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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

AS CHAPAS NA CASSI



O prazo para inscrição das chapas para as eleições da CASSI 2014 terminou às 18h de sexta-feira, 31. Foram inscritas 04 (quatro) chapas.
Em cumprimento ao artigo 8º, inciso VI do Regulamento de Consulta ao Corpo Social da CASSI, segue abaixo o nome e a composição de cada uma das chapas inscritas, em ordem de recebimento dos requerimentos:


                           Chapa “Maturidade“
                              
Diretor
3.767.675-X
Gilberto Moreira Veras Júnior
Conselheiro Deliberativo – Titular 1
0.981.120-6
Antonio José Banhara
Conselheiro Deliberativo – Suplente 1
9.550.585-7
Virgínia Ribeiro Nogueira da Rocha
Conselheiro Deliberativo – Titular 2
4.847.359-6
João Eugenio Franco Caldas
Conselheiro Deliberativo – Suplente 2
5.914.861-6
José Valdo de Sousa
Conselheiro Fiscal
4.678.850-6
Jayro de Maio Bernardes
Conselheiro Fiscal - Suplente
3.866.168-3
Guilherme Oliveira Campos



                           Chapa “Uma Nova Cassi“
                              
Diretor
4.311.970-0
Humberto Santos Almeida
Conselheiro Deliberativo – Titular 1
6.065.966-1
Karen Simone D’Avila
Conselheiro Deliberativo – Suplente 1
6.001.870-4
Juliana Publio Donato de Oliveira
Conselheiro Deliberativo – Titular 2
0.248.958-9
Ailton Claécio Lopes Dantas
Conselheiro Deliberativo – Suplente 2
8.766.860-2
Ronaldo de Moraes Ferreira
Conselheiro Fiscal
7.604.280-4
Norival da Silva
Conselheiro Fiscal - Suplente
6.875.114-1
Marianne Lima Martins


                           Chapa “Renovação“
                              
Diretor
4.300.321-4
Humberto Fernandes de Oliveira
Conselheiro Deliberativo – Titular 1
3.750.020-1
Gilberto Antonio Vieira
Conselheiro Deliberativo – Suplente 1
6.867.295-0
Maria do Rosário de Fátima Ferreira Durães
Conselheiro Deliberativo – Titular 2
2.082.640-0
Claudio Nunes Lahorgue
Conselheiro Deliberativo – Suplente 2
0.638.920-1
Alvino Franzoni
Conselheiro Fiscal
7.554.560-8
Nilton Brunelli de Azevedo
Conselheiro Fiscal - Suplente
4.621.952-8
Jane Cassandra Rodrigues Abrantes Pereira


                           Chapa “Todos pela Cassi“
                              
Diretor
9.841.958-7
William Mendes de Oliveira
Conselheiro Deliberativo – Titular 1
6.298.760-7
Loreni Senger Correa
Conselheiro Deliberativo – Suplente 1
2.835.995-X
Elisa de Figueiredo Ferreira
Conselheiro Deliberativo – Titular 2
3.154.029-5
Fabiano Félix do Nascimento
Conselheiro Deliberativo – Suplente 2
7.556.190-5
Nilton Cifuentes Romão
Conselheiro Fiscal
8.502.233-0
Regina Fátima de Souza Cruz
Conselheiro Fiscal - Suplente
2.255.777-6
Daniel Liberato

A divulgação das chapas aptas à homologação ocorrerá após a análise dos documentos apresentados por todas as chapas inscritas e saneamento de eventuais irregularidades. A partir da divulgação das chapas aptas à homologação, que deverá ocorrer até 18.02.2014, os associados poderão apresentar pedidos de impugnação de chapa(s) e/ou candidato(s). 


Todas as etapas das Eleições estão previstas no Regulamento de Consulta ao Corpo Social e no Edital de Convocação das Eleições CASSI 2014, estando detalhadas também no Cronograma das Eleições CASSI 2014 que consta do Edital.


Eventuais dúvidas sobre o processo eleitoral podem ser encaminhadas para o endereço comissaoeleitoral@cassi.com.br.

