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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

NOSSO MAIOR CARRASCO

        Muito já se comentou sobre a catástrofe atirada para atingir em cheio os fundos de pensão nos últimos anos do governo Luís Inácio da Silva. Em 2008, a criação da escabrosa resolução nº 26 e em 2011 a onda de retirada do patrocínio. Acrescenta-se aí a criação da PREVIC, um belo cabide de emprego que veio exclusivamente para preencher cargos dos amigos da corte. Tudo elaborado sob medida para retirar legalmente mais dinheiro da Previ em detrimento de seu corpo social, com relevância para as pensionistas, hoje mais de 18 mil em todo o Plano de Benefícios nº1.

        Tudo isso é considerado muito relevante para todo o universo de PB1. O brasileiro esquece muito fácil de tudo que se passa de importante em nosso país. Principalmente, aquilo que envolve política. E é justamente neste campo que vamos lembrar do pernicioso Fernando Henrique Cardoso que já em 1997, ainda no primeiro ano de seu governo, deixou que se elaborasse um estatuto que permitiu dividir-nos ainda mais, através do PB1 e do Previ Futuro e com a criação da Parcela Previ, que arrochou de vez nossos salários, permitindo anomalias até hoje não corrigidas. Em seu segundo mandato, foi criada a famigerada Lei Complementar 108/2001, que nos tirou da administração da Previ, quer pelo voto de minerva quer pelo alijamento do corpo social nos estatutos. Então, este sociólogo tupiniquim nos ferrou de tal maneira que seu sucessor só foi "completando o serviço."

        Portanto, sr. FHC, não volte nunca mais à presidência, nem seu tucanato, porque os malefícios gerado a todos nós foram imensamente maiores, justiça seja feita, do que as cometidas por Luís Inácio Lula da Silva.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O SONHO DOS RATOS ( nova velha fábula )

        Era uma vez um bando de ratos que vivia no buraco do assoalho de uma casa velha. Havia ratos de todos os tipos: grandes e pequenos, pretos e brancos, velhos e jovens, fortes e fracos, da roça e da cidade. Mas ninguém ligava para as diferenças, porque todos estavam irmanados em torno de um sonho comum: um queijo enorme, amarelo, cheiroso, bem pertinho dos seus narizes. Comer o queijo seria a suprema felicidade...

        Bem pertinho é modo de dizer. Na verdade, o queijo estava imensamente longe, porque entre ele e os ratos estava um gato... O gato era malvado, tinha dentes afiados e não dormia nunca. Por vezes, fingia dormir, mas bastava que um ratinho mais corajoso se aventurasse para fora do buraco para que o gato desse um pulo e...era uma vez um ratinho!! Os ratos odiavam o gato. Quanto mais o odiavam, mais irmãos se sentiam. O ódio a um inimigo comum os tornava cúmplices de um mesmo desejo: queriam que o gato morresse ou sonhavam com um cachorro...

        Como nada pudessem fazer, reuniram-se para conversar. Faziam discursos, denunciavam o comportamento do gato (não se sabe bem para quem), e chegaram mesmo a escrever livros com a crítica filosófica dos gatos. Diziam que um dia chegaria em que os gatos seriam abolidos e todos seriam iguais.

"Quando se estabelecer a ditadura dos ratos", diziam os camundongos, "então todos serão felizes"..."O queijo é grande o bastante para todos", dizia um. "Socializaremos o queijo" dizia outro. Todos batiam palmas e cantavam as mesmas canções. Era comovente ver tanta fraternidade. Como seria bonito quando o gato morresse!! Sonhavam...nos seus sonhos comiam o queijo. E, quanto mais o comiam, mais ele crescia. Porque esta é uma das propriedades dos queijos sonhados: não diminuem; crescem sempre. E marchavam juntos, rabos entrelaçados, gritando: "Ao queijo, já!!"...

        Sem que ninguém pudesse explicar como, o fato é que, ao acordarem, numa bela manhã, o gato tinha sumido. O queijo continuava lá, mais belo do que nunca. Bastaria dar uns poucos passos para fora do buraco. Olharam cuidadosamente ao redor. Aquilo poderia ser um truque do gato. Mas não era. O gato havia desaparecido mesmo. Chegara o dia glorioso, e dos ratos surgiu um brado retumbante de alegria.

        Todos se lançaram ao queijo, irmanados numa fome comum. R foi então que a transformação aconteceu. Bastou a primeira mordida. Compreenderam, repentinamente, que os queijos de verdade são diferentes dos queijos sonhados. Quando comidos, em vez de crescer, diminuem. Assim, quanto maior o número de ratos a comer o queijo, menor o naco para cada um. Os ratos começaram a olhar uns para os outros, para ver quanto do queijo haviam comido. E os olhares se enfureceram. Arreganharam os dentes. Esqueceram-se do gato. Eram seus próprios inimigos. A briga começou. Os mais fortes expulsaram os mais fracos a dentadas. E, ato contínuo, começaram a brigar entre si. Alguns ameaçaram chamar o gato, alegando que só assim se restabeleceria a ordem.

        O projeto de socialização do queijo foi aprovado nos seguintes termos:

"Qualquer pedaço de queijo poderá ser tomado dos seus proprietários para ser dado aos ratos magros, desde que este pedaço tenha sido abandonado pelo dono."

Mas como rato algum jamais abandonou um queijo, os ratos magros foram condenados a ficar esperando... Os ratinhos magros e fracos, de dentro do buraco escuro, não podiam compreender o que havia acontecido. O mais inexplicável era a transformação que se operara no focinho dos ratos fortes, agora donos do queijo. Tinham todo o jeito do gato, o olhar malvado, os dentes à mostra. Os ratos magros nem mais conseguiam perceber a diferença entre o gato de antes e os ratos de agora: RATO=GATO. Os ratos fortes se tornaram cada vez mais fortes. Diziam mentiras para enganar os outros ratos. Os ratos fracos acreditavam nas mentiras por ignorância ou por medo. Por medo, muitos ratos fracos defendiam os ratos fortes, na esperança de ganhar alguma migalha de queijo.

