BANNER

Acesse aqui!
atendimento@anaplab.com.br
Joinville/SC: (47) 3026-3937
S.J. Pinhais/PR: (41) 3035-2095

quinta-feira, 31 de maio de 2012

MAIO, VÁ EMBORA!

        A bolsa brasileira caiu muito neste mês, expondo a ferida da dependência excessiva ao capital estrangeiro. No concerto mundial, dançamos a música de bandas multinacionais; nossas empresas não valem o que achamos, mas, o que eles julgam que valem. Nas últimas duas semanas tivemos quedas diárias no índice ibovespa. E quase todos acima de 1% ao dia. Em contrapartida, o dólar subindo constantemente.
        O encalhe no estoque de carros zero nas montadoras nacionais, obrigou o governo a estimular as vendas pela redução das taxas de juros dos veículos, numa tentativa de retomar o crescimento à custa do endividado comprador brasileiro. Na fabulosa carga tributária ninguém pensa em mexer! A cada veículo vendido o governo fatura, a vista, uma média de doze mil reais, repassados diretamente pela indústria.
        A nossa Previ não tem investimento direto nas montadoras. Mas tem na indústria de autopeças sendo a principal a participação na Fundição Tupy S.A. cujo dirigente é o conhecido Luiz Tarquínio Sardinha Ferro e no Conselho de Administração o William José Alves Bento (Vice-Presidente) que está ali só para receber o salário pelo nome aposto. O capital da Previ na companhia é expressivo, 35,61%.
        Dos 60% que a Previ investe no setor acionário, metade refere-se a investimento direto, cuja sensibilidade do humor de mercado, atualmente em forte baixa, volatiliza todas as nossas reservas, deixando-nos com amargos dissabores, que nos alertam e avisam para abandonar esta prática arriscada.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

COMMODITIES E MATÉRIAS-PRIMAS

        O Brasil desde o seu descobrimento sempre foi pródigo em matérias-primas, iniciando pela madeira, passando pelo ciclo da borracha e ultimamente minerais de grande consumo mundial, além, naturalmente de sua vocação agropecuária.
        Estava conversando ontem, na sala dos professores do colégio onde leciono, sobre o caso Lula X Gilmar Mendes. O caro colega Salomão não se conteve: "O Brasil nunca cresceu tanto como nos oito anos de Lula! Se roubou, fez muito mais. Qual o político que não rouba? O importante é fazer!". Calei-me. Fiquei pensando cá comigo: não existe, de fato, quem realize sem roubar? O que Lula fez assim de tão extraordinário? Construiu mais uma Itaipu? Modernizou os portos e os aeroportos? A saúde melhorou? A Educação teve  real upgrade? Enxugou a máquina e cortou gastos supérfluos? 
        Os serviços que tiveram alguma melhora foram aqueles privatizados como as estradas brasileiras que cobram pedágios, mais um imposto indireto. Mas, Lula, fez sim. Aumentou o leque do bolsa-família, deu cota para os negros entrarem na universidade, fez a Petrobrás descobrir o pré-sal para dividirmos os benefícios com a população. O preço do barril do petróleo gira em torno dos cem dólares (duzentos reais) que depois de processado gera três vezes o valor na venda dos subprodutos: gasolina, diesel, querosene, glp, etc.
        Somos de há muito produtores de commodities. Café, soja, milho, suco de laranja, alumínio, ferro, nióbio, carnes de diversos animais e aves. Tivemos um grande avanço em relação ao ano do descobrimento. Hoje o Brasil é o celeiro do mundo. Quando os preços no mercado externo estão altos, estamos bem. Basta um pequeno abalo para cairmos em desgraça. Porque dependemos dos mercados externos. A bolsa de valores que o diga, fechando o mês de maio com grandes perdas.
        Quando chegará o tempo em que nossa indústria seja realmente uma indústria de ponta? De alta tecnologia como os tigres asiáticos? Mas, professor, e a Embraer, não é? Respondo que o cérebro dos aviões aqui produzidos vem dos Estados Unidos. Praticamente, somos uma linha de montagem.
        Precisamos investir urgentemente em educação e infraestrutura. E o governo não deve fazê-lo diretamente. Deve criar condições, zerando a carga tributária ou reduzindo-a para patamares de primeiro mundo. Ao governo cabe, sim, professor Salomão, investir os impostos em Saúde, Educação e Segurança. De preferência, sem corrupção.

terça-feira, 29 de maio de 2012

6.083 TRAIDORES

        Que perdêssemos com os votos do pessoal da ativa, nada mais compreensível, até pela pressão e propaganda que recebem, aliados à natural penetração sindical neste segmento; mas, saber que a chapa vencedora obteve mais de seis mil votos do "nosso" lado, dos aposentados, é de chorar em alemão.

