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quinta-feira, 30 de maio de 2013

CURVA PERIGOSA

As tábuas atuariais são tabelas com as probabilidades de sobrevivência e morte de uma população e são utilizadas para o cálculo de benefícios de renda. As mais comuns para os planos abertos são: AT-49, AT-83 E AT-2000 e para planos fechados (Fundos de Pensão) são AT-49 AT-83 e UP-84.

Verifique abaixo a esperança de sobrevida de algumas tábuas para as idades de 60, 65 anos e ao nascer:
Tábua IdadeAT - 1949AT - 1983AT- 2000
Ao nascer72,6878,4579,57
6017,9822,1223,14
6514,5118,1319,05
Quanto mais agressiva (AT-49) for a tábua, menos tempo ela supõe que a população viverá e portanto os planos baseados nessa tábua, pagarão uma renda maior para um dado montante acumulado.

Tábuas diferentes implicam em benefícios diferentes, mas também em riscos diferentes. Explicando melhor: uma tábua mais conservadora, por exemplo a AT2000, pune o participante oferecendo um benefício menor, porém, ela está mais condizente com a realidade demográfica implicando em um risco menor da seguradora ficar insolvente em função de um maior índice de sobrevivência da população.
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     A famosa "curva" (depois dela vem o céu) está em nossa tabela AT-2000 em 85 anos arredondados. Dizem as más línguas que o partido do poder cujo QG se localiza em São Bernardo do Campo-SP onde também reside seu general, já estaria preparando nos bastidores, para ser aplicado num momento propício, a perigosa curva atuarial. Pode ser apenas boato, e tomara que seja! Mas, diz o ditado, onde há fumaça, há fogo.
     Contra-argumentando a AT-2000, se 85 anos é a expectativa de vida, poucos ultrapassam esta idade em comparação com a grande maioria que não a atinge. Será que o lucro auferido com esta maioria não seria mais do que suficiente para compensar eventuais ultrapassagens da curva? O Genésio Vegini, da AAFBB de Florianópolis, comentou no encontro da Anabb em Florianópolis, onde o assunto foi ventilado, que há estudos confiáveis que dizem que os planos dos fundos de pensão poderiam tranquilamente suportar uma tábua de mortalidade de 114 anos, isto é, até a morte de cada segurado.
     Inobstante as contrarrazões, a nova resolução nº 11 sobre a retirada do patrocinador, ainda concede mais 60 meses de recebimento ao assistido. Se é obra do PT vamos apelidar esta sobrevida como alguma bolsa-auxílio. Bolsa pé-na-cova cairia bem?

Delenda BB - Vão distribuir o nosso bilhão?

quarta-feira, 29 de maio de 2013

HUM BILHÃO PARA DISTRIBUIR

    Se o Banco do Brasil não tem pressa, nós temos; se não estão precisando, nós estamos. Exigimos a distribuição imediata de mais de 1.000.000.000,00 de reais referente aos exercícios 2010/2011 e 2012. 
     O PLR, agora com isenção do imposto de renda, é distribuído todo ano. O superávit a cada três anos. Queremos dois salários-bases da Previ para cada assistido. Quem está na ativa não deverá receber, pois já recebe o PLR a cada ano.
     Esta ordem é extensiva aos órgãos governamentais que nos acicatam: Ministério da Fazenda e Presidência da República.
     Não há qualquer justificativa para esta demora na distribuição.
     "Quem sabe faz a hora, não espera acontecer."
     Quem quer faz na hora, não empurra com a barriga.
     "Pouco se me dá que a azêmola claudique, o que me apraz é acicatá-la."

Delenda BB - Queremos receber antes de morrer.


terça-feira, 28 de maio de 2013

AMEAÇAS E OPORTUNIDADES

     Quando na ativa, vivíamos em constante bombardeio de informações, umas com aspectos desafiadores e outras otimizando as oportunidades advindas de novos desafios. Foi a era pós-cirúrgica em que o BB perdeu a Conta Movimento, ao final da década de 80.
     Passamos por muitas transformações, o Banco apesar de ser "público" adotou a filosofia de atuação dos bancos privados. Programas de demissão voluntária, os famosos PDVs, os PAIs, estes menos traumáticos, pois não eram demissões, mas aposentadorias incentivadas.
     Quase na virada do século, a cisão da Previ em Plano 1 e Previ Futuro deixou claro que o PB1 havia ficado muito robusto (rico) desvirtuando a filosofia de um fundo de pensão.
Então apareceu um grupo do sindicalismo bancário, ligados ao PT em sua maioria e colocados em postos chaves de atuação governamental porque tinham sido expoentes dos pleitos eleitorais no quesito arrecadação de campanha, a tesouraria do partido. E o nosso plano de benefícios número 1 da Previ é a galinha dos ovos de ouro. Os nomes dos salteadores de nosso fundo, todos já conhecem. A resolução CGPC 26/2008 deixou as digitais.
     E a nossa grande ameaça em 2014 é a perda de um benefício que por força desta odiada resolução passou, em 2010, a ser temporário: o BET. Tal ameaça tem que ser dissipada a qualquer custo. Quer pela aprovação de projetos que estão em análise, um deles em audiência pública no dia de hoje (PLP 161/2012) deputado Berzoini tendo como relator Rogério Carvalho, ambos do PT. E o PDS 275/2012 do senador Paulo Bauer, atualmente "atacado" pelo senador José Barroso Pimentel, o principal articulador da resolução 26.
As nossas associações precisam trabalhar em sintonia fina doravante, e tentar impedir por todos os meios aos seus alcance, a extinção do BET.

Delenda Cartago! O BET tem que virar BEP!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

INVEPAR

Através da Invepar - Investimentos e Participações - uma "holding" que controla diversas empresas, a Previ participa de concessões dentre as quais a do aeroporto de Guarulhos.
A diretoria executiva da Previ abrange seis áreas: Presi, Dirin, Dipar, Dirad, Dipla e Diseg.
Os felizardos, com polpudos salários, estão a seguir nomeados:
1. PRESI - Dan Conrado - um cargo essencialmente político, indicado pelo BB, mas influenciado pelo ministério da Fazenda e presidência da República. Só defende os interesses do Banco do Brasil, além de deter o voto de qualidade nas decisões.
2. DIRIN - Renê Sanda, diretor de investimentos, mais se parece com um marionete, pois quem decide mesmo é o Gustavo Rocha da Invepar e o BB através da BB-DTVM. Trata-se de mais um pelego.
3. DIPAR - Marco Geovanne Tobias da Silva, diretor de participações, é o que está mais ligado à Invepar. Outra diretoria que é acessória.
4. DIRAD - Paulo Assunção de Souza, diretor de administração, ELEITO por nós, é outra inutilidade de quem nem se ouve falar.
5. DIPLA - Vitor Paulo Camargo Gonçalves, diretor de planejamento, cargo que já foi ocupado pela Cecília Garcez. Diretor ELEITO para planejar, porém sem tinta na caneta.
6. DISEG - Marcel Juviniano Barros, diretor de seguridade, ELEITO para fazer lambanças contra nós.
Abaixo a nova escalada da Invepar, mudando o nível de governança, agora parte do "Novo Mercado". A matéria completa pode ser acessada no link ao final, e está contida no Jornal Valor Econômico de São Paulo, visualizada no "Clipping" Anabb.


