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quarta-feira, 31 de julho de 2013

INGLESES E AMERICANOS

     Einstein falava de um livro escrito em alemão cujo título era "Mein Weltbild" e quer dizer "o mundo como eu o vejo" ou algo similar.
     Há uma expressão americana para roubo ou furto: "five-finger discount" que literalmente significa "desconto de cinco dedos". Por aqui esta expressão é melhor entendida se feita com a própria mão, com os dedos juntos, em forma de meia-lua. Qualquer alusão ao BB em relação à Previ não é mera coincidência.
     Enigmático, porém, é um anúncio cuja gravação durou 6 dias, com 12 mil horas de trabalho, com a participação de 420 profissionais de 11 nacionalidades, 2 toneladas de equipamentos. Criado pela Agência Neogama/BBH-Brasil, a campanha foi produzida pela Zohar International, a Gorgeous e a The Mill, responsáveis pelos efeitos especiais do filme O Gladiador, Oscar de melhor filme de 2000. O que vemos neste link, contudo, são apenas poucos segundos espetaculares:

http://www.youtube.com/watch?v=Onp_fQ5awSk

O cenário é a cidade maravilhosa. O nome do anúncio é "Keep walking Brazil" que quer dizer "continue andando Brasil" ou "prossiga caminhando Brasil", mas, para onde? Percebam que se trata de propaganda da empresa escocesa Johnnie Walker (= João Caminhador)
daí o título (continue caminhando, isto é, continue consumindo o whisky da marca).
Nada obstante, os efeitos especiais do filme podem ter inúmeras interpretações.
     Os comentários estão abertos aos diversos pontos de vista de nossos estimados leitores.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

SOS APOSENTADORIA - PLS 20/13 AGORA PLS 244/13

Caro Ari,

Considerando que esse projeto de lei beneficia, praticamente todos os associados da PREVI e de resto todos os aposentados que recebem acima do piso do INSS, devemos pressionar pela sua aprovação, porque são mais de 8 milhões de pessoas prejudicadas financeiramente com essa covarde política de reajuste do Governo Federal, que nos impõe perdas consecutivas, ano a ano. Pode ser que o Senador Paulo Paim consiga corrigir a injustiça, não por ser do PT e Relator do Projeto, mas, e, especialmente, por  ser bastante respeitado e exercer forte liderança entre os seus pares. Acho que as entidades representativas de todos os segmentos deveriam somar forças em prol dessa bandeira, uma vez que a reposição das perdas seria substancial e também ter como ponto de honra a defesa de um direito líquido, justo e certo, pois, afinal de contas, pagamos contribuições mensais pelo teto do INSS.

De: João Rossi Neto [mailto:jrossineto1@uol.com.br]
Enviada em: quinta-feira, 18 de julho de 2013 11:07
Para: Sen. Paulo Paim
Assunto: Projeto de Lei "SOS APOSENTADORIA".
 

Ilustre senador Paulo Paim,
Considerando que sou aposentado desde 06/07/1998 e recebo do INSS benefícios superiores ao piso de um salário-mínimo, cujos valores estão totalmente defasados pela política injusta de reajuste do Governo para quem ganha acima do piso, chegando ao absurdo de ter aposentado com o equivalente a cerca de 7 (sete) salários-mínimos e hoje recebo apenas R$ 1.968,96, com robusta perda financeira ao longo dos anos e redução brutal no poder de compra, vejo, agora, no Projeto de Lei “SOS Aposentadoria”, do qual Vossa Excelência é o Relator, a possibilidade da correção das DISTORÇÕES acumuladas e, sobretudo, das INJUSTIÇAS que nos oprimem, causando-nos ansiedades, doenças e desespero de toda ordem.
Sabemos que o notável Senador é um dos únicos defensores dos aposentados que se enquadram nesse parâmetro e, em razão disso, pergunto-lhe em que estágio estaria o andamento desse Projeto de Lei e quais são as perspectivas de êxito.
Antecipo os meus agradecimentos pela atenção que for dispensada ao assunto e desde já apresento os meus sinceros sentimentos de apreço, admiração e confiança no excelente trabalho parlamentar que V. Excia exerce, sempre preocupado matérias relevantes, causas justas e nobres.
Cordialmente.
João Rossi Neto – Aposentado do BB/PREVI – matrícula 4.986.560-9 e do INSS – Goiânia (GO) 

Resposta da Assessoria do Senador Paulo Paim

Mensagem original
De: Sen. Paulo Paim < PPAIM@senado.gov.br >
Para: João Rossi Neto < jrossineto1@uol.com.br >
Assunto: RES: Projeto de Lei "SOS APOSENTADORIA".
Enviada: 26/07/2013 09:48
Senhor João,

Registramos seu contato.
O PLS 20/13 que "Dispõe sobre a política de valorização dos benefícios da previdência social" foi aprovado na  CAS - Comissão de Assuntos Sociais e estava tramitando na CAE - Comissão de Assuntos Econômicos. Entretanto, foi aprovado requerimento para que a matéria fosse apensado ao PLS 244/13.
Agora, as matérias vão ao exame das Comissões de Assuntos Sociais; e de Assuntos Econômicos.
No momento, está na CAS aguardando relatório do Senador Paulo Davin.
Atenciosamente, com as cordiais saudações do Senador Paulo Paim,
 
Mª Aparecida Santos
Assessoria de Demandas

Delenda Cartago - O nosso foco inclui o PLS 244/13 - Passará na Comissão de Assuntos Econômicos? Capricha Senador Paulo Davin!