        Dói mais porque é de onde menos se espera. Não sei o que se passa na cabeça destes alienados. Pelé já dizia que o povo brasileiro não sabe votar. Esse nossos "amigos" acabaram de dar mais procuração ao governo, aos sindicalistas. Marcel, o soberbo, vai continuar negociando metade do superávit com o Banco. E se gabando de fazer isso; de nos "dar" os 50%, de raparti-los com os da ativa pois assim eles ganham do Banco (PLR) e da Previ, embora ainda não estejam aposentados. Tudo com a aquiescência destes 6.083 infelizes.

        Que Deus tenha piedade e compaixão de nós, tristes, cabisbaixos, embora o terceiro lugar demonstre que muitos aposentados precisam e devem ser parabenizados. 

domingo, 27 de maio de 2012

SEMANA DE QUATRO DIAS

        Os últimos quatro dias de maio definirão nosso aumento de maio, a mudança no comando da Previ e, quiçá, o começo da reação da bolsa de São Paulo.

        O aumento da moeda americana, como sabemos, influencia muito a inflação interna, porque há muitos produtos  que estão indexados ao dólar. Com isto, espera-se um índice de INPC superior ao do mês de abril que foi de 0,64%. Na Previ a troca de cadeira, à primeira vista, não trará mudanças. Dan Conrado pode ser surpresa. Já na Europa, esperamos que a zona do euro se pacifique. Economistas dizem que a crise será de curto prazo. Depois, virá um tempo maior de bonança. Essa previsão nos anima pois o que vale é a posição do ibovespa do final do ano.

        Lembrando que o IBGE divulga o índice do INPC do mês anterior até o dia 10 do mês subsequente. Acredito que lá pelo dia 8 de junho. Nosso reajuste deve ultrapassar os 5%. Muitas expectativas para este final de maio.

sábado, 26 de maio de 2012

POR QUE DENEGRIR?

        Leio uma saraivada de críticas na internet ao senador Paulo Bauer, protagonista de uma história passada no ano de 2006, na qual distribuira passagens aéreas pra membros da imprensa de Joinville, cidade onde resido e dos quais conheço muito bem.

        O jornaleco fundo de quintal Gazeta de Joinville é de propriedade de um turco que possui uma construtora na cidade, a Momento Engenharia. Nesta linha, critica asperamente todos aqueles que lhe negam patrocínio. Se a prefeitura anuncia no jornal é a melhor do mundo, do contrário, não faz nada certo. Mas, isto não vem ao caso. Interessa-nos, agora, que o senador fez uma coisa boa a todos nós. Quem pode negar que o Senado é o foro legal para barrar transgressões do Executivo como foi o caso da Resolução 26? O Projeto de Decreto Legislativo pode, sim, anular resoluções, ou parte delas, que fere uma Lei maior, a que está subordinada. Agora, querer ligar uma conduta imprópria do passado, a uma boa ação do presente, atribuindo a esta um eventual insucesso devido àquela, é, no mínimo, insano.

        Possivelmente, os que assim procedem têm alguma mágoa com quem, de alguma forma, colaborou com as informações lidas pelo senador em plenário. É muito provável que esta tentativa de Paulo Bauer não logre êxito. Já manifestei algures e alhures este meu conceito. É fácil explicar porque: o Senado Federal é folgadamente favorável ao governo vigente. O Planalto não quer a revogação de nada da Resolução 26. E isso o Senado vai obedecer. Ou não conhecem o José Sarney, o Fernando Collor, o Romero Jucá, o Renan Calheiros, e demais aliados?