        Os ratos fortes criaram impostos. Sempre aumentavam estes impostos. Precisavam arrecadar dinheiro para poder ficar mais fortes e assim poder cuidar do queijo. Precisam arrecadar de mais e mais impostos, porque só eles poderiam cuidar da saúde dos ratos fracos!

        Todo rato que fica dono do queijo vira gato. Não é por acidente que os nomes são tão parecidos.

"CONSEGUES COMPREENDER O QUE ESTÁ OCORRENDO HOJE NO BRASIL?"

"B-R-A-S-I-L - UM PAÍS DE TOLOS."


(Texto de Rubem Alves)

domingo, 26 de agosto de 2012

SECURITIZAÇÃO DA DÍVIDA

        O Elias veio propor fato novo nesta celeuma de empréstimo simples que de simples tem somente o nome pois o pessoal quer sempre "sofisticar". Outro anônimo sugeriu o puro e mero alongamento do prazo. Daí, já temos três propostas factíveis na mesa:

Primeira: a proposta do Valentim (excludente)

Segunda: o alongamento somente do prazo 

                 (contemplaria os que faltam MC) e

Terceira: a securitização (oneraria o produto).

        O avanço no produto "seguros", notadamente na atividade bancária, é fenomenal. Ao fazermos um novo empréstimo no BB, por exemplo, já obtemos a opção da parcela "com seguro" e "sem seguro". No ES o nome dado é FQM, Fundo de Quitação por Morte, que segundo o novo diretor de seguridade Marcel Juviniano Barros, é insuficiente para atender as indenizações. Então, entraria em cena o BB-Seguros-ES, afinal, o dinheiro da Previ ao encerramento do PB1 é do BB pelos estatutos e leis existentes. Não me compete estabelecer percentuais deste seguro prestamista, mas de se notar que vai ao encontro do Estatuto do Idoso porque o crédito está sendo oferecido, porém com seguro maior pela idade. O Estatuto diz que não se pode negar o crédito, não diz que não se possa cobrar a securitização da dívida. Como sugestão, o FQM poderia continuar nos moldes atuais até determinado valor e prazo; o excedente em valor e prazo seria coberto pela nova securitização.

        Na outra face da moeda encontramos o baixo percentual aplicado no ES pela Previ em relação ao PL, menos de 3%. Caro Marcel, este índice pode chegar a 15%, parte do dinheiro é nosso, isto é, do próprio tomador do empréstimo e daqueles que não tomam empréstimos que apenas desejam um investimento seguro de suas reservas, que no ES acontece em 100% de segurança, não é mesmo? Portanto, Marcel, tenha coragem meu irmão, combata do nosso lado com os pares de diretoria juntamento com o Paulo Assunção e o Vitor Paulo. As cartas estão na mesa, falta apenas a decisão que é de alçada da própria Previ. Por favor, não nos faça perdermos a paciência, lembrando que mesmo com a securitização mais elevada, ainda assim, o ES para todos nós é o produto mais barato do mercado. Aguardamos decisão urgente. Muito obrigado. E lembre-se sempre que tem o respaldo do voto eletivo.      

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

LONGA E PENOSA ESPERA

        Sabe quando você espera uma coisa que não chega, adrenalina a mil, sufoco geral, expectativas...Pois é esta a fase por que passamos já prevendo que o desfecho  pode ser frustrante. O novo diretor Marcel, no cargo há quase 90 dias, parece ter recebido instruções do antecessor Sasseron para ficar de sobreaviso sobre possíveis pressões dos associados para melhoria geométrica do ES.

        Se a fórmula do Valentim não for assimilada na Previ, há poucas chances de melhoria substancial como a maioria quer. Neste caso, devemos nos contentar com o que pode ser "a melhor das hipóteses", na minha opinião 120 mil em 108 meses.

        O dado concreto é que o percentual que pode ser atingido pela Previ, na aplicação ES, está bem aquém do estabelecido no Estatuto. Assim, o sr. Marcel poderia "peitar" um aumento real de maior envergadura, marcando indelevelmente o início de sua gestão, justificando o apoio que obteve nas urnas. Vamos lá, sr. Marcel, dê uma cutucada nos outros dois diretores eleitos, o Paulo Assunção e o Vitor Paulo. Dá até para convencer o Renê Sanda. E por favor, nos comunique da decisão no dia 03 de setembro quando visitares a capital do Rio Grande do Sul, a convite do Dr. Medeiros.

        É isso que muito esperamos e que mais desejamos no momento. Muito obrigado!

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

FRENTE PB1 DE PROPOSTAS

        O blog da Cecília Garcez, mãe dos outros que cuidam dos problemas do PB1, até pela sua antiguidade, trata hoje do tema ES, em tom reivindicatório, de aumento de prazo e valor, clamando pelo apoio da maior associação dos funcionários ativos e aposentados, sediada em Brasília, da qual a Cecília é conselheira deliberativa.

        O colega Jorge Teixeira, comentando por lá, disse ver naquele blog participação efetiva, juntamente com o blog do Medeiros e o meu. Eu acrescentaria o blog previ plano um, do batalhador incansável, o nobre Marcos Cordeiro de Andrade. Todos sabemos da importância da Anabb, com mais de cem mil associados, porém, inócuas serão as ações no sentido de pedir à Previ um acréscimo substancial no prazo/valor do ES, pela grande resistência da atual diretoria de Seguridade.

        É notória a necessidade de alternativas exequíveis. De nada adianta pressionar para implantação dos 180X180 sem provar por a + b e c - d, a sua viabilidade na questão maior que hoje emperra ou entrava os anseios da maioria. Neste sentido, a proposta do Valentim é uma excelente alternativa. A propósito, já confirmei com a secretária do Marcel, a sua impressão para análise do diretor de Seguridade. A própria Cecília que já foi diretora eleita da Previ, confirmou em resposta ao Jorge Teixeira, que lê-se tudo lá na Previ daquilo que são escritos em nossos blogues.