(retirado do site www.cassi.com.br) 

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

OSSAMISAKAMORI.BLOGSPOT.COM.BR


Ossami Sakamori é engenheiro civil, tem 69 anos, mora em Curitiba-PR, foi professor da Federal do Paraná, sendo um defensor intransigente da livre expressão de ideias e pensamentos. Como ele mesmo diz, não pertence a nenhum dos grupos abaixo, vejam o que escreveu sobre eles em 26 de janeiro de 2014, em seu blog cujo link é



Se os que estão fora já perceberam a sinuca de bico em que nos encontramos, quando nós próprios iremos acordar?

https://www.facebook.com/photo.php?v=591689430911261

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O rombo do BNDES, CEF, BB e fundos de pensão! TNT puro!

Há um silêncio de cumplicidade.  Ninguém fala sobre o assunto.  Todos têm medo de fazer a conta e deparar com a dura realidade. Há um pacto de silêncio que interessa aos bancos oficiais e aos fundos de pensão em específico.  

Há situações na vida da pessoa que o tamanho do buraco é tão grande que tem medo de fazer a conta para ver o real tamanho do prejuízo.  É assim que se encontra os bancos oficiais e os fundo de pensão, com relação ao prejuízo que levou em 2013.  Tem medo de expor a realidade aos acionistas e aos beneficiários dos fundos.  A situação é grave!

Os bancos oficiais, entre eles, BNDESpar, CEF e Banco do Brasil e  os fundos de pensão Previ, Funcef, Petros e outros tantos, carregam nos seus ativos, os verdadeiros micos, como ações da OGX, MMX, LLX, JBS/Friboi, Mafrig, Petrobras, Eletrobras, entre elas.  Em 2013, algumas delas simplesmente "micaram", em jargão do mercado viraram "pó", como as empresas do grupo OGX.  Outras como a Petrobras e Eletrobras, perderam grosso modo quase 50% do valor do mercado.  E as do setor frigorífico nominados, alavancados, estão com perspectiva negativa, no caminho da OGX.

É possível que os bancos e fundos de pensão citados, não atualizem os ativos mencionados, verdadeiros "micos", para não exporem o tamanho real do "rombo".  Pelas normas da Receita Federal, no dia 31 de dezembro de cada ano, teria que atualizar os seus ativos financeiros tomando como base a cotação de fechamento do último pregão do ano ou seja do dia 30/12/2013.  Quando a cotação configura lucro é obrigado a atualizar, para pagar imposto de renda sobre a renda do capital.  Quando configura o prejuízo, como não há renda sobre o capital, a Receita Federal, poderá fazer "vista grossa" para que não atualize os valores dos ativos.

Esta situação não acontece com os fundos de pensão de companhias privadas, porque os gestores destes não são obrigados a engolir os micos que o patrocinador determina.  Aliás, nos fundos de pensão da iniciativa privada, tem gestão independente do patrocinador, de modo geral.  Os bancos privados, também, não se mete em aventuras e quando se mete os acionistas obrigam que contabilize os lucros ou prejuízos, o que der.  Por isso, não vamos confundir os "alhos" com os "bugalhos".

Estou a falar dos "bugalhos", os bancos estatais e fundos de pensão ligados às companhias estatais.  Com o prejuízo havido, no caso de fundos de pensão, conforme acima explicado, os cálculos autoriais sobre a garantia de pagamento dos benefícios futuros vão para o espaço.  Não haverá garantia no longo prazo. Os beneficiários daqueles fundos, tem que começar a rezar para não acontecer como beneficiários do fundo de pensão da Varig.  Claro, estou a dramatizar, mas é o único meio de acordar este povo.  

Como não sou acionista dos bancos oficiais e nem tão pouco beneficiários dos fundos de pensão, não me é franqueado a carteira de ativos de cada instituição.  É mister exigir que BNDESpar, CEF, BB, Previ, Petros, Funcef e demais instituições vinculados ao governo federal que atualizem os ativos financeiros, nos seus balanços de 31/12/2013, baseados nas cotações dos ativos do último pregão do ano.   

Se as providências aqui exigidas, foram tomadas conforme sugerido por mim, certamente cairá a República.  A presidente Dilma poderá ser indiciada como responsável maior do poder executivo, donde originou todas determinações impróprias.  