        Não cai bem criticar por criticar. Temos que ter um objetivo, mesmo difícil de ser atingido. O pronunciamento do senador Paulo Bauer foi uma grande ajuda para atingirmos nosso objetivo. Pelo menos fez. Tentou nos ajudar. Não sou advogado de ninguém. Mas, nas duas casas de leis do Brasília, todos sabem, existem muitos outros piores, bem piores, que o senador Paulo Bauer. Deveriam punir quem deu as passagens aéreas para o nosso senador. E se foi divulgado nacionalmente pela Revista Veja, por que não o condenaram?

        Falar é fácil... 

O QUE ESPERAR DO CONRADO?

        Nada mais do que a estrita obediência aos que o colocaram no cargo, leia-se, ministro da Fazenda, e, em última análise, a presidenta Dilma.

        Que ninguém se iluda com mudanças. Nem para melhor nem para pior. Já se ouviu dizer que o governo quer blindar a Previ. Eu entendo esta blindagem como patrimonial. Então que tratem de diversificar as aplicações. Elevar ao teto as aplicações no ES e na Carim. Bom para os associados e para a Previ.

        Podemos, sem medo de errar, dizer que o Planalto tomou conta do nosso fundo. O Projeto de Decreto Legislativo do senador Paulo Bauer não vai passar. Seu destino será a gaveta. O governo tem maioria folgada no Senado, e somente numa divergência muito forte entre os senadores da base aliada, este projeto poderia lograr êxito. O que, convenhamos, é muito pouco provável.

        Então, sr. Dan, esperamos que faça algo de bom pelos associados e pensionistas do PB1. Desejamos-lhe as boas-vindas.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

CHUTE NO BALDE

        Passados quase quatro anos da triste implantação da maledicente Resolução 26, também conhecida como resolução Pimentel, um senador da República faz o primeiro e veemente discurso, em plenário, lavando-nos a alma pois disse tudo o que todo aposentado do PB1 gostaria de dizer aos mandantes desta nação.

http://www.youtube.com/watch?v=9RRrQ0-0dZ8&feature=email&list=UUL6XDHs-N4I2BnbCU2GiagA


        Tudo partiu do senador catarinense Paulo Bauer, natural de Jaraguá do Sul-SC, muito conhecido nos meios joinvilenses. Daqui levou a insatisfação do amigo pessoal Ivo Ritzmann cujo nome é citado no discurso. Recebeu, ainda, suporte da Faabb, do Ruy Brito, verdade seja dita. Contudo, o mais importante é que falou, protestou,sem vacilar. Finalmente, encontramos um aliado. Oxalá, encontre aliados à causa, tanto no Congresso quanto na Câmara.

        Que não seja a única voz que clama no deserto. Devemos repercutir ao máximo, através das redes sociais, dos contatos pessoais, como grande feito realizado a nosso favor. Certamente, vale por mil "peladaços" e outras manifestações que o nobre Medeiros sempre tencionou fazer, mas que teve baixíssimo respaldo da categoria.

        Muito obrigado Paulo Bauer! Qualquer político poderia ter feito. Jamais o fizeram. Como Vossa Excelência fez, que Deus lhe pague!!!        



terça-feira, 22 de maio de 2012

SEPARAR SEM SEGREGAR

        Motivado pelas abissais diferenças que há entre os dois planos da Previ, torna-se a cada instante mais imperiosa uma mudança de rumo, quero dizer, de gestão, posto que o mesmo comandante não pode simultaneamente dirigir duas naves tão distintas.

        O Plano de Benefícios Nº 1 representa a nata dos planos de fundos de pensão. É maduro, rico, autônomo e finito. O Plano Previ Futuro é mais um que está no mercado, regido por normas diferentes do PB1. O cisma já foi provocado, na prática, em 23.12.1997, quando foi criado o Previ Futuro. Portanto, o almejo é tão somente a homologação de fato e de direito de algo que já existe. Os dois planos existentes, de tão diferentes que são, merecem há muito de  administrações específicas: uma diretoria e seus conselhos para o PB1; e outra para o Previ Futuro. É perfeitamente possível, factível, basta vontade política.

        Se por uma hipótese, permanecendo como está, num futuro próximo, vier a diretoria atual, juntamente com os conselhos deliberativos e consultivos, a ser formada exclusivamente com membros do Previ Futuro - como fariam estes diretores para, por exemplo, no campo de investimentos, aplicar nossa vultosa soma de recursos? (Refiro-me a do PB1).