        Ratificou, ainda, aquilo que já venho dizendo: qualquer pessoa pode participar enviando e-mail à DISEG (diseg@previ.com.br) em linha direta com o diretor de Seguridade ou no site da Previ www.previ.com.br na seção "Fale Conosco". Se a Previ achar sua sugestão interessante poderá aproveitá-la. Acredite se quiser.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

PETIÇÃO À PREVI

 Ilmo. Sr. Marcel J. Barros M.D. Diretor de Seguridade da PREVI Praia de Botafogo - Rio de Janeiro - RJ  


 Senhor Diretor, 


          Como gerenciador do blog arizanella.blogspot.com, recebendo dezenas de comentários sugestivos para alteração do empréstimo simples, venho trazer à sua consideração, para análise e estudo desta Caixa de Previdência, uma sugestão do colega Carlos Valentim Filho, 84 anos, aposentado como inspetor do BB, respeitadíssimo e admirado em nosso meio de aposentados.A proposta baseia-se no binômio: VALOR vinculado à margem consignável do tomador X PRAZO vinculado à idade. Acontece assim com o empréstimo imobiliário, onde a idade limite é de 80 anos. Com a idade de 60 anos pode-se contratar o empréstimo em, no máximo, 20 anos ou 240 meses. Já quem tiver 55 anos ou menos, pode contratar num prazo de até 25 anos ou 300 meses. A sugestão sobre o ES é para um prazo bem maior, ou seja, 15 anos ou 180 meses para pagar (pode ser menor, dependendo dos estudos), e o principal, um LIMITADOR na idade, que pode ser 90 anos, cinco anos a mais que a Tábua de Mortalidade AT-2000, sendo que após esta idade-limite o tomador NÃO poderia mais fazer novos empréstimos nem renovações. Desta forma, após os 75 anos, o tomador teria a cada ano uma diminuição de prazo, 14, 13, 12... e assim sucessivamente. Já o limite seria balizado pela MC (Margem Consignável) sempre limitado a um valor, sem exceder os 180 mil. O novo modelo teria caráter permanente, o que extinguiria a enxurrada de pedidos para melhorar o ES feita a cada ano que passa. Igualmente pacificaria o percentual do FQM porque o número de pessoas que estão nesta condição acima dos 85 anos é de pouco mais de 1.700. O assunto está igualmente exposto em meu blog www.arizanella.blogspot.com que estará logo abaixo desta petição que pretendo estar publicada no mesmo blog, na íntegra. Abaixo três opiniões publicadas nos comentários recebidos no blog. Espero, sinceramente, que esta diretoria de Seguridade não meça esforços no sentido de analisar com todo o empenho esta proposição que, afinal, resolveria a situação de uma vez por todas.  Respeitosamente, Ari Zanella - Matrícula 1.194.650-4

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Anônimo CARLOS VALENTIM FILHO disse...
Prezado Prof. Ari,

Obrigado por divulgar com tanta ênfase minha modesta sugestão.

Creio que, com a eliminação do limite, a PREVI ficaria livre de alterá-lo anualmente, como o faz. Neste particular, as instruções passariam a ser permanentes.

Restaria estudar a questão referente à idade. Entendo que poderia ser estabelecido o limite de 90 anos. Explico: para quem tivesse 80 anos, poderia contratar empréstimo por 10 anos, no máximo.
Para os de 85 anos, por cinco anos etc.

As taxas de juros e FQM poderiam ser revistas periodicamente, assim como o índice de correção do saldo devedor, que passaria a ser unicamente sobre o saldo e não mais sobre as taxas de juros e FQM duas vezes por mês, como atualmente.

Abraço do
Valentim

18/08/12 17:01
 Excluir

Anônimo Anônimo disse...
Prof. Ari e colegas,

Meu pai, tem 79 anos e nenhum Banco, empresta mais nada para ele por causa da idade. Nem renovar empréstimos consegue mais. Infelizmente, a coisa funciona assim mesmo.
18/08/12 17:13
 Excluir

Anônimo disse...
Chico Ornellas disse:

Caro colega Valentim,

Sua proposta para o ES é excelente.
Contempla a todos pelo seu raciocínio coerente, justo , e de fácil aplicação pela PREVI, sem maiores contestações.
Tens uma mente privilegiada. Acompanho seus inteligentes comentários desde os primórdios do blog PreviPlano1 , do nosso grande guerreiro Marcos Cordeiro.
Tens a minha admiração e respeito.
Desejo-lhe longos anos de vida
com muita saúde.
Um abraço
Chico Ornellas
Petrolina PE
19/08/12 19:37
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sábado, 18 de agosto de 2012

A FÓRMULA DO VALENTIM

        Mestre Valentim, num dos últimos comentários do post anterior deu-nos uma ideia brilhante de como deveria ser instituído o ES da Previ: vincular o valor à margem consignável do tomador e o prazo à idade.

        Não tenho dados para saber se a fórmula é boa ou ruim. A priori, seria benéfica aos mais jovens e menos favorável aos mais idosos. Acontece algo parecido com o empréstimo imobiliário, onde a idade limite é de 80 anos. Com a idade de 60 anos pode-se contratar o empréstimo no máximo em 20 anos, ou 240 meses. Já um indivíduo de 40 anos pode fazer o mesmo financiamento em 25 anos ou 300 meses. Assim, a fórmula do Valentim, que encaminharei ao diretor de Seguridade, acabaria com os "gargalos" da idade. Estabelecer-se-ia uma idade limite para o ES, que poderia ser igual à Tábua AT-2000 que é de 85 anos. Desta maneira, quem tivesse 70 anos, poderia ter prazo de 15 anos ou 180 meses. Daí em frente, as renovações só cairiam no quesito prazo. A MC (margem consignável) balizaria o limite. Desta forma, aqueles que estão abaixo dos 70 anos teriam o prazo de 180 meses, sendo a MC igualmente reguladora do montante a ser emprestado.