Por Francisco Góes | Do Rio de Janeiro
Gustavo Rocha, presidente: "Estamos analisando um nível de governança diferenciado, que pode ser Nível 2 ou Novo Mercado, muito provavelmente este último"
Em uma sala envidraçada, com vista para a baía de Guanabara, no 30º andar de um prédio, no centro do Rio, são tomadas algumas das principais decisões estratégicas da Invepar, um dos maiores grupos de infraestrutura de transporte urbano, rodoviário e aeroportuário do Brasil. É ali que costuma reunir-se o conselho de administração da Invepar para decidir sobre temas das companhias controladas e coligadas. Criada em 2000, essa holding tem no portfólio 11 concessões, incluindo oito de rodovias, a do Aeroporto de Guarulhos (SP) e duas na área de mobilidade urbana (Metrô Rio e VLT Carioca, responsável pela primeira concessão de um Veículo Leve sobre Trilhos no Brasil). Desde 2009, a Invepar investiu mais de R$ 3 bilhões em novos projetos.
A prioridade hoje é executar os planos de negócios e fazer as empresas operacionais ligadas à holding apresentarem bons resultados, diz o presidente da Invepar, Gustavo Rocha. Ao mesmo tempo, o grupo olha oportunidades em novas licitações de rodovias federais e de aeroportos, além da possibilidade de desenvolver outros projetos de metrôs em grandes cidades brasileiras. Para isso, a empresa considera abrir o capital na BM&F Bovespa no último trimestre de 2013. A iniciativa permitirá ao grupo ter acesso a capital para continuar a crescer de forma "responsável e sustentável", diz ele.
"Estamos analisando [listar ações] em um nível de governança diferenciado que pode ser Nível 2 ou Novo Mercado, muito provavelmente o Novo Mercado", afirma Rocha. Hoje, a Invepar é listada no mercado de balcão, tem código na bolsa, mas não é negociada. O controle acionário está nas mãos dos fundos de pensão PREVI, Funcef e Petros e da OAS, todos com participações semelhantes, na faixa dos 25%.
Enquanto no Novo Mercado só existe um tipo de ação, as ordinárias (ON), com direito a voto, no Nível 2 as empresas listadas têm direito de manter ações preferenciais (PN). No caso de venda do controle da empresa, é assegurado aos detentores de ações ON e PN o mesmo tratamento concedido ao controlador. A possível listagem da Invepar no Novo Mercado deve levar à diluição dos atuais acionistas. Hoje, a PREVI tem 25,6% do capital, a Funcef e a Petros, 25% cada uma, e a OAS, 24,4%. A estrutura de governança do Novo Mercado exige que a companhia listada se comprometa a manter, no mínimo, 25% das ações em circulação ("free float"). É possível, porém, que, dado o tamanho da Invepar, a oferta ao mercado seja feita em fases. "Pode haver um escalonamento", prevê o executivo.
Nesse cenário, quando o processo estiver concluído, o mercado ficaria em poder de 25% da companhia e os atuais acionistas manteriam participação de 75%. Cada um deles ficaria, portanto, com uma fatia de cerca de 18% na holding. Em conversas com investidores potenciais, em conferências e apresentações, Rocha tem percebido um grande interesse pelo Brasil. "Mas o investidor se tornou seletivo. Então boas histórias [de empresas], consistentes, vão continuar a garantir demanda [dos investidores]." Rocha diz que está claro para os investidores, inclusive do exterior, que o ambicioso programa de concessões de infraestrutura do Brasil não é de um ou dois anos, mas de longo prazo. "Isso gera um ambiente favorável para que possamos acessar o mercado", diz.
Como holding não operacional, a Invepar controla ou tem controle compartilhado de uma série de empresas que estão de baixo dela e que são responsáveis pelas 11 concessões do grupo. Na área rodoviária, são oito concessões com mais de mil km de estradas pedagiadas. Rocha diz que o grupo analisa o pacote de concessões de nove lotes de rodovias federais, em cinco estados, que serão licitadas pelo governo. A holding poderá participar da licitação em consórcio. A Invepar também tem interesse e está estudando as licitações dos aeroportos do Galeão (RJ) e de Confins (MG).

sábado, 25 de maio de 2013

A PREVI E O HOMEM QUE CALCULAVA

     Para cuidar do patrimônio da Previ vamos trazer o árabe Beremiz - o Homem que Calculava. É o personagem da obra de Breno Alencar Bianco (1965) sob o pseudônimo Malba Tahan (obra de domínio público, pode ser baixada pela internet em arquivo pdf).
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                      CAPÍTULO III


     Poucas horas havia que viajávamos sem interrupção, quando nos ocorreu uma aventura digna de registro, na qual meu companheiro Beremiz, com grande talento, pôs em prática as suas habilidades de exímio algebrista.
     Encontramos perto de um abrigo abandonado, três homens que discutiam acaloradamente ao pé de um lote de camelos.
     Por entre pragas e impropérios gritavam possessos e furiosos:
     --- Não pode ser!
     --- Isto é um roubo!
     --- Não aceito!
     O inteligente Beremiz procurou informar-se do que se tratava.
     --- Somos irmãos – esclareceu o mais velho – e recebemos como herança esses 35 camelos. Segundo a vontade expressa de meu pai, devo receber a metade, o meu irmão Hamed Namir uma terça parte, e, ao Harim, o mais moço, deve tocar apenas a nona parte. Não sabemos, porém, como dividir dessa forma 35 camelos, e, a cada partilha proposta segue-se a recusa dos outros dois, pois a metade de 35 é 17 e meio. Como fazer a partilha se a terça e a nona parte de 35 também não são exatas?
     --- É muito simples – atalhou o Homem que Calculava. – Encarrego-me de fazer com justiça essa divisão, se permitirem que eu junte aos 35 camelos da herança este belo animal que em boa hora aqui nos trouxe!
     Beremiz olhou-me para que eu concordasse e assim o fiz.
     --- Vou, meus amigos – disse ele, dirigindo-se aos três irmãos – fazer a divisão justa e exata dos camelos que são agora, como veem em número de 36.
     E, voltando-se para o mais velho dos irmãos, assim falou:
     --- Deverias receber meu amigo, a metade de 35, isto é, 17 e meio. Receberás a metade de 36, portanto, 18. Nada tens a reclamar, pois é claro que saíste lucrando com esta divisão.
     E, dirigindo-se ao segundo herdeiro, continuou:
     --- E tu, Hamed Namir, deverias receber um terço de 35, isto é, 11 e pouco. Vais receber um terço de 36, isto é, 12. Não poderás protestar, pois tu também saíste com lucro na transação.
     E disse, por fim, ao mais moço:
     E tu, Harim Namir, segundo a vontade de teu pai, deverias receber uma nona parte de 35, isto é,  3 e tanto. Vais receber uma nona parte de 36, isto é, 4.
     O teu lucro foi igualmente notável. Só tens a agradecer-me pelo resultado!
     E concluiu com a maior segurança e serenidade:
     --- Pela vantajosa divisão feita entre os irmãos Namir – partilha em que todos os três saíram lucrando – couberam 18 camelos ao primeiro, 12 ao segundo e 4 ao terceiro, o que dá um resultado ( 18+12+4 ) de 34 camelos. Dos 36 camelos, sobram, portanto, dois.
     --- Um pertence ao meu amigo de viagem e o outro toca por direito a mim, por ter resolvido a contento de todos o complicado problema de herança!
     --- Sois inteligente, ó Estrangeiro! – exclamou o mais velho dos três irmãos.
     --- Aceitamos a vossa partilha na certeza de que foi feita com justiça e equidade!
     E o astucioso Beremiz – o Homem que Calculava – tomou logo posse de um dos mais belos camelos do grupo e disse-me, entregando-me pela rédea o animal que me pertencia:
     --- Poderás agora, meu amigo, continuar a viagem no teu camelo manso e seguro! Tenho outro, especialmente para mim!