TETO NA PREVI: BB DIZ PARA DEIXAR COMO ESTÁ

Teto de Contribuição e Benefícios de Dirigentes 
Estatutários do BB

A Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) emitiu, em 5/6/2013, o ofício 113/2013/DIFIS/PREVIC, recebido na Previ em 10/6/13, em que determina as medidas para regularização de pendência que se arrasta desde abril de 2008, quando o Banco do Brasil alterou a forma de remuneração dos seus altos executivos (Presidente, Vice-Presidentes e Diretores), os quais passaram à condição de estatutários, recebendo à base de honorários em vez de salários.
A partir da referida alteração, houve a incorporação indevida de diversas verbas como gratificação natalina, licença-prêmio, auxílio-refeição, cesta-alimentação, adicional de férias, abono assiduidade, etc.
A incorporação de tais verbas no salário de participação dos referidos administradores provocaria distorções (elevações) nos seus benefícios, em flagrante prejuízo aos demais participantes, que não têm esses valores incluídos nos cálculos de suas aposentadorias, conforme artigo 28 do Regulamento, além de um possível desequilíbrio atuarial do Plano de Benefícios 1.
A fim de inibir tal situação, o próprio Banco propôs, em 2008, o estabelecimento de um teto de contribuição e benefícios equivalente ao NRF Especial, o maior salário de carreira do BB, processo esse que foi aprovado em todas as instâncias do patrocinador, Previ e órgãos governamentais. A pedido do Banco do Brasil, em março de 2010, a proposta foi sustada, quando já estava em fase final de tramitação na Previc e já havia sido considerada apta à aprovação.
Ao assumir o cargo de Conselheira Deliberativa da Previ, em junho de 2010, tomei conhecimento dessa irregularidade e, desde aquela época, tenho lutado pela implantação do teto, de acordo com o que fora estabelecido em 2008, ou seja, o NRF Especial, de forma que não haja, no cálculo das aposentadorias de um determinado grupo, tratamento diferenciado em relação aos demais participantes, e, também, seja eliminada a possibilidade de recebimento de altos benefícios que possam colocar em risco o equilíbrio do Plano.
Preocupa-me, ainda, o fato de que mais de cem dirigentes que se aposentaram nesse período tiveram essas verbas computadas (empilhadas) em suas aposentadorias, situação que continuará a acontecer caso não haja uma solução imediata para o problema.
A fim de obter maior detalhamento das orientações constantes do ofício Previc 2113/2013, participei de reunião em Brasília, com o Superintendente Sr. José Maria Rabelo, em que ficou clara a determinação daquela Autarquia para o “desempilhamento” das verbas incorporadas, e que o assunto estava concluído definitivamente a nível do órgão fiscalizador. O prazo concedido de sessenta dias para a Previ implementar as medidas é improrrogável. Será extinto, portanto, em 10/8/13.
Considerando a urgência no cumprimento de determinação da Previc, o assunto foi pautado pelos conselheiros eleitos para reunião de 19/7/13, quando tivemos conhecimento de que a Diretoria Executiva da Previ solicitou ao BB as informações necessárias ao cumprimento do Ofício Previc, particularmente, no que diz respeito à remuneração dos dirigentes estatutários alcançados pela incorporação das citadas verbas a serem excluídas do salário de participação.
Tendo em vista que o BB em sua resposta alega que não há irregularidades e que as medidas que adotou em 2008, em relação aos seus altos executivos, estão em conformidade com as normas e legislação pertinentes, a Previ reencaminhou o assunto à Previc, solicitando o posicionamento dessa Autarquia.
Diante de tais procedimentos, os conselheiros eleitos entregaram carta ao presidente do Conselho Deliberativo, solicitando realização de reunião extraordinária para 29/7/13, com vistas a tratar exclusivamente desse tema, já que o prazo concedido pela Previc expira-se em 10/8/13. Até 23/7/13 não houve resposta a nossa solicitação.
Face a esses fatos, quero reiterar meu compromisso com os participantes e assistidos do nosso Fundo de Pensão lutando pela imediata regularização das distorções e a implantação do teto, conforme decisão do Conselho Deliberativo em 2008.

Célia Larichia
Vice-presidente de Finanças da AAFBB
Conselheira deliberativa da Previ



sábado, 27 de julho de 2013

MATÉRIA NA REVISTA PREVI - AÇÕES JUDICIAIS

     Nossa gloriosa Previ, sob influência do BB, tenta intimidar os postulantes de ações judiciais, mediante argumentações nada convincentes.
     A ação que mais incomoda a Previ é a chamada RMI ou Renda Mensal Inicial, que é aquela que preceitua que o empregado, ao se aposentar, deve ter como base de cálculo da aposentadoria o Estatuto regente na ocasião de sua entrada no Banco; não pelo Estatuto em vigor na sua saída do Banco.
Tivemos três Estatutos na existência da Previ, falando do Plano de Benefícios nº1. O primeiro, inicial na fundação do Fundo em 1967, ratificado em 1972; o segundo formulado em 03.03.1980; e o último em 1997 quando houve a criação da Parcela Previ.
     Por diversas vezes, por pertencer a associações que tinham e mantêm a referida ação, o sr. Marcel, quando me encontrava, dizia que nós estávamos dando um tiro no pé, porque na sua avaliação, os cálculos daquelas pessoas já sentenciadas, os valores diminuíram. Dizia, ainda, que os estatutos subsequentes eram mais favoráveis ao empregado.
Sobre esta última afirmação, numa das audiências em que participou a atual vice-presidente da ANAPLAB, Jane Torres de Melo, o meritíssimo juiz respondendo a essa argumentação do advogado da Previ, deixou claro que nunca tinha visto um Estatuto ser elaborado posteriormente para beneficiar o empregado, somente para prejudicar, e se alguém lhe provasse o contrário abandonaria seus dezesseis anos de toga.
     Portanto, deduz-se que a Previ alerta, mas nada prova, alegando sigilo de justiça. Fazer um cálculo inicial é possível. Temos um estudo analisado e explicado pelo Desembargador do 5º TRT da Bahia, Carlos Brandão, em arquivo de formato pdf que posso encaminhar por e-mail a quem me solicitar. (azarizanella@gmail.com)
     Abaixo transcrevo parte das considerações sobre o assunto RMI feitas pelo renomado advogado de São Paulo, Dr. Luiz Marchetti Filho, do Escritório Rauber, Marchetti e Advogados. Foi publicado nos comentários da postagem "Não deixem que lhes roubem a esperança" no blog do Medeiros, comentário feito pelo colega Carlos Gaspari, aposentado de São Paulo:

 "O que percebemos pela leitura da matéria da revista em referência é que a PREVI faz duras críticas aos participantes que estão ajuizando ações visando à revisão dos benefícios, sob o fundamento de que o dinheiro que ela utiliza para efetuar o pagamento das demandas judiciais acaba refletindo nos benefícios/contribuições de todos os participantes/beneficiários que ingressaram ou não com ações.

Pois bem. Se a PREVI reclama que está arcando com milhões para pagar as ações judiciais é porque os requerentes, talvez, tenham mesmo razão.

Quanto à hipótese levantada a respeito do cálculo final com base no estatuto de 1967 ser menor ao que o participante/beneficiário recebe, esta é uma das teses de defesa que a PREVI e do Banco do Brasil têm utilizado para intimidar o demandante. No entanto, notem que eles levantam essa hipótese, mas não citam um único caso onde o benefício pleiteado na justiça foi inferior ao calculado com base no estatuto de 1997. Ora, se a remuneração dos benefícios está acima do efetivamente devido, por que, então, não houve a retificação de todos até o presente momento?