        Outro assunto maroto são os débitos atrasados da coparticipação Cassi. Quem tinha débito de até 50 reais, o desconto foi feito em uma única vez neste mês de agosto. Quem tiver valores maiores, serão feitos débitos parcelados a partir de setembro. Coisa sorrateira pois há duas semanas tivemos o encontro em Balneário Camboriú, estando presente toda a cúpula eleita da Cassi, e nada disseram a respeito. Que coisa feia, dona Mirian Fochi, querer cobrar coisa de 10 anos atrás! Quem se omitiu na cobrança é que deve ser responsabilizado! Eu vou pra justiça!!!

        

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

O TELEFONEMA DO MARCEL

        Estava há dois dias ligando para o Marcel Barros, diretor de Seguridade, cuja simpática secretária, Denise, apresentava nas ligações, motivos relevantes para o diretor não se encontrar no recinto. Neste fim de tarde de quinta-feira toca o meu telefone fixo. Era o Marcel! Então quis saber sobre vários assuntos, o principal deles o ES.

        Em primeiro lugar, ele me disse que lia nossos blogues. Falou do Marcos Cordeiro, dizendo não ser verdade grande parte publicada nas postagens "A maldição da velhice" e "Empréstimo Simples - Apelo à Previ II". Disse que nenhum diretor da Previ nos chamou de "velhinhos trambiqueiros". Perguntei-lhe por que não respondia as críticas e a resposta foi de falta de tempo para isso. Entretanto, assegurou que nos lê a todos, e aquilo que se escreve nos blogues, podem ter certeza, chega ao conhecimento da Previ.

        Sobre o ES especificamente disse que a Previ está analisando com muito critério, inclusive, fazendo comparações com os demais fundos de pensão. Indaguei-o sobre o Funcef que seria mais vantajoso que o nosso, ao que brincou dizendo que se eu quisesse aplicaria o deles na Previ. (Quis até apostar comigo!) Falei, ainda, da sugestão do Nascimento (que ele também leu) dizendo que as premissas não são verdadeiras, devido a Tábua AT-2000 que prevê longevidade até 85 anos. Se a pessoa morre antes se justifica, mas, se morre depois, aos 90 anos, por exemplo, no geral é prejuízo para o Plano. Falou que o problema maior é o prazo. Não se trata de insolvência, mas de quem vai pagar a conta. O FQM gerido pela Previ não gera receitas para tanto. É preciso cuidado para não criar falsos percentuais. O ES tem hoje 11.000 empréstimos com pessoas acima dos 70 anos, cujo montante é de 728 milhões de reais, e quase 500 empréstimos com pessoas acima de 90 anos, com valores máximos. Para resolver o problema, o FQM para esta faixa etária, acima dos 70 anos, deveria ser de 4% ao ano, o que é inviável pois se a Previ colocasse este valor seria reportada ao Estatuto do Idoso com questionamentos judiciais. É preciso considerar que no PB1 o mais jovem aposentado tem 40 anos e nenhuma seguradora quer segurar empréstimos de prazos tão longos e nesta faixa etária sem um percentual elevado. Pedi-lhe que resolvessem logo, já para setembro, ele sorriu dizendo que estava fazendo o possível, mas que a situação é bem complexa.

        Por fim, quis saber qual a real situação da bolsa para a Previ. Ele esclareceu que o chamado "ponto de corte" é de 60.000 pontos. Ano passado era 57 mil, porém com o reajuste dado em junho e elevação do número de aposentados, subiu para o novo patamar de 60 mil. Só disse não estar preocupado com isso agora, porque o importante é a cotação no dia 31.12.2012. Mas acredita muito que o BET vai continuar sem problemas e até ser incorporado. Quanto ao PLP 161/2012 cujo relator é Rogério Carvalho do PT-SE disse que, até o momento, não houve o voto do relator, o primeiro a ser dado, portanto, não houve ainda votação, nem a favor nem contra. Disse que os três diretores eleitos já solicitaram uma audiência pública em Brasília, boa oportunidade para as associações se manifestarem e participarem. Finalmente, disse que lê todos os e-mails endereçados à diretoria de seguridade (diseg@previ.com.br). Não garante a resposta pela falta de tempo que o cargo lhe impõe, todavia, quem escreve pode ter a certeza que está sendo lido.

IMPORTANTE SABER ANTES DE MORRER

01 - O nome completo do Pato Donald é

        Donald Fauntleroy Duck.

02 - Em 1997, as linhas aéreas americanas

        economizaram 40 mil dólares eliminando

        uma azeitona de cada salada.

03 - Uma girafa pode limpar suas próprias 

        orelhas com a língua.

04 - Ninguém consegue lamber o próprio

        cotovelo, é impossível tocá-lo com a

        própria língua.

05 - Milhões de árvores são plantadas 

        acidentalmente por esquilos que enterram

        nozes e não se lembram mais do lugar.

06 - Comer uma maçã é mais eficiente que 

        tomar café para manter-se acordado.

07 - As formigas se espreguiçam pela manhã

        quando acordam!!!

08 - As escovas de dentes azuis são mais

        usadas que as vermelhas.

09 - O porco é o único animal que se queima

        ao sol, além do homem.

10 - Só um alimento não se estraga, o mel.

11 - Um terço de todo o sorvete vendido no

        mundo é de baunilha.

12 - As unhas das mãos crescem quatro vezes

        mais rápido que as unhas dos pés.

13 - O olho do avestruz é maior do que seu

        cérebro.

14 - Os destros vivem em média, nove anos

        anos mais que os canhotos.

15 - O "quack" de um pato não produz eco.

        Ninguém sabe porque...

16 - É impossível espirrar com os olhos abertos.

17 - O músculo mais potente do corpo humano

        é a língua.

18 - O "jota" é a única letra que não aparece

        na tabela periódica.

19 - Uma gota de óleo torna 25 litros de água

        imprópria para o consumo.

20 - Os chimpanzés e os golfinhos são os únicos

        animais capazes de se reconhecer na frente

        de um espelho.

21 - Rir durante o dia faz com que você durma

        melhor à noite.