     E continuamos nossa jornada para Bagdá.

A CASSI TEM SOLUÇÃO?

     A Cassi para nós velhinhos é tão importante quanto à Previ: uma nos garante a sobrevivência, a outra nos ajuda a manter um bem precioso, a saúde.
     A Anabb que já teve o Sérgio Riede na direção da Cassi, tocou no assunto em Florianópolis, ouvindo-se muito o bordão "saúde não tem preço, mas tem custo." Em Balneário Camboriú, ano passado, a recém-empossada diretoria da Cassi reclamava da faixa etária dos assistidos, na maioria acima dos sessenta aninhos. A média de contribuição para estes beneficiários é de R$ 750,00 ( 3% do usuário e 4,5% da contrapartida do BB ) quando num plano privado a contribuição exigida é de, no mínimo, três vezes este valor.
     Mesmo reconhecendo as dificuldades, é preciso perseguir o campo das soluções, posto que nada adianta somente reclamar. Já houve incidência de contribuição sobre o 13º salário, único caso no Brasil. Houve a cobrança, atrasada inclusive, do percentual de coparticipação. Já pensam até em alterar para 15 ou 20%.  A verdade é que, SE não existisse a RESOLUÇÃO 26, nossos salários teriam a aplicação da lei 109/2001, capítulo 20, onde diz que as sobras devem ser usadas exclusivamente para melhoria dos benefícios. Basta verificar o excelente resultado do acréscimo de parte do BET (50%) nas contas da Cassi. Que dirá, então, se fosse o dobro (100%)?
     Conclui-se que a Cassi tem solução sim. Bastaria que se mudasse essa politica esdrúxula e ilegal em relação à Previ. A política de apropriação indébita da parte do governo via BB está fazendo estragos irrecuperáveis também e por extensão, ao nosso Plano de Assistência médica.  

MÉDICOS ESTRANGEIROS NO BRASIL

     Um pronunciamento convincente do deputado Mandetta de quem nunca tinha ouvido falar. O homem é do MS (Mato Grosso do Sul), médico e surpreendeu-me positivamente. Vejam neste link:
http://www.youtube.com/watch?v=bzpAD0ij_UE
     Valeria a pena trazer médicos estrangeiros?
     Você gostaria de ter alguns deles atendendo na Cassi, por exemplo? É óbvio que não virão para este fim, mas caso viessem para atender em sua cidade, seria bom, ruim ou não fariam a menor diferença?
Dê a sua opinião, a favor ou contra.
     

sexta-feira, 24 de maio de 2013

CONSUMMATUM EST

     A gráfica do D.O.U. - Diário Oficial da União - está imprimindo a nova resolução de saída de patrocínio. Os termos essenciais não foram alterados, somente os termos acessórios.
     A linha norteadora desta resolução foi a mesma da manjada resolução 26. Mudaram os atores sem mudar a orientação que já recebem pronta e acabada. Dão um "ar" de democracia às resoluções dizendo "olhem, mexemos aqui, melhoramos ali, e agora temos um norma exemplar." Desde a sua concepção todo mundo já sabia o resultado final. Os nossos governantes possuem a arte de manipular e persuadir. Que ninguém se iluda que estejam do nosso lado. Tenham a certeza de que são lobos devoradores. Comprova-se pelas tantas maldades que fizeram aos velhinhos nestas duas últimas décadas.
     Constituíram a "Comissão da Verdade" para desenterrar ossos do passado, quando é para frente que se anda. Quando irão compor uma comissão para averiguar os desmandos do presente? Hoje não são torturas físicas que sofremos. São torturas de retiradas de direitos sagrados conquistados ao longo da vida. Não raro lemos casos em que alguém aposentou-se com 10 ou 11 salários e hoje nem 5 recebe. As injustiças também matam. E as mentiras como acusar-nos de classe de marajás, de enriquecimento ilícito, etc. Ao contrário, quem está se enriquecendo neste país, com a corrupção desenfreada e a impunidade, são a classe política e os "empresários" desonestos.
Sílvio Santos deu um rombo no Panamericano e o que lhe aconteceu? Eike Batista "herdou" jazidas e concessões de seu pai Eliezer Batista. Daniel Dantas nunca foi preso. Os mensaleiros, alguém está preso? O nióbio, maior riqueza nacional cujo preço é determinado pela Inglaterra que nada produz, está sendo usado em benefício de quem? Qual é a fortuna do ex-presidente Lula? Tudo neste país é feito às ocultas. Vez em quando aparece uma Rosimery para descortinar-nos uma milésima parte...
     Parem o mundo que eu quero descer...

quarta-feira, 22 de maio de 2013

ALERTA MÁXIMO!

     Os últimos acontecimentos em nosso mundo Previ nos mostram que não podemos fechar os olhos nem para dormir.
     A desfaçatez de funcionários - até do baixo clero - caso de Luziane, nos faz acender todas as luzes de nossa desconfiança.

De: <atend@previ.com.br>
Data: 22 de maio de 2013 15:34
Assunto: ATENDIMENTO PREVI
Para: py4bsl@gmail.com


Senhor Edmilson,

Conforme divulgado em nosso site, com a aprovação do novo Regulamento em 22/04/2013, a PREVI priorizou o pagamento dos valores dos benefícios concedidos, retroativos a janeiro, calculados com base nos valores de dezembro, atualizados monetariamente.

Na folha de pagamentos de 06/2013, a PREVI providenciará o cálculo e  o pagamento do BET sobre as diferenças apuradas.

Permanecemos à disposição.

LUZIANE COSTA LONGA MACHADO AZEVEDO
Gerência de Atendimento
PREVI


     Agora a desculpa foi uma questão de "prioridade" de pagamento, não como dissera outrora de que não tivera sido pago por ordem regulamentar.
     A nossa guarda não pode esmorecer. Nessas horas vem à lembrança a figura exponencial da nossa fantástica Isa Musa de Noronha. Sua reação é imediata. Foi assim no caso do reajuste atrasado da antecipação para janeiro. Falei do assunto em minha postagem "A providencial carta da Faabb", de 20.04.13. Deu-se o mesmo agora com as suas "considerações sobre a retirada de patrocínio", publicado no blog Olhar de Coruja, da nossa estimada Leopoldina Correa, diretora de Comunicação e Marketing da ANAPLAB. A dona Isa se consolida como a nossa liderança máxima, combatendo o bom combate, com a vantagem de ser uma mulher de muita coragem. Agradecemos muito sua dedicação, cara Isa Musa! Sem esquecer o Dr. Medeiros, temos um time, pequeno, é verdade, que nos merece toda a confiança e apoio possível.
     Não podemos negar que temos, caminhando bem do ladinho, muitos "pimentéis" da vida. Tem um aqui diretor regional de uma grande associação nacional sediada em Brasília. Inimigos ocultos estão alhures e algures. Então, é nos precavermos. Isa Musa nelles!!!
     