Em relação aos casos em execução em Brasília (TRT/10ª Região) já existem processos sobre a mesma matéria, em fase final de execução, onde não houve prejuízo ao participante/beneficiário, muito pelo contrário."

quinta-feira, 25 de julho de 2013

TAXAS ABSURDAS E DESNECESSÁRIAS

     Nem o BB,que é um banco comercial, cobra de seus clientes a taxa de administração, mas a Previ cobra de nós que utilizamos o ES. E por que a Previ age assim? Puro maquiavelismo*.

Valor empréstimo120.000,00
Empréstimos simples a liquidar118.627,32-
Taxa de administração240,00-
IOF25,76-
Valor a ser creditado*1.106,92
Verbas PAS a liquidar pelo BB180,55-
Valor líquido926,37
Qtde. de prestações108
Valor das prestações1.774,08
Valor da taxa nominal de juros5,00% a.a
Valor da taxa nominal de FQM1,30% a.a
Valor da taxa nominal de FL0,00% a.a
Prazo(meses)108
Data prevista para crédito06/08/2013
Data 1ª prestação20/09/2013

     O diretor de seguridade, área sob a qual está subordinado o ES, nominado Marcel Juviniano Barros, é de uma incompetência a toda prova. Em primeiro lugar, sua formação é História, de onde conhece muito bem o italiano Maquiavel. No entanto, desconhece as ciências exatas como a Matemática. Se conhecesse, saberia que os 5% a.a. cobrados de juros no ES, já garantem o atuarial, aliás, decisão do CNPC. Então para que cobrar mais 0,2% como "taxa" de administração? De quem é o dinheiro administrado e para quem é administrado? O dinheiro é nosso e está sendo "administrado" para nós. Mas, espere aí! Será que o astuto diretor pensa que o dinheiro é nosso, porém como somos todos uns otários, nos cobram a taxa com a maior naturalidade?
Disse no início da desastrada fórmula 170 que o prazo iria estar também em meses. Está em meses, com o detalhe que nunca representam meses, senão ANO COMPLETO. Deve pensar: "são uns bobos mesmo, nem vão notar!"
E as promessas de campanha, todas escritas, não cumpridas, não seriam motivo para impedimento no cargo deste diretorzinho de meia tigela?
Reportagem da Revista Previ menciona o tal diretor falando sobre as 90 mil ações judiciais em curso contra a Previ, "alertando" sobre o mutualismo (uma ação contra o fundo é uma ação contra si próprio). Ora, e onde o senhor estava que não defendeu o mutualismo no Renda Certa? Nos bilhões doados ao BB pela resolução 26? Na falta de teto para aposentadoria dos privilegiados do BB? Na delicada questão das pensionistas que só recebem 60%? Na insana aplicação em renda variável e nos investimentos duvidosos como Costão de Sauípe, trem-bala, etc.?
     No meu tribunal toda esta diretoria já tinha recebido cartão vermelho, com um adendo: sem volta. Como diz a representante da Anaplab para o estado de Goiás, Rosalina de Souza: "desta diretoria eleita eu só espero o fim do mandato."

(*) Comportamento de quem alcança seus
             objetivos por meio de astúcias e trapaças.

CONVITE À FAABB

     Enviei através do site www.faabb.com.br
convite à presidente Isa Musa de Noronha, nossa mãe e mestra, incansável defensora, nos termos abaixo:

Como sugestão, encaminho proposta de Encontro com os eleitos da Previ, os diretores Vitor Paulo, Paulo Assunção e Marcel Barros, em local que pode ser a própria sede da Previ ou na AABB de Xerém-RJ. 
A razão é cobrança por soluções pertinentes de interesse de todos os assistidos do PB1. Deveria contar, além desta Confederação, de pessoas questionadoras, presidentes de associações ou não, como os colegas José Bernardo Medeiros Neto (Aafbb-RS), Nereu João Lagos da Aafbb-PR, do colega Antonio José Carvalho e outros colegas como o Ruy Brito, Pontes, Leopoldina Corrêa, e demais conhecidos e sabidos de grande capacidade inquisitória, na tentativa de mudar a maneira de ação dos diretores eleitos, porque nossos interesses são antagônicos aos interesses dos demais diretores nomeados.
Seria uma ótima chance de demonstrar a eles que estamos vigilantes e fazendo cobranças.
Respeitosamente,

Ari Zanella - Presidente da Anaplab

     Há outros nomes tão notáveis quanto aos citados na petição, que podem ser convocados 
pela Isa Musa cujos olhos são bem mais aguçados do que os meus.
     Foi uma sugestão enviada por colega Anônimo feita na postagem precedente:

Anônimo disse...Prof. Ari ,na qualidade de Diretor de associação conjuntamente com o Dr.Medeiros e outros notáveis dos Blogs não seria adequado nesse momento de protestos e atitudes da população ( como o dos colegas do Aerus ), os senhores marcarem uma reunião com os diretores da previ para tratarem de assuntos urgentes , penso que a diretoria eleita pelos assistidos tem que dispor de agenda para atender os assistidos ou quem os represente , e assim seria colocado diretamente em reunião de trabalho todas as demandas que os assistidos vem debatendo nesses foruns de discussão , seria uma atitude democrática e de direito,eles,os diretores,receberem os senhores , que são dignos representantes também . Ter acesso a esses diretores eleitos por voto somente 1 ou 2 vezes por ano em encontros gerais é muito pouco para quem gere interesses tão profundos nas nossas vidas. fica aqui a sugestão .

     Se não tiramos o máximo proveito em manifestações nas ruas, quer por temor ou timidez,  sejamos práticos e tentemos nestas espécies de "conciliações" diretas, sem intermediações de terceiros.
     Oremos por bons resultados.

Delenda Cartago - Vamos colocar claramente
nossas cartas na mesa.

terça-feira, 23 de julho de 2013

DE SEGUNDA A SEXTA

     Recebi comentário pertinente sobre o dia de protesto em frente à Previ, destacando que jamais poderá ser em dia de feriado, sábado ou domingo, no que concordo sem restrições. Não publiquei porque fomos taxados de "ridículos", em tom de ironia e gozação, e não admito ilações contra quem quer que seja do nosso grupo.
     Deve haver protestos no dia 7/9, em conjunto com os demais brasileiros que se dedicarão às manifestações, em todas as cidades brasileiras, sem viés político-partidário de qualquer espécie. É preciso cuidar dos infiltrados, teleguiados para prejudicar os manifestos.
     No Mourisco, devemos escolher uma data em que a Previ esteja operando normalmente: de segunda até sexta-feira. Aposentado não trabalha, então, qualquer dia é dia. Vamos que vamos.
     Outro assunto foi-me dirigido por pessoa de nossa comunidade do PB1. Diz sobre CDC e renegociação com o BB. O Banco costuma ser irredutível em baixar juros e melhorar as condições, com exceção de quem é possuidor de imóvel residencial. Eis o relato:

"No inicio do bom para todos, fui tentar diminuir os juros do meu CDC. Incrivelmente não havia modalidade possível. Sabe o que eu fiz? mandei um e-mail à presidência do BB. Antes já havia tentado a super, agência, etc. Pois, para minha surpresa, recebi um telefonema gentil da Super me dizendo que se eu tivesse um imóvel recorresse ao crédito imobiliário. Avisaram, inclusive, a agência e eu só tive que tirar as certidões do imóvel e o caminho é este. em um ano você consegue pagar 1/3 do principal com uma prestação bem menor, e o principal vai caindo mês a mês."