22 - 40% das pessoas cumprimentam o(a)

        apresentador(a) ao final dos telejornais.   

terça-feira, 14 de agosto de 2012

PARTIDO DOS APOSENTADOS

        Muito mais difícil de conseguir nomes para concorrer é criar um novo partido político no Brasil. São necessárias 490 mil assinaturas, reconhecidas em cartório, sendo que no último ano apenas dois partidos conseguiram tal proeza: PSD (Partido Social Democrático) e PPL (Partido da Pátria Livre). Evidentemente, pode-se filiar-se a um partido já existente, contudo, existe sempre o perigo da fidelidade partidária, onde você seja obrigado a votar a favor de matéria indesejada por orientação do partido.

        Para formarmos o PA (Partido dos Aposentados) teríamos que formar uma equipe de 500 pessoas, cada qual responsável por mil assinaturas em sua cidade, ou uma média equivalente. Tarefa nada fácil. Mas, este caminho árduo, a meu ver, é o único que possa nos servir de lenitivo pelo resto da existência do Plano de Benefícios nº 1. É aceitar o desafio ou aceitar o desafio. Na minha cidade, eu garanto.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

POLÍTICA NÃO DÁ IBOPE

        O tema "política" não interessa para 99% dos brasileiros, certo? Parece que sim. E se você soubesse que paga mais ou menos imposto de renda influenciado por políticas econômicas? Bem, eu não pago IR, sou isento porque ganho abaixo do valor de isenção. Mas, os outros impostos diretos? Sobre a carne, o leite, o feijão e o arroz? E sobre o pão nosso de cada dia? Ah! Isso todo o mundo tem que pagar, é assim no mundo inteiro! E deixa de ser chato, professor! Eu detesto ouvir falar de política!

        Infelizmente somos dominados pela política, por consequência, pelos políticos. Ou alguém não sabe que o Ministério da Fazenda, indicado pelo governo federal, manda e desmanda no BB e na Previ? Já pedimos um milhão de vezes para reajustar o ES para XXX meses com valor maiores que 110. Seremos atendidos? Se o Guido Mantega mandar, sim. Se o BB fizer careta, não sai nada. 

        Somos mais de 100 mil participantes do PB1. Se levarmos em conta os familiares ultrapassa 500 mil. Daria para eleger um senador e mais 5 deputados federais. Por que não temos ninguém eleito entre nós? Porque odiamos a política. Assim, caminhamos rumo à alienação total. Cada vez mais participamos menos. Cada vez mais somos menos lembrados.


domingo, 12 de agosto de 2012

2012 - RETROSPECTIVA 20 ANOS

        Em 1992 o governo estava em mãos de Itamar Franco que foi o vice de Fernando Collor, que renunciou para não ser cassado. O ministro da Fazenda de Itamar foi Fernando Henrique Cardoso cujo mérito maior foi ter concebido o duradouro plano econômico, ainda vigente, que veio arrumar a casa, como se diz no jargão popular. Esta concepção, auxiliada por ilustres economistas, valeu-lhe a eleição para presidente do Brasil em 1994, com direito à reeleição em 1998.

        Foi no segundo mandato de FHC onde ocorreram diversas privatizações, entre elas, as teles, a Vale e  siderúrgicas. E foram nestas privatizações que a Previ entrou pra valer. Apesar de ter sido bom como investimento, o nosso fundo perdeu muito nas conquistas dos associados, como a extinção do corpo social nas decisões, o voto de minerva a favor do patrocinador, tudo vinculado à criação das leis complementares 108 e 109 de 2001.

        Próximo às eleições de 2002, o sr. Lula reuniu-se em São Paulo com José Dirceu, lhe dizendo que só entraria na disputa para vencer pois já havia sofrido três derrotas à presidência. José Dirceu encarregou Antonio Palocci de arrecadar fundos junto ao empresariado paulista, convencendo-os de que Lula não mudaria a política econômica de FHC. O PT usava as mesmas armas da oposição, dinheiro de sobra na campanha, chegando a pagar fábulas, à época, ao melhor marqueteiro do país, Duda Mendonça. A partir desta estratégia, estava formada a tática de "comprar" partidos por atacado (O PT pagou seis milhões pelo apoio do PL) e no varejo, com a "compra" de parlamentares (futuro Mensalão).

Lula não só "respeitou" a posição econômica de seu antecessor, pois é muito importante manter a inflação sob controle, como também abriu as torneiras do BNDES para o empresariado amigo e ampliou os benefícios sociais, conhecidos como "vales" e "bolsas".

        A despeito da gigantesca aprovação popular, nós do fundo de pensões, não temos motivos para alegria com a administração petista. A escalada dos sindicalistas em postos-chaves dos fundos e das estatais controladas, todos pró-governo; a famosa e maldita resolução 26; o domínio na administração dos fundos, minaram nossa capacidade de reação. Estamos nas mãos e nos braços do PT e seus gananciosos séquitos, vivendo das migalhas que nos atiram.

sábado, 11 de agosto de 2012

ÀS VEZES, O SANGUE FERVE

        Neste domingo comemoramos duas datas: uma significativa, singela, divina. A outra nem tanto. Dia dos pais e do advogado.

        Tenho na família um irmão (caçula) advogado. Ele não seguiu a firme determinação de meu querido pai, Ângelo, que nos idos de 1957 perdera uma gleba de terras na cidade de Laurentino-SC para um empresa que tinha um "bom" advogado, que não era o caso de papai. Chegou em casa naquele dia e esbravejou: "Emília! (minha mãe) Prefiro ter um filho morto do que um filho advogado!" Este episódio jamais saiu de minha cabeça. O lado bondoso e justo de meu genitor não proferiria essa frase se não tivesse sido surrupiado. Meu irmão caçula, hoje residindo em Balneário Camboriú, me confessou certo dia: "Ganha a causa na justiça quem mente mais." Estava se referindo à separação judicial no quesito traição. Então lembrei-me das Sagradas Escrituras: "O Senhor tem horror aos lábios que mentem, porém se apraz naqueles cujo proceder é sincero." (Prov.12-22). Voltaire dizia: "Menti, menti, que da mentira sempre algo de bom resultará."

        Evidentemente temos excelentes causídicos que não se encaixam nos descritos no parágrafo anterior. Dr. Medeiros é um deles. O Dr. José Tadeu de Almeida Brito também. A Dra. Vânia do Rio que presta serviços jurídicos à Aapprevi é outro caso de probidade. Não generalizemos a classe da OAB. O que me causa espanto é a dificuldade dos melhores entre os bons, de encontrar uma solução definitiva no judiciário para uma resolução flagrantemente absurda como a 26. Vejam o recente caso do Marthius Sávio, errando o encaminhamento da Adin...de propósito? Estamos perdendo nossa capacidade de nos indignar, se não a capacidade, pelos menos as forças.

        Já o pai e a família são instituições divinas. Deus é Pai. Deu-nos um naco da sabedoria divina nesta figura. Relembremos o que disse Jesus no Sermão da montanha: "Quem dentre vós, dará uma pedra a seu filho se este lhe pedir pão? Ou lhe dará uma cobra se este lhe pedir peixe? Ora, se vós que sois maus sabeis dar dádivas aos vossos filhos, quanto mais o vosso Pai que está nos céus dará coisas boas aos que lhe pedem!" Mt 7, 9-11

        Abençoa e santifica, ó Senhor, todos os pais que veem este blog. Rogo-vos, também, pelos advogados bem intencionados, que como os verdadeiros pais, amam a justiça! Amém!


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

CONCENTRANDO NO FOCO

Meus amigos e minhas amigas,


Quando lecionei o idioma inglês, ano passado, havia um aluno numa das classes do 3º ano, considerado CDF, que todas as vezes em que eu falava amenidades, fugindo um pouco do tema da aula, ele me corrigia, colocando suas duas mãos nas laterais dos olhos mirando o assunto no quadro à frente e dizendo:

_ Professor! O foco, professor!

Pois bem, relato esse episódio que vem bem a calhar com que precisamos nos concentrar no atual momento. Sabemos que a mobilização é fundamental para vencer as situações complexas. Foram pelos mais de 3.000 pedidos de "vistas" que a resolução da minuta de retirada do patrocinador deu uma trégua. Não esperavam essa avalanche de sugestões nem tampouco tamanha repercussão.

Agora, o momento exige o "bombardeio" ao deputado sergipano Rogério Carvalho, do PT, partido que dirige o país, pois é o deputado Rogério Carvalho, médico, companheiro, o relator na Comissão de Seguridade Social e Família (CSSF). Referido PLP (Projeto de Lei Parlamentar) de número 161/2012 do também deputado situacionista Ricardo Berzoini tem o apoio dos sindicalistas, Contraf-Cut, Anapar e demais associações representativas nacionais, inclusive do próprio diretor de Seguridade da Previ, Marcel Barros, que, como todos sabemos, é sindicalista ferrenho.

Por mais paradoxal que possa parecer, justamente por ser gerado na base sindical que até agora só esteve ao lado do governo, em detrimento de nós associados da Previ, o projeto exclui o voto de minerva, retira o patrocinador como beneficiário de qualquer verba da Previ, clarifica e sedimenta, dá nova redação aos artigos nebulosos das leis 108 e 109, de 2001, a nosso favor. Por conseguinte, é importantíssimo que o projeto seja aprovado da maneira inicial, isto é, SEM EMENDAS que normalmente desvirtuam os textos. A seguir os endereços do deputado-relator Rogério Carvalho-PT-SE, a quem peço que não economizemos mensagens.

http://rogeriocarvalho.com

No twitter: @Dep_RogerioCar

Obrigado a todos(as) e vamos à luta!!!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

REFORMA POLÍTICA, URGENTE!

        O clamor pela reforma política no Brasil fica mais evidente a cada dia, basta ler abaixo as barbáries praticadas contra a economia popular por figuras eminentes de nossa república. Não bastasse a rápida ascensão financeira do filho de Lula, da encrenca em que está envolvido, no exterior, o novo amigo do PT em São Paulo, sr. Paulo Salim Maluf, todos os chamados mensaleiros, o excesso de deputados e senadores, o império da família Sarney, Fernando Collor de Melo, etc. temos um outro caso relatado a seguir, de arrepiar...Enquanto isso, faltam ambulâncias, médicos, hospitais, remédios, escolas...

 A deputada federal Nice Lobão, esposa do senador e ministro de Minas e Energia do governo Dilma, Sen. Edson Lobão e mãe do Senador Lobão Filho.

Tirou nada menos do que 82 (oitenta e duas) licenças médicas somente no ano de 2011, e dos 101 dias de trabalhos, na Câmara Federal, ela apareceu somente em 19 dias.

Mesmo licenciada e afastada, continua recebendo seus vencimentos em média de R$ 100.000,00 AO MÊS e mais R$ 470.000,00 em verbas diversas.
Uma bolada de 1.670.000,00 para quem trabalhou,efetivamente em 2011, 19 dias somente. Ou, + ou - R$ 88.000,00 POR DIA TRABALHADO.A família Lobão está fazendo o pé de meia, pé de calças, pé de vestidos finos, pé de joias, etc. às custas de eleitores. E a imoralidade, a farra do dinheiro público, e a bandalheira continuam correndo soltas no país do futebol.Da maneira que vai, o Brasil não aguenta o repuxo sem quebrar a banca,com  o que se desvia, se rouba, se superfatura, e o que se paga em salários exorbitantes, para político vagabundo fazer de conta que trabalhar é uma imoralidade. E com a situação econômica mundial, esta podridão política não segura o rojão.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