terça-feira, 21 de maio de 2013

IMPÉRIO DAS RESOLUÇÕES

     Ainda sem número já seguiu para o prelo para ulterior vigência a resolução conhecida como saída de patrocinador.
     As resoluções são um meio camuflado do governo legislar. Ele pensa mais ou menos assim: as leis existem, mas são genéricas demais. Então vamos dar a elas uma extensão (as resoluções) com as quais vamos impondo o nosso pensamento e forma de governar.
     Esta agora de retirada de patrocínio, notoriamente inspirada na resolução 26 (em que o Sasseron saiu da sala por não concordar, lembram?) se parece muito com certas brincadeiras de criança, quando à certa altura do jogo, alguém hipoteticamente perdedor simplesmente diz: "não quero mais brincar."
     O governo em vez de endurecer o lado do patrocinador, afinal, os planos de previdência complementar têm incentivos fiscais, são um diferencial para o trabalhador que põe ali investimentos mensais que poderiam ter outros fins de investimentos; em vez disso, repito, o governo vem dar facilidades ao patrocinador ao retirar-se sem motivos, em flagrante prejuízo para o trabalhador.
     O brilhante texto de nossa intrépida Isa Musa de Noronha coloca o dedo na ferida. Ela saiu da reunião final de ontem, como observadora, simplesmente contrariada e com toda a razão desceu o cacete neste pessoal que parece estar brincando com coisa séria.
     O incrível é que o governo recém criou o Funpresp - o fundo de previdência complementar dos servidores públicos da União. Será que agiria no futuro como esta molecagem que hoje retira o patrocínio sem mais nem menos?
Vejam matéria da colega Isa Musa para o blog Olhar de Coruja no link abaixo:

FUNDO DE PENSÃO - CONSIDERAÇÕES ACERCA DA RETIRADA DE PATROCÍNIO

 

segunda-feira, 20 de maio de 2013

NOSSAS DÍVIDAS DE CADA DIA


Segue solicitação de renegociação de dívidas feita ao BB por um nosso colega que, por razões óbvias, pediu para não ser identificado. A publicação tem como objetivo auxiliar outros colegas que estejam em situação similar.

Cidade...20 de maio de 2013  ( Encaminhado nesta data por e-mail )

BANCO DO BRASIL S.A
Diretoria de Empréstimos e Financiamentos - DIEMP
diemp@bb.com.br
 
Brasília - DISTRITO FEDERAL
Senhor Diretor
REFORMULAÇÃO DE DÍVIDAS - Porque o assunto aqui tratado não se situa na alçada de decisão da agência de meu relacionamento, respeitosamente me dirijo a essa Direção Geral. Esgotaram-se as tratativas no âmbito local. 
2.  Inicialmente, permito-me expor um brevíssimo histórico de meu vínculo com o Banco. Sou aposentado desde 1991, atualmente sob a condição de assistido da PREVI e fiel cliente desde minha posse em dez/1966, sem qualquer inadimplência ao longo desses 46 anos.   
3.  Procurando ser o mais objetivo possível, apresso-me a expor as razões desta carta.
4.  Embora o passado religiosamente adimplente, pressinto iminentes dificuldades batendo às minhas portas, temo que os esforços atuais não sejam suficientes para prevenir o descontrole de minha capacidade de pagamento. Estrangulam-me os compromissos a que sou obrigado honrar mensalmente.  
5.  Por essa razão, algumas providências a meu cargo, e que abaixo relaciono, foram há alguns dias adotadas. São elas:
a)  possuia três seguros Ourovida, agora somente dois, um foi cancelado há menos de uma semana, no dia 15/05/2013, após 32 anos de vigência, o mais caro deles com prêmio no valor de R$ 601,38;
b)  um plano saúde CASSI Família sob minha responsabilidade desde 1999, tendo como beneficiária uma de minhas filhas, no valor de R$ 263,52, já foi solicitado à CASSI que passe a emitir o respectivo boleto em nome dela e cancele o débito automático em minha conta corrente;
c)  o pagamento do seguro da CAPEC que mantenho na PREVI desde minha posse em 1966, no valor de R$ 222,48, ficará sob a responsabilidade de minhas três filhas, devidamente inscritas como beneficiárias.
6.  De minha parte, diretamente relativas ao Banco e à minha conta corrente, são as providências que adotei a meu cargo e alcance, todas com vistas a me ver com fôlego para suportar os próximos meses. 
7.  Outras medidas de contenção de despesas estou tomando em relação às obrigações familiares. Acredito desnecessário discriminá-las.
8.  Abaixo, busco ilustrar a minha situação atual no banco.
9.  Afora cheque ouro e cartão de crédito, mantenho atualmente vigentes dois CDC Renovação Funci, quatro BB CRÉDITO BENEFÍCIO e um BB CRÉDITO 13.SALÁRIO, cujas informações, todas extraídas em 15/05/2013 via Internet e na máquina de auto-atendimento, são abaixo especificadas:
a)  Modalidade: CDC RENOVAÇÃO - Número do contrato: 761102219 - data do contrato: 02/08/2010 - valor solicitado: R$ 78.062,73 - valor da prestação: R$ 1.680,92 - quantidade de parcelas em ser: 65;
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi de 96 meses. Numa simulação de renegociação realizada em 15/05/2013 no auto-atendimento, este contrato registrou um saldo devedor de R$ 72.263,13, o que evidencia as seguintes condições: 31 meses de prestações pagas no vencimento, representando uma amortização de capital de apenas R$ 5.799,60, frente a um desembolso total, durante 31 meses, de R$ 52.108,52 (31 x 1.680,92 = 52.108,52);
b)  Modalidade: CDC RENOVAÇÃO - Número do contrato: 778794520 - data do contrato: 11/07/2011 - valor solicitado: R$ 34.527,27 - valor da prestação: R$ 842,37 - quantidade de parcelas em ser: 77.
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi também de 96 meses. Numa idêntica simulação realizada, este contrato registrou um saldo devedor de R$ 38.090,47, o que evidencia as seguintes condições: 19 meses de prestações pagas no vencimento, representando um desembolso total de R$ 16.005,03 (19 x 842,37 = 16.005,03). Nota-se aqui que o capital sequer foi sensibilizado, antes a dívida está acrescida de R$ 3.563,20, mesmo diante de um desembolso superior a R$ 16.000,00 durante 19 meses;
  
