trabalho. Desejo somente ajudar, embora, às vezes, não sejamos compreendidos. Faz parte do processo. Recentemente, colocamo-nos a serviço de uma chapa porque acreditamos no seu projeto e nos seus membros, pela probidade, honestidade e experiência. Nela depositamos nossos desejos de que as coisas aconteçam e se revelem favoráveis a nós, donos do Plano de Benefícios. O cargo que exerço na PREVI não é remunerado. Além disto, sou apenas suplente. Contudo estarei de olhos, ouvidos bem atentos para que todas as propostas postas em campanha tenham aceitação pelos que decidem. Exemplificando: a proposta 360/360 que representa aposentadoria integral àqueles que se aposentaram proporcionalmente, mas que contribuíram por 360 meses, considerando a contribuição como aposentado. Nada mais justo se considerarmos que aqueles que estão na ativa não contribuíram no período de 2007/2013 (7 anos) e mesmo assim irão se aposentar integralmente. As pensionistas continuam na ordem do dia na batalha para elevar seu percentual. Entretanto, o principal objetivo é o realinhamento do plano. Que cada centavo de superávit daqui para frente seja utilizado exclusivamente para esta finalidade: Revisão do plano.
     Só me resta agradecer do fundo do meu coração esta expressiva reciprocidade que o blog atingiu. Que Deus Pai Todo Poderoso, no mais alto do céu, cubra de copiosas bênçãos todos os meus diletos leitores, e nada mais posso dar-lhes em troca do que um sincero "Deus lhes pague".




terça-feira, 10 de junho de 2014

INFLAÇÃO MEDIDA E SENTIDA

     O IBGE tem o seu método de cálculo da inflação brasileira que impressiona pela sua complexidade. Por ela chegamos ao término do quinto mês do ano com uma variação pelo INPC de 3,52%. Eis o acumulado mês a mês:
Janeiro......0,63
Fevereiro..........0,64
Março.......................0,82
Abril.................................0,78
Maio.........................................0,60
     Na minha visão matemática, sem calculadora, a inflação deste ano sentida no dia a dia, ultrapassa os dois dígitos facilmente. Para segurar a inflação no IBGE o governo castiga a Petrobras que está terminantemente proibida de reajustar a gasolina e o diesel. No setor elétrico, Dilma cometeu uma atitude eleitoreira, ao reduzir as contas em torno de 20%, deixando o setor sem capacidade para novos investimentos. Neste ano, o governo viu-se obrigado a investir pesado no setor, sendo que este investimento, ao contrário dos estádios da copa, pesarão no bolso do consumidor e na inflação futura.
     O negócio está tão feio que o ex-presidente Lula, em entrevista ao Jornal "El Pais" da Espanha, feita na cidade de Porto Alegre, criticou severamente o seu "poste" incluindo a atual equipe econômica. Uai, mas não é tudo feito com o aval dele?
     Os nossos salários estão prejudicados pela correção de uma inflação não real. Alô Divany! Amarra o Aécio no poste (não! no poste, não!!)
e faz ele jurar de pés e mãos juntas que vai deixar de ingerir na PREVI. Posso contar contigo? Quem vai convencer o neto do Tancredo?


Precisamos "amarrar" um acordo prévio, uma espécie de "Termo de Compromisso" com os candidatos de oposição para não usarem a PREVI em favor do BB nem de outros; mas exclusivamente em benefícios dos ASSOCIADOS E DAS PENSIONISTAS.