        Será muito melhor "cada macaco no seu galho". Nós administrando o nosso fundo e eles, o Previ Futuro, gerenciando o deles. Nem pensar em misturar as coisas. Separar sim, para melhor administrar. Segregar, jamais.

domingo, 20 de maio de 2012

O VOTO TEM QUE ACONTECER

        O time que representa a minha cidade estreou perdendo em casa para o Atlético Paranaense por 4 X 1, ontem dia 19, frustrando os mais de 13 mil torcedores que foram assistir ao jogo. Logo a nossa primeira partida na série B do brasileirão, a elite do futebol brasileiro. Doeu.

        Como no futebol, onde cada jogada bem trabalhada ou não, pode resultar em gol, também no jogo eleitoral cada esforço pessoal pode resultar em valiosa contribuição que, pode, afinal, decidir o jogo a nosso favor. Somos uma super seleção que precisa sair da apatia e jogar para valer, como se diz no jargão futebolístico "arrastar a bunda no chão". Nesse sentido, palmas para o amigo Nascimento; é deste espírito de luta de que muito dependemos. Os nossos inimigos estão bem clarificados, munidos de munição portentosa para enganar os desinteressados eleitores. Gastei um hora, ontem à noite, para convencer o Arnaldo Kruger, velho companheiro de guerra, a motivar-se a votar. Este é o nosso ponto fraco: a letargia.

        Ânimos redobrados, pessoal! Cada um de nós é jogador que pode desequilibrar este jogo marrento. O grupo U2 tem uma bela música chamada "With or without you" (Com ou sem você?) em que um verso chama nossa atenção: "and you give yourself away" (E você se entrega). Não se entregue, você é muito valioso, e se não lutar com unhas e dentes pelo seu prato de comida, ela não será dada de mão beijada. Força! Ânimo! Coragem! Convença pelo menos dez conhecidos que estão desinteressados, a votarem na chapa 5 - A Semente da União. A hora é agora. Em cada cidade, em cada estado, podemos e devemos, no corpo-a-corpo, vencer. Eu acredito!   

quinta-feira, 17 de maio de 2012

FOI ISTO MESMO QUE EU LI?

        Tenho em mãos o panfleto da propaganda da chapa 1 que tem como candidata à diretoria de Seguridade a bem-remunerada Cecília Garcez, sobejamente conhecida de todos de nosso meio; e para Conselheiro deliberativo William José Alves Bento, atual conselheiro pleiteando a continuidade de seu "dolce far niente", e quem tem como suplente Romildo Gouveia Pinto, um dos maiores baba-ovo do patrocinador Banco do Brasil.

        Comentam no folheto que o BET pago aos colegas do grupo pré-67, de responsabilidade do BB, está saindo do fundo previdenciário que é dos associados. E que o Banco, além de não pagar essa conta de seu encargo, está se beneficiando em dobro, visto que cada real que sai do nosso fundo, entra no fundo do Banco. Como ele não está pagando e entrando o mesmo valor na sua conta, ele está recebendo dobrado.

E continuam afirmando que "se o Banco não fizer a reposição destes valores, os recursos do fundo previdenciário destinados ao pagamento do BET terminarão antes do prazo acordado."

        Mas, afinal, não é o sr. William Bento atual conselheiro deliberativo eleito? Por que não põe a boca no trombone? Por que não denuncia? Estaria ele com o rabo preso? Isso é muito grave, sr. William. Esperaríamos que o sr. fizesse o maior "barulho", se debelasse contra esse estado de coisa, ainda que, para isso, custasse-lhe o mandato. Daí, se deduz, que sua chapa é boa para fazer demagogia barata em época de eleição; depois que está no poder, como no seu caso agora, faz nada!