Delenda Cartago: ainda não conseguimos lograr êxitos em nossos pleitos ou demandas!

segunda-feira, 22 de julho de 2013

O JOGO NOS BASTIDORES


Brasil Econômico (22/07/2013)
Fundos: Manobra contábil fere a reputação da Petrobras



Em um cenário de estagnação econômica e desconfiança dos investidores quanto à retomada do crescimento, o governo brasileiro vem se esmerando na técnica da “contabilidade criativa” para fechar suas contas.

Em 2012, a meta de superávit primário só foi alcançada porque as autoridades abateram da meta fiscal R$ 39,3 bilhões do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), além de antecipar o recebimento de dividendos de estatais e do BNDES e utilizar recursos do Fundo Soberano do Brasil (FSB) que deveriam servir para emergências em épocas de crise.

Ao todo, foram mais de R$ 40 bilhões só em artifícios contábeis. A mesma estratégia vem sendo adotada pela Petrobras, que promoveu alterações na forma de contabilizar sua dívida exposta à variação cambial para melhorar o resultado do segundo trimestre deste ano.

A estatal tirou do balanço deste período os efeitos da variação do dólar, o que deve representar um ganho de R$ 7 bilhões, além de reduzir sua exposição ao câmbio em cerca de R$ 70 bilhões e aumentar a distribuição de dividendos aos acionistas, dos quais o principal é a União.

A contabilidade criativa compromete a reputação da Petrobras e afasta ainda mais os investidores, sobretudo em um ambiente de incertezas cada vez maiores sobre o desempenho da economia brasileira. 
Como se não bastasse tamanha irresponsabilidade, tal artifício desmoraliza as instituições da República e causa uma crise de confiança, além de representar um autoengano do governo que, na verdade, leva ao engano generalizado e prejudica toda a população brasileira. 

A dilapidação da Petrobras se acentuou a partir da gestão temerária de seu ex-presidente, o petista José Sérgio Gabrielli, que contou com o apoio do governo Lula para transformar a empresa em um reduto dos interesses políticos mais rasteiros.

A companhia perdeu 40% do valor de mercado entre 2010 e 2013, caindo da segunda para a quarta posição na lista das maiores empresas de gás e petróleo das Américas. O lucro líquido da Petrobras em 2012 caiu 36% em relação ao ano anterior, o pior resultado desde 2004. Na Bolsa de Valores, a estatal perdeu US$ 32 bilhões em valor de mercado.

O malabarismo fiscal, cujo mentor seria o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, também foi adotado em outras áreas do governo, como na transferência para instituições financeiras estatais de bilhões arrecadados no lançamento de títulos do Tesouro, que retornam na forma de pagamentos de "dividendos" para maquiar o superávit primário. No ano passado, o BNDES teve um lucro de R$ 8,1 bilhões e remeteu R$ 12,9 bilhões em dividendos.

O mesmo aconteceu com a Caixa Econômica Federal, com R$ 6,4 bilhões lucrados para dividendos de R$ 7,7 bilhões. Mas o preço pago pelas instituições é elevado: segundo o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas, o BNDES perdeu 38% de seu patrimônio entre março de 2011 e março de 2012.

Acostumado à falácia da propaganda, que nos últimos dez anos vendeu uma realidade fantasiosa da economia brasileira, o governo distorce dados fiscais para sustentar seu castelo de areia. Se o PT não se preocupa mais com a própria reputação, que ao menos tenha dignidade para preservar a credibilidade das estatais e do país.

( retirado do site da Anapar : www.anapar.com.br 
  com a colaboração de Luiz F. G. Faraco )

domingo, 21 de julho de 2013

SALTO RIMA COM ASSALTO

     Mensagem subliminar é aquela que não pode ser captada diretamente pelos sentidos (visão e audição), mas que se aloja no subconsciente que possui capacidade muito maior de armazenamento, podendo sutilmente influenciar mudanças de comportamento. Neste vídeo, há um claro exemplo de propaganda subliminar:

http://www.youtube.com/watch?v=3gXE5gtzDi4


     Nela estão contidas várias premissas de um projeto, que foi rejeitado no governo Lula, porém algumas delas estão sendo utilizadas na prática pelo atual governo. De novo, professor? Lá vem o senhor malhar a esquerda? De antemão, respondo que não tenho preferências políticas. Então devia deixá-las de lado? Absolutamente não! Sou governado pela política, sou influenciado diretamente por ela
 na vida pessoal. E assim acontece com toda a sociedade.

      O vídeo faz referência a um novo decreto sobre os direitos humanos, que estava sendo cogitado no governo Lula, estabelecendo censura aos meios de comunicação, atenta contra o direito de propriedade, e contra a liberdade religiosa. Deixa claro que o PT tem adoração ao socialismo soviético e sonha em implantá-lo no continente sul-americano. Já notaram que a letra "P" se assemelha a uma foice e o "T" a um martelo? O PT quer manter o controle de tudo, por isso é tão contra às privatizações. Lembram que Lula quis (e controlou!) a Cia Vale do Rio Doce, mesmo já estando ela privatizada? Utilizou-se da Previ para fazê-lo. E já perceberam que o governo controla totalmente a Previ? Se eu estiver mentindo, por favor, me corrijam.
     Deste decreto sobre os direitos humanos, felizmente rejeitado pelos próprios governistas, algumas partes estão sendo aplicadas pelo atual governo. Por exemplo, a comissão da verdade.
Os sectários petistas vivem alegando que existe o tal do PIG - Partido da Imprensa Golpista. Espalham isso, para disseminar suas ideias retrógradas. Não temos oposição no Brasil. Estamos, na prática, já num estado totalitário. A política se sobrepõe às questões econômicas. Por que, em vez da Venezuela, não trazer o Chile para o Mercosul?
     Com leis e decretos totalitários o governo petista está abrindo caminhos para um regime socialista.  O que é a Resolução 26 senão um decreto de assalto aos direitos dos aposentados da Previ e outros fundos de pensão? O que é a Resolução 11 do CNPC sobre a retirada de patrocínio? O que foi a criação da PREVIC criada para dar empregos aos partidos aliados e paga com o nosso dinheiro (dos fundos de pensão)?
     Não há dúvidas, meus amigos e minhas caras amigas, que o famoso "salto" para o desenvolvimento alardeado na propaganda do vídeo, rima muito com "assalto" aos cofres do fundos que se encontram em situação mais vantajosa que a maioria. Atrevo-me a perguntar ao Alsione Gomes Oliveira Filho, meu conterrâneo, já domesticado ao regime, aliás, intrépido defensor, estaria este humilde professor certo ou errado? 
Estava me esquecendo que o decreto previa que as invasões, depois de acontecidas, não poderiam mais ter reintegração judicial de posse. O proprietário que se lixe! 