c)  Modalidade: BB CRÉDITO BENEFÍCIO – Quatro contratos – datas dos contratos: diversas entre 2010 e 2011 - valor total solicitado: R$ 7.857,00 – valor total das prestações: R$ 359,16 – Quantidade de parcelas em ser: o de maior quantidade registra 39 parcelas.
OBSERVAÇÃO: O prazo contratado foi de 60 meses para todos os contratos. Na simulação realizada, estes quatro contratos registraram um saldo devedor total de R$ 6.663,10. Considerando todas as prestações pagas, o desembolso total é de R$ 10.189,96. Constata-se, pois: montante emprestado de R$ 7.857,00, saldo devedor de R$ 6.663,10, pagamentos já efetuados de R$ 10.189,96 e uma amortização de capital de apenas R$ 1.193,90;  
d)  Modalidade: BB CRÉDITO 13.SALÁRIO - Número do contrato: 804004476 - data do contrato: 21/11/2012 - valor solicitado: R$ 2.784,62 - valor da prestação: R$ 3.464,57 - quantidade de parcelas em ser: 01.
OBSERVAÇÃO: Vencimento previsto para 20/11/2013.
10. Observa-se, assim, uma situação dramática para um devedor que sempre se manteve em dia com os seus compromissos no banco. Permita-me reprisar a situação, penso que não seria ocioso:
-- no primeiro contrato CDC RENOVAÇÃO: empréstimo concedido de R$ 78.062,73, pagamentos realizados R$ 52.108,52, saldo devedor ainda existente R$ 72.263,13, amortização de capital R$ 5.799,60;
-- no segundo contrato CDC RENOVAÇÃO: empréstimo concedido de R$ 34.527,27, pagamentos realizados R$ 16.005,03, saldo devedor ainda existente R$ 38.090,47, sem qualquer amortização de capital, antes está acrescido;
-- e nos quatro contratos do BB CREDITO BENEFICIO: empréstimos concedidos de R$ 7.857,00, pagamentos realizados R$ 10.189,96, saldo devedor ainda existente R$ 6.663,10, amortização de capital de apenas R$ 1.193,90.
11. Resumindo e totalizando todas as informações, entre os anos de 2010 e 2011 tomei emprestado um montante de R$ 120.447,00, já paguei R$ 78.303,51 e ainda tenho um saldo devedor total de R$ 117.016,70, aí não incluído o BB CRÉDITO 13.SALÁRIO.  
12. Os números acima deixam caracterizado um forte golpe no meu histórico de fiel cliente adimplente, já que nenhuma nova disponibilidade de crédito me é oferecida ou se me apresenta como perspectiva, enquanto mantida ou mantiver tal condição.
13. Quanto aos demais compromissos que tenho no banco, como o cheque ouro e cartão de crédito, não os tenho como de difícil condução, pois estão dentro de minhas possibilidades de pagamento presentes e futuras.
14. Gostaria de esclarecer ainda que as condições contidas na linha de crédito “RENEGOCIAÇÃO DE DÍVIDAS” e disponíveis na máquina de auto-atendimento de forma automática, embora comportando todos os meus demais compromissos no banco, como cheque ouro e cartão de crédito, não atendem aos meus propósitos, pois a simulação -- sempre posição de 15/05/2013 -- exibiu uma prestação de R$ 3.895,53 para um prazo de 49 meses. Em nada fazendo, minhas obrigações mensais e atuais não atingem este montante. 
15. Diante do que me foi possível expor, e ainda de um histórico sem qualquer atraso em meus pagamentos, no banco ou em qualquer outro segmento do mercado financeiro/comercial, o quê desejo agora e solicito é uma reformulação do montante de minhas dívidas relativas aos CDC antes discriminados, aí incluído o CDC CRÉDITO 13.SALÁRIO, de modo a equacionar o meu endividamento e reduzir a prestação de R$ 2.882,45 que me é debitada no dia 20 de cada mês.
16. Por fim, gostaria de dizer que, precipuamente, minha intenção com esse pedido é honrar meus compromissos mensais no banco, bem como manter o meu histórico de pagamentos sempre nos vencimentos previstos.
Agradeço desde já a atenção.

INCUBADORA

Sf.  Ambiente (espaço, assistência, meios etc.) oferecido por instituições (universidade, empresa etc.) para fomentar e desenvolver grupo ou núcleo de determinada atividade. 

     A busca por união de associações de aposentados vem se arrastando por, no mínimo uns 5 anos, pontualmente por eclosão da ilegal resolução 26, em setembro de 2008.
     Um ilustre Anônimo pede para que eu seja este elemento aglutinador com o claro objetivo de formarmos chapas nas três eleições que brevemente acontecerão na Previ/Cassi e até na própria Anabb.
     Logo veio-me à lembrança que temos na prateleira um movimento aglutinador que agiu com muito brilhantismo nas eleições passadas: a Semente da União. O grupo já existe e foi objeto de minha postagem em 27.11.2011 sob o título "Semente de União".
http://arizanella.blogspot.com.br/2011/11/semente-de-uniao.html
     Desta postagem, preciso ressaltar, há pessoas com quem não tenho mais os mesmos laços de união.
     O título de hoje é para desafiar os leitores ao desenvolvimento de novas estratégias com o intuito de proporcionar aos nossos amigos de Plano de Benefícios Nº 1, um resto de vida mais tranquilo, protegidos por líderes que, de fato, deem a vida por suas ovelhas. Ou no dizer do Anônimo que sejam nossos olhos, ouvidos e mãos dentro da Previ/Cassi/Anabb. E que não sejam subservientes, mas bravos defensores.
     Em inglês, temos um provérbio lapidar: "the right man in the right place", ou "o homem (ou a mulher) certo(a) no lugar certo."
     Nosso maior desafio é achar a pessoa do provérbio. Aqueles nomes que já consagramos não desejam a empreitada. Ou a maior parte deles. Não adianta pedir ao Dr. Medeiros, ao Tollendal, ao Rossi. Então, faremos como se estivéssemos procurando namorada. Vamos trocar figurinhas e ideias. Podemos formar um banco de ideias, a incubadeira do título. Nele devemos sugerir nomes, estratégias ou táticas para enfrentarmos as batalhas. O preço de nossa tranquilidade é a eterna vigilância. Mande sua opinião para o endereço eletrônico azarizanella@gmail.com
Inclusive o fortalecimento do Movimento Semente da União. É isso meu amigo Luiz Dalton?

domingo, 19 de maio de 2013

ESCALANDO O HIMALAIA

     A Previ no topo com 161 bilhões de patrimônio e logo abaixo o Petros com 60, e o Funcef com 50, formam o Himalaia dos fundos de pensão no Brasil, todos de empresas estatais.
     Um Anônimo ao comentar na postagem anterior foi direto ao cerne do enredo do porquê estamos sendo tão vilipendiados pelo Governo Federal do Brasil nos últimos cinco anos. Seu comentário tem tudo a ver com os acontecimentos nefastos que nos têm atingidos, a Resolução 26 em primeiro plano.
     Com efeito, esta situação privilegiada em que vivem os aposentados da Previ, deveria ser espalhada a todos os fundos estatais ou, como isto não é possível, os assistidos do Plano 1 que se tornem iguais aos assistidos pelo Plano Previ Futuro. Este é o pensamento socialista do Partido dos Trabalhadores. A ruptura oficializada em 1997, embora sob domínio do governo FHC, deu-se com ideias de sindicalistas que hoje fazem parte do elenco político administrativo.
     Basta um instante para reflexão. Ao topo do Himalaia nenhum outro plano de fundo de pensão chegará mais. Já chega o péssimo exemplo da Previ. Palmas para o PT que assim consegue a proeza do nivelamento por baixo.




Anônimo disse...

Sr. professor, caros colegas,


Estamos desperdiçando munição, queimando cartuchos com o Pimentel, com o Marcel e tantos outros pseudo-atores que não passam de coadjuvantes, meros subalternos.
Tudo indica que o que nos acontece faz parte de um projeto maior, que se não for o de acabar com a Previ, é tomar posse definitiva dela, como já fizeram com a Vale.
Já faz tempo a gente ouve dizer que, pelo entendimento desse pessoal que tomou o poder, os benefícios que a Previ proporciona (ou proporcionava) aos seus ex-associados são uma regalia inaceitável para os demais trabalhadores.
Há muito se diz que pelo raciocínio deles, "ou esse privilégio é pra todo mundo ou não vai ter pra mais ninguém".
Isso vem lá de cima, ou alguém é tão ingênuo para supor que eles desconhecem o peso de todos esses bilhões?
Encontrarmos a saída para esse drama, sem peso político, sem mobilização, e com esse funcionamento precário das instituições, eis aí a grande charada.

E sem assinatura, pra não aumentar o prejuízo, não sou louco.