Ossami Sakamori
@SakaSakamori

DIPLOMACIA ALEMÃ

          Angela Merkel - Chanceler alemã

     Estou refazendo o texto anterior por não haver ali fidelidade na tradução do texto em alemão. Provavelmente o texto se refere a declarações em que Dilma Rousseff criticou duramente a política do Banco Central Europeu com o mercado dos emergentes - Brasil entre eles - onde há uma facilidade enorme de crédito com juros baixos (baratos) proporcionados tanto pela Europa (zona do euro) como pelos Estados Unidos.
     Angela Merkel teria feito uma réplica à presidente Dilma sugerindo que ela não desse palpites em mercados em que a Alemanha faz parte, porque ela Alemanha, "vai muito bem, obrigada", e que a presidente do Brasil devia preocupar-se com a política equivocada de seu governo de elevar cada vez mais as taxas de juros e de não cortar os gastos públicos em excesso.
     Desta forma, houve as declarações, Angela de fato alfinetou Dilma, porém, não foi exatamente naquele contexto colocado, que está circulando na internet. A bem da verdade, cabe-nos este esclarecimento para que não paire dúvidas sobre o que foi dito e noticiado.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

ANÁLISE DO BALANÇO - POR JOSÉ WELTO

Srs. Aposentados/Pensionistas/Participantes,

Saiu, hj, o Demonstrativo do Ativo Líquido do Plano 1 (Out/Nov 2013).  No intuito dos colegas acompanharem, vejam os números abaixo:

Fiz um comparativo de dez/2012 – nov/2013

Antes da análise, é bom relembrar a polêmica que foi negada por 14 anos.
Em 1997 no balanço do banco o mercado questionou que o banco estava se apropriando de recursos da PREVI. As duas instituições negaram peremptoriamente.
Em 2011, 14 anos depois, o BB teve que admitir que a rubrica diversos era recursos do superávit da PREVI.
O lembrete se faz necessário.

Vamos ao que nos interessa:
Em azul destaquei o que merece debate, entre outros questionamentos que faremos ao longo da discussão em pitacos futuros.
No ano, a perda do Ibovespa totalizou 15,5 por cento, ante alta de 7,4 por cento em 2012.
Já a carteira de ações da PREVI, até Nov/2013, somando AÇÕES – R$ 48.687.323 + FUNDO DE AÇÕES – R$ 49.751.440 = R$ 98.438.763,00. Essa soma para Dez/2012 é de R$ 96.585.366.00. Ocorreu crescimento na ordem de  1,92%.

Então!!!!!! Pela contabilidade, se não for maquiada, até Nov/2013 a bolsa não é a desculpa do superávit  (RESERVA DE CONTINGÊNCIA). E dizem que desde 2012 vem-se vendendo ações... se venderam... não enxerguei a venda.  
Ou o mês de Dez/2013 apresenta a falácia da bolsa?... Será??!!!...

A rubrica – OUTRAS EXIGIBILIDADES – de DEZ/2012 para NOV/2013 cresceu R$ 2.196.651 – var% de 40,99%. Para que possamos entender tamanha variação se faz necessário pormenorizadamente saber de que se trata, o que é essa rubrica. Se for o que estou pensando é maquiagem para o BB abocanhar.
Só nessa rubrica foi-se o superávit.
Urge-se fiscalização!!!!!!!

Conclui-se: as explicações da PREVI não batem com os números.

É o meu pitaco .De um velho bancário que fechava o balanço no saudoso SETIN que se exigia muito trabalho, mas não era torturante.
Tortura foi vender produto que não comprava (nem a pau, Juvenal). Empurrar no cliente a base da técnica GA e CA. GA é goela abaixo e CA é c_ acima.
Tortura é ver explicações que não me convencem. Óbvio que a multipolaridade aumenta. E dizem que sou louco...