sábado, 20 de julho de 2013

CHOQUE DE ADMINISTRAÇÃO

     A Previ precisa de intervenção já, por gestão temerária, e ser recolocada nos trilhos urgentemente.
     É evidente o despreparo da atual diretoria, de cunho predominantemente político em detrimento ao técnico. Agora mesmo, consta do site da Entidade abertura de seleção para "assistente técnico". Deve ser isto que estava faltando, com certeza.
     As providências necessárias são: 

1. Administração específica do Plano Um, 
    separando-o do Previ Futuro.

2. Retorno, incontinenti, dos funcionários                 cedidos pelo BB à Previ. São desnecessários
    600 funcionários no Fundo.

3. Aproveitamento de aposentados de largo
    cabedal de conhecimentos, como extensão 
    a um quadro enxuto e adequado ao Fundo.

4. Supressão imediata dos atuais dirigentes e
    fim das indicações políticas.

5. Todos os cargos remunerados no conselho
     de gestão das empresas participadas não 
     serão mais ocupados, todavia a 
     remuneração deles provenientes seriam
     contabilizadas na Previ para melhoria do
    plano.

6. Contratação de empresas de mercado,
    especialistas em mercado de ações,sob 
    contrato de risco, e a consequente retirada
    da BB-DTVM que sequer as próprias ações
    do BB conseguem bem administrar.

7. Deixar de cumprir normas ilegais que vêm
    do poder Executivo, contrárias às leis 
    estabelecidas. No caso do BET, ele deve ser
    simplesmente incorporado.
     
     Outros pontos serão definidos em detalhes
quando o corpo social estiver gerindo,
de fato e de direito, o que lhe pertence.

Delenda Cartago - Dia 7 de setembro é 
a minha, a sua, a nossa grande chance
de reivindicar o acima exposto!!!
Participe!!!

sexta-feira, 19 de julho de 2013

FINGIR QUE SE MUDA

      A Câmara dos deputados resolveu "melhorar" o projeto aprovado no Senado que caracteriza a corrupção como crime hediondo.
Resolveram incluir todo mundo, não somente os políticos.
"Tem de ser uma norma geral, que valha para políticos, deputados, senadores, servidores públicos, membros do Ministério Público, juízes, para todos", José Guimarães, líder do PT na Câmara.

     Nossos políticos sempre dão um jeito de driblar as leis que lhes são danosas. Já não basta a imunidade parlamentar. O governo pode até estar querendo mudar, mas as duas casas legislativas não estão nem um pouquinho interessadas. Todavia, deve vir mais pressão popular em menos de dois meses. Para o dia 7 de setembro, pretende-se colocar o maior número de pessoas nas ruas, desde a criação do mundo. Pode ser que assim os políticos finalmente entendam que mudar é preciso.

     E o que dizer deste cartaz? Não sei da veracidade desta PEC, mas de uma coisa todos concordamos: é isso que a população quer.



quinta-feira, 18 de julho de 2013

O CREDOR NÃO AJUDA

BANCO DO BRASIL S.A
 
Diretoria de Empréstimos e Financiamentos - DIEMP
diemp@bb.com.br
 
Brasília - DISTRITO FEDERAL
 
 
Senhor Diretor
 
 
REFORMULAÇÃO DE DÍVIDAS - Porque o assunto aqui tratado não se situa na alçada de decisão da agência de meu relacionamento, respeitosamente me dirijo a essa Direção Geral. Esgotaram-se as tratativas no âmbito local. 
 
2.  Inicialmente, permito-me expor um brevíssimo histórico de meu vínculo com o Banco. Sou aposentado desde 1991, atualmente sob a condição de assistido da PREVI e fiel cliente desde minha posse em dez/1966, sem qualquer inadimplência ao longo desses 46 anos.   
 
3.  Procurando ser o mais objetivo possível, apresso-me a expor as razões desta carta.
 
4.  Embora o passado religiosamente adimplente, pressinto iminentes dificuldades batendo às minhas portas, temo que os esforços atuais não sejam suficientes para prevenir o descontrole de minha capacidade de pagamento. Estrangulam-me os compromissos a que sou obrigado honrar mensalmente.  
 
5.  Por essa razão, algumas providências a meu cargo, e que abaixo relaciono, foram há alguns dias adotadas. São elas:
 
a)  possuia três seguros Ourovida, agora somente dois, um foi cancelado há menos de uma semana, no dia 15/05/2013, após 32 anos de vigência, o mais caro deles com prêmio no valor de R$ 601,38;
 
b)  um plano saúde CASSI Família sob minha responsabilidade desde 1999, tendo como beneficiária uma de minhas filhas, no valor de R$ 263,52, já foi solicitado à CASSI que passe a emitir o respectivo boleto em nome dela e cancele o débito automático em minha conta corrente;
 
c)  o pagamento do seguro da CAPEC que mantenho na PREVI desde minha posse em 1966, no valor de R$ 222,48, ficará sob a responsabilidade de minhas três filhas, devidamente inscritas como beneficiárias.
 
6.  De minha parte, diretamente relativas ao Banco e à minha conta corrente, são as providências que adotei a meu cargo e alcance, todas com vistas a me ver com fôlego para suportar os próximos meses. 
 
7.  Outras medidas de contenção de despesas estou tomando em relação às obrigações familiares. Acredito desnecessário discriminá-las.
 