CASSI EM FOCO

        A segunda parte do dia foi reservada à exposição pela Cassi. As protagonistas Mírian Fochi, Loreni Senger e Graça Machado compuseram a mesa. De início, Mírian Cleusa Fochi falou das dificuldades atuais enfrentadas pela Cassi, elencadas em duas razões principais: 1ª) O elevado percentual de pessoas idosas atendidas (23%) e 2ª) A elevada demanda judicial contra o nosso Plano de Saúde, vinda de estados como a Bahia, o Rio e Pernambuco. Quis significar que em alguns casos há abusos, com algumas pessoas querendo benefícios que nenhum outro plano concede. Depois disse que nos últimos três anos, a receita cresceu 33%, contudo a despesa aumentou para 57%. O objetivo principal no momento é priorizar o credenciamento, diminuído em função do atraso no pagamento no passado, passando muito dos 30 dias contratuais, fazendo com que muitos profissionais se afastassem. Outra prioridade é incluir na Cassi um Plano Odontológico que seja eficiente. Mas a Cassi precisa urgentemente reduzir gastos, para tanto, pediu que não se assinasse guias em branco, agilizássemos o retorno de exames (para não incidir em nova consulta). Muito cuidado nos exames, há casos em que são dispensáveis ou trazem malefícios, por exemplo, uma tomografia computadorizada emite 6.000 vezes mais radiação do que um raio-X comum. Por fim, reconheceu que a comunicação da Cassi não está boa.

        Loreni Senger Correa, do Conselho Deliberativo, respondeu uma questão sobre a Resolução 279, clarificando um artigo que se refere exclusivamente aos autopatrocinados. O PAD - Programa de Acompanhamento Domiciliar    - é um diferencial da Cassi e atende principalmente aqueles que têm dificuldade de locomoção.

        Maria das Graças Conceição Machado Costa, diretora de saúde e rede de atendimento, falou que o único vínculo que nos mantém no Plano é o ESTATUTO.  Sobre os convênios com as grandes redes de farmácias, o objetivo é diminuir custos. Citou a Rede Panvel (RS-SC-PR) que entrega em domicílio ao usuário pré-cadastrado e concede desconto de 30%.  As CliniCassi que existem em algumas cidades principais, são compostas de um médico de família, outro médico clínico, que atende por ordem de chegada e de prioridade, um enfermeiro e um atendente. Por fim, abordou a Lei 9658 que regulamenta os planos de saúde.

        Mírian Fochi encerrou afirmando que as dificuldades maiores de credenciamento estão no interior, nas pequenas cidades, onde não existem profissionais especializados. Repetiu que a dificuldade maior da Cassi está na receita fixa (3% do associado e 4,5% do Banco) e que o elevado número de idosos atendidos que nenhum outro plano deseja ter, a Cassi é obrigada a manter. Assim, todos devem zelar pelo equilíbrio tão necessário para a manutenção do Plano.



sábado, 4 de agosto de 2012

A ATA DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ

        Vamos fazer uma espécie da "ata" do que aconteceu ontem em Balneário. Estiveram presentes pela Previ Marcel Barros e Célia Larichia, e pela Cassi, Mirian Fochi, Loreni Senger e Graça Machado. Quem patrocinou o evento foi a Afabb-SC, participando  Afabb-RS, Afabb-PR, Afabbj da região de Joinville, Afabb de Itapema, e demais convidados, um colega do Mato Grosso do Sul e eu que estive como simples membro do PB1, interessado em nossos destinos, SEM REPRESENTAR a nossa associação, AAPPREVI da qual sou vice-presidente administrativo. Na primeira parte da palestra falou o novo diretor de Seguridade da Previ, Marcel Barros, abordando o cenário mundial desfavorável refletido nas bolsas de valores, ressaltando que o modelo de gestão na Previ não é retirar benefícios como ocorre em países em crises, mas sim, mantê-los. A Previ faz o dever de casa, sendo os mais de 60% aplicados em renda variável a resposta para os sucessivos superávites e que a melhor fatia de aplicação da Previ é a participação em empresas sólidas, citou a LITEL que controla as ações da Cia Vale do Rio Doce, e que a maioria das empresas em que a Previ participa tem avaliação de mercado, não na bolsa, e que estão sub-avaliadas. Grande parte dos fundos de pensão tem seus ativos em renda fixa, que não é o caso da Previ. Hoje a Previ possui 88 mil aposentados e 14 mil estão aptos a se aposentar. Em pouco tempo a Previ vai se tornar um plano essencialmente pagador. A tendência é desfazer-se aos poucos das ações e partir para renda fixa. Já há estudos para se mexer na renda variável. Para estabilidade do plano um é necessário que haja superávit. Posicionou-se abertamente favorável ao PL/161-2012 cujo relator é Rogério Carvalho-PT-SE a quem pediu que recorrêssemos para pressionar na aprovação do referido PL, sem emendas, porque derruba a Resolução 26 e consolida o artigo 20 da LC 109/2001 e acaba com o voto de minerva da LC 108/2001. Marcel disse que a retirada de patrocínio não vai ocorrer. Enfatizou que a derrubada destes absurdos deve acontecer no legislativo porque na Previ sempre vai dar empate e a decisão é do BB pelo voto de minerva. Os diretores eleitos não têm autonomia absoluta. Os três diretores eleitos têm consciência de que nós somos os verdadeiros donos da Previ, mas a luta contra a administração compartilhada é inglória. Ações na justiça não são contra a Previ, são contra nós mesmos. Ação RMI de 1187 casos 93% vão ter seus benefícios diminuídos. Quanto ao IR sobre o BET disse que a Previ NÃO paga, por isso não cabe ação, não se trata de bitributação. Houve um aparte do Dr. Medeiros dizendo que nós temos obrigação de entrar com ações para reparar injustiças. Continuou Marcel abordando as questões que não dependem de superávit: ES e antecipação do mês de reajuste para janeiro. Dependem exclusivamente de superávit a incorporação permanente do BET e o aumento para as pensionistas. Sobre a divisão administrativa do PB1 e do Previ Futuro questionado por Ari Zanella, disse não existir razões fundamentadas para tal divisão. A respeito da não continuidade do Acordo firmado em 2010 foi por dificuldades negociais e o impasse criado com algumas questões com o BB. O colega Carlos Pamplona quis saber sobre a continuidade do BET, Marcel respondeu que acredita porque haverá reavaliação dos ativos da Previ e a economia nos diz que haverá continuidade. Já a sua incorporação é questão de superávit. Na visão do Marcel a Previ ainda terá superávit num horizonte de dez anos, depois disso deve haver equilíbrio. Questionei-o sobre os valores pago no investimento imobiliário Torre Matarazzo e a resposta foi que o assunto foi muito bem estudado, pago valores de mercado e que já tem retorno garantido.

        O relato era esse. Não vou entrar na reunião da tarde sobre a Cassi para não ficar muito extenso. Farei noutra postagem. Em resumo, foi uma das melhores reuniões de que já participei, diálogo franco e aberto, todas as perguntas respondidas, houve tempo de sobra para os questionamentos. Toda vez que eu cruzava com o Marcel lhe dizia: "ES 180X180" e ele sorria. O fato negativo dentre as cerca de sessenta pessoas presentes é que muito poucos questionaram o atual diretor demonstrando pouca participação.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

RESULTADOS DESANIMADORES

        Marcel Barros difere de seu antecessor por não se negar a participar e a dialogar. Como se diz "não corre do pau". Tive a oportunidade de ouvi-lo antes da palestra e obtive as seguintes respostas:

EMPRÉSTIMO SIMPLES: Está sendo estudado para ser implantado em setembro/outubro. Não teremos mudanças significativas. Na visão do diretor de Seguridade, o ES está sendo usado como se fosse um seguro de vida antecipado, todos renovam após seis meses, desta forma, quem vai liquidar o empréstimo é o FQM, administrado pela Previ (não é uma Seguradora) cujo saldo não cobrirá, nem de longe, todas as quitações na atual sistemática. Portanto, aumentar o prazo significa piorar este status, a não ser que se eleve substancialmente o prêmio do FQM.

REAJUSTE PARA AS PENSIONISTAS: Este assunto está sendo analisado pela Previ, mas depende da continuidade de superávit. Caso contrário, não será possível. Adiantou que se acontecer uma melhoria seria, no máximo, de 80%, jamais de 100%.

ANTECIPAÇÃO REAJUSTE P/JANEIRO - Está em fase adiantada de estudo, e poderá realmente acontecer. De todas é a mais simples de ser resolvida, por não haver obstáculos.

360/360: Não deu qualquer perspectivas de que possa ocorrer. Penso que podemos desconsiderá-la porque não será aceita.

        Em 60 dias de posse, o novo diretor de Seguridade já se ambientalizou com os afazeres do cargo. Disse que o mercado mundial não afetará muito as ações da Previ, porque nas principais empresas em que participa, o valor é de mercado, e segundo Marcel, estão avaliadas para menos em relação ao mercado.
        Por fim, disse-me que a Ação Judicial RMI, as primeiras já estão sendo recalculadas na Previ, e 93% dos que impetraram a Ação, terão REDUÇÃO em vez de ACRÉSCIMO. Referiu-se principalmente ao Estatuto de 1997. 

        Por hoje é só. Participei da conversa com o Marcel na companhia da Célia Larichia, do Conselho Deliberativo. Depois vou fazer nova postagem falando da reunião em si, tanto da Previ quanto da Cassi. Tirei até uma foto com o Marcel que pretendo colocar no blog na próxima postagem. Um forte abraço pra todo mundo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

RUMO A BALNEÁRIO CAMBORIÚ

        Amanhã 7h estarei acelerando meu Gol-2000 1.8 movido a GNV, pela BR-101 sentido sul do Brasil, para, num raio de 100km de rodovia plenamente duplicada, atingir a paradisíaca cidade grande de Balneário Camboriú que está anexa à cidade de Camboriú, sendo dividida pela linha da BR-101 que corta o Estado de Santa Catarina pelo litoral, sentido norte sul.

        A AABB de Balneário está localizada ao pé do morro do "Cristo Luz", uma espécie de réplica do Cristo Redentor da cidade maravilhosa. É ali que ouviremos Previ e Cassi, com direito participação de quem estiver interessado nos destinos do nosso fundo de pensão. Nesta condição me farei presente, com a graça de Deus, para ouvir e perguntar, levando na bagagem muitas observações de meus diletos leitores. Queira Deus que seja possível por à mesa todos os questionamentos, nada obstante, quatro prioritários: 1. ES 2. Pensionistas, elevação do teto para 100%. 3. Antecipação do reajuste para janeiro e 4. Complemento integral para quem atingiu 30 anos de efetiva contribuição, quer na ativa quer como aposentado.

        Tudo passará pela disponibilidade de tempo que será fornecido pelo coordenador do evento. Não se pode quebrar regras. Mas, cada segundo dado será utilizado da melhor forma possível. Que o Senhor nos abençoe a todos.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

SÓ O PERU NÃO ENTRA

        Presidente Dilma oficializou hoje em Brasília a entrada da Venezuela no Mercosul, substituindo o nosso querido Paraguai, numa atitude grotesca do bloco, notadamente da presidente Cristina Kirchner da Argentina,  arvorando-se no direito de imiscuir-se na política interna de outro país soberano.

        O Brasil, na relação bilateral com o Paraguai, tem altos interesses no país vizinho, principalmente a Petrobras e os bancos brasileiros; além de fazendeiros e agricultores de nosso país que lá produzem e enriquecem. Penso que a presidente Dilma não fez o melhor pelo Brasil ao preferir seguir a Cristina e o Mujica. O presidente deposto Fernando Lugo não merece a "solidariedade" que teve dos países do bloco. Prejudicou muito o Brasil ao elevar o custo, dentro da vigência do contrato, do valor da energia elétrica da parte paraguaia no tocante à Itaipu binacional.

        Na esteira da Venezuela, querem entrar no bloco o Equador e a Bolívia. Parece que o Mercosul não leva em conta a economia de cada país, mas, a amizade política. Se assim não fosse, o Chile, país de primeiro mundo, já deveria constar e fazer parte do Mercosul, mas isto não ocorre. Por quê?

        Já que o problema é mais político do que econômico, o pobre Peru também deveria estar pronto para ser protagonista. Alguém sabe por que não deixam o Peru entrar?