18/05/13 17:12
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sábado, 18 de maio de 2013

A PREVI ACHA QUE SOMOS BOBOS

"Surpreende-me tanto debate em torno de obviedades. A mudança da data do reajuste dos benefícios da Previ para janeiro poderia ter sido boa para os assistidos, caso o início da elevação dos pagamentos houvesse começado em janeiro.  Dada a defasagem de 5 (cinco) meses para implementar a medida, é claro que a PREVI obteve vantagem. Suas aplicações de curto prazo continuaram a render a seus cofres, durante esse período, 3,82% sobre o incremento do valor dos benefícios que deveriam ter sido desembolsados.  Se ela ganhou, seguramente alguém deixou de ganhar. Fomos nós."
( Egidio Piani, no blog Olhar de Coruja em Notícias da hora )


http://olharcoruja.blogspot.com.br/p/blog-page_29.html

No link acima, podemos ler a correspondência enviada à Previ através da FAABB da nossa estimada Isa Musa de Noronha. Acessem e leiam. É deveras muito pertinente. No mesmo blog da Leopoldina, se você clicar em "NOTÍCIAS DA HORA", abaixo do texto da Da. Isa, encontrará a íntegra do texto do fenomenal e catedrático Egídio Piani cuja leitura também recomendo.

     Para corroborar com o texto da Da. Isa Musa, vou colocar a minha perda real no caso do não reajuste do BET desde janeiro:
-Valor do meu BET em janeiro, sem o reajuste: R$ 1.091,37
-Valor em maio/13, já devidamente reajustado: R$ 1.147,53
-Diferença: R$ 56,16 X 4 meses = R$ 224,64

     Muitos dirão tratar-se de um valor irrisório, mas é de grão em grão que a galinha enche o papo. Por que nos subtrair um direito legítimo com desculpa esfarrapada, com conversa para boi dormir?
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PS - RESPOSTA DA CONSELHEIRA DELIBERATIVA CÉLIA LARICHIA AO QUESTIONAMENTO FEITO PELO PRESIDENTE DA AFAABB-RJ, SR. GILBERTO SANTIAGO, SOBRE O TEMA ABORDADO NESTA POSTAGEM:


From: Celia Larichia
Date: Sat, 18 May 2013 23:40:21 -0300
To: presi@aafbb.org.br
Cc:
Subject: Re: Enc: FW: REAJUSTE DE BENEFÍCIOS - BET

Prezado Gilberto,
Falei com o Diretor de Seguridade da PREVI, Marcel Barros aqui no CINFAABB, em Goiânia, e solicitei explicações sobre a ocorrência relatada em diversos e-mail que temos recebido na AAFBB, a respeito do não pagamento do reajuste sobre o BET. 
Ele me informou que por problemas na operacionalizacão do referido reajuste, este não foi aplicado sobre o BET.
O assunto já está sendo encaminhado a nível de Diretoria, que na próxima reunião autorizará a regularização da pendência, com a efetivação dos créditos desses valores. 
Entretanto, tendo em vista que a folha de maio já foi creditada, o acerto deverá ocorrer na folha de junho.
Segundo ele me informou o valor médio dos acertos será de 200,00.
Estas são as informações que tenho sobre o assunto,
Estou à disposição.
Celia Larichia 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

ENCONTRO COM A ANABB

      A ANAPLAB participou nesta quinta, 16, nas dependências da AABB de Coqueiros no Estreito em Florianópolis do Encontro Estadual da Anabb, etapa Santa Catarina. Estiveram presentes o presidente Antonio Sérgio Riede, o vice-presidente de comunicação Douglas Scortegagna, além dos diretores regionais Carlos Francisco Pamplona (anfitrião), Moacir Fogolari da regional oeste-SC e Alsione Gomes de Oliveira Filho da regional Joinville. Demais Afabbs de Florianópolis (Genésio Vegini), Joinville (Nelson F. Neitsch), Denise (APABB) e Gisele da Unidade Cassi-SC.
     Quero ressaltar e agradecer o tratamento a mim dispensado por todos os presentes, especialmente o presidente Antonio Sérgio Riede, bom falante e excelente conhecedor de nossas questões cruciais.
     Minhas intervenções foram no sentido de estimular cada vez mais o rumo da Anabb nas questões que nos afetam. Por sugestão do Jorge Teixeira abordei com Riede a participação da Anabb no diálogo com o BB para distribuição do superávit 2010/2012, equivalente a mais de um bilhão de reais. A resposta foi de que já estava tratando do assunto com o diretor Carlos Nery da Diref por tratar-se de pessoa com bom relacionamento com a Anabb. Prometeu voltar a tocar no assunto com o BB. Ultimamente a Anabb esteve em contato com parlamentares e pessoas influentes na área governamental para tentar reverter os artigos danosos da resolução 26. Deu como exemplo o fato de ter reunido numa mesma mesa, Ricardo Pinheiro Pena (CNPC) e o senador Paulo Bauer para debater o PDS 275/2012.
     Sobre a minuta de retirada de patrocínio, ressaltou algumas conquistas como o impedimento do patrocinador de sair sem o prévio consentimento da Previc; no caso daqueles que já não possuem mais reserva matemática ( devido à longevidade) o Plano é obrigado a manter os pagamentos por mais 5 anos. A reserva de contingência é imexível e somente dos participantes. O problema é a reserva especial que na visão dos membros do CNPC deve ficar atrelada ao princípio da resolução 26, então todos já sabemos o resultado do dia 20.
     Perguntei por que a Anabb não se envolveu no affair justiça trabalhista x justiça comum, no caso da Previ como ré. Respondeu-me que desconhecia o assunto e que eu fizesse a ele um relato por e-mail.
     Por fim, sugeri que o atual superávit fosse distribuído através de abono único e que fôssemos isento do IR no superávit, assim como a presidenta Dilma isentou o PLR deste tributo.
     Constatei que a Anabb está se voltando para nos ajudar a resolver nossos problemas cruciais. Mais do que nunca é necessária a nossa união. Sérgio disse que a Anabb estuda muito bem antes de entrar com ação judicial e desejou à ANAPLAB sucesso em nossa empreitada. Eu, em nome da ANAPLAB agradeci muito pelo apoio e colaboração.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

É SER MUITO CARA DE PAU


Último parágrafo da postagem anterior: 

Na audiência, o Senador José Pimentel (PT/CE) demonstrou conhecimento profundo dos temas tratados e está aberto ao diálogo, mesmo que para debater opiniões opostas. Para o senador, "só existe democracia se existir oposição".