8.  Abaixo, busco ilustrar a minha situação atual no banco.
 
9.  Afora cheque ouro e cartão de crédito, mantenho atualmente vigentes dois CDC Renovação Funci, quatro BB CRÉDITO BENEFÍCIO e um BB CRÉDITO 13.SALÁRIO, cujas informações, todas extraídas em 15/05/2013 via Internet e na máquina de auto-atendimento, são abaixo especificadas:
 
a)  Modalidade: CDC RENOVAÇÃO - Número do contrato: 761102219 - data do contrato: 02/08/2010 - valor solicitado: R$ 78.062,73 - valor da prestação: R$ 1.680,92 - quantidade de parcelas em ser: 65;
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi de 96 meses. Numa simulação de renegociação realizada em 15/05/2013 no auto-atendimento, este contrato registrou um saldo devedor de R$ 72.263,13, o que evidencia as seguintes condições: 31 meses de prestações pagas no vencimento, representando uma amortização de capital de apenas R$ 5.799,60, frente a um desembolso total, durante 31 meses, de R$ 52.108,52 (31 x 1.680,92 = 52.108,52);
 
b)  Modalidade: CDC RENOVAÇÃO - Número do contrato: 778794520 - data do contrato: 11/07/2011 - valor solicitado: R$ 34.527,27 - valor da prestação: R$ 842,37 - quantidade de parcelas em ser: 77.
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi também de 96 meses. Numa idêntica simulação realizada, este contrato registrou um saldo devedor de R$ 38.090,47, o que evidencia as seguintes condições: 19 meses de prestações pagas no vencimento, representando um desembolso total de R$ 16.005,03 (19 x 842,37 = 16.005,03). Nota-se aqui que o capital sequer foi sensibilizado, antes a dívida está acrescida de R$ 3.563,20, mesmo diante de um desembolso superior a R$ 16.000,00 durante 19 meses;
  
c)  Modalidade: BB CRÉDITO BENEFÍCIO – Quatro contratos – datas dos contratos: diversas entre 2010 e 2011 - valor total solicitado: R$ 7.857,00 – valor total das prestações: R$ 359,16 – Quantidade de parcelas em ser: o de maior quantidade registra 39 parcelas.
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi de 60 meses para todos os contratos. Na simulação realizada, estes quatro contratos registraram um saldo devedor total de R$ 6.663,10. Considerando todas as prestações pagas, o desembolso total é de R$ 10.189,96. Constata-se, pois: montante emprestado de R$ 7.857,00, saldo devedor de R$ 6.663,10, pagamentos já efetuados de R$ 10.189,96 e uma amortização de capital de apenas R$ 1.193,90;  
 
d)  Modalidade: BB CRÉDITO 13.SALÁRIO - Número do contrato: 804004476 - data do contrato: 21/11/2012 - valor solicitado: R$ 2.784,62 - valor da prestação: R$ 3.464,57 - quantidade de parcelas em ser: 01.
OBSERVAÇÃO: Vencimento previsto para 20/11/2013.
 
10. Observa-se, assim, uma situação dramática para um devedor que sempre se manteve em dia com os seus compromissos no banco. Permita-me reprisar a situação, penso que não seria ocioso:
 
-- no primeiro contrato CDC RENOVAÇÃO: empréstimo concedido de R$ 78.062,73, pagamentos realizados R$ 52.108,52, saldo devedor ainda existente R$ 72.263,13, amortização de capital R$ 5.799,60;
 
-- no segundo contrato CDC RENOVAÇÃO: empréstimo concedido de R$ 34.527,27, pagamentos realizados R$ 16.005,03, saldo devedor ainda existente R$ 38.090,47, sem qualquer amortização de capital, antes está acrescido;
 
-- e nos quatro contratos do BB CREDITO BENEFICIO: empréstimos concedidos de R$ 7.857,00, pagamentos realizados R$ 10.189,96, saldo devedor ainda existente R$ 6.663,10, amortização de capital de apenas R$ 1.193,90.
 
11. Resumindo e totalizando todas as informações, entre os anos de 2010 e 2011 tomei emprestado um montante de R$ 120.447,00, já paguei R$ 78.303,51 e ainda tenho um saldo devedor total de R$ 117.016,70, aí não incluído o BB CRÉDITO 13.SALÁRIO.  
 
12. Os números acima deixam caracterizado um forte golpe no meu histórico de fiel cliente adimplente, já que nenhuma nova disponibilidade de crédito me é oferecida ou se me apresenta como perspectiva, enquanto mantida ou mantiver tal condição.
 
13. Quanto aos demais compromissos que tenho no banco, como o cheque ouro e cartão de crédito, não os tenho como de difícil condução, pois estão dentro de minhas possibilidades de pagamento presentes e futuras.
 
14. Gostaria de esclarecer ainda que as condições contidas na linha de crédito “RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS” e disponíveis na máquina de auto-atendimento de forma automática, embora comportando todos os meus demais compromissos no banco, como cheque ouro e cartão de crédito, não atendem aos meus propósitos, pois a simulação -- sempre posição de 15/05/2013 -- exibiu uma prestação de R$ 3.895,53 para um prazo de 49 meses. Em nada fazendo, minhas obrigações mensais e atuais não atingem este montante. 
 
15. Diante do que me foi possível expor, e ainda de um histórico sem qualquer atraso em meus pagamentos, no banco ou em qualquer outro segmento do mercado financeiro/comercial, o quê desejo agora e solicito é uma reformulação do montante de minhas dívidas relativas aos CDC antes discriminados, aí incluído o CDC CRÉDITO 13.SALÁRIO, de modo a equacionar o meu endividamento e reduzir a prestação de R$ 2.882,45 que me é debitada no dia 20 de cada mês.
 

16. Por fim, gostaria de dizer que, precipuamente, minha intenção com esse pedido é honrar meus compromissos mensais no banco, bem como manter o meu histórico de pagamentos sempre nos vencimentos previstos.

BB-RESPONDE

             Já há algum tempo esperava por uma resposta da DG a respeito do meu pedido para equação de minhas dívidas com o banco.

            Ansiava por essa resposta porque pretendia divulgá-la para conhecimento dos colegas que -- imagino eu -- gostariam de saber como anda o comportamento do banco frente ao endividamento dos aposentados.

            Esperava pelo menos um retorno acusando o recebimento de minha mensagem. E aí, decorrido quase 20 dias sem qualquer manifestação, em 07/06 voltei a escrever pedindo notícias e reafirmando meu firme propósito de continuar honrando todos os meus compromissos, mesmo a duras penas. A nova mensagem que enviei à DG foi a seguinte, entre aspas:
  ""Prezados senhores,

      Solicito a gentileza de me informar se essa Diretoria recebeu minha mensagem abaixo, enviada em 19/05/2013.
      A presente informação me é necessária a fim de que possa me orientar e, se for o caso, buscar meios ao meu alcance para a manutenção da normalidade de meus compromissos com o Banco.
      Aproveito para reafirmar meu inabalável propósito no empenho de honrar minhas responsabilidades com o banco, como sempre fiz ao longo dos 46 anos de vínculo na condição de funcionário da ativa até fevereiro/92  e, a partir daí, como aposentado e cliente sempre adimplente.
     Agradeço a atenção que me for dispensada.""