 PLANO 1
Descrição
Nov/2013
Dez/2012
Var (%)
ATIVO TOTAL
165.366.827
163.545.556
1,11
DISPONIVEL
457
296
54,39
RECEBIVEL
1.962.344
1.927.508
1,81
INVESTIMENTO
163.404.026

161.617.752
1,11
Titulos Publicos
9.612.185
9.824.462
(2,16)




Creditos Privados e Depositos
5.855.876
7.839.573
(25,30)
Instituiçoes Fnanceiras
1.490.166
1.406.458
5,95
Companhias Abertas
1.729.200
1.862.730
(7,17)
Patrocinador
2.636.510
4.570.385
(42,31)
Açoes
48.687.323
46.899.102
3,81
Intituiçoes Financeiras
5.265.479
5.055.897
4,15
Companhias Abertas
35.427.722
32.725.791
8,26
Sociedades de Proposito Especificos
3.065
1.551.509
(99,80)
Patrocinador
7.986.807
7.565.905
5,56
Empréstimos de ações
4.250
-
-
Fundos de Investimento
84.567.791
83.204.382
(89,84)
Fundo de Renda Fixa
33.642.579
32.454.613
3,01
Fundo de Açoes
49.751.440
49.686.264
0,13
Fundo de Direitos Creditorios
324.862
325.420
(0,17)
Fundo de Empresas Emergentes
19.217
16.891
13,77
Fundo de Participaçoes
809.991
693.641
16,77
Fundo Imobiliario
19.702
27.553
(28,49)
Derivativos
26.091
-
-
Investimentos Imobiliarios
9.284.251
8.599.604
7,96
Emprestimos
4.017.024
3.793.733
5,89
Financiamentos Imobiliarios
1.345.197
1.454.193
(7,50)
Depósito Judicial/Recursal
8.288
2.703
206,62
OBRIGAÇOES
(25.383.705)
(23.653.092)
7,32
OPERACIONAL
(24.145.300)
(21.835.294)
10,58
Gestao Previdencial
(23.915.538)
(21.488.601)
11,29
Beneficios a pagar
(1.349.207)
(1.080.797)
24,83
Retençoes a recolher
(164.680)
(95.907)
71,71
Recursos antecipados
(14.846.460)
(14.953.357)
(0,71)
Contrato BB x PREVI 97
(13.063.654)
(13.198.960)
(1,03)
Paridade Acordo 2006
(766.469)
(740.643)
3,49
Contrib. Amortizante - Grupo Especial
(1.016.337)
(1.013.754)
0,25
Outras exigibilidades
(7.555.191)
(5.358.540)
40,99
Investimentos
(229.762)
(346.693)
(33,73)
CONTINGENCIAL
(1.238.405)
(1.817.798)
(31,87)
Gestao Previdencial
(1.201.693)
(1.779.933)
(32,49)
Investimentos
(36.712)
(37.865)
(3,05)
FUNDOS NAO PREVIDENCIAIS
(1.307.252)
(1.282.108)
1,96
Fundo Administrativo
(703.720)
(727.711)
(3,30)
Fundos dos Investimentos
(560.874)
(603.532)
(554.397)
1,17
TOTAL DO ATIVO LIQUIDO
138.675.870
138.610.356
0,05
PROVISOES MATEMATICAS
(111.411.365)
(105.150.551)
5,95
Beneficios Concedidos
(97.436.858)
(91.508.119)
6,48
Beneficios a Conceder
(28.054.497)
(27.852.482)
0,73
(Provisoes matematicas a constituir)
14.079.990
14.210.050
(0,92)
SUPERAVIT/DEFICIT TECNICO
(24.866.647)
(27.294.905)
(8,90)
Reserva de Contingencia
(24.866.647)
(26.287.638)
(5,41)
Reserva especial para revisão de Plano
(248.571)
(1.007.267)
(75,32)
FUNDOS PREVIDENCIAIS
(2.397.858)
(6.164.900)
(61,10)
Fundo de Renda Certa
(9.881)
(11.332)
(12,80)
Fundo Dest. Res. Esp. - Participante
(1.204.916)
(2.392.343)
(49,63)
Fundo Dest. Res. Esp. - Patrocinadores
(674.437)
(2.392.343)
(71,81)
Fundo de Contribuiçao - Participante
(186.054)
(642.239)
(71,03)
Fundo de Contribuição - Patrocinadores



                          (322.570)






Colega aposentado JOSE WELTO