     Beleza, senador! Logo, aqui na república tupiniquim não existe democracia pelo simples fato de não existir oposição.
     Senador, eu não presenciei essa audiência em que o colega soltou as pérolas acima. Melhor foi mesmo não estar presente, pois não me conteria e com toda a certeza Vossa Excelência seria agredido. Não com socos e pontapés senão com fortes argumentações.
     1. O senhor acha que pode haver debates a respeito de leis e da CF? O tempo para debatê-los era antes de terem sido promulgadas.
    2. O senhor como engenheiro da resolução 26, ciente de toda a sua ilegalidade, ainda quer nos "convencer" de que ela deve continuar?
   3. O senhor como senador serve a quem? Ao povo (nós) ou a seu governo e a seu partido?
   4. O senhor está ciente do grande roubo que está a subtrair dos aposentados?
   5. O senhor ainda está convicto que o patrocinador tem "direito" à devolução de valores? Em caso afirmativo, por favor, modifique com seus pares, a LC 109/2001.
     6. O senhor está ciente de que é considerado pela maioria como um verdadeiro Judas dos tempos modernos?
     Ninguém mais suporta tanta desfaçatez. Sempre estivemos irritados com o senhor, desde a criação nefasta desta malfadada resolução de procedência satânica. "Vade retro!"

terça-feira, 14 de maio de 2013

SEGUNDA ETAPA NA PRÓXIMA SEGUNDA

Terça-feira,  14/05/2013 - 10h45m
CNPC reúne-se no dia 20 para finalizar a votação da retirada de patrocínio
Nesta segunda-feira, 13 de maio, aconteceu a 10º reunião extraordinária do Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) para discutir, especificamente, a edição da nova resolução que atualizará a antiga regulamentação da retirada de patrocínio. A ANABB acompanhou a reunião, representada pela equipe da VIRIN – Vice-Presidência de Relações Institucionais.
De início foi aprovada minuta de resolução com o texto original alterado pelas propostas debatidas pelos membros da CNPC, desde o ano passado. Em seguida foram apresentados destaques pontuais que foram avaliados um a um com amplo debate. Cada uma das mudanças foi votada pontualmente pelos conselheiros presentes. No próximo dia 20, uma nova reunião do CNPC irá votar os últimos seis destaques, finalizando o texto da resolução.

Participaram da reunião, o secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Fazenda, Jaime Mariz; o representante da Secretaria de Previdência Complementar, José Edson Junior; os representantes da Previc, José Maria Rabelo e José Roberto Ferreira; o representante da Casa Civil, Luiz Alberto dos Santos; o representante do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira; o representante do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Murilo Barella; os representantes da ABRAPP – Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, Reginaldo Camilo e Nélia Maria Campos; os representamntes da APEP – Associação dos Fundos de Pensão de Empresas Privadas, Marcelo Bispo e Gema Ribeiro Martins; os representantes da ANAPAR – Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão Claúdia Ricaldoni e José Ricardo Sasseron.

Jaime Mariz reforçou a importância de que o texto final fosse aprovado, pois a norma é um passo importante para a previdência complementar. “Há um ano e meio, o Conselho se esforça para chegar a um texto convergente, pautado pelo caráter democrático das discussões”, ressalta.
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SENADOR PIMENTEL E A RESOLUÇÃO 26


ANABB tem audiência com o senador José Pimentel para falar sobre a CGPC 26

No último dia 9 de maio, o Vice-Presidente de Relações Institucionais Fernando Amaral e a assessoria parlamentar da ANABB estiveram no Senado Federal em audiência com o senador José Pimentel (PT/CE), funcionário do Banco do Brasil e líder do Governo no Congresso Nacional.

No seu gabinete, o senador falou das suas funções como líder do governo no Congresso Nacional, dos temas polêmicos que estão em debate naquela casa, como a MP dos Portos, e dos avanços do Brasil no campo econômico, na inclusão social e no respeito aos direitos sociais. Também foi discutida a Resolução 26/2008 do Conselho de Gestão de Previdência Complementar (CGPC) e do Projeto de Decreto Legislativo do Senado (PDS 275/2012) do senador Paulo Bauer (PSDB/SC), que propõe suprimir artigos da Resolução CGPC 26/2008 que preveem a possibilidade de repartição de eventuais superávits de Plano de Aposentadoria com seus respectivos patrocinadores.

O senador reafirmou a sua convicção na justeza e na legalidade da resolução e todos os seus artigos, que foi fruto de quatro anos de debates e análises jurídicas. Informou ter apresentado requerimento para que, após a apreciação do PDS 275/2012, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) do Senado, que o mesmo seja encaminhado à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), que é a comissão apropriada para a análise do mérito da matéria.

Segundo Amaral, “a ANABB entende que o artigo da CGPC nº 26 que trata do instituto de reversão de valores para a patrocinadora é inconstitucional, porque diz algo que não está previsto na Lei Complementar 108/2001, que hierarquicamente, está acima da Resolução 26, e havendo superávit, as alternativas seriam apenas de diminuir as contribuições futuras ou aumentar os benefícios”, explica o vice-presidente.

A ANABB defende que os recursos aportados nos fundos de pensão tenham a natureza de salário indireto e que o superávit não deve ser dividido com o patrocinador, mas utilizado para redução de contribuições ou melhoria dos benefícios.

Na audiência, o Senador José Pimentel (PT/CE) demonstrou conhecimento profundo dos temas tratados e está aberto ao diálogo, mesmo que para debater opiniões opostas. Para o senador, “só existe democracia se existir oposição”.
Fonte: Agência ANABB




segunda-feira, 13 de maio de 2013

DIA DA ABOLIÇÃO

CNPC define Retirada de Patrocínio no dia 13 de maio


No próximo dia 13 de maio, segunda-feira, o Conselho Nacional de Previdência Complementar (CNPC) votará a nova norma que regulamenta a retirada de patrocínio. A decisão acontece depois de pelo menos três anos de debates.

Primeiro, em comissão temática instalada no âmbito do Conselho. Depois, em audiência pública que teve a maior participação direta na história da previdência complementar brasileira. Depois, as sugestões coletadas do público foram analisadas pelos membros do CNPC, e mesmo assim não foi possível construir uma redação consensual. Finalmente, os representantes da sociedade civil – ANAPAR, ABRAPP e representantes dos patrocinadores e instituidores – negociaram uma proposta conciliatória que atendeu aos interesses mínimos de todas as partes e a levaram para análise dos representantes do Governo no Conselho. Grande parte das propostas foi acatada, resultando na minuta que vai ser votada na segunda-feira.

Em relação à proposta original, vários foram os avanços incorporados na minuta de Resolução submetida pela presidência do CNPC para análise de seus membros. Dentre elas, destacamos: o plano objeto de retirada permanece ativo e suas obrigações sendo cumpridas até a data em que for aprovada a retirada pela PREVIC; a entidade poderá oferecer um novo plano, chamado de Plano Instituído por Opção, na modalidade CD, para o qual os participantes poderão levar suas reservas e continuar recebendo benefícios; este plano instituído poderá prever a constituição de um fundo de sobrevivência para oferecer benefícios vitalícios; o cálculo das reservas individuais de retirada terá de ser feito sem alterar premissas e regulamento do plano; se houver superávit, a reserva de contingência será integralmente destinada aos participantes de maneira proporcional às reservas de cada um; a retirada se consuma somente após a patrocinadora quitar à vista seus débitos e sua parte no déficit, coberto de acordo com a proporção contributiva; a patrocinadora deve garantir reserva suficiente para cobrir um mínimo de cinco anos de sobrevida para todos os assistidos.

Na minuta há pontos com os quais a ANAPAR não concorda, por não atenderem os legítimos anseios dos participantes. “Vamos lutar até o último minuto para defender os interesses dos ativos e aposentados. Mesmo não conseguindo tudo o que consideramos justo, é inegável que a minuta apresentada só contemplou algumas de nossas reivindicações por conta da luta incansável dos participantes”, pondera Cláudia Ricaldoni, presidente da ANAPAR e representante dos participantes no CNPC. 