           Mas, pasme, ainda assim, silêncio total por mais uns 30 dias, e somente no início de julho recebi um telefonema da agência daqui da minha cidade me comunicando que meu pedido não tinha como ser atendido, a alternativa que ofereciam era a prevista na máquina de auto-atendimento por meio da opção "RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS" e fim de papo.
          Me espantei com a resposta por dois motivos. 
          Primeiro, um caminho extra-oficial, nenhuma correspondência por escrito, tudo verbal, somente na garganta. No telefonema, perguntei ao colega se havia uma resposta por escrito da DG. Não havia, Brasília simplesmente ligou para agência pedindo que ela, agência, comunicasse a decisão por telefone mesmo ou pessoalmente, se lá eu fosse.
         Segundo, a alternativa que o banco me oferecia tinha sido claramente descartada na minha carta, conforme eu havia exposto no item 14, que abaixo reproduzo entre aspas:
 "14. Gostaria de esclarecer ainda que as condições contidas na linha de crédito “RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS” e disponíveis na máquina de auto-atendimento de forma automática, embora comportando todos os meus demais compromissos no banco, como cheque ouro e cartão de crédito, não atendem aos meus propósitos, pois a simulação -- sempre posição de 15/05/2013 -- exibiu uma prestação de R$ 3.895,53 para um prazo de 49 meses. Em nada fazendo, minhas obrigações mensais e atuais não atingem este montante."
          Resultado: o sufoco continua, "tudo como dantes no quartel de Abrantes".

quarta-feira, 17 de julho de 2013

INCORPORAÇÃO DO BET JÁ, AGORA!

Os balanços contábeis da PREVI, elaborados de conformidade com os ditames legais, devidamente aprovados pelo Conselho Deliberativo, Conselho Fiscal e Auditória Independente dão conta de que os superávits (Reserva Especial), quando existentes e contabilizados, efetivamente, são incorporados em caráter definitivo e irrevogável no Ativo Total da EFPC.
Ao longo dos anos, desde 2001, ano em que foi editada a Lei Complementar 109, até 2008, as várias destinações da Reserva Especial para revisões no Plano 1 foram perenes e incorporam os benefícios, consoante poderá ser comprovado pelo CD da PREVI.
Ressalte-se que esse procedimento é legítimo, inquestionável e previsto no artigo 20 da LC 109/2001, tanto que o patrocinador e os órgãos fiscalizadores e governamentais (Planejamento, Fazenda e ex-SPC) aprovaram tudo sem a mínima contestação e a única lei que fato e de direito disciplina a Previdência Complementar (LC 109/2001) foi aceita e respeitada, de forma mansa e pacífica.
A propósito, a saúde financeira do Fundo de Pensão não sofreu sequer ameaças de desequilíbrio em face dessa sistemática e suportou folgadamente os reajustes e, ao contrário, como o período foi favorável nas Bolsas de Valores, sem crises financeiras mundiais, o patrimônio cresceu vertiginosamente, suplantando, hoje, a cifra dos R$160 bilhões.
Nós reconhecemos que no caso da Reserva de Contingência, o legislador foi flexível e deixou o encargo da fixação do percentual de até 25% da Reserva Matemática para a PREVIC, mesmo porque não tem lógica usar a lei para estabelecer pequenos detalhes, já que essa cuida de situações macro.
Tanto que o Projeto de Lei do Berzoini para reduzir a RC para 15% era uma idiotice sem precedentes e ele acabou retirando-o para não servir de chacota. Depois do “Cura Gay”, só falta aparecer alguém querendo revogar, por decreto, a “Lei da Gravidade”.
Agora, no que refere à determinação inserida no artigo 24 da Resolução 26/2008, de fixar benefícios especiais temporários (BET) na parte da Reserva Especial que nos cabe é uma aberração jurídica não prevista no artigo 20 da LC 109/2001.  A Resolução não têm poderes para criar DIREITOS E DEVERES fora do texto legal, de sorte que o CD da PREVI não é obrigado a cumprir essa exigência, visto que é totalmente ilegal.
Sem querer fazer qualquer ilação, porque a situação não se enquadra perfeitamente, mas guardadas as proporções, as pessoas jurídicas capitalistas, que disputam palmo a palmo espaço no mercado e voltadas para o lucro, distribuem parte dos seus superávits (lucros) em forma de dividendos e uma vez pagos, encerra-se a questão e os acionistas recebem a justa fatia.
Na PREVI, inobstante ser uma instituição sem fins lucrativos, o rito é praticamente o mesmo, com a diferença de que os superávits não são denominados de “lucros”, mas de sobras técnicas e, obviamente, também temos o direito de receber o que é nosso (artigo 20 da LC 109/2001) e essa verba passa a fazer parte integrante dos proventos.
Ao estabelecer o BET a PREVIC nos pune duplamente, primeiro porque em caso de resultado deficitário define no artigo 18 da Resolução que os pagamentos do BET serão interrompidos e no artigo 29 da mesma resolução reforça que os participantes e assistidos serão convocados, junto com o patrocinador, para equacionar o déficit.
Há também no artigo 21 da LC 109/2001 a obrigatoriamente de que, numa situação deficitária, os associados e patrocinador serão chamados para pagar a conta. Então, é de uma incoerência abissal a deliberação de criar Benefícios Especiais Temporários, quando de uma maneira ou de outra, no caso de déficit teremos de arcar com os prejuízos.
Demais disso, a PREVIC não tem alçada e tampouco poderes para exigir que a Reserva Especial tenha destinação temporária, posto que isto não consta da LC 109/2001 e a PREVI não tem obrigação e nem precisa acatar esse procedimento irregular (artigo 5º, inciso II da CF/88).
Enquanto estiver em vigor a Resolução 26/2008, somos obrigados a engolir a “Reversão de Valores”, no entanto, entendendo que, salvo melhor juízo, o BET pode e deve ser incorporado aos nossos benefícios, agora e já, por determinação do Conselho Deliberativo da PREVI que tem respaldo legal (artigo 5º, inciso II da CF/88) para não cumprir a diretriz traçada no artigo 24 da Resolução 26/2008, sabidamente ilegal e irregular.
Pelo exposto, ficou patente que é pura lorota essa história de que é preciso existir superávits suficientes para a incorporação do BET. O importante é que o patrimônio da EFPC e fluxo de caixa asseguram o pagamento dos compromissos sem abalar os alicerces da PREVI, conforme ocorreu no passado, na quitação do reajuste de 31% pelo IGP-DI.