domingo, 8 de junho de 2014

LIÇÕES DO FUNCEF

     A Revista Isto É traz reportagem nesta semana sobre a perda de espaço do PT nos fundos de pensão. Chamou-me a atenção o que declarou Antonio Augusto de Miranda, novo diretor administrativo do Funcef:
"...ficou patente o interesse do governo em viabilizar seus projetos em detrimento à rentabilidade da previdência."
"O governo passou a usar os fundos para viabilizar concessões públicas e empreendimentos em que o mercado não tinha interesse."
"Ao aparelhamento, somam-se a pouca transparência na gestão e o alto déficit. Na lista de negócios que o governo empurrou para a Funcef, Miranda destaca o caso Brandes, que em parceria com a IBM desenvolveria solução tecnológica para financiamento imobiliário na internet. Ficou no papel e consumiu R$ 1,2 bilhão. Outra foi a Eldorado Florestal que também não existia, e a ALL Logística, que só deu prejuízo."
     Tem mais na reportagem, mas vamos analisar estas. A Eldorado Florestal é aquela do grupo Friboi que visava também à PREVI. Houve, inclusive, reunião do Lula com o big boss da Friboi J. Batista. Nesta companhia está o filho de Lula, o Lulinha, só que seu nome não aparece. Esta empresa tem uma participação de uma tal de "Blessed" com 13% do capital que ninguém sabe quem é o dono. Estranho, não?
Quanto à ALL - América Latina Logística, a PREVI embarcou nesse trem e amarga prejuízos.
     Por enquanto não entramos na Friboi (ou na Eldorado Florestal) mas passamos perto de entrar. Olho vivo meu caro Marco Geovanne, nosso novo diretor de participações, com quem falei no PREVI DAY. Com efeito, precisamos endurecer e refutar qualquer tentativa de intromissão  governamental. No trem bala deu certo.
O blogueiro, orgulhosamente ladeado por 3 "feras"

sábado, 7 de junho de 2014

A COLHEITA DEPENDE DO PLANTIO

     Há pessoas que pretendem a resolução dos problemas, alguns crônicos, da noite para o dia. Tudo na vida depende da semeadura. Não se pode colher antes de plantar. É preciso paciência, viu "Duda"? O único lugar onde o sucesso vem antes do trabalho é no dicionário.
     Mesmo que não morramos de amor pelo diretor Marcel, faz-se necessária uma boa articulação de convencimento e nesse sentido seria fundamental trazer para o nosso lado os outros diretores representantes do BB. Cada diretoria tem sua atribuição e não se pode, de pronto, estabelecer o que cada um deve ou não fazer. Se existe um lugar onde a hierarquia é levada à risca é na PREVI. Por isso, o caminho mais adequado para se conseguir o objetivo é o da negociação, do entendimento e do convencimento.
     O ES é uma questão delicada. Eu me incluo entre aqueles endividados que dependem do capital de terceiros para viver. A PREVI possui uma excelente equipe técnica para oferecer soluções eficazes que contemplem os casos mais críticos. No meu caso o simples aumento de prazo já resolveria porque diminuiria o valor da prestação, consequentemente, receberia um valor líquido maior no contracheque. Entretanto, há casos em que há de se procurar os motivos do endividamento. Existem casos de saúde, por exemplo, que extrapolam a vontade do associado. Como diz o nosso grande Fernando Lamas, a PREVI tem um corpo técnico altamente habilitado para sugerir as soluções perenes.
Neste contexto, inclui-se os mutuários da CARIM.


     Vamos esperar com confiança as próximas reuniões. Agora é tempo de colocar a semente na terra. Temos certeza que não será em vão.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

MORATÓRIA SEM RECEIO

     Não vou ficar hesitando sobre um assunto crucial e que tem de ser resolvido instantaneamente. O meu voto é para nova moratória de seis meses - sem mais delongas. Neste período há tempo de sobra para um equacionamento definitivo do problema que poderá ser com o alongamento do prazo para 180 meses, ajustando-o ao máximo de 30% do valor de consignação para se adequar à lei vigente. Depende somente da diretoria executiva tal providência, e poderia entrar em vigor na reavaliação anual do ES entre outubro e novembro. Sou favorável às sugestões recebidas no blog, a saber:
- Implantação da fórmula 180/180 sendo o 
  mais importante o prazo de 180 meses pois
  o valor seria dificilmente atingido na prática
  pela ausência de MC.
- Doze meses de carência para renovação.
- Elevação do FQM para diminuir o déficit do
  fundo de quitação por morte.
- Manter prazo e valores estabilizados nestes
  patamares para os próximos cinco anos.
     Com isso os mais necessitados terão as prestações diminuídas, se enquadrarão nos 30% exigidos na lei, sem precisar fazer novo empréstimo Ah! Para convencer o Marcel que se mude o nome para FINANCIAMENTO SIMPLES - o novo FS da PREVI. 

quarta-feira, 4 de junho de 2014

O TRABALHO JÁ COMEÇOU

     A eleição já é passado, debrucemo-nos agora sobre as questões cruciais da PREVI e no atendimento de demandas que são possíveis. Penso que cada decisão que se tome na diretoria, doravante terá o viés da indagação de, no mínimo dois diretores, que internamente far-se-ão esta pergunta: se eu assim decidir este assunto irá beneficiar ou prejudicar os associados? Será bom para os associados ou apenas para o patrocinador? Os donos da PREVI serão de alguma forma lesados? São questionamentos que os nossos representantes não podem esquecer.
     Um dos incômodos mais urgentes a ser resolvido é a volta da cobrança do ES. Julho é amanhã. Pelo que senti dos meus pares de chapa, a prorrogação é pouco recomendável pelas agravantes do saldo devedor aumentado exageradamente. Há de se achar alternativas menos onerosas ao associado. Eu fui um dos que pediu a extensão da suspensão até o final do ano, embora, reconheça que há resistências. Mas tenho muita fé em alternativas que nos retire deste estado calamitoso. O Carvalho nos diz em correspondência que grande parte deve ter recebido:
...................................................................
"O dia 4 foi de muito trabalho. Conheci as estruturas, os executivos, projetos e as realizações da PREVI. Indaguei sobre os temas que temos compartilhado. Reforcei a necessidade de se criar alternativas para amenizar a situação dos participantes que será agravada com o reinicio da cobrança dos empréstimos. Novas prorrogações não será a solução."
........................................................................................................
Aguardemos, pois, por outras alternativas que poderão vir de nós, através de sugestões. O nosso site www.previlivre.com.br continua ativo e apto a receber eventuais sugestões sobre temais mais aflitivos. Sugiro que usem e abusem dele. 
     A prorrogação da suspensão das cobranças está ganhando nova (velha) nomenclatura. Segundo o nosso dileto Divany, de Sete Lagoas-MG, vamos pedir mais MORATÓRIA.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A POSSE DOS ELEITOS

     De hoje em diante a PREVI vai ser diferente graças ao apoio de mais de 34.000 associados ao time que neste dia esplendoroso foi empossado em noite de gala e de muita alegria no auditório do Colégio Brasileiro de Cirurgiões.
     Tive a nítida impressão que os dirigentes da PREVI, visivelmente abatidos, preferiram dar realce aos que se despediam, dirigindo-lhes palavras de agradecimentos exagerados - por exemplo - a Paulo Assunção de Souza e a Vitor Paulo Gonçalves, dois diretores eleitos que se curvaram aos ditames do patrocinador, e por isso, saem sem deixar saudades entre os associados que os elegeram. Da mesma forma, dispensaram um tratamento especial aos que, igualmente tomando posse, foram indicados pelo patrocinador.
     No entanto, tudo foi ofuscado pela discurso irretocável da diretora eleita Cecília Garcez. Arrasou! Se alguém ainda tinha alguma dúvida de que esta mulher foi a nossa melhor escolha, mudou completamente de pensamento. Ela soube ser dura sem perder a ternura. Sabiamente soube refutar todas as calúnias que sofreu na campanha, disse que a nossa chapa três foi formada sem qualquer influência externa;  trouxe frases de efeito que captou na campanha; falou dos apoios familiares; enalteceu a dedicação de todos os candidatos e prometeu ser fiel às propostas de campanha. Emocionei-me quando citou nominalmente a representante maior das pensionistas, a Conselheira Fiscal da ANAPLAB, Rosalina de Souza.
     Nosso voto não foi em vão. Podemos esperar atitudes diferentes em nosso fundo de pensão. Tenho certeza de que fizemos uma ótima escolha. Eu sempre sonhei ter uma diretora assim. Valeu, Cecília!

Ari Zanella, Cecília Garcez, Dr. Medeiros e a Vice-Presidente da ANAPLAB-Rio Jane Torres de Melo.