Fonte: www.anapar.com.br

domingo, 12 de maio de 2013

ILHACAP

     Pela BR-101 duplicada, a 165 km de Joinville, numa viagem aprazível pelo belo litoral catarinense, margeando cidades como Barra Velha, Piçarras, Penha (do Parque Beto Carrero), Itajaí, Balneário Camboriú, Itapema, Porto Belo, Tijucas, Governador Celso Ramos e Biguaçu, estarei me deslocando até a grande Florianópolis, para reunir-me com a Anabb.
     O desejo da Anaplab é fazer o possível para trazer a Anabb para lutar em nossa trincheira, em nosso favor. Este também é o desejo do nosso grande João Rossi Neto. Sem dúvidas, pela estrutura que possui, essa Associação de Brasília-DF pode fazer toda a diferença em favor dos assistidos. Já sentimos uma mudança de atitude dos dirigentes da Anabb, como visto estampado no seu site (www.anabb.org.br)
ANABB pede apoio a projeto que susta artigos da CGPC 26 
Oxalá compareçam em Floripa o Sérgio Riede e o Fernando Amaral. Se confirmado, terá valido a pena a viagem.
     Será bem diferente da reunião em que compareci no dia 03.08.2012 em Balneário Camboriú com a presença do recém-empossado diretor de Seguridade Marcel Barros e as diretoras da Cassi Mírian Focchi e Graça Machado. Explico melhor: em BC compareci como "free-lancer" pois havia recebido "ordens" do presidente da Aapprevi para não vincular a minha presença à presença da Associação.
Agora é diferente, terei muito orgulho de falar em união, em busca comum de soluções para os problemas que mais nos afligem. Carregando nos ombros a expectativa de centenas de associados, apostando no diálogo aberto e franco com todas as demais entidades afins.
     Sobre perguntas frequentes sobre a cisão minha e do Gilvan com a Aapprevi, juntamente com mais seis membros que hoje estão conosco na ANAPLAB, vou dedicar uma postagem especial proximamente.
     Por ora, concentremo-nos na reunião na AABB de Florianópolis-SC. Que ela seja proveitosa, com a Anabb abraçando em definitivo a causa dos assistidos da Previ.

 ENCONTRO ESTADUAL DA ANABB
              ETAPA SANTA CATARINA 

DIA 16.05.2013 - 18H30MIN - AABB Coqueiros

sábado, 11 de maio de 2013

NOSSAS MÃES

     Dia das mães é todo dia, mas um dia de maio é utilizado para fazer-nos lembrar a importância de nossa mãe.
     Minha mãe já foi para junto de Deus. Lembro das suas preocupações para com todos os meus irmãos e irmãs. "Leve o casaco, vai esfriar", "não esqueça de levar um lanchinho", "cuide ao atravessar a rua" e por aí afora.
     Se eu tivesse minha mãe aqui não desgrudaria dela nenhum instante. Todos os conselhos que ela nos dá, amanhã é o dia para a retribuição: "cuide bem da sua saúde, alimente-se bem, se precisar é só pedir."
     A preocupação maior de toda mãe (e também do pai) é com o filho(a) mais necessitado. Aquele ou aquela que mais precisa de atenção tem mais assistência dos pais. Assim acontece na nossa relação com Deus. Basta observar a bravura de uma mãe quando tem um filho doente. A coisa mais importante do mundo para os pais são os filhos.
     Quero dedicar este parágrafo às nossas amadas pensionistas, verdadeiras guerreiras, que mesmo tendo os filhos já adultos, fizeram de tudo para educá-los nos caminhos da vida. E agora são obrigadas a viver com apenas 60% da pensão do marido. Quanta injustiça!
Gostaria de poder nominá-las, uma a uma, porém muitas são avessas às homenagens. Fazem o bem porque gostam e por ser agradável aos olhos do Senhor. Ele com certeza as recompensará.
     Obrigado a todas as mães, de todas as idades, pela dedicação, pelo esforço, pela doação. Em nome de todos os filhos indistintamente, este modesto blog lhes deseja          um 
F-E-L-I-Z   D-I-A   D-A-S  M-Ã-E-S !!!!!!!!!!!!!!!!!

www.youtube.com/watch?v=v0rX7souIRI

EMPRÉSTIMO SIMPLES EM MESES

     Quando concebido no final de outubro do ano passado, o ES tinha sido planejado para ser operacionalizado em meses. Ouvi do próprio Marcel ao telefone que, de início, esta modalidade não estava pronta para ser aplicada, mas que na primeira renovação, isto é, após seis meses, já estaria apta a ser implementada.
     Estamos no termo do prazo inicial e não existe qualquer sinalização de que isso deva ocorrer. É mais uma promessa não cumprida de parte do sr. Marcel. Se o diretor quiser me ligar explicando os motivos pelos quais não foi implantado o prazo em meses, eis meus telefones: (47) 3026-3937 ou (47) 9716-2622.
     Se a fórmula adotada foi a denominada de "fórmula 170" onde a idade do tomador somada ao número de meses é o limite 170, não haveria porque não utilizá-la na prática. Vamos imaginar um tomador com 63 anos. Se fizer o ES pelo atual sistema teria um prazo de 96 meses (8 anos). Todavia, se fizer o mesmo empréstimo em número de meses, teria um prazo de 107 meses (63 + 107 = 170). Portanto, um baita acréscimo de 11 meses (107 - 96 = 11) no prazo.
     Fica evidente as vantagens pró-associado. Só que vantagens para os assistidos não passa pela cúpula da Previ. Então, Marcel, vai me ligar? Se não quiser ligar, mande-me um correio eletrônico azarizanella@gmail.com 
O importante é dar-nos explicação. Não nos sonegue informações. Encaminho-lhe esta postagem também para o e-mail diseg@previ.com.br

sexta-feira, 10 de maio de 2013

MERAS PROFECIAS


A Profecia de Geisel 1974 / 1979

     “Se é a vontade do povo brasileiro, eu promoverei a Abertura Política no Brasil. Mas chegará um tempo em que o povo sentirá saudade da Ditadura Militar. Pois muitos desses que lideram o fim da ditadura não estão visando ao bem do povo, mas sim seus próprios interesses.”
General Ernesto Geisel


    “Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semianalfabeto, e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso.”
General Olympio Mourão Filho, 1900-1972, em seu livro “Memórias”.

    De forma alguma desejamos fazer apologia à ditadura, antes o contrário. Os dois discursos proféticos acima foram colocados para refletirmos sobre a recente fase da política brasileira.
     Embora muitos dos leitores "torçam o nariz" quando escrevemos sobre política, às vezes, faz-se necessário um reavivamento em nossa memória. Sem fazer qualquer juízo de valores, apenas refletindo o atual momento histórico e político do qual todos fazemos parte atuante.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A JUSTIÇA E A DESAPOSENTADORIA

     O STJ - Supremo Tribunal de Justiça aprovou ontem a troca de aposentadoria que dá direito a quem se aposentou e continuou trabalhando, a se aposentar de novo, por um valor mais vantajoso. Para esse feito, o TSJ decidiu pela não obrigatoriedade de devolução de valores do que foi recebido da Previdência Social. Contudo, a decisão final sobre o tema ainda depende de análise do Supremo Tribunal Federal (STF) presidido pelo competente Joaquim Barbosa.
     O STJ, em resumo, decidiu por:
-O aposentado que voltou a trabalhar tem o
  direito de trocar de benefício para incluir as
  contribuições pagas após a 1ª aposentadoria.
-Renúncia à aposentadoria, para fins de 
  concessão de novo benefício, não implica o 
  ressarcimento dos valores recebidos.
     O que muda com a nova decisão do STJ:
-Os tribunais deverão seguir a decisão do STJ.
-As ações que estão nas varas federais também
 deverão se basear na decisão.
-A palavra final, no entanto, deverá vir do STF
 que analisa um outro processo.

(Fontes: STJ, STF e advogados previdenciários)