        As eleições, meus amigos, começam neste dia 18.05 às 9h. Para nós, aposentados e pensionistas, as piores chapas pela ordem: nº6 e nº1. A melhor todos sabemos de cor e salteado: a chapa nº5 - A Semente da União!

segunda-feira, 14 de maio de 2012

SEGUNDA-FEIRA NEGRA

        Início de semana nada alentador. Grande queda na bolsa paulista que infelizmente ainda deve sofrer novas quedas nesta semana. Foi dito que a cada mil pontos na Ibovespa corresponde a um bilhão para a Previ. Quando a bolsa sobe temos ganhos consideráveis, que são responsáveis pelos superávites; todavia, quando ocorre o inverso, como está acontecendo agora, vivemos verdeiros pesadelos. Hoje, o Ibovespa fechou nos 57.500 pontos. Conforme análise do Dr. Medeiros, 57 mil é a linha divisória entre o  lucro e a perda, baseado no fechamento de 31.12.2011, ocasião em que fechou ao redor dos 57.500 pontos, sendo possível a continuidade do BET.  É bem verdade que a posição de 31.12 é a que tem importância porque define o resultado.

        A presidenta disse há meses que a crise europeia duraria pelo menos dois anos. O Planalto tem muitas informações sendo bem provável que este período se cumpra. Se o governo, que determina as nossas aplicações, sabe dos riscos do mercado de ações, por que insiste em manter o índice aplicado tão elevado? Certamente não está olhando para o lado dos associados. Em nossa visão deveria haver maior diversificação.

        Esperamos uma mudança de rumo nestes próximos dias, sem contudo, nos iludirmos que a situação no velho continente mude do dia para a noite. Oxalá, pelo mínimo, a sangria se estagne e que não haja quedas mais acentuadas. O resto da semana nos dirá.

MAIO SEM ERRE

        Entramos na semana do início das votações da Previ, entre 18 e 29 de maio, primeiro mês de uma série de quatro em que não existe a letra R sem que isto represente alguma simpatia, a não ser a coincidência de que a chapa 5 - Semente da União, também não a tenha. Os pescadores contam que a corvina, um tipo de peixe que possui larvas em sua carne, delas estão livres se pescados nos meses sem a letra erre, de maio a agosto. Será um presságio que os vermes não se infiltrarão na Previ?

        Esta semana será ainda nervosa para as bolsas de valores. Parece que os bancos espanhóis estão se ajustando aos parâmetros e com isso devolvam um pouco mais de calma aos já assustados investidores com os distúrbios na Europa. Alemanha e França precisam caminhar juntas, nada obstante a eleição de um socialista na França. No Brasil, é torcer para que o Ibovespa não sucumba os 57.000 pontos, caso onde preocupa a rentabilidade da Previ, prejudicando futuros superávits. Estamos nos 59.000 e há simples dois meses estávamos nos 67.000.  Que mercado instável. Em pouco tempo pode sair da alegria para a tristeza.

domingo, 13 de maio de 2012

MAMA, MOM... E PARA NÓS, MÃE

De tudo que na vida existe,

Alguém jamais me deixou triste,

Um pedaço do céu que aqui brilha,

A verdadeira mulher maravilha!

 

A mãe sempre perdoa, incentiva,

Passa a mão na cabeça e cativa,

O filho que erra e se arrepende,

A filha que sempre a surpreende!

 

Mãe por instinto sabe ser dócil,

Sua índole é contrária à violência,

Como Jó é símbolo da paciência.

 

A Deus Pai , elevo meu pensamento,

Por minha mãe, agradeço Seu auxílio,

Que dentre tantos, escolheu-me para seu filho!

..........................................................................

Soneto de improviso, com ele homenageio todas as mães do Brasil neste 13 de maio de 2012. As mães jovens dos 15 aos 90 que 24h do dia estão a dizer "Cuide-se, filho(a) e que Deus te proteja!"

A vocês mães queridas, quero dar do fundo do meu coração o meu presente: muito obrigado!!! 

sexta-feira, 11 de maio de 2012

ROBSON ROCHA

        Pelo meu método empírico de advinhação, o atual gestor de pessoas e desenvolvimento sustentável do BB, o conhecido Robson Rocha, cujo sobrenome é sinônimo de pedra, deverá subir ao trono da Previ no lugar do Flores a quem a nossa mui digna presidenta deverá contemplar com uma boquinha muito bem remunerada na Cia Vale do Rio Doce.

        O leitor deve se perguntar o que esta troca representa para nós, os associados e a razão de existir da Previ. Nada. Única e tão somente uma troca de seis por meia-dúzia. O Flores prevaricou se encrespando com o Bendine do BB, via Ricardo Oliveira que já está fora, e a nossa estimada presidenta não gostou. Para justificar sua saída arrumaram aquele caso da compra de casa com parte de dinheiro vivo, guardado sob o colchão, caso que já está sendo "investigado" pelo Conselho Deliberativo da Previ. Mas, se ele está saindo por este motivo, por que vão lhe arrumar outro emprego de conselheiro "aspone" na Vale? Evidentemente, para que continue com um belo provento e por ele pertencer ao PT terá, tambpem, uma bela aposentadoria na Previ - valores máximos permitidos.

        E quanto ao Robson? Bem, já esteve diversas vezes na "bica" para entrar. Só que nunca tão real como agora. Mas, sobre ele falarei se as profecias se concretizarem.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

O INPC, O EURO E AS BOLSAS

        O INPC de abril surpreendeu, atingindo o maior índice dos últimos dez meses, com 0,64%. Com isso, o acumulado neste ano é de 1,87% e de junho/11 a abril/12, 4,26%. Como o índice de maio/2012 deverá ficar em torno de 0,70% (chute meu), antevê-se um aumento aos nossos proventos na ordem presumida de 5,0%.

O índice deste abril (0,64%) é inferior ao verificado em abril/2011 que foi de 0,77%, porém é mais de três vezes superior ao mês anterior (março) de 2012, o que acende a luz de uma inflação maior. Eis os índices do INPC, mês a mês:

Junho-2011 - 0,22%

Julho-2011  - 0,00%

Agosto-2011 - 0,42%

Setembro-2011 - 0,45% 

Outubro-2011 - 0,32%

Novembro-2011 - 0,57%

Dezembro-2011 - 0,51%

Janeiro-2012 - 0,51%

Fevereiro-2012 - 0,39%

Março-2012 - 0,18%

Abril-2012 - 0,64%

Maio-2012 -    ?

        O euro, a moeda europeia, está há alguns dias se desvalorizando bastante em relação ao dólar norte-americano que subiu bastante em contrapartida. A crise grega, ameaçada de deixar a moeda euro, agrava a crise, em conjunto com a situação da Espanha. A influência nas bolsas mundiais é visível, inclusive no Brasil onde o Ibovespa já decaiu os 60 mil pontos. Preocupante. Tomara que logo haja um reversão posto que não somos os agentes da queda, somente sofremos as consequências de uma economia globalizada.

        Finalmente, com as quedas dos juros no mercado doméstico e o consequente aquecimento nas vendas a prazo, tendem a gerar maior inflação nos próximos meses. E os bancos que não baixaram os juros terão lucros ainda maiores. 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

POSSO ME RETIRAR?

        Há um anteprojeto sendo elaborado no CGPC - Conselho de Gestão da Previdência Complementar - órgão vinculado ao Ministério da Previdência Social, responsável pela regulação das matérias relativas aos fundos de previdência fechada. O assunto diz respeito ao Artigo 25 da LC 109/2001, cujo teor é agora reproduzido:

Art. 25. O órgão regulador e fiscalizador poderá autorizar a extinção de plano de benefícios ou a retirada de patrocínio, ficando os patrocinadores e instituidores obrigados ao cumprimento da totalidade dos compromissos assumidos com a entidade relativamente aos direitos dos participantes, assistidos e obrigações legais, até a data da retirada ou extinção do plano.

     Parágrafo único. Para atendimento do disposto no caput deste artigo, a situação de solvência econômico-financeira e atuarial da entidade deverá ser atestada por profissional devidamente habilitado, cujos relatórios serão encaminhados ao órgão regulador e fiscalizador.

        A Anapar, pela sua presidenta Cláudia Ricaldoni, enviou ao colega João Rossi Neto, e-mail que foi reproduzido nas postagens do blog www.previplano1.com.br do meu amigo Marcos Cordeiro, prestando os esclarecimentos:

***************************************

 Mensagem original
De: Claudia Ricaldoni < claudia@anapar.com.br >
Para: João Rossi Neto < jrossineto1@uol.com.br >
Assunto: Re: Retirada de Patrocinio.
Enviada: 07/05/2012 13:05



Prezado João,



Cabe esclarecer inicialmente que os processos de retirada de patrocínio vem ocorrendo já há mais de 10 anos. O artigo 25 da LC 109 permite que a patrocinadora se retire. Ocorrer que a forma deste processo não estão regulamentadas, ocasionando toda sorte de desrespeito aos direito dos participantes.

Diante do esclarecimento, estamos seguros em afirmar que não há nenhuma relação entre o processo em curso de normatização do processo com a intenção de retirar patrocínio do Plano I da PREVI..

A Minuta apresentada até agora não atende aos desejos dos participantes, além de não respeitar o direito adquirido dos participantes, permite o acesso às reservas de contingência o que contraria a lei. A ANAPAR solicitou vists do processo e temos até o dia 24 de maio para apresentar uma contraproposta. No dia 17 de maio às 13:30 horas faremos uma plenária em Brasília para tratarmos do tema. Seria muito importante a participação de todos.



Atenciosamente,



Claudia Ricaldoni

ANAPAR

***************************************

        Penso que o assunto interessa a todos. O patrocinador pode até se retirar, mas SEM levar qualquer centavo. Todavia, o pensamento do governo (Conselho Gestor Prev. Complementar, como regulador e PREVIC como fiscalizador) é pela elaboração da Resolução 26 II - A Definitiva. Independente das eleições, vamos ficar de olhos bem abertos para não sermos surpreendidos. Há muitos interesses em jogo pois o nosso fundo é rico. O dinheiro até agora colocado pelo BB é valor DIFERIDO. Não pode ser resgatado. A não ser pela extinção do plano. Mas neste caso o Banco prejudica também os 30.000 que ainda estão na ativa.

domingo, 6 de maio de 2012

TRIBUTOS E IMPOSTOS

"O imposto é uma prestação pecuniária para as pessoas, exigido pela autoridade devida, de modo permanente e sem remuneração por tal, para cobrir uma função pública necessária."

                            (Gaston Jezè - Século XX)


        Na história antiga, nos tempos de José que administrava os bens do Faraó no Egito, o percentual de quem contribuía era de 20% ou a quinta parte da produção. No lado religioso, a relação foi sempre dizimista, um décimo ou dez por cento retribuídos a Deus.

        Focando no Brasil temos impostos federais, estaduais e municipais. Se a arrecadação é para cobrir uma função pública necessária, muitas perguntas vêm à tona: por que o poder público precisa investir em esportes, fábricas e insumos? É realmente necessário o poder público construir estádios para a copa do mundo? Controlar os aeroportos e neles investir? Produzir e comercializar petróleo e derivados? Ter lucros fabulosos com as estatais? Ou alguém desconhece que o lucro da Petrobras, do Banco do Brasil, da CEF (esta na totalidade), e muitas outras, em parte, vai para o governo? E os jogos da Caixa Econômica como as várias loterias? O ganhador do prêmio fica com a menor parte.

        O Ministério da Fazenda é o maior assaltador do nosso bolso. Como a CPMF foi extinta, de imediato, o sr. Guido Mantega, "compensou" a perda com brutal aumento no IOF. Resultado, a arrecadação federal ficou ainda maior de antes da CPMF. Recentemente, o bondoso Guido baixou o IPI na linha branca, mas aumentou-o nas bebidas quentes como refrigerantes. Como resultado o governo saiu ganhando. Nos bancos, pela facilidade de crédito oferecida, os empréstimos se multiplicam. Mesmo as renovações ou composições de dívidas têm novo pagamento de IOF. O assalto tributário está tão grande que muito brevemente asfixiará o pobre povo pagador. O próprio governo já reconhece a necessidade de mudança tributária. O governo arrecada cada dia mais e a contrapartida é cada vez menor.

        A função pública necessária é exclusivamente com a Segurança, a Saúde e a Educação. O resto é extrapolar e desviar a meta traçada. E sem cartão corporativo.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

ELIANA É MINHA ÍDOLA

        Poderia estar falando sobre mais um título "honoris causa" que o ídolo de muitos (mas não meu) recebeu hoje de cinco universidades cariocas. Este título equivale a um mestrado, portanto não será por falta de diploma que aquele senhor possa não ser considerado um pós-graduado, pois o próprio reconheceu num discurso não de improviso, que a educação transforma a pessoa. Pena que não saiba nenhuma língua estrangeira; deve ser por ser muito nacionalista.

        Mas o assunto de hoje é  sobre a  corregedora nacional de justiça, do CNJ, ministra Eliana Calmon. Ela recebeu hoje, também no Rio de Janeiro, na Assembleia Legislativa a medalha Tiradentes. Durante sua fala de agradecimento, Eliana Calmon manteve a mesma postura firme que tem em sua atuação como corregedora ao lembrar de sua trajetória. "Cheguei até aqui de uma forma absolutamente própria, sem dever favores a ninguém", afirmou. A honraria foi considerada por ela um estímulo a mais. "A medalha Tiradentes é um incentivo a continuar lutando por um Judiciário em que acredito, mais republicano do que federativo. Darei continuidade ao meu trabalho, seja na Corregedoria ou fora dela, enquanto for magistrada". 

        Eliana Calmon é o protótipo de pessoa que orgulha qualquer brasileiro por seu desejo sublime de honestidade. É assim que se faz, querida ministra!

        Seja você também o agente de mudança que quer ver neste país.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

MAIO COMEÇA QUENTE

        A temperatura aqui no sul tem chegado a zero grau mas o termômetro do nosso plano está efervescente. Isa Musa descobriu uma "trama diabólica" em execução nos bastidores do Conselho Gestor da Previdência Complementar que seria a saída do BB do Plano 1 levando consigo os valores da sua paridade; um "saque" da reserva especial em definitivo posto que o "saque" sobre o superávit imposto pela Resolução 26 já não encontra mais resistência, parecendo já consolidado.

        Noutra frente o conselheiro William Bento tenta reoxigenar a chapa por ele apoiada, pedindo formalmente uma recomposição salarial aos aposentados superior ao INPC. À primeira vista parece um ato altruísta em nossa defesa. Mas a coisa não funciona desta maneira. Existe o Estatuto que antes de tudo precisa ser mudado para que tal pleito tenha êxito. Isto poderia e deveria ter sido feito quando o governo federal fez o mesmo com o salário-mínimo: aumento real de acordo com o crescimento do PIB dos últimos dois anos. No nosso caso, poderia ser atrelado ao superávit em vez do PIB. Mas nada foi feito. Agora, às portas de uma nova eleição vêm os demagogos com propostas salvadoras para conquistar eleitores.

        Se eu estivesse bem financeiramente, viajaria para a Europa, faria um visita inédita à minha "dolce" Itália para ganhar a minha dupla cidadania, e emendar até a Inglaterra como "cidadão europeu" no intuito de afinar o meu inglês falado. Não ficaria nervoso, relaxaria, de tantos podres que acontecem conosco no PB1, na querida pátria tupiniquim.

terça-feira, 1 de maio de 2012

APELO DRAMÁTICO

        O pessoal da ativa integrante do PB1, beirando os 31 mil integrantes, é aquele que decide as eleições na Previ. Eles serão nós amanhã, embora hoje sejam muito assediados pelo patrão a votarem na chapa seis que representa unica e exclusivamente os interesses do BB. A bem da verdade, o Banco não precisa vencer esta eleição. Ele já tem maioria na Previ, seja pelo voto de minerva, seja pelo uso político da máquina estatal federal. Sabendo disso, prezados colegas da ativa, vocês precisam pensar que logo estarão do lado de cá; logo, é o futuro de vocês que também está em jogo. A Previ é nossa (de vocês também, é claro), por isso meu grito para que votem na chapa 5 - Semente da União. O seu voto é livre e pessoal. Apelo apenas para sua consciência para que tenhamos pelo menos uma oposição de verdade na Previ; que cobre, sugira e proteja os aposentados e as pensionistas (que amanhã pode ser a minha ou a sua, o futuro a Deus pertence).

        É um pedido do fundo do coração. Nós, os cabeças-brancas precisamos do seu voto. Repito: ao Banco não vai fazer qualquer diferença quem vença - porém, para os aposentados a chapa 5 faz toda a diferença! Colaborem, vamos nos unir! A hora é agora! Muito obrigado!