De resto, sugiro que o Diretor Marcel (Diseg) tome a providência que lhe compete, no sentido de ser portador da presente reivindicação ao Conselho Deliberativo da PREVI e que defenda a imediata incorporação do BET, sem resvalar para recorrente desculpa deslavada da existência prévia de Reserva Especial para acobertar o pleito.

( Texto de João Rossi Neto )

terça-feira, 16 de julho de 2013

PRÓXIMOS LANCES

    Passos iniciais, novos caminhos abertos, estamos saindo do conforto para entrar em campo e lutar por aquilo que nos é sagrado: nossos direitos.
    Faz-se necessário conhecer bem as estratégias de ataque e defesa. Há momentos em que o silêncio vale mais que mil palavras. Tenhamos consciência que estamos lidando com o poder, num estado de direito, onde o executivo é plenamente soberano. Em outras palavras, é muito difícil mudar políticas governamentais, quando o governo tem uma sólida base aliada.
     Os projetos que nos devolvem direitos usurpados continuam tramitando com obstruções. O PDS 275/2012, do Senador Paulo Bauer, poderia fluir mais célere, entretanto, manobras regimentais o fazem girar, girar, e continuar no mesmo lugar. Para ter-se uma ideia da demora destes trâmites, existe um Projeto de Lei nº 4.434/2008 que recompõe o poder aquisitivo dos aposentados do INSS, uma espécie de revisão inicial desde quando nos aposentamos. Já está cinco anos em debate. E se chegar a ser aprovado, teremos mais briga com a Previ, pela política adotada pelo Marcel de ficar na Previ eventuais ganhos no INSS.

DESMENTIDO OFICIAL

A ANAPLAB torna público que seus atuais diretores não mantêm quaisquer vínculos associativos com a associação da qual se desmembraram no passado. O cancelamento do débito automático é prova suficiente de quebra de vínculo e consequente retirada. A propalada continuidade serve apenas como propaganda enganosa de quem, no último pleito havido no seio daquela associação, tinha entre suas propostas nos ítens 3 e 8 alugar uma sede no centro de Curitiba e publicar os balanços da associação, até agora não implementados.
Não estamos preocupados com o número de associados, pois o dinheiro arrecadado na ANAPLAB se destina, exclusivamente, aos fins propostos no estatuto. Lamentamos esta conduta apelativa da parte de nosso rival, em vez de promover uma verdadeira integração, enxugando o que na prática não mais existe, fica se valendo de números fictícios para a autopromoção.
"Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade" , esta frase dita pelo ministro da propaganda de Hitler, na Alemanha nazista, Joseph Goebbels, pode ser usada para expressar os meios que o antagonista usa para disseminar suas inverdades.

segunda-feira, 15 de julho de 2013

EU QUERO SEMPRE MAIS

     Conta com expressiva participação no facebook o grupo "Previ Blogues afins" que já com 150 membros, criado que foi na última sexta-feira, dia 12. Nele houve uma discussão sadia com o nosso dileto Alsione Gomes Oliveira Filho, aqui de Joinville, a quem muito prezo e considero, sobre o verdadeiro papel da Anabb. Aliás, tal debate foi gerado porque eu fizera uma apologia da nossa ANAPLAB e a nossa estimada Lena comentou ser a única Associação que nos respeita. Entendi o posicionamento da Lena, porque na Anaplab todos têm tratamento "vip", ou seja, não deixamos ninguém sem resposta, às vezes, até, de imediato.
     Inobstante, o nosso Alsione fez a defesa da Anabb, como não poderia deixar de ser, afinal, ele é diretor regional da Anabb para Joinville e região. Somente rebati que a Anabb poderia fazer mais, pois parece um gigante adormecido.
Citei aquele conhecido ditado "Se o cavalo soubesse a força que tem, ninguém montava nele." Ora, se a Anabb soubesse a força que tem (100 mil sócios) todas as nossas feridas já estariam curadas.
     Se você ainda não entrou no grupo, entre! Seja bem-vindo! Os debates sempre serão salutares. Educadamente, sem agressões, vamos atingindo nossos objetivos colimados.

Delenda Cartago - A resolução 26 precisa cair!


domingo, 14 de julho de 2013

PLP 161/2012 OS PRÓS E OS CONTRAS

      Toma corpo nas redes sociais as manifestações a favor e contra o PLP 161/2012 do deputado federal Ricardo Berzoini (PT-SP). 
O apoio vem dos eleitos da Previ (Marcel, 
Paulo e Vitor) alegando ser mais 
"democrático" e conta, inclusive, com 
abaixo-assinado promovido pela Anabb; 
já os contrários alertam para uma "linda 
cereja sobre um bolo podre."
  

SOBRE O PROJETO 161/2012  DEP BERZOINI

Enviado por: "isamusaprevi" isamusa@uol.com.br   isamusaprevi

Sex, 12 de Jul de 2013 10:18 am


Por ocasião da Audiência Pública, na Câmara, levamos ao Deputado Berzoini e ao Deputado Relator, Rogério Carvalho, as sugestões de 
alteração do Projeto 161/2012, formuladas pelo Ruy Brito. 
Veja no link abaixo. Em linhas gerais 
o Projeto tem aspectos positivos que valem 
nosso apoio. Por outro, há cascas de bananas que tentamos argumentar com os Deputados 
para que sejam retiradas.

Ao entregar o documento aos Deputados, condicionamos nosso apoio ao acatamento 
de nossas sugestões. Quando sair o Relatório 
do Deputado Relator, Rogério Carvalho
iremos verificar o que ele aproveitou de 
nossas sugestões e então será o momento 
de decidir se apoiamos ou bombardeamos 
o Projeto
Há maneiras de se fazer isso. Uma delas é 
pedindo a outro Deputado da Comissão 
que peça vista do projeto e isso, além de 
retardar o andamento dele, nos dá 
oportunidade de insistir nas alterações que acreditamos pertinentes.

Veja em:

http://faabb.com.br/plp-161_2012-deput-berzoini/

Grata

Isa Musa 

     Eu cheguei  a  dar  meu  apoio  ao 
abaixo-assinado da Anabb, notadamente 
pelo referido Projeto estar sob análise do 
colega Ruy Brito, a quem considero apto e competente na matéria, todavia, diante 
dos alertas da própria Isa Musa de que 
"há cascas de banana" nele contido, penso 
que deva ser melhor analisado.
     Pedro Ferreira, advogado e nosso exímio 
analista, dá a sua opinião a qual, por ser um 
tanto extensa, vou transcrevê-la nos 
comentários. Paralelamente, vamos levar 
o assunto para o Grupo "Previ blogues afins" 
no facebook.

Imagem retirada do facebook  